História Danger Love - Capítulo 31


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Categorias Cameron Dallas, Magcon, Sasha Pieterse, Sofia Carson
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Carter Reynolds, Hayes Grier, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Nate Maloley, Sammy Wilkinson, Sasha Pieterse, Shawn Mendes, Sofia Carson, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Magcon
Exibições 82
Palavras 1.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shounen
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ALO ALO BRASIL
É o ben só pra dizer
Então o cap tá super pequeno, mas é só pra deixar vocês com gostinho de quero mais.

Capítulo 31 - Is The End?


Cameron P.O.V

Entrei pela porta e as meninas estavam com Alisa na sala. Fiquei logo sem jeito e com medo, porque, vai que eu faça algo de errado e as meninas decidem formar um complô contra mim.

– Alisa, o que aconteceu com… Por que eu encontrei a Jully ali fora, muito louca? – perguntei.

– Não foi nada. – Holland se levantou. – Meninas, é melhor a gente deixar eles conversarem, certo?

– É, você tem razão, Ho. – Lox disse e se levantou junto com as outras meninas.

– Boa sorte, Cam-Cam. – Maia disse, ao passar por mim. Elas saíram e fecharam a porta. Me sentei no sofá com Alisa e nós ficamos em silêncio.

– Então, Newcastle, certo? – Ali perguntou, sem olhar pra mim.

– É. – cocei o pescoço. – Tá bom. Eu ensaiei esse "discurso", vamos lá, Cameron. – respirei fundo. – Você sabe que me formar em pediatria sempre foi meu sonho, mesmo minha família querendo que eu fosse o presidente da empresa. Eu fiz isso tudo por trás dos panos, nenhum deles sabia que eu tinha feito um teste pra essa faculdade, só Han, Sierra e vocês. Minha mãe descobriu e agora, como castigo, disse que eu ia fazer essa faculdade, querendo ou não. E tudo isso, porque descobriu que você estava grávida, ouvindo uma conversa minha com a Hanna. E ela sempre te odiou, você sabe disso.

– Você já é maior de idade.

– É por um motivo. Uma promessa. Promessas não se quebram. – falei. – Eu não devia ter...

– Acho que não deveríamos estar juntos.

– Tá terminando comigo? – perguntei.

– Terminar? – Alisa riu. – Terminar o quê? Você nunca nem teve a decência de me pedir em namoro, Cameron!

– Eu ia te pedir em namoro no seu aniversário! Mas eu não pude, não é? – rebati.

– E depois? – Alisa olhou nos meus olhos. – Fala Cameron! E depois? Nem passou pela sua cabeça me pedir em namoro?

– Quando a gente transou… – murmurei.

– E por que não pediu?

– Não seria muito suspeito eu pedir você em namoro no dia que a gente transou? – perguntei. Isso não devia estar acontecendo. – Você é essa sua paranóia, iam pensar que eu só estava esperando você transar comigo!

– Não, eu não ia!

– Você ia sim, porra! – passei as mãos pelo cabelo. – Ia sim! Eu te conheço muito bem. Sei que ia pensar isso e depois ia ficar louca, nós íamos brigar e…

– Vai embora! – Alisa gritou. – Vai embora! Eu nunca mais quero ver sua cara novamente.

– Eu não vou embora. – falei. – Desculpa, mas eu não vou. Você vai se arrepender disso, Ali, é só a emoção do momento.

– Não, Cameron… Eu não vou. Talvez não devíamos ter ficado juntos mesmo. – Ali se sentou no sofá e começou a soluçar.

– Ei, – me ajoelhei ao seu lado. – Nós vamos... Vencer isso. De algum modo. Toda semana eu vou vim aqui. Toda semana.

– Não vai ser a mesma coisa...

– Eu sei que não, mas vai dar certo. Eu preciso arrumar minhas malas. – me levantei.

– Cameron... – Alisa segurou minha mão. – Eu não queria que isso tivesse acontecido.

– Incrível como as coisas mudam em um só dia, não é? – sorri forçado e beijei sua testa, sai da sala e fui para o quarto.

