História Dandelion - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jin, Jungkook, Rap Monster, V
Tags Família, Fluffy, Hybrid!au, Hybrid!jin, Namjin, Taekook, Vkook
Exibições 268
Palavras 1.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Fazendo amor a noite inteira


Fanfic / Fanfiction Dandelion - Capítulo 15 - Fazendo amor a noite inteira

“Você não acha que está mais do que na hora de termos outro bebezinho correndo pela casa, princesa?”

“Outro bebê?” – Jin sentia todo o corpo mole, seus olhos pesados e tudo o que queria fazer era voltar a dormir.

NamJoon andava com umas estranhas vontades de querer fazer amor a todo instante. E quem era Jin para negar isso ao moreno? Estavam acordados desde cedo da madrugada, com o gatinho mais manhoso do que o comum, ronronando a todo o momento.

“É, babe. Jeongguk já é praticamente um homem” – suspirou orgulhoso, sentia uma das orelhas felpudas de Jin remexerem-se no seu queixo. “E… eu sei que você também quer.”

“Uma garota” – sorria com os olhos fechados.

Uma garota… É mesmo? Vai ser uma princesa igual à mãe então” – brincou, beijando o topo da sua cabeça. “Omma!”

“Eu sempre quis ter uma bebezinha, Nam” – resmungou enlaçando os dedos nos do mais novo, que estavam a altura da sua cintura. “Eu iria escovar seus cabelos, trançá-los. Brincar de tomar chá e… ah, Nammie. Eu quero outro bebê.”

“E se a gente começasse agora mesmo, hein?” – o moreno revirou-os na cama – já que SeokJin estava aconchegado a si – ficando por cima do mais velho que soltava risadinhas ao sentir os lábios do moreno que não perderam tempo e já beliscavam a pele alva do seu pescoço previamente marcado. “Eu conheço uma maneira bem eficaz.”

Jin encaixou as mãos nos ombros do maior, tombando a cabeça para o lado com os olhos ainda fechados. “Ah é?”

“É sim, senhora. Sabe como?” – Beijando-o perto dos lábios inchados, agora sussurrava. “Eu vou te encher de mim, princesa – roubou-lhe um selinho. Os dígitos seguravam o queixo do mais velho ao que o polegar da mão livre ia desenhando os contornos dos lábios vermelhos de Jin. “Farei você me sentir por completo, dentro de você” – Jin suspirou, mordendo o inferior. Estavam tão próximos que conseguia ouvir a respiração ofegante do mais novo. “Assim a gente pode continuar fazendo amor a noite inteira e dessa forma fazer muitos e muitos bebês” – terminou. Jin já não contendo o riso e todo seu corpo se contorcendo em função dos beijos e mais beijos que recebia.

“Sai daqui, seu pervertido. Levante e vá trabalhar para me sustentar, meu escravo.”

“Seu escravo?!”

“Meu escravo” – deu-lhe um selinho, sorrindo.

“Tudo bem, eu aceito ser seu escravo, babe. Mas, escravo sexual, só se for.”

“Kim NamJoon, pelo amor de Deus” – o moreno se levantou rindo. Havia coberto o corpo por um dos lençóis de seda que tinham na cama, caminhando aos tropeços até a porta do banheiro.

“Não quer me fazer companhia, gatinho? Sabe que eu vivo para te servir” – piscara e recebera uma almofada arremessada contra si, que batera na porta agora fechada. SeokJin ainda conseguia ouvir o marido rir, até o chuveiro ser ligado.

SeokJin se espreguiçava, já sentado na cama. Seus olhos âmbares percorriam preguiçosamente o cômodo, até focarem-se somente na camisa social que Joon usara no dia anterior. No instante seguinte, SeokJin já a tinha vestida, beirando o final das suas coxas que abrigavam também uma cueca do outro.

Já saía do quarto, caminhando em direção a cozinha quando se lembrou do mais novo, Jeongguk. Suas bochechas coravam ao passo que pensava na possibilidade do mais novo ter ouvido tudo. Ele não conseguia se controlar. Compararia até com outros homens mas NamJoon era seu primeiro e único e, sempre que faziam amor, sua voz saía naturalmente. Não escandaloso, mas completamente notável.

Jin suspirara, passando as mãos pela própria cintura, era como se pudesse ainda senti-lo tocar ali, da maneira firme e rude que se contrapunham a personalidade do moreno.

Abrira a porta do quarto do Jeongguk, vendo-o ainda adormecido. Sorriu notando a mesma serenidade que o Kim mais novo exalava ao dormir desde que era um recém-nascido. Suas narinas se mexiam, como um autêntico coelhinho. Conseguia ouvir o garoto resmungar e resmungar. Surpreendeu-se ao ouvir um gemido adocicado largando os lábios finos e rosados do filho.

 Jeongguk foi abrindo lentamente os olhos.

