História !danger.boy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens I'M, Ki Hyun
Tags Changki, Changkyun, Kihyun, Monsta X, Pwp, Saga Dos Pontinhos, Tentativa De Pwp, Yaoi
Visualizações 300
Palavras 1.252
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAIA OLAIO
ADIVINHA QUEM VOLTOU
GENTE EU SAI DA CRISE NINGUEM ME SGURA QUE AGORA JENIFER ROBERTA ESTÁ A SOLTA
CHANGKI FRESQUINHA PRA VCS
ESPERO QUE CÊS GOSTEM
EH NOIS


boa leitura <3

Capítulo 1 - ;fuqboi;único;


Os olhos de Kihyun deslizaram pelas costas desnudas do mais novo.  As duas cicatrizes gigantescas que começavam em suas omoplatas e terminavam um pouco antes das covinhas no fim de seu dorso.

Sua própria respiração estava pesada, descompassada em apenas observa-lo deixando a camiseta escura de mangas longas escorregarem por seus braços e deixa-la cair aos pés descalços. Kihyun nunca tinha se sentindo daquela maneira. Ele sabia que aquilo tudo era muito errado e que nem em um milhão de anos aquela história toda acabaria bem. Apesar de parecer, não estavam em um livro e o final de tudo não seria nem de longe, feliz. Mas não conseguia, definitivamente, se controlar. Talvez tenha passado tempo demais tentando afastar-se do garoto ao ponto de lhe fritar toda a razão e agora não havia para onde correr.

Estava fodidamente perdido.

O riso rouco do mais novo preencheu o quarto, cortando o som de sua respiração.

—Por que está tão nervoso? perguntou, ainda de costas.

—Não estou nervoso.

—Não acha que deveria estar? –questionou novamente, virando o rosto o suficiente para que seu sorriso de canto pudesse ser visto.

—Sei que você não me machucaria. –Kihyun respondeu, torcendo os dedos das mãos.

E o mais novo andou em sua direção. O olhar escuro e tão afiado quanto uma lâmina, o caminhar perigoso. Tudo que vinha de Lim Changkyun emanava perigo, o cheiro de alerta que só atraí idiotas o suficiente para mexer com o garoto. Ele era encrenca demais para a vida monótona e entediante de Kihyun e ele sabia. Ambos sabiam. E sabiam que era exatamente por serem opostos completos que estavam ali.

Dois passos.

Dois passos o reparavam. E logo depois, centímetros. Pouquíssimos centímetros. Os braços tatuados cruzados no peitoral desnudo e magro; o pescoço onde uma rosa começa para descer por seu ombro posto à frente, a cabeleira negra tombada para o lado, o olhar corrompido preso no perdido.

—E por que tem tanta certeza que eu não te machucaria, Kihyun?

De repente, o mais velho se sentiu febril. Mordeu o lábio inferior, depois a parte interna de sua bochecha, tentando olhar para tudo que não fosse o garoto.

—Eu só tenho. Sem porquês, sem motivos.

—Kihyun.

—Hum?

—Olhe para mim.

—Eu deveria te beijar?

Kihyun sentiu-se fraquejar e quase jurou que seu corpo havia ondulado prontinho para se esborrachar no chão. Seus olhos que tentavam focar em qualquer coisa que não fosse o garoto à sua frente, focou no mesmo, a boca entreabrindo para uma torrente de gaguejos envergonhados saírem. Ele podia jurar que se caso Changkyun quisesse fazer qualquer coisa consigo, faria sem aviso prévio, usando o elemento surpresa que sempre o ajudava. Porque Kihyun era um grande babaca que não sabia tomar as rédeas de situação alguma e não tinha coragem e a desvergonha de tomar alguma atitude. Então, o elemento surpresa que os outros usavam sempre veio a calhar muito bem.

—O... O...

—Eu deveria descruzar os braços e apalpar sua bunda enquanto o beijo o suficiente para que você esqueça como se respira, Kihyun?

