História Dancer - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Joo Heon, Ki Hyun, Min Hyuk, Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Cosmic Girls, Hyungwon, Joohyuk, Wjsn, Wonho, Yoongizzz
Visualizações 703
Palavras 5.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi galero ❤
DANCER VOLTOU!!! Pra quem tá aqui desde o ano passado deve lembrar da Triology D, ela não deu certo e então eu juntei todas as fanfics. Já deixo avisado desde já que essa fanfic é bem pesada, é um plot bem forte mesmo e minha intensão não é incentivar ninguém a fazer o que eu relato aqui, é mais uma conscientização, pra que vocês vejam o quão perigoso é uma mente de uma pessoa que é ciumento possessivo, pelo amor de deus eu não estou romantizando nada.
Boa leitura ❤

Capítulo 1 - Um.


Fanfic / Fanfiction Dancer - Capítulo 1 - Um.

 

Eu vou te dar tudo de mim, eu vou te dar tudo de mim

Mesmo que você não me ame

Deixe-me ver você dançar

Eu amo assistir você dançar

 

Já era noite quando Hyungwon saiu de sua casa, seguindo seu caminho para o movimentado centro da cidade. Não costumava sair depois que o sol se punha, mas naquele dia não iria vadiar ou se divertir, estava indo atrás de dinheiro como fazia toda semana. Não se orgulhava de como ganhava dinheiro, mas não conseguia um emprego fixo e descente, e como tinha uma pessoa doente em casa ― sua mãe ― ele não tinha muita escolha.

Caminhou por várias ruas, umas desertas, outras movimentadas a procura do mesmo lugar que sempre procurava quando precisava de dinheiro. Dançava ocasionalmente no lugar, conseguindo uma boa quantia de dinheiro que durava poucos dias para alguém que tinha de gastar com remédios e mais remédios. Naquele dia, Hyungwon estava indo apenas para dançar e conseguir um pouco de dinheiro, pois sua mãe havia piorado e ele precisava de um pouco mais de dinheiro.

E ali estava, respirou fundo e entrou no local, indo até o bar onde estava um de seus melhores amigos, que sempre lhe ajudou quando ele precisou. Gun, como era apelidado, era uma pessoa simples, mas que havia conquistado tudo sozinho e sonhava com o sucesso. Sempre deixou Hyungwon dançar em seu bar para que ele pudesse conseguir seu dinheiro de forma honesta.

Cumprimentou o amigo e lhe explicou rapidamente a situação, e o mesmo concordou, e assim deixou que o mesmo fosse até o camarim para se trocar. Hyungwon não era o único homem ali, Jooheon era um conhecido seu, trabalhava com Gun como costureiro, criando modelos para as dançarinas e para algumas marcas de roupas. Era sonho de Jooheon tornar-se um estilista famoso, e sempre que podia Hyungwon lhe servia como modelo.

― Hyungwon, segunda vez na semana que vem aqui, inusitado. ― Jooheon sorriu exibindo suas covinhas, coisa que o Chae achava o maior charme.

― Conhece o dinheiro, Joo? ― Pigarreou. ― Sou dependente dele.

― Hoje vai conseguir bastante dinheiro, já está movimentado, e você atrai vários caras ricos, sério. ― Jooheon o encarou. ― Vamos, vou colocar uma roupa bem bonita em você pra todo mundo ficar babando.

― Tudo bem. ― Hyungwon suspirou e seguiu o amigo.

Jooheon era realmente um estilista de mão cheia. A roupa tão bem feita era maravilhosa, ele nunca decepcionava. Combinava as cores muito bem e sabia como deixar tudo com um toque mais sexy. A camisa feita de um tecido de renda preta tinha alguns brilhantes formando um desenho de fogo. A calça era um couro matte, não tinha tanto brilho e parecia bem mais confortável do que outras que o Chae já havia usado.

O estilista lhe entregou a roupa e o empurrou para o trocador de roupas, louco para ver sua criação no corpo do modelo. Hyungwon não demorou muito a tirar todas as suas vestes simples e trocá-las pelo modelo chique, e impressionou até a si mesmo com a vestimenta em seu corpo. Era realmente bonito, deixava quase exposto o peito branco e magro, e desenhava bem suas curvas. Estava espetacular.

