História Danganronpa: School Life of Mutual Killing - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~SusanForeman-

Postado
Categorias Danganronpa The Animation
Personagens Monokuma, Personagens Originais
Tags Danganronpa
Visualizações 28
Palavras 3.296
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Slash, Survival, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Nem sempre um traidor é uma pessoa má


Fanfic / Fanfiction Danganronpa: School Life of Mutual Killing - Capítulo 5 - Nem sempre um traidor é uma pessoa má

Capítulo 4. Nem sempre um traidor é uma pessoa má


Quando acabaram de explorar, foram até a cafeteria e sortearam quem iria ser o líder agora.
Hakidou Hyuryashi venceu.
O quarto de Hakidou foi destrancado e Hakidou foi registrado no Student ID.
Todos se sentaram nos respectivos lugares, e Arthur ficou olhando o espaço vazio, onde Susan sentava.
- Vou partir pra outro, já que o Cody-kun morreu. - disse Veronica.
- Mortais... - disse Ayumi, que ainda era Bruxa Desespero.
- Essa bruxa tem que ser queimada na inquisição! - gritou Kerados. - Ayumi merece morrer.
- Vamos começar os relatórios da exploração, pessoal. - disse Hakidou, que se levantou.
- Há banheiros neste andar, como nos outros, feminino e masculino, além de uma sala de música. - disse Hanako.


Hanako passou pelos banheiros com a placa de Masculino e Feminino, e seguiu por um corredor, entrou numa sala e viu vários instrumentos musicais. Um piano preto com uma cadeira de madeira velha estavam no canto da sala, perto de guitarras, violoncelos e uma sanfona.
Outros instrumentos musicais desconhecidos ocupavam outros espaços da sala.


- Tem duas salas trancadas que não consegui entrar de jeito nenhum. Uma não sei o que é e a outra diz "Headmaster Office". - disse Hikaru.
- Escritório do Diretor. - disse Arthur.
- Sim. - respondeu Hikaru.


Hikaru e Arthur passearam pelos corredores, tentando abrir uma porta sem saber o que tinha lá, e desistiram, voltando a passear e acharam mais uma porta com uma grande placa de neon quebrada acima escrito: Headmaster Office. Tentaram abrir, mas também não conseguiram.


- Parece que há uma sala dos professores no quarto andar. - disse Veronica.


Veronica entrou numa sala perto do Headmaster Office e viu várias mesas com computadores que não pegavam. Haviam decorações de vasos com plantas, além de pastas de provas, testes e notas.


- Eu e a Ayumi notamos que tem um Laboratório de Química, e mais duas salas de aula, 4-A e 4-B.


Ayumi e Hyuna viram as salas de aula com as placas acima: 4-A e outra 4-B. Nem sequer entraram, pois todas as salas de aula eram iguais. Passaram para a sala maior ao lado, que era um laboratório de química. Viram uma grande estante portando vitaminas, resultados químicos e etc. Mesas com papeis falando de química ficavam no meio do laboratório. Haviam outras mesas com ferramentas pra fazer experimentos.


- Há escadas pra um outro andar acima. - disse Hakidou.


Hakidou e Kerados observavam a escada que ficava logo atrás de enormes barras de ferro que bloqueavam a passagem.


- Ok... Os relatórios acabaram, todos podem ir... Horário livre. - disse Hakidou, sério desde a primeira vez que apareceu. - Por favor, tenham pena dos chineses.
Então todos começaram a fazer o que quisessem pelo colégio.

Arthur estava andando no corredor do quarto andar, até que Veronica pulou nele. Arthur ficou deitado no chão, com Veronica em cima dele.

- Arthur-kun... - disse Veronica, corada. Ela se aproximou de Arthur e o beijou na boca de língua.

Arthur corou sem saber o que estava acontecendo.

Ela parou de beijá-lo, e correu pra o quarto dela, corada.

Arthur ignorou o acontecimento, ainda corado.

- Todos os alunos, venham para o ginásio! - anunciou o Monokuma.

Então os 9 alunos restantes obedeceram a ordem.

- O motivo de hoje é... - disse o Monokuma. - Há um traidor entre vocês. Tentem descobrir quem é, upupupu...

- Um traidor? Como assim? - perguntou Hikaru.

- Esse traidor está me ajudando. - respondeu o monokuma. - Horário livre, vão.

Todos obedeceram a segunda ordem, e começaram a fazer o que quisessem pelo colégio.

Se reuniram na Sala de Música.

