História Dance with me? - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Oh My Girl
Personagens Arin, Binnie, HyoJung, JiHo, JinE, Mimi, SeungHee, YooA
Tags Drama, Fanfic, Jine, Lesbian, Love, Miho, Mimi, Miyoo, Oh My Girl, Romance, Yooa, Yuri
Exibições 99
Palavras 1.286
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nova fase da fic
Boa leitura beijinhos

Capítulo 15 - 14. After


Fanfic / Fanfiction Dance with me? - Capítulo 15 - 14. After

Shiah não sabia o que dizer, o que pensar, o que falar. Só lia à carta que segundo seu pai, fora sua mãe que o escreveu. E não sabia o que fazer. Ela pedia que ela se "convertesse", que parasse, que... Parasse de gostar de garotas, para resumir.

   Agora, só queria pedir desculpas à Mimi por ter sido obrigada a sair de perto dela na hora errada, mas estava quase considerando à idéia. A mãe dela a amava, ela tinha certeza disso. Será que gostaria de vê-la infeliz? Como se pode ser feliz, tendo à pessoa a qual você é destinada à amar para sempre, longe de você? Quantas vezes sua mãe falou o amor de sua vida teria que ser eterno, quantas vezes...

— Ela só quer seu bem, minha filha. — O pai dela disse, como se lesse os pensamentos de Shiah. — Sei que tá confusa, mas me diga, será tão ruim assim tudo isto?

— Sim. — Ela respondeu sem hesitar, e logo perguntou: — Você não sente falta da mamãe? Como seria se tivesse de deixa-la? Se...

— Shiah, não blefe. Minha relação com sua mãe era algo de Deus, a sua... isso... Isso é algo errado, você precisa entender.

  Ela não queria pensar, não queria ouvir, não queria dar as respostas que todos queriam. Sentiu lágrimas inundarem seus olhos, à cada palavra que saía da boca de seu pai.

— E Mihyun? Por que não dá uma chance à ela para realizar seus sonhos? Sério, Shiah. Você tem talento, ela tem, vocês duas podem mais que um romance de esquina.

  Só que Mimi não era um romance de esquina, ela queria falar. Ela fora a única que teve seu coração na mão, a única que com um sorriso a fez se derreter, ela era totalmente tudo que Shiah sonhava, ela era completamente certa para ela. Só que Shiah, não era a pessoa certa para Mimi.

  Não faz sentir sentido viver um amor em que o mundo está contra, em que outra pessoa que você ama procura te afastar de uma pessoa que você também ama. Por muito tempo, Shiah desejou saber dos sentimentos de Mihyun.

     Ela sabia que seria feliz do seu lado, mas não sabia sobre a outra. Queria que tivesse conquistado o amor de Mimi, então ela continuaria ali sem problemas. Porque ela sabia, que apesar de tudo, o amor que sentia superava qualquer coisa. Mas ela não, ela não a amava.

  Por isso, Shiah decidiu sair de sua vida.

  Mimi

   Eu não desisti fácil, pode-se  dizer que quando vi o quanto ela estava bem, eu não teria desistido nunca. Depois que Shiah sumiu, eu a procurei tanto, sua falta era tanta. Ela estava em cada canto, em cada lugar, impregnada em mim.  Naquela casa.

  Como uma coincidência, eu fora chamada à voltar para a academia assim que ela se foi, algo bom ao menos. Ou pelo menos eu tentava me confortar, à falta dela era tanta, foi como aprender a viver novamente. Como nascer de novo, sem nenhum conhecimento.

   Eu só soube como ela estava quase um ano depois, quando vi que virara uma dançarina famosa. Enquanto ela viajava o mundo, eu a procurava. Eu fui tão estúpida, ela sempre esteve bem.

   Depois de ver como ela estava, me motivei arduamente a esquecê-la, por isso eu estava quebrando uma das regras agora. Eu acabei virando uma cantora, não tão famosa quanto Shiah, mas tinha lá meu reconhecimento. E eu era muito, muito feliz com meu trabalho.