Saiu do trocador recebendo olhares de todos ali, e um sorriso enorme vindo de Jooheon, que estava orgulhoso de si mesmo pela tamanha perfeição com que ele havia feito a roupa. Parecia até ter criado aquilo para o Chae, e ali já sabia qual seria o nome daquela roupa.

― Está fabuloso, está melhor do que eu esperei que ficaria. ― Jooheon comentou.

― Estou me sentindo bonito, sua roupa faz milagres. ― Hyungwon riu.

― Eu Deus das roupas, devo ser. ― Jooheon riu também. ― Venha, vou maquiar você.

Hyungwon não precisava de maquiagem, mas ela sempre realçava sua beleza então Jooheon o ajudava com isso. Não era maquiador profissional, mas sempre ajudou as meninas a se maquiarem e quando o Chae começou a dançar no bar, ele não sabia nem segurar um pincel direito então Jooheon se encarregou de ajuda-lo sempre. O delineado nos olhos já era o suficiente para deixar o Chae bonito, então Jooheon não exagerava.

Assim que estava pronto, borrifou um pouco ― lê-se muito ― de perfume em si e agradeceu Jooheon por tudo. Colocou um chiclete na boca e esperou a música atual acabar para que ele entrasse na próxima. Caminhou até a porta do palco e encostou ali, observando a menina a sua frente. Quase pelada, mas Chae não a julgava, cada um fazia ali o que bem entendia pelo mesmo motivo: dinheiro. Respirou fundo ao ouvir os últimos toques da música e o palco escurecer, anunciando que era hora de entrar.

Foi até o poste perto da parede e se posicionou. A música começou e o no mesmo ritmo o menino começou a mexer seu corpo, ondulando o quadril enquanto a luz ficava mais forte acima de si. Jogou a cabeça para trás e lançou um olhar felino para a plateia. Seus olhos não focaram em pessoas específicas, mas sabia que metade dos olhares eram direcionados para si. Dançava de acordo com a música, pois não tinha coreografia ensaiada. Movimentos precisos e sensuais, passos que faziam seu corpo girar, descidas até o chão e subidas encarando algum alheio na plateia.

O primeiro erro de Chae Hyungwon foi encarar o alheio.

Rebolou com tanta vontade e tão sensualmente encarando o loiro na plateia que o mesmo mordeu os lábios e o encarou de volta. Sorriu malicioso para o espectador e voltou a dançar, vendo todo o dinheiro ser atirado no palco, alguns em notas altas e outros em bolinhos de dinheiro. Riu soprado e continuou dançando ao som gostoso da música, terminando o show com uma pose ofegante. Assim que a luz se apagou, abaixou-se e recolheu todo o dinheiro jogado ali, saindo do palco com rapidez.

Voltou ao camarim contando as notas, ofegante, era uma boa quantia, ajudaria de qualquer jeito. Sentou-se no sofá e se permitiu descansar. Jooheon lhe ofereceu uma toalha e assim secou todo o suor de seu rosto.

― Chae Hyungwon? ― Ouviu a voz de uma das dançarinas chama-lo. ― Há dois homens querendo você esta noite.

― Dois? ― Hyungwon indagou.

― Sim, Shin Hoseok e...

― SHIN QUEM? ― Jooheon a interrompeu.

― Shin Hoseok. ― Repetiu.

― Shin Hoseok? ― Os lábios de Hyungwon formavam um perfeito “O” de surpresa. ― Você está de brincadeira.

― Não. ― Ela o olhou com desprezo.

― Você sabe quem é Shin Hoseok? ― O Chae riu soprado. ― É simplesmente o dono da maior boate dessa cidade, como ele está aqui e querendo a mim?

― Sabia que o nome não me era estranho. ― Ela riu. ― Se não quiser, fala pra ele que eu estou disponível. ― Entregou o papel ao menino e saiu.

Hyungwon olhou a quantia que o mesmo havia oferecido, não tendo tanta diferença com o sujeito alheio. Olhou para Jooheon e suspirou. Não sabia se aceitava, era uma grana imensa, e com certeza ele ficaria sem ter de trabalhar daquela forma durante algumas semanas.

― Não vai perder a oportunidade, né? ― Jooheon perguntou.

― Não sei se devo. ― Hyungwon pensou. ― Imagina se alguém nos pega juntos. Como fica meu nome? Como explico para minha mãe? Você sabe que eu nunca contei pra ela sobre o que faço.