Hikaru pegou uma guitarra preta e Hakidou uma vermelha. Kerados foi pra a bateria. Hyuna ficou no piano. Veronica pegou um tambor e palitinhos. E Hanako ficou no microfone. Arthur e Ayumi sentaram-se em cadeiras de aula pra assistir o espetáculo.

- Eu e a Hyuna somos melhores amigas. - disse Hanako. - VAMOS COMEÇAR! O NOME DESSA MÚSICA É...

- Sai daí, Hanako. - disse Ayumi.

Hanako obedeceu, arrepiada, e sentou no lugar de Ayumi. Ayumi foi até o microfone.

- Vou cantar Ievan Polkka. - disse Ayumi.

Eles começaram a tocar.

- Nuapurista kuulu se polokan tahti, Jalakani pohjii kutkutti - cantava Ayumi, em quanto dançava em pé. - Ievan äiti se tyttöösä vahti, Vaan kyllähän ieva sen jutkutti. Sillä ei meitä silloin kiellot haittaa, Kun myö tanssimme laiasta laitaan. Salivili hipput tupput täppyt. Äppyt tipput hilijalleen!

- O que ela tá falando minha gente? - disse Hyuna.

- Sei lá, só continua tocando. - respondeu Hikaru.

- Meu deus, vamos queimar essa bruxa - disse Kerados.

- CHEGA ESSA MÚSICA TÁ UMA MERDA - gritou Hakidou. - PREFIRO MÚSICA DO SONIC OU DE DRAGON BALL Z

- Dragon Bosta Z, só se for. - disse Kerados.

- Parem de tretar por causa de anime - disse Hikaru.

- É NARUTO PORRA - gritou Kerados.

Todos então pararam de tocar, pois ficou uma merda e foram fazer o que quisessem.

- Eu preciso descobrir quem é o traidor... - disse Hakidou. - Em nome da esperança!

- Um komaeda. - disse Ayumi.

À noite, Hyuna ouviu um barulho e foi olhar o que era.

 

No dia seguinte

 

Hyuna levou todos ao vestiário da casa de banho, e abriu um armário, que tinha um laptop que se ligou sozinho.

- Eu achei isso ontem à noite. - disse Hyuna.

- Mas por quê esconderiam isso aqui? - perguntou-se Hikaru.

- Ué, aqui não tem câmeras. - respondeu Hanako.

- Verdade, e se esconderam algo aqui, significa que essa pessoa quer que o monokuma não saiba de algo. - disse Hakidou.

- E este laptop está funcionando. - disse Arthur.

- Ayumi, vai chamar o Kerados. - disse Hakidou.

Ayumi foi até o quarto de Kerados, que estava aberto, e ficou cutucando Kerados.

- Kerados, achamos uma coisa num dos armários do vestiário da casa de banho. - disse Ayumi. - Vem logo.

- SAI DAQUI DISGRAÇA DEIXA EU DORMIR PORRA - gritou Kerados.

- Tá bom... - respondeu Ayumi, que voltou ao vestiário.

No laptop, havia o rosto de um(a) garoto(a).

- Olá. Me chamo Alter Ego, uma versão do meu mestre Fujisaki Chihiro, o SHSL Programador. - disse o garoto do laptop.

- Alter Ego? - Perguntou Hikaru.

- É uma cópia de outra pessoa com a mesma personalidade, e tem IA (Inteligência Artificial) - respondeu Hakidou.

- Entendi... - disse Hikaru.

- Alter Ego, você tem informações do que aconteceu conosco antes do jogo de assassinatos mútuos? - perguntou Arthur.

- Não. Nenhuma. Mas alguém deixou um arquivo, que se chama Victim and Killer. - respondeu o Alter Ego.

- Então abra, por favor. - disse Hanako.

O Alter Ego obedeceu a ordem de Hanako, e demorou 4 segundos pra abrir o arquivo completamente. Era um bloco de notas. Dentro dele, havia as palavras:

"A vítima será alguém que começa com H."

"O assassino é o traidor."

"O nome do assassino começa com H também".

O que será que significava aquilo?

- Caramba. - disse Hakidou.

- Deu um arrepio agora... - disse Hikaru.

- KYAH! - gritou Hanako, assustada.

- Meu deus... - comentou Hyuna.

- Só há quatro pessoas que tem o nome começado com H aqui... - disse Arthur. - Então, qual desses quatro será a vítima e qual desses quatro será o assassino?

- Também me pergunto isso, Arthur-kun. - respondeu Veronica.

Hikaru foi até Arthur.

- Arthur, se eu morrer, você deve seguir sua vida em frente e me esquecer. - disse Hikaru. - Não deverá chorar, ok?