   Eu havia me mudado de casa não faz tanto tempo, eu não poderia mais viver em um lugar que me lembrasse tudo que eu queria  esquecer. Mas eu não  conseguia deixar esse lugar, não conseguia não vir aqui todos os meses. Sentir a presença dela, sentir que nossa história foi real.

  Às vezes eu chegava e perguntava á Jine, se ela havia existido mesmo. E muitas vezes, fiquei surpresa por ser verdade.

— E se ela voltar? — Foi interrompida de meus devaneios, por uma preocupada mão que segurava à minha. — Você sabe que não sou ciumenta, mas você acha que não noto o quanto você fica olhando para esse quarto aqui? Quando vai esquecê-la completamente?

   Ela estava certa em me exigir isso, eu era uma namorada horrível. Mas ela também estava por dentro de todos os meus sentimentos, ela me ajudara nessa caminhada. Não é só minha namorada, também é minha amiga.

— Você sabe como me sinto. Mas também sabe que não me sinto mais como antes, ou acha que estaríamos juntas agora? Você conquistou seu lugar, Hyojung, não precisa temer que ninguém o tome.

  E era verdade, ela tinha o seu lugar. Não era como se Shiah voltasse, eu me enchesse de bons sentimentos e à queresse outra vez. Eu nem sequer conseguia pensar nela sem sentir mágoa, sem lembrar do quanto eu fora rejeitada, sem ao menos uma explicação. Suspirei, irritada.

— Acho que vou por essa casa à venda. — Falei, enquanto saía de lá. Não iria mais lá, não queria mais nada que lembrasse ela.

Shiah

   Acordei com o peso dos lençóis, incomodada. Eu odiava aquele luxo todo, odiava. Meu pai fazia questão que eu morasse em uma casa digno de uma rainha mundial, era ridículo. Eu odiava essa vida, odiava tudo. Odiava ainda mais saber que do outro lado do mundo, à pessoa que era o amor da minha  vida, estava namorando.

  Claro, meu pai, nunca satisfeito com minha "mudança", me disse à informação. Que eu odiei. Odiei. Eu só queria sumir, mudar às coisas, voltar no tempo... Me sinto uma adolescente com um amor platônico, mas eu sei que não é bem assim.

  Não dava para ser imatura para sempre, não dava para continuar vivendo aquela mentira. Eu virei completamente desgostosa com minha vida, meus maiores sonha viraram amargos.

   Como explicar que fora obrigada à fazer o que gosta, deixando o que se ama? Cada dia era como acordar em um espaço em branco, que onde e toda vez que ela pisava, ficava  preto. E era apenas isso que existia no lugar, apenas.

   Por isso, decidi  que estava na hora de voltar. Não sou  tão rica quanto meu pai, mas tenho  dinheiro suficiente de mim mesma para me sair bem na vida. Não iria mais ser as mãos que comandam sua própria marionete.

  Eu errei  em pensar que Mimi md esperaria por tanto tempo, mas sabia que parte disso era minha culpa. Por ter a deixado, por não ter lutado mais. Eu nem ao menos dei notícias à ela, como pude esperar que seus sentimentos continuassem?

   Eu nem ao menos cogitei esquecer ou apagar Mimi, eu jamais conseguiria. Era uma luta que não levaria à lugar nenhum, só sms machucaria. Mas não ganharia, jamais.

   Se passou cinco longos anos, e meu coração ainda palpitava à sua voz, mesmo que tão longe. Por que via as músicas dela?  Por que eu acompanhava sua carreira? Por que eu tinha que me entupir de um orgulho tão bobo sempre que ela ganha algo? Porque, depois de tanto tempo, eu ainda a amava tanto? Eu sempre dizia que ela era o amor da minha vida, mas agora só parece infantilidade.

  Mimi não estava mais ali, mesmo que na verdade eu à tenha deixado. Mas como ela, eu seguiria em frente. Só que antes, também precisava à ver.

    Então finalmente, decidi. Eu à procuraria, não preciso de chances ou sentimentos vindos dela. Mas eu preciso falar, e eu irei.

   Eu vou voltar, vou voltar para onde eu nunca deveria ter saído


Notas Finais


Tô com sono q

Desculpem os erros
Não me odeiem


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