― Hyungwon, ele está aqui nesse bar mofado e até agora ninguém notou que é ele. ― Jooheon comentou. ― Vai, aproveita esse dinheiro pra tratar a sua mãe, é uma quantia boa.

― Eu sei, mas...

― Mas nada, vamos Hyungwon, e você está precisando pegar alguém.

Hyungwon não discutiu mais com o estilista. Não se deu nem ao luxo de trocar a roupa que havia dançado, se despediu de Jooheon e lhe agradeceu por tudo, seguindo para a plateia. Varreu o lugar com os olhos e viu o Shin perto da porta, lhe encarando. “Ele estava me esperando” pensou o Chae. Caminhou lento e sem chamar a atenção até o loiro e parou frente a ele.

― Boa noite. ― Ele o cumprimentou. ― Sou Shin Hoseok. Você é?

― Hyungwon. Chae Hyungwon. ― Sorriu pequeno ao loiro.

― Que lindo nome, combina com você. ― Hoseok sorriu. ― Me escolheu essa noite? Porque acho que não fui o único impressionado.

Hyungwon seguiu a visão de Hoseok, vendo um homem velho os olhando torto. Sentiu seu estômago revirar e uma vontade súbita de vomitar, era um dos velhos ricos que ele já havia passado a noite e bem, fora a pior de sua vida.

― Sim, escolhi. ― Respondeu rápido. ― Onde quer ir?

― Calma. ― O Shin riu. ― Parece com pressa.

― Não estou me sentindo confortável aqui. ― Apontou ao velho.

― Ah, sim. ― Hoseok riu largo para o velho ranzinza, abraçou o Chae pela cintura e se dirigiu a porta.

Os dois caminharam juntos até o carro do Shin, o mesmo abriu a porta para que Hyungwon entrasse e logo depois entrou pela outra porta, sentando-se no banco do motorista.

― Você é um ótimo dançarino Hyungwon. ― Hoseok comentou.

― Obrigado. ― Fora tudo o que o Chae conseguiu responder.

― Gostei muito de você. ― Ele sorriu. ― Está incomodado? ― Percebeu o quão desanimado Hyungwon estava.

― Um pouco. ― Hyungwon confessou. ― Não com você, mas com aquele velho.

― O que ele fez? Ou melhor, quem é ele?

― Ele já veio outras vezes atrás de mim, e bem, na primeira vez me ofereceu quase uma mansão inteira para passar a noite comigo, e eu aceitei, foi bem útil o dinheiro. ― Hyungwon contou, era uma pessoa que se abria fácil. ― Depois ele voltou de novo, querendo mais. Eu neguei e... ― Hyungwon parou e se calou.

― E...? ― Hoseok perguntou.

― Ele me forçou a transar com ele. ― Hyungwon soltou.

― Te estuprou?

― Sim. ― Sentiu seu estômago virar de novo.

― Ah... ― Hoseok encarou o volante. ― Posso dar um jeito nele.

― Não precisa Shin Hoseok, está tudo bem.

Hoseok o olhou com ternura e ligou o carro, sorriu pequeno e logo partiram em direção a um lugar que o Shin tinha em mente. Seu sorriso morreu quando pegou o celular e discou um número que para o Chae não importava, mas para o loiro era de extrema importância.

― Precisamos conversar, amanhã as nove na minha sala. ― Ditou e desligou.

Hyungwon nada disse, apenas observou Hoseok voltando a prestar total atenção no trânsito. O Chae se distraiu observando as mãos do Shin segurarem firme o volante, deslizando algumas vezes para cima e para baixo, fazendo a mente de Hyungwon imaginar coisas inapropriadas. Desviou sua visão para a janela, mas logo imaginou as mãos do loiro ao seu lado em seu membro lhe levando a loucura. Tinha de se controlar, ou ficaria duro ali mesmo.

O basta para tudo foi quando a mão quente do Shin pousou sob sua coxa e ali ficou, perto de sua intimidade, lhe fazendo ter pensamentos ainda mais impuros. Suspirou forte e tentou pensar em tudo que não fosse aquilo. A paisagem do lado de fora passava rápido, e quando percebeu entravam numa rua chique, cheia de mansões, uma das mais ricas da cidade. O Shin apertou um dos vários botões no painel do carro e um portão magicamente se abriu.