- C-Certo, nii-san... - disse Arthur.

Hanako foi no quarto de Hyuna, já que eram melhores amigas.

Elas sentaram na cama uma perto da outra e começaram a conversar.

- Hyuna-chan, eu não quero te perder... - disse Hanako.

- Eu também não quero te perder miga, mas calma - disse Hyuna.

- Sabe... Eu queria que estes jogos parassem... - disse Hanako. - Eu quero sumir daqui. Não quero mais participar desses jogos de assassinatos.

- Calma, vamos conseguir sair um dia. - respondeu Hyuna.

- Sabe, você é minha melhor amiga, Hyuna-chan. - disse Hanako. - Eu não quero morrer... Nunca. Jamais irei morrer. Não seria capaz nem de cometer suicídio...

Todos se reuniram na cafeteria.

- Nada pra fazer. - disse Kerados, entediado. - Queimem logo essa bruxa na inquisição.

- Não. - respondeu Ayumi.

 

Algumas horas depois

 

Arthur, Veronica e Ayumi passeavam por um dos corredores do quarto andar, até que viram Hyuna batendo na porta do laboratório de química.

- ABRE, POR FAVOR! - gritou Hyuna.

- O que aconteceu? - perguntou Arthur.

- Hikaru... - disse Hyuna.

Eles conseguiram arrombar a porta, e o que viram lá...

 

 

 

 

 

 

 

O corpo de Hanako Hamuri estava pendurado no teto com uma corda de forca apertada em seu pescoço. Um bilhete estava perto do corpo, no chão. Na capa do bilhete dizia: "Não foi um suicídio, Hyuna-chan."

- Pon pon pon pon! Um corpo foi encontrado. Darei um tempo para investigarem e em seguida iremos para o Julgamento Escolar! - anunciou o Monokuma.

No canto da sala, Hikaru estava desmaiado.

O que havia acontecido? Hanako realmente havia se suicidado?

Do nada, Hikaru acordou e começou a rir psicoticamente.

Kerados riu loucamente também.

Hakidou deu uma risadinha.

Hyuna começou a chorar alto, e gritava.

- POR QUÊ, HANAKO-CHAAAAAAN?!

MONOKUMA'S  FILE

CASE 04

Vítima: Hanako Hamuri

Horário da morte: 11:52

Cena do Crime: Laboratório de Química

Causa da Morte: ???

- Ué, cade a causa da morte? - perguntou-se Hikaru.

- MALDITO O ASSASSINO MERECE SER EXECUTADO! - gritou Hyuna.

Então todos começaram a investigar.

Pista Encontrada: Corpo da Vítima

Pista Encontrada: Corda de forca

Pista Encontrada: Bilhete escrito "Não foi um suicídio, Hyuna-chan"

Pista Encontrada: Pote com veneno

Pista Encontrada: Chão da entrada do laboratório sujo de líquido calmante

Pista Encontrada: Pegadas no calmante, de uma sapatilha customizada.

Pista Encontrada: Celular com um arquivo de vídeo chamado S.Z.V

Pista Encontrada: A porta havia sido trancada por dentro

Pista Encontrada: Escada derrubada

Pista Encontrada: Sangue no chão, perto do corpo pendurado

- Parece que ela é uma Ibuki Mioda da vida. - comentou Ayumi.

- NÃO FALA ASSIM DELA! - gritou Hyuna.

- Acabou o tempo, hora do julgamento escolar! - anunciou o Monokuma - Todos vão para o elevador.

Os alunos obedeceram a ordem do monokuma.

O elevador começou a descer.

Hikaru do nada começou a rir.

- O QUE FOI?! - gritou Hyuna.

- Nada, me lembrei de algo engraçado... - respondeu Hikaru.

Hakidou olhava para Hikaru e pra Hyuna, mas desviava o olhar de vez em quando.

Será que foi um assassinato?

Ou um suicídio?

 

Julgamento Escolar

 

Todos os alunos sobreviventes foram para seus lugares.

- Que comece esse julgamento escolar! - gritou o Monokuma.

- Não sei por quê não tem a causa da morte dela no Monokuma's File, mas já dá pra saber que ela foi enforcada. Por causa da corda de forca, e o corpo foi encontrado enforcado. - disse Hikaru.

- Indo direto ao assunto... O assassino é alguém cujo nome começa com H, e esse assassino é o traidor que ajuda o Monokuma. - disse Hakidou. - Então, os únicos suspeitos são...

- Hakidou, Hyuna e Hikaru. - respondeu Veronica.

- Sim. - disse Hakidou.

