História Dançando sobre cacos de vidro. - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Karin, Kushina Uzumaki, Menma Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, TenTen Mitsashi
Tags Hinata, Narusaku, Naruto, Sakura, Sasuke
Visualizações 96
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YO! Boa leitura crocantinhos.


Bjs <3

Capítulo 6 - Capítulo - 6.


Fanfic / Fanfiction Dançando sobre cacos de vidro. - Capítulo 6 - Capítulo - 6.

2008
 Pela primeira vez em meses, Sakura não precisava voltar ao bar depois da reunião de domingo.
     Ino estava trabalhando no bar leste com Tenten. Sai estava tomando conta da entrada junto com o Uchiha o novo segurança, então Sakura estava sozinha em casa, estava tudo em um repleto silêncio. Mas então seu celular vibrou. Era Naruto.
  "E aí?"
 " E aí?"
 "Abre a porta. Tá chovendo!"
" O quê???"

   Naruto então bateu na porta, isso fez a rosada dae um salto. Ela disparou até a porta.
- Quem é?

- Já disse quem é. Abre a porta!

  Sakura abriu a porta e viu o loiro todo ensopado.

- Posso entrar?- disse ele tremendo.

- Meu Deus, Naruto!- disse Sakura o puxando para dentro de casa.

 Sakura em seguida correu para pegar uma toalha, depois a jogou para o loiro, que logo tirou a camisa e secou o rosto. Naruto deu uma olhada para a calça jeans azul, que também estava ensopada.

- Pode ser que tenha uma calça de moletom do meu cunhado, espere ai.

  Sakura logo voltou com uma camiseta e a calça de moletom laranja. Naruto  foi para o banheiro onde se trocou rapidamente, o loiro depois que saiu do banheiro se jogou de maneira bem acompanhada no sofá  e então colocou no jogo do Atlético de Madrid.
- A gente pode assistir?

- Claro, adoro futebol. Vou por uma pipocas estourar e depois você vai me explicar o que veio fazer aqui.- mas Sakura ao olhar o loiro viu que ele estava boquiaberto.- que foi?

- Só estava pensando que agora era a hora ideal de reconhecer  que tu és perfeita! Seria ótimo se você  se apaixona-se  perdidamente por mim algum momento.... Tipo agora!

- Acho que não!

 Naruto se curvou e segurou os punhos de Sakura, a fazendo socar a própria  cara algumas vezes, aquilo não doía, mas significava guerra. Sakura revidou e Naruto  agarrou a gola da blusa da rosada, rolando para o chão e a lavando junto  com ele. Então começou a fazer cócegas. Quando Naruto parou a rosada respirou fundo. Naruto se aproximara ainda mais. Ela sabia que a proximidade era proposital, que ele queria intimidá-la, talvez seduzi-la, mas isso não acalmava as batidas frenéticas de seu coração... Ele a beijou.                          
 Ela arfou contra os lábios dele e o loiro aproveitou-se da boca entreaberta para enfiar a língua. Suas mãos deslizaram por suas costas e seguraram a curva delicada de sua bunda.
- Isso é loucura. - sussurrou ao ouvido dela.- Saky, eu sou noivo!
 Mas não fez nenhum movimento para soltá-la. Em resposta, ouviu um gemido confuso e incoerente, e o corpo dela tornou-se um pouco mais dócil em seus braços, deixando-o puxá-la ainda mais para perto. Ele sabia que devia parar, sabia que não devia ter começado, mas seu sangue fluía com desejo, e ela parecia tão...
Tão... Tão boa...

 Os braços, aprisionados pelos dele, se abriram devagar, até que as mãos dela estivessem apoiadas de modo hesitante nas costas dele. E então ela moveu os lábios.

 – Meu Deus, você tem um gosto delicioso.

– Naruto? A voz dela estava trêmula e encerrava uma interrogação sincera.

– Não diga nada – murmurou ele. – Faça o que fizer, não diga nada.

– Mas...

– Nem mais uma palavra – interrompeu-o, pressionando um dedo nos lábios dela.

 A última coisa que queria era que ela estragasse aquele momento maravilhoso abrindo a boca para discutir. Sakura já fora beijada antes diversas vezes, mas nada, nem um instante de qualquer beijo, a preparara para aquilo.
Não foi um beijo. Foi o paraíso.

 Ela gemeu o nome dele e arqueou o corpo para trás, oferecendo-se a ele como uma fruta proibida. Naruto parou de respirar quando a viu. Fez a mão que acariciava a pele quente das costas de Sakura escorregar bem devagar para as costelas dela.

– Você é tão linda... – sussurrou, sabendo que palavras eram inadequadas ao momento.

 Ele se inclinou para frente... Bem, bem devagar. Queria dar-lhe a chance de dizer não. Morreria se ela dissesse, mas seria muito pior ver seu arrependimento na manhã seguinte.
 Mas Sakura não fez isso, e quando ele estava a poucos centímetros de distância, ela fechou os olhos e virou a cabeça um pouco para o lado, convidando-o silenciosamente a beijá-la. Era impressionante, mas, toda vez que ele a beijava, os lábios dela pareciam mais doces e seu perfume, mais encantador. E o desejo dele também crescia. Sentia-o correr nas veias. Estava sendo obrigado a usar todo o autocontrole que lhe restava para não pega-la no colo e a levar para o quarto e arrancar suas roupas.
  Isso viria depois, ele pensou, sorrindo por dentro... Mas logo brotou um imenso sorriso em seus lábios.
– Por que está sorrindo? – perguntou ela, de olhos fechados.

 Naruto recuou um pouco e segurou o rosto dela com as duas mãos.

– Como sabia que eu estava sorrindo?

– Senti nos meus lábios.
Ele levou um dedo à boca de Sakura, traçou seu contorno e passou a ponta da unha pela pele macia.

– Você me faz sorrir – sussurrou. – Quando não me faz querer gritar.
 Os lábios dela estremeceram e o loiro sentiu a respiração quente e úmida em seu dedo. Pegou a mão da rosada, levou-a a boca e passou um dedo dela em seu lábio da mesma forma que fizera com ela. Enquanto a via arregalar os olhos, mergulhou o dedo dela na própria boca e chupou a ponta com delicadeza, tocando a pele com os dentes e a língua.
Ela arfou, e o som foi doce e sensual ao mesmo tempo.
Murmurou o nome dela como uma oração.

 



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