O carro fora estacionado, o portão fechado e os dois saíram do carro. Hyungwon ficou impressionado com a tamanha riqueza do lugar, e observava cada detalhe. Hoseok o pegou delicadamente pela mão e o guiou até a porta da casa, e a mesma fora aberta, concedendo a passagem para o mesmo.

Hyungwon achava que mais impressionado ele não podia ficar, mas estava enganado. A casa em si não era toda chique, não tinha objetos caros, era aconchegante e sem extravagancias. O Shin deixou as chaves do carro em cima da mesa ao lado do sofá e tirou o blaze que usava. Hyungwon não pode deixar de notar os músculos bem definidos do loiro.

― Bem vindo a minha casa. ― Ele sorriu.

― Obrigado. ― Hyungwon estava todo tímido.

― Essa roupa está linda em você. ― Hoseok comentou se encostando na parede perto da escada.

― Ah, sério?

― Sim, mas tenho certeza que você fica bem mais bonito sem ela.

Hyungwon corou forte e viu um sorriso malicioso brotar nos lábios do Shin. Mandou sua vergonha para a puta que pariu e se aproximou do mesmo, abrindo o primeiro botão de sua camisa o encarando, vendo-o morder seu inferior, um afronta a sanidade de Hyungwon.

Os dois subiram as escadas sem pronunciar uma palavra e caminharam pelo corredor até o quarto do Shin. Hyungwon pela primeira vez estava nervoso. O quarto só possuía uma cama, um guarda roupa embutido na parede e uma mesa com alguns objetos que ao Chae não importavam. O loiro sentou-se na cama e se acomodou, olhando lascivo para Hyungwon.

― Quero que dance pra mim. ― Hoseok disse.

― Dançar? ― Hyungwon perguntou.

― Sim, quero que faça um show particular. ― Sorriu. ― Vamos ver se consegue me deixar excitado com apenas uma dança.

Hyungwon se sentiu desafiado, e quando sentia isso, ganhava o desafio a todo custo. Observou o loiro pegar seu celular e colocar uma música com uma melodia contagiosa. Hyungwon se preparou e começou a dançar, inventando novos passos e tentando encaixar a coreografia na música. Em determinado momento, rebolou com vontade e abriu mais um botão da blusa, sobrando apenas mais dois fechados.

Ondulava o corpo com sensualidade enquanto encarava o Shin que mordia os lábios sorrindo. Abriu o resto dos botões revelando todo o tórax magro e imaculado. Aproximou-se de Hoseok e dançou em cima de si, simulando movimentos do sexo e tentando a todo custo impressionar o loiro. Sentou-se no colo do mesmo e rebolou, esbarrando as duas ereções propositalmente.

As mãos de Hoseok foram de encontro com a cintura fina de Hyungwon, segurando-a com firmeza e força. Hyungwon sorria vitorioso, não só ele, como Hoseok estava duro, e o mesmo gemia baixo, fechando os olhos e aproveitando a sensação.

Puxou delicadamente os cabelos de Shin Hoseok, tombando a cabeça do mesmo para o lado, deixando beijos singelos e alguns chupões sem intensidade na pele do pescoço do mesmo. Sentiu sua blusa ser tirada de ser corpo e o Shin joga-la em um canto aleatório. Subiu os beijos até o maxilar do mesmo e tomou os lábios avermelhados num beijo lento e gostoso, não demorando a aprofundar aquilo e tudo se tornar mais pornográfico quando as línguas começaram a dançar juntas dentro das bocas.

Hoseok segurou o corpo de Hyungwon com força e lhe deitou na cama com um pouco de delicadeza, apreciando cada parte daquele corpo tão lindo. O Chae o encarava mordendo os lábios, ação que só serviu para deixar o Shin com menos sanidade. Hyungwon como era bom provocador, levou a destra até a coxa coberta pela calça de Hoseok, subindo os dedos até a ereção marcada. Apertou o volume, fazendo o Shin jogar a cabeça para trás e gemer baixo.

Se tinha algo que Hyungwon gostava de fazer era provocar, provocar até ouvir o outro implorar para que ele fizesse algo, e com Hoseok não seria diferente. Levantou o tronco e levantou a blusa do loiro, fazendo o mesmo tirá-la do corpo. Deixou selares na barriga definida do mesmo e desceu desajeitadamente, provocando o Shin com vontade. Via as mãos do mesmo apertarem-se e que o mesmo se segurava para não cometer uma loucura.