Jack Johnson P.O.V

Alisa grávida. Alisa grávida. Alisa grávida. Isso só se repete na minha cabeça e eu nem sou o pai da criança. Nossa. Que pobre criança. Vai nascer no meio de adolescentes retardados. É um trauma.

Agora, chega de falar de problemas dos outros e se concentrar no meu, que é terminar de comer esse hambúrguer delicioso e…

– Desculpa! – a garota gritou. – Desculpa mesmo, cara.

Imagine você andando pela escola, naturalmente, com seu hambúrguer enorme nas mãos, rola aquela troca de olhares e quando você percebe, puft! Uma filha da puta irresponsável esbarra em você e derruba seu hambúrguer enorme, justo na hora do primeiro beijo de vocês.

– Caralho! – passei as mãos no rosto. – Você atrapalhou um romance que iria entrar na história! Sabe como isso é sério? Você deveria ser presa.

– Que romance?

– O meu com o hambúrguer! – gritei e a garota começou a rir. – O que você tem? O que tem de tão engraçado?

– Você ia ter um romance com o hambúrguer? Não iria dar certo, você ia acabar comendo ele e ficando viúvo antes de se casar. – a garota chutou o meu hambúrguer que estava no chão pra longe.

– Engraçadinha. – dou um empurrãozinho de leve na garota.

– Elizabeth Gray. – a garota estendeu a mão e eu apertei, desconfiado. – Eu sei, eu sei. Você é Jack Johnson.

– Não ia te falar meu nome mesmo. – cruzei os braços e sai andando, emburrado.

– Ownt. O bebê tá zangadinho, é? – Elizabeth me acompanhou.

– Vai cagar. – falei.

– Não estou com vontade. – ela riu. – Qual é o seu horário?

– Literatura. – respondi.

– Eu também. – Elizabeth falou, animada.

– Que bom.

– Você vai conseguir me perdoar algum dia? – Elizabeth falou, arqueando as sobrancelhas.

– Tá parecendo aqueles dramas mexicanos. – ri. – Yo no se, lo que tu has hecho fue mucho grave. – Fiz uma voz grossa e um falso sotaque.

– Okay. Acho que você conseguiu falar em espanhol. Ou não.

– Grave em espanhol é grave? – perguntei.

– Eu não sei. Tirei essa matéria da minha lista a muito tempo. – Eliza respondeu.

– Eu também.

– Viu? Temos muito em comum. – ela disse.

– Ei! Não força a barra! – abri a porta da sala de aula. Estava quase vazia, exceto pelos nerds e pelo... Gilinsky.

– JACK J! – G gritou assim que me viu. – Você não sabe o que tá rol... Quem é ela?

– Fala sério! – Elizabeth revirou os olhos . – Vocês estudam comigo desde o ano passado. Elizabeth Gray. Cadeira E, fila quatro. Duas cadeiras na sua frente, Gilinsky.

– Ah! Elizabeth Gray! – Gilinsky entrou no meio de nós dois e passou o braço pelo meu pescoço e o dela. – Você faltou, né? Tá tão diferente. Seu cabelo não era loiro? Agora tá preto e com as pontas coloridas! E esse seu visual novo? ADOORO! É Rock'n'Roll!

– Pelo menos alguém reparou. – Elizabeth olho pra mim.

– Eu nunca nem tinha te visto! – me defendi. – Você era muito quietinha e tava sempre com a cabeça baixa.

– Que seja! Tenho uma coisa pra te contar, Jack. É bafônico. Fofoca daquelas. Posso confiar em você, Elizabeth Gray?

– Só Eliza.

– Okay, Só Eliza, eu vou confiar em você. – Gilinsky fez uma pequena rodinha. – Cameron vai pra Newcastle. Hoje.

– Como assim? – perguntei, confuso. – Tá de brincadeira, comigo?

Ah, não, Cameron! Você é louco, porra?


Notas Finais


E ENTÃO? O que será que o Cameron vai fazer? SERÁ QUE ELE VAI MESMO EMBORA? Descubra isso nos próximos capítulos de... DANGEEEEEER LOOOOOVE!


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