- A escada derrubada foi utilizada na hora do assassinato ou suicídio... - disse Arthur. - Se foi um suicídio, ela derrubou a escada. Se foi um assassinato, o assassino deve ter usado pra colocar a corda de forca e enganado ela, mas...

- E o pote com veneno? - perguntou Kerados.

- Exatamente... - disse Arthur, pensativo.

- Ah! E se o assassino envenenou a Hanako oralmente, que causou a morte, e depois colocou na forca, pra acharmos que foi completamente um suicídio de enforcamento? - disse Hikaru.

- É provável. - respondeu Veronica.

- Então, não deve ter utilizado algo a mais, como bebida ou comida. - disse Arthur. - Não tinham vestigios de um líquido tirando o sangue, a não ser...

- O calmante. - disse Hakidou.

- Sim. - respondeu Arthur. - Hyuna, você esteve com a Hanako o tempo todo, certo?

- Sim, MAS NÃO SOU A A ASSASSINA! - gritou Hyuna.

- Calma, calma, não to dizendo que você a matou. - disse Arthur. - O que você tem a ver com o calmante?

- B-Bem... A Hanako-chan disse que tava passando mal... - disse Hyuna. - E pediu pra que eu fosse buscar o calmante...

- Mas peraí. O calmante fica no laboratório de química. Explica direito isso aí. - disse Hikaru.

- Foi assim: - disse Hyuna.

Hyuna e Hanako estavam no laboratório de química.

- Hyuna-chan... Acho que estou passando mal... - disse Hanako. - Pode pegar meu calmante pra mim?

- Certo. - disse Hyuna.

- Tá lá no meu quarto, em uma gaveta de criado-mudo. - disse Hanako.

- Mas, tem tantos calmantes aqui. - disse Hyuna.

- É que eu gostei mais daquele... - respondeu Hanako.

- Ah, tá bom. Você que decide. - disse Hyuna, e foi até o quarto de Hanako buscar o calmante.

- Mas, por quê o calmante estava no chão? - perguntou Hikaru.

- ESPERA! - disse Ayumi. - Se o assassino colocou o veneno no calmante... Então Hyuna não tem um álibi! Ou tem...?

- EU NÃO MATEI A HANAKO! NUNCA MATARIA MINHA MELHOR AMIGA, JURO POR DEUSA! - gritou Hyuna.

- Verdade... - disse Veronica.

- Indo direto ao assunto, o assassino foi o Hikaru. Ele estava no laboratório quando encontramos o corpo. - disse Hyuna. - E ele riu do nada quando acordou.

- Ei, ei. Eu tinha levado uma pancada na cabeça. Quando acordei, tava lá. - respondeu Hikaru.

- E VOCÊ, HAKIDOU?! - gritou Hyuna.

- Eu não matei a Hanako. - disse Hakidou, sério e tranquilo. - Se não acredita em mim, tudo bem. Pelo menos eu sei a verdade

- Certo, então não é o Hakidou. - disse Kerados.

- Sim... - respondeu Hikaru. - O sangue no chão perto do corpo significava que ela tomou o veneno e vomitou sangue na hora que morreu... MAS PERA AÍ! As pegadas no calmante... São de sapatilhas customizadas! E só quem usa sapatilhas são garotas, e-então o assassino é...

- Eu. - disse Hyuna, ficando com a testa azulada de desespero. - Droga... EU QUE MATEI A HANAKO-CHAN! COMECE LOGO A MALDITA EXECUÇÃO! ME MATEM LOGO!

- Haha, mas que mentira. - disse Kerados.

- CLARO QUE FOI EU, BAKAS! - gritou Hyuna, chorando desesperada. - COMECE A EXECUÇÃO, MONOKUMA! VAI LOGO!

- Foi um suicídio. - disse Hakidou.

Todos olharam pra ele.

- NÃO! A HANAKO-CHAN ME DISSE QUE NUNCA SE SUICIDARIA! E QUE ELA NÃO QUERIA MORRER! - gritou Hyuna. - ELA NUNCA FARIA ISSO... EU CONHEÇO ELA MUITO BEM E SABIA QUE ELA NÃO ESTAVA MENTINDO!

- A porta. - disse Hakidou. - Foi trancada por dentro. Se fosse o Hikaru o assassino, ele sairia da cena do crime. Eu sei que eu não mataria alguém. E a Hyuna é amiga da Hanako. Suicídio. Hanako se matou.

- E-Então, Hanako-chan cometeu suicídio? - disse Arthur.

- Sim. - respondeu Hakidou

- Mas... - disse Veronica. - Ela parecia tão feliz... E animada...