Sentiu seus cabelos serem puxado para trás com brutalidade, fazendo-o encarar o loiro que ofegava. Sua visão fora direcionada para a intimidade de Hoseok e o viu abrir o botão da calça e descer o zíper da mesma, abaixando-a com lentidão, coisa que estava frustrando o Chae que quase lambia os lábios em ansiedade. A mão livre do Shin percorreu sua própria ereção e apertou-a, gemendo baixo, e os olhos de Hyungwon acompanharam cada movimento.

Hyungwon não teve outra reação se não afastar as mãos do Shin dali, e sem cerimônias, abaixou a cueca do mesmo e encarou alguns segundos o membro duro a sua frente. Segurou-o na base e lambeu a glande, recolhendo o pré-gozo dali enquanto brincava com a língua no local sensível. Hoseok não segurava os gemidos e apertava os cabelos negros do menino com força, implorando para que ele continuasse logo com aquilo.

Hyungwon percebeu o quão frustrado estava o Shin e só para provoca-lo mais, lambeu da base até a glande, deixando um selar estalado aonde escorria o pré-gozo. Sorriu a Hoseok que mantinha um olhar quase furioso sob si e riu soprado, colocando o membro todo em sua boca, sentindo-o atingir sua garganta, quase lhe fazendo engasgar, arrancando um gemido alto do loiro. Começou com movimentos de vai e vem lentos, masturbando o que ficava fora de sua boca quando o retirava de dentro da cavidade bucal. Hoseok gemia alto, mordia os lábios em puro prazer e se deliciava com a visão do menino lhe chupando. Aquilo sim era uma obra de arte.

O vai e vem tão gostoso da boca de Hyungwon estava lhe levando a loucura, fechou os olhos e deixou as sensações tomarem conta de si, e assim o menino aumentou a velocidade de seus movimentos, fazendo o Shin quase gritar. Hoseok fechava os olhos com força e apertou ainda mais os cabelos negros do Chae quando sentiu o ápice chegar, deixando tudo ser expelido na boca que trabalhava em seu falo.

Hyungwon esperou calmamente todo o líquido ser deixado em sua boca e retirou o membro de dentro da mesma, engolindo o líquido pegajoso sem reclamar, limpando qualquer resquício deixado no falo pulsante a sua frente. Encarou o Shin sorrindo e engoliu em seco ao encontra-lo ofegante e com um sorriso malicioso até por demais.

O menor fora deitado em meio aos travesseiros e observou atentamente o Shin levantar-se e livrar-se das calças incomodas, fazendo Hyungwon gemer em ansiedade, era um corpo esculpido pelos deuses. O loiro voltou a ficar em cima de si, passando os dedos delicados pelo peito nu do Chae, que suspirou ao sentir os toques. As mãos do Shin abriram sua calça, enquanto os olhos do mesmo mantinham um contato direto com os de Hyungwon, transbordando luxúria, excitação e desejo.

Sentiu suas calças serem puxadas para baixo, juntamente a sua cueca, fazendo suas bochechas ficarem em um tom rosado de vergonha, estava vulnerável a qualquer coisa. Sentiu a mão quente do mais velho em seu membro, iniciando uma masturbação lenta, lhe fazendo suspirar. O Shin se abaixou e tratou de maltratar a pele sensível do pescoço do Chae, deixando seus dentes trabalharem juntamente aos lábios, sugando e mordendo em diversos locais, fazendo Hyungwon agarrar com força os cabelos do loiro, arranhando também suas costas.

A velocidade da mão de Hoseok aumentou, e assim seus lábios desceram para a clavícula de Hyungwon, marcando-a levemente e partindo para os mamilos do mesmo. Sugou o direito, mordendo-o levemente, ação que fez o Chae arquear as costas e gemer baixo. Outro ponto sensível. Sorriu ao ver a reação do menor e repetiu os movimentos, aumentando a velocidade de sua mão no membro alheio ainda mais. Hyungwon passou a agarrar os lençóis, gemendo sem segurar nenhum gemido, tratando de deixar claro que estava adorando aquilo.

Soprou o local depois de deixar um pequeno rastro de saliva e arrancou um suspiro do menino, que sorriu lhe encarando. O Shin sorria inocentemente, apertando com certa força o falo em sua mão, fazendo Hyungwon jogar a cabeça para trás.