Tae… TaeHyung” – o garoto sussurra, agora completamente acordado. Se sentou à cama, caçando o celular em primeiro lugar, não notando o pai na porta. SeokJin estava é intrigado com o filho que aparentemente sorria para as horas no celular.

“Kookie posso entrar?”

“Papai! Claro, entre.”

Rapidamente, se sentava ao lado mais novo que o cumprimentara com o beijo na bochecha.

“Bom dia, appa.”

“Bom dia, meu biscoitinho. Dormiu bem?”

“Como uma pluma” – espreguiçou-se, querendo levantar-se. “E você e o pai? Dormiram bem?” – Jin corara. Corara tanto que estava até escondendo o rosto com as mãos e encarava o filho risonho pelas frestas nos dedos. “Vocês deviam ser mais discretos. É embaraçoso ficar pensando nos meus pais dessa forma. Sabe, era bonito. Era bonito até eu ter conhecido uma bela disciplina chamada Biologia. Pois é, papai, pois é. Mas eu dormi bem. E vocês? Nossa, isso aí é um chupão? Cara, está ficando roxo!…-”

“Só fique quieto, Jeongguk. Caso contrário, você vai acabar de castigo.”

“Já cá não está quem falou.”

“Porque sua calça está molhada? Fez xixi na cama? Com essa idade?” – o mais novo seguiu os olhos do pai, parando na direção da sua intimidade. Havia uma mancha aí e só agora pôde notar a «semi-dureza» em que se encontrava.

“Merda” – sussurrou. “Isso aqui, pai. É, resultado de uma, hm, é u-uma polução noturna. Pronto, falei.”

“Polução notur- meu bebê!” – Se levantou, abraçando o filho apertado. “Meu Deus, Kookie! Você está crescendo tão depressa… eu ‘tô me sentindo muito velho. Parece que foi ontem que você entrou no meu quarto chorando por ter perdido o primeiro dentinho de leite” – o mais velho suspirou de uma forma nostálgica, ganhando uma risada curta do filho e um beijo tenro na testa.

“Eu tenho dezasseis agora, pai. Eu já não sou um bebê!” – afirmava, já largando o pai e alcançando uma toalha.

“Claro que não, Kim Jeongguk. Nem que você case e tenha filhos. Vai continuar sendo meu bebezinho. Agora, tome seu banho e desça preparado. Vamos à consulta depois do café, tudo bem?”

“Claro, appa.”

Antes de sair, Jin virou para o filho que também ia entrando para o banheiro que tinha no quarto.

“À propósito… Quem é TaeHyung?” – o mais novo corara também, passando a destra pela nuca. Embaraçado.

“Um a-amigo” – tinha a cabeça baixa e sua franja não deixava ver seus olhos. As orelhas de Jin se agitaram. Um sorriso maroto havia brotado em seus lábios.

“Amigo…. Sei bem. Sabe quem mais era meu “amigo?” – interrogou na retórica, fazendo aspas. “O seu pai.”

“Papai… deixa eu tomar meu banho, por favor?”

“Tem menos de uma hora, amigo do TaeHyung. Ou eu não vou deixar comida para você” – Jin deixara o quarto, abanando o rabinho e empinando o nariz de maneira convencida. Jeongguk suspirara, entrando para o banheiro.

 


Notas Finais


Olha eu não disse nada e ninguém me disse nada, mas eu acho que os Kim estão para ganhar mais um membro. Não sei. Só eles sabem.
GENTE EU POSTEI OSSOSNSOSLÇ+A.
EU NUM TAVA FALANDO DE FAZER UMA FIC VOLTADA PARA A FAMOSSÍMA E MUITO APRECIADA POR NÓS, FUJOSHIS, A CHAMADA CULTURA ERÓTICA? ENTÃO ... http://socialspir.it/6737069 ME DIGAM COMO FICOU ^^
E OUTRA, ESSE CAPÍTULO É DEDICADO À BRENDINHA, MINHA TERCEIRA ESPOSA, GENTE. SIM, EU ACEITO, A GENTE É CASADA AGORA. AMOR, EU NÃO RESPONDI AINDA POIS EU ESTOU PROCURANDO AS MELHORES PALAVRAS PARA TE RESPONDER,MENTIRA É PORQUE EU NUNCA SEI O QUE RESPONDER ^////^
TE AMO BRENDINHA!
Chega de caps lock, né gentey? Vocês gostam de poesia? Não? Okay! Mas leiam na mesma, principalmente para aquelas que acham VKook incestuoso (Karla, oi? Tudo bom com você?) http://socialspir.it/6751422 Acho que é o poema mais meloso que eu já escrevi, na moral. Vocês que amam apanhar diabetes, passem por lá, sim?
Um beijo gigante minhas joaninhas.
Ah, antes de eu ir embora: tem algum garoto aqui? Se sim, vem dar um beijo na tia Soraia, vem?
É isso, fui ;D


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