História Damned Blood - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo, Sussurro (Hush, Hush), The Vampire Diaries
Personagens Personagens Originais
Tags Mistério, Romance, Vampiro
Visualizações 23
Palavras 925
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Pulem logo pro 17, esse aqui é o que vcs leram anteriormente e eu publiquei errado... De novo. Não faz diferença voltar e ler o 15, mas quem quiser, pode ir :))

Capítulo 17 - Capítulo 16


Logan ligou umas 50 vezes nos últimos dois dias. Ignorei todas elas, não precisava falar com ele, não queria falar com ele. Iria morrer amanhã mesmo e não podia fazer nada. Seria melhor assim.
Peguei minha mochila e pus no banco de trás do carro de Mike na noite de sexta, quando meus pais já estavam de malas prontas pra viajarem. Sentei no mesmo e o senhor e senhora Dale vieram se despedir de mim pela janela enquanto meu irmão se posicionava no volante.
– Comporte-se, mocinha. - minha mãe disse.
– Faça tudo o que seu irmão mandar. - foi a vez do meu pai.
– Nós te amamos.
– Também amo vocês. - a mamãe me deu um beijo na bochecha e se afastou para que Mike desse a partida.
– Cuida dela, querido.
– Sem problemas.

Quase meia hora depois estávamos no apartamento amplo do meu querido irmão. Ele abriu a porta e me deixou entrar primeiro, olhei ao redor e a passos lentos eu observei os detalhes. Havia uma mesa perto da janela com cortinas grossas cor beje, um jarro com petúnias em cima da mesa e eu imaginei que isso fosse um toque de Jennifer, a minha futura cunhada. Ah, um amarelo quase branco pintava as paredes, uma estante acolhia a Tv, o DVD e alguns discos, e dois sofás ao redor da estante. Um corredor ficava no fundo da sala e eu sabia que lá era o caminho para o banheiro e os quartos.

– Já sabe o processo. - Mike disse, botando o casaco em uma poltrona - Pode ficar com o quarto no fim do corredor, dessa vez.
– Tá. - andei pelo apartamento até encontrar a área de hóspedes. Joguei minha mochila na cama e suspirei, lembrar que era minha última noite embrulhava meu estômago.

Quando escureceu, eu e meu irmão jantamos pizza, mas o que normalmente era uma coisa da qual a gente aproveitava, agora, com as preocupações, eu não conseguia seguir o fluxo da conversa, permanecia séria. E o pior é que nem conseguia disfarçar, e Mike acabou percebendo.
– Você tá bem? - ele perguntou, passando a mão em minhas costas, como que acalentando.
– Tá, eu... Estou preocupada com algumas coisas da escola, só isso.
– Tem certeza? Porque depois da nossa última conversa, eu...
– Mike. - o interrompi - Esquece aquilo tudo, tá? Eu entendi e vou tomar mais cuidado daqui em diante, mas vai levar um tempo pra eu me acostumar com a ideia
de que tudo que eu achei até hoje que eram lendas, são reais, entende? Não é todo dia que se descobre estar apaixonada por um lobisomem.
– O quê?
– O que foi?
– Você disse... Apaixonada? - droga, eu nem percebi que falei isso, saiu sem querer e agora devia explicações ao meu irmão.
– É que... - cocei a nuca - Esquece, eu já to satisfeita. - larguei a pizza na caixa com o restante e fui para o quarto, pensei que não, mas Mike veio atrás de mim.
– Ammy, não pode estar apaixonada por ele.
– Mas eu não estou.
– Ah, é claro que tá. Dá pra ver no jeito que fica toda vez que o nome dele é mencionado.
– E qual é o problema com isso?
– Ele é perigoso, Ammy, é...
– Nos beijamos, Michael! - o interrompi.
– Como é que é?
– Eu sei muito bem que o colar que a vovó me deu destrói qualquer um que tenha más intenções comigo e/ou que queira me matar, então acho que o fato de ele ainda estar vivo prova que Logan não é perigoso pra mim!
– Mas ele... - bufou, fazendo careta - Merda! - gritou - Estão juntos?
– Não. Acabou.
– O que houve?
– Nada. - forcei um sorriso - Agora me deixa sozinha, eu preciso descansar.

Mike suspirou, segurou meu rosto entre as mãos e beijou minha testa.
– Qualquer coisa, é só chamar.
– Pode deixar.

Ele saiu e eu me sentei na cama, sentindo imediatamente o celular vibrar no bolso da calça. Era Logan. De novo.
Corri para fechar a porta do quarto e pensei antes de atender. Era a milésima vez que ele ligava e eu o havia ignorado não só no celular, mas também na escola nos,
últimos dois dias. Ah, que se dane, talvez essa fosse a última vez que eu falaria com ele. Fechei os olhos.
– Alô? - minha voz saiu temerosa.
– Oi... Você tá bem?
– Nossa, as pessoas tem me perguntado muito isso.
– Desculpa. - ele riu - Só queria ouvir sua voz. - mordi o lábio inferior - Fui estúpido ao tentar me envolver com você quando minha missão o tempo todo era só te proteger. Mas eu não consegui.
– Eu sei... Por ela.
– Não. Por você. - ficamos em silêncio por alguns minutos - Ammy, essa não foi a primeira vez que Elizabeth reencarnou e em todas as vezes eu procurei manter distância, como fiz com você ao tentar te ofender naquele dia. Mas não consegui. Foi a primeira vez que fiquei... Tentado a me aproximar, na verdade, nem a própria Elizabeth era tão... Inteligente e destemida.
– Sinto muito. - uma lágrima desceu quando, tarde demais, percebi os olhos ardendo - Não posso fazer nada a essa altura.
– Por quê? O que houve? - eu não podia contar pra ele se isso fosse arriscar sua vida também. Respirei fundo.
– Vai ficar tudo bem, eu prometo. Você me protegeu todo esse tempo e é a minha vez de retribuir. Eu... Amo você!

Antes que ele pudesse responder eu desliguei o celular, apertei os olhos enquanto espremia o telefone.
É isso, amanhã acabava tudo!



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