― Você é maravilhoso por completo Hyungwon. ― Ele sorriu, aumentando as investidas das masturbações.

― Hoseok... ― Hyungwon gemeu arrastado.

― Ah Hyungwon... ― Hoseok sussurrou para que só ele mesmo ouvisse. ― Você é precioso demais para cair em mãos alheias.

Chupou dois de seus dedos da mão livre e afastou as pernas de Hyungwon, tocando a entrada enrugada do mesmo, que soltou um gritinho fino ao sentir o dedo molhado lhe tocar ali. Mordeu os lábios suspirando forte quando o mesmo lhe penetrou não um, mas os dois de apenas uma vez. Hoseok gostava da sensação do lugar tentando expulsar os corpos estranhos que adentraram, e assim começou a movimentá-los, alargando-o para que pudesse receber seu membro sem tanta dor.

Hyungwon sentia-se incompleto, estava começando a rebolar nos dedos do mesmo pedindo por mais. Queria sentir-se totalmente completo. O Shin percebeu como o Chae estava e sorriu vitorioso, retirando os dedos de dentro do mesmo e se levantando. Foi até seus pertences íntimos e procurou o pacotinho de camisinha, voltando para a cama enquanto o abria. Hyungwon observava atentamente todos os movimentos do mesmo e arrepiou-se por completo ao vê-lo colocar o preservativo.

Estava ansioso, queria e não negava. Sorriu ao ver o Shin colocar-se acima de si novamente, beijando seu maxilar e logo os lábios fartos, tomados num beijo totalmente pornográfico, com direito ao estalar dos mesmos e línguas que dançavam em suas bocas. Sentiu sua ereção tocar contra a de Hoseok e gemeu quase implorando para que ele lhe penetrasse de uma vez por todas.

E não foi preciso esperar mais. Sentiu a glande lhe roçar na entrada e mordeu o lábio inferior do Shin ao ser invadido pelo volume. Abriu as pernas o máximo que pode, e gemeu sorrindo ao sentir o baque dos dois corpos que suavam loucamente, mesmo não estando calor. Hoseok ficou parado durante algum tempo, apenas aproveitando a sensação maravilhosa que era estar dentro do Chae, coisa que ele nunca sentira com nenhum outro rapaz ou garota. Hyungwon estava lhe fazendo provar de sensações que ele nunca havia sentido antes.

Moveu-se rapidamente, fazendo o Chae gemer alto, arqueando as costas. Estocou com uma velocidade rápida várias vezes e parou, causando arrepios intensos no menino que mantinha um sorriso nos lábios entreabertos, por onde escapavam a melodia mais gostosa aos ouvidos do Shin. Com uma única estocada forte e precisa, descobriu o ponto doce do garoto, e ali soube que deveria focar, arrancando gemidos mais altos ― se é que era possível ― e arranhões em suas costas, que só serviam para deixa-lo mais longe da sanidade. Não aguentou-se e começou a estocar sem dó o corpo do Chae, não dando intervalos entre nenhuma delas, chocando os corpos com baques pornográficos aos ouvidos de qualquer um, sentindo escorrer o suor na testa.

Procurou as mãos do Chae e as segurou no topo da cabeça do mesmo, voltando a maltratar o pescoço do mesmo enquanto ouvia-o gemer nitidamente seu nome de forma arrastada e gostosa. O Shin jurou que se gravasse aquilo, poderia ficar escutando o dia inteiro sem se cansar, sem enjoar. Hyungwon era realmente especial.

Com a canhota livre, voltou a masturbar o Chae, fazendo-o quase gritar de prazer, e o Shin sorria por lhe causar tudo aquilo. Aumentou como pode a velocidade das estocadas sentindo estar perto de seu ápice e fez o mesmo em sua mão. Não demorou muito para que Hyungwon se desfizesse ali, melando a mão do loiro, que apenas estocou mais algumas poucas vezes e se desfez também.

Os dois corpos respiravam ofegantes e parados na posição que estavam. Hoseok levou sua mão até a boca, lambendo todo o líquido ejaculatório do Chae, encarando o mesmo que ainda estava alucinado pelo efeito pós-transa. O Shin lambeu todo o líquido como se fosse sua bebida favorita e saiu de dentro do menino, retirando o preservativo e o jogando no lixo próximo a cama.