- Mas o que significa o celular com o arquivo S.Z.V? - perguntou Hikaru.

- Upupupu... - disse o Monokuma.

- Mas, não faz sentido... No arquivo dizia que o assassino começava com H e era o traidor... - disse Hikaru.

- Hanako começa com H. Conta como assassino se ela matar a si mesmo. - disse Hakidou. - Foi um suicídio. Aconteceu assim:

 

Hora do Clímax!

 

Hanako pegou um calmante do laboratório de química, usando a escada que tinha lá, e levou para seu quarto. Guardou na gaveta do criado-mudo que ficava perto de sua cama.

Ela chamou Hyuna pra conversarem no laboratório de química, mas no meio da conversa ela interrompeu.

- Hyuna-chan... Acho que estou passando mal... - disse Hanako. - Pode pegar meu calmante pra mim?

- Certo. - disse Hyuna.

- Tá lá no meu quarto, em uma gaveta de criado-mudo. - disse Hanako.

- Mas, tem tantos calmantes aqui. - disse Hyuna.

- É que eu gostei mais daquele... - respondeu Hanako.

- Ah, tá bom. Você que decide. - disse Hyuna, e foi até o quarto de Hanako buscar o calmante.

Quando Hyuna foi em bora, ela trancou a porta, e, com a corda que já havia pego no armazém da sala de artes, usou a escada pra fazer a corda em forma de forca e colocá-la no teto. Pegou um pote de veneno em uma parte baixa da estante, e subiu na escada. Colocou a forca em seu pescoço, e chorou. Bebeu boa parte do veneno, e o jogou longe, no chão, ao tampá-lo. Vomitou sangue, e morreu. Quando ela morreu, seu corpo caiu pra frente, derrubando a escada e deixando seu corpo enforcado ali.

Quando Hyuna voltou com o copo de calmante, ela não sabia que a porta estava fechada, e bateu a cara na porta, derrubando o copo no chão, e o calmante sujou todo o chão. O líquido do calmante passou por debaixo da porta, passando para dentro do laboratório de química. Hyuna caiu sentada no chão. Ela se levantou e ficou batendo na porta, gritando para Hanako abrir.

- Foi isso. - disse Hakidou.

- Mas, e o fato do Hikaru ter acordado no laboratório? - perguntou Arthur - E o celular...

- Eu não sei, então vamos ignorar. - disse Hakidou.

- HORA DA VOTAÇÃO! - gritou o Monokuma.

- Pera, tipo, se foi suicídio temos que votar na Hanako, né? - perguntou Hikaru

- Sim. - respondeu Veronica.

A maioria votou em Hanako. Hyuna votou em si mesma.

A maquina caça-níqueis começou a girar e caiu em Hanako Hamuri.

- Acertaram! O assassino é Hanako Hamuri, ou seja, foi um suicídio! - gritou o Monokuma.

- Então meio que não tem execução. - disse Hikaru.

- Mas, e o bilhete da Hanako? - perguntou Arthur.

- Ah, era falso. - respondeu o Monokuma. - O verdadeiro bilhete tá aqui.

O monokuma tirou o bilhete que ninguém sabia de onde, e começou a ler.

"Hyuna-chan, me desculpe. Eu sempre fui a traidora. Eu fui obrigada a fazer isso. O monokuma dizia que iria machucar você, e eu não queria isso... Ah, e quem controla o monokuma é..." - O monokuma interrompeu. - Ops, quase falei. Ah, peraí. O quê? "P.S.: Deixei uma coisa". Ah, tanto faz.

Hyuna começou a chorar.

- Ah, e tenho uma surpresa pra vocês! - disse o Monokuma. - É hora da execução!

- Execução? Quem vai ser executado? - perguntou Hikaru.

O monokuma pegou o martelo e bateu no botão.

Dessa vez, a execução foi assistida em uma tela na sala do julgamento escolar.

Na sala da execução, tinha um cenário de obras. O laptop Alter Ego se ligou, e ele tentou entender onde estava. Atrás dele, apareceu um trator, com o monokuma dentro, que levantou a mão do trator.

"A Dozer Master"

Ele então começou a bater variadas vezes no laptop com a mão do trator, e no final, parou, e levantou a mão. O laptop havia virado uma bola preta com olhos de monokuma.

- Horário livre! Façam o que quiser! - gritou o Monokuma.

Depois de esperarem entediados, o monokuma anunciou.

- Todos, nas escadas para o quinto andar!

Então eles obedeceram.

As grades que antes bloqueavam as escadas se levantaram, abrindo a passagem. Eles subiram e começaram a explorar.



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