Deitou-se ao lado do Chae e lhe cobriu, puxando alguns travesseiros para o mesmo dormir confortavelmente. Abraçou o corpo magro por trás, deixando-lhe um beijo no ombro, perto de um chupão que havia deixado ali no pescoço. Hyungwon sorria feito criança, lembrando-se de cada cena.

― Boa noite Hyungwon, durma bem. ― O Shin disse antes de adormecer.

 

•••

 

O Chae acordou procurando por Hoseok na cama macia, mas não obteve sucesso. Foi até o banheiro do lugar e lavou o rosto, não deixando de sorrir pela melhor transa da sua vida. Estava com uma camisa consideravelmente grande e com sua cueca, pensando que o Shin devia ter lhe vestido antes de sair, e assim desceu as escadas bagunçando seus fios negros. Ao chegar à sala, observou na cozinha uma mulher que cozinhava algo cantarolando uma música bonitinha.

― Bom dia. ― Ela sorriu ao se virar e ver o menino. ― Você deve ser o Hyungwon.

― Sim, ah bom dia. ― Sorriu pequeno.

― Meu nome é Yang Mi. Senhor Shin teve que ir trabalhar, mas ele pediu para que eu fizesse algo para você comer. ― Ela dobrou o guardanapo que segurava. ― O que gostaria de comer?

― Pode ser algo simples, não me importo tanto.

― Ah, tudo bem então. ― Ela olhou para o balcão com algumas coisas. ― O Senhor Shin disse que é para você tomar um banho e que há roupas e toalhas limpas no banheiro.

― Obrigado. ― Hyungwon sorriu para a mesma e se curvou antes de voltar ao quarto de Hoseok.

Suspirou calmo e foi ao banheiro, retirando a blusa enorme e deixando-a dobrada em cima do cesto de roupas ali. Ficou totalmente nu e observou seu troco todo marcado por marcas roxas e avermelhadas. Tocou-as e sorriu ao sentir os arrepios em seu corpo. Abriu o chuveiro, sentindo a água quente tocar sua mão, e assim entrou de uma só vez, molhando todo o corpo.

Hyungwon sorria a cada lembrança que tinha da noite passada, e só de pensar que era com Shin Hoseok que aquilo tinha acontecido, ele ficava ainda mais feliz. Tomou um banho rápido, pois era de costume tomar banhos de menos de cinco minutos todos os dias. Secou-se e procurou as tais roupas, encontrando-as com um pequeno cartãozinho.

Presente para você. Com amor, S.H.

Sorriu ainda mais ao ler aquilo. Vestiu as roupas e saiu do banheiro secando seu cabelo. Por educação, catou as roupas jogadas e as dobrou, separando as que Jooheon havia lhe dado e arrumou a cama também. Chae Hyungwon era acima de tudo educado.

Voltou a cozinha sentindo o cheiro de misto quente e sentou-se a mesa posta. Viu a empregada lá fora estendendo algumas roupas e colocou-se a comer o sanduíche. Observava a decoração neutra. Haviam quadros com números e mais números em uma parede, e Hyungwon percebia cada detalhe. Hoseok não deixava fotos suas ou de seus parentes enfeitando os locais, e não haviam outros tipos de plantas a não ser cactos. Quando percebeu, já havia terminado seu lanche.

Yang Mi voltou do quintal e sorriu ao menino, pedindo licença para tirar a mesa, e Hyungwon ofereceu ajuda. Conversaram um pouco, e o Chae descobriu que a mulher trabalhava ali desde quando o Shin havia se mudado para ali. Ela tinha dois filhos, mas um deles fora com o pai quando ela e o marido se divorciaram, e o outro havia ficado com ela, mas morreu num acidente de carro faziam alguns anos. Ela morava ali com o Shin, disse que ele havia a acolhido quando não tinha pra onde ir pela falta de dinheiro e que era inteiramente grata ao loiro, se tornando quase uma mãe para o mesmo.

― Bom, a conversa está maravilhosa, mas... Eu preciso ir pra casa.

― Ah sim. ― Ela sorriu. ― O motorista irá te levar até sua casa como senhor Shin mandou.

― Fico agradecido.

Fora acompanhado até a garagem, onde havia outro carro luxuoso, todo preto e bem polido. Despediu-se da mulher tão simpática e entrou no carro, ditando seu endereço para o motorista que mantinha uma expressão séria. Não trocou palavra alguma com o homem, era até assustador.

― Senhor Shin pediu para lhe entregar isso. ― O homem lhe estendeu um papel.

― Ah, obrigado.

― Disponha.

Olhou para o relógio e era perto do meio-dia quando chegou em casa. Agradeceu pela carona e fechou a porta do carro, vendo-o sumir ao virar a esquina do bairro. Adentrou em casa olhando o papel que até então não tinha aberto. Era o número de Shin Hoseok, pedindo para que ele ligasse para ele quando quisesse. Hyungwon sorriu largo e largou os sapatos em um canto aleatório.

Foi até o quarto da mãe e a encontrou assistindo televisão. Lhe deu um beijo de bom dia e disse que iria preparar algo para ela comer. Voltou a cozinha e pegou algumas coisas que restavam na dispensa minúscula da casa. Hyungwon era criativo então cozinhar algo com poucos ingredientes não lhe era um problema.

Sentiu a falta de algo e olhou em volta, analisando cada centímetro da casa simples. Ligou a pequena televisão e procurou saber de novas notícias. Gostava de ouvir algo enquanto cozinhava. O noticiário mostrava uma notícia urgente sobre um assassinato. Hyungwon não deu muita atenção até ouvir um nome conhecido. O velho que havia o estuprado havia sido assassinado a tiros e facadas. Não haviam sinais de arrombamentos na casa e além dele, todos os seguranças estavam mortos com três tiros cada um. Hyungwon deixou a faca que cortava o frango cair na pia e tremeu. Sentiu medo, sentiu a vontade de vomitar e assim correu ao banheiro, deixando tudo sair de dentro de si.

Morto. O homem que lhe assombrava em seus sonhos, que era o seu medo real, fora assassinado da forma mais cruel possível. Hyungwon tentava raciocinar. Não era possível que alguém pudesse ter entrado naquela casa sem ser visto, era tecnicamente impossível. O Chae conhecia aquela casa, já estivera uma vez lá e fora obrigado a ver cada canto da mansão cheia de objetos preciosos antes de ser fodido sem dó pelo velho lazarento. Um larazento rico que pagava horrores só para poder conversar consigo. E agora, estava morto. Não teria mais o medo de andar na rua, não teria mais medo de sair de casa e nem de ir conseguir seu dinheiro.

Voltou a cozinha e terminou de preparar o almoço de sua mãe, desligando a televisão. Quando tudo estava pronto, a serviu e cuidou da mesma com todo o cuidado de sempre. E conversando com a mesma, ele se lembrou do que estava sentindo falta. A roupa de Jooheon. Ele havia esquecido na casa de Shin Hoseok.

Saiu do quarto apressado e procurou o papel que havia deixado em cima da mesa, e assim puxou seu celular, discando o número rapidamente. Batucava os dedos na madeira velha da mesa e sentiu seu coração pular quando ouviu a voz doce do outro lado da linha.

Bom dia. ― A voz rouca fez o corpo de Hyungwon se arrepiar por completo.

― Shin Hoseok? ― Hyungwon tentou não gaguejar. ― Sou eu, Chae Hyungwon.

Ah olá Hyungwon. ― A voz do Shin se fez doce. ― Sabia que iria me ligar.

Sabia? ― Ele perguntou apertando a barra de sua blusa.

Sim, você deixou sua roupa aqui. ― Ele riu soprado. ― Seu cheiro é viciante.

Hyungwon estava corado e não conseguiu pronunciar palavra alguma além de sorrir largo olhando fixo para o chão.

Você é viciante, Hyungwon. ― O outro continuou. ― Só passei uma noite com você e pela primeira vez, eu quero uma pessoa de novo.

― O q-que? ― O Chae gaguejou.

Quero você de novo Hyungwon, e espero que você me queira também. ― O Shin só ouvia a respiração descompassada de Hyungwon.

 

.


Notas Finais


Lemon no primeiro capítulo sim, já tem muita coisa louca no primeiro capítulo sim.
Antes que perguntem, eu vou atualizar toda sexta feira, assim vocês não ficam loucos esperando capítulos.

Leiam as fanfics da @bwipsul, sério, é cada coisa linda ❤❤❤
Leiam Blind, uma jookyun minha e da @Misun: https://spiritfanfics.com/historia/blind-8428298
Falem comigo no twitter: https://twitter.com/foolmonstax
Um beijo na bunda, até ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...