O mais velho prendeu a respiração, dando um passo vacilante para trás. E depois outro e outro, se distanciando do mais novo que se ergueu novamente, rindo e desviando o olhar para o lado, os braços ainda cruzados e nenhum passo ainda dado em sua direção.

Tão bobinho...

E antes que Kihyun pudesse fazer algo estúpido como pedir desculpas e correr porta a fora do apartamento do garoto, sentiu quase como se levitasse para depois sentir várias coisas diferentes.

Sentiu, por exemplo, a parede fria sobre o pouco de pele que ficara a mostra depois de sua blusa levantar com o movimento repentino. Sentiu o aperto forte dos dígitos grossos do outro em seus pulsos, pressionando e prendendo suas mãos no alto de seus fios rosados. Sentiu como o quadril do mais novo fazendo força contra o seu. Sentiu a língua do garoto dentro de sua boca, o beijando como se fosse um especialista em tal ato.

Ele não sabia mais seu nome, não lembrava mais como era respirar e nem como que era o sentido de estar vivo quando Changkyun desgrudou-se de seus lábios. De repente, se sentia desesperado, como se estivesse afogando e precisasse urgentemente de ar. E foi ai que puxou suas mãos com força para baixo, que puxou o pescoço do mais novo e deixou seus dedos afogarem-se nos fios macios e negros do garoto quando seus lábios estavam juntos novamente.

Sinceramente, não sabia até onde estava disposto a ir, mas não questionou e nem impediu quando o mais novo puxou a barra de sua camisa cinza e agradeceu por estar usando lentes de contato ao invés de seu óculos redondo. Permitiu-se matar a própria curiosidade quando desceu as pontas dos dedos pelos braços do outro, perdendo de pouco em pouco os resquícios de sua sanidade ferida ao enrosca-los no cós elástico da calça de moletom do garoto.

Grunhiu contra a boca de Changkyun ao sentir suas costas serem arrastadas para cima quando o mesmo segurou suas coxas e o puxou, sem dificuldades alguma, fazendo-o enrolar suas pernas em sua cintura. Iria fazer birra por não ter sido deixado brincar um pouco mais com o cós da calça quando seu ar sumiu ao sentir o garoto investir o quadril contra o seu enquanto deixava seus lábios e chupava sua clavícula com vigor. Suas mãos perdidas lhe apertaram os ombros, fechando os olhos enquanto jogava sua cabeça para trás, fazendo seu pomo-de-adão ficar ainda mais proeminente, indeciso se seu corpo estava virando geleia ou ficava cada vez mais rijo a cada investida.

Kihyun não soube quando seu corpo abandonou a parede ou quando, exatamente, sua calça jeans e sua boxer tinham o deixado e muito menos em como uma ida ao apartamento do garoto bad boy que há meses o deixava sem dormir só por causa de malditos olhares e que, por coincidência do destino era seu parceiro em um trabalho importante da faculdade de medicina sobre – ironicamente – anatomia humana tinha se transformado naquela auê de dedos, beijos, lambidas, chupões, sentimentos e gemidos. Mas ele gostava de não entender, pois sabia que se tentasse pelo menos compreender a situação toda, em palavras chulas, broxaria e faria o mais novo broxar bonito.

E sinceramente, não precisava fazer muito esforço para não pensar naquilo. Porque de todas as bocas que já passaram por seu pau – que nem foram muitas –, sem sombra de dúvidas a de Changkyun era a melhor e não havia nem ao menos comparações aos seus pés. O mais velho tentava sugar o ar, tentava apertar os lençóis, tentava não gemer tão alto, tentava e tentava e tentava. Mas ia tudo para o ralo e a única coisa que conseguia era contorcer o próprio corpo com as ondas de prazer que lhe abatiam e gemer cada vez mais alto enquanto suas coxas eram seguradas com firmeza e Changkyun executava com maestria um boquete que deveria entrar para Guinness Book em sua opinião.

Sim, Kihyun teve um orgasmo depois de mais alguns minutos; o primeiro da noite. E o mais novo, ao ficar ereto novamente; a costa de uma das mãos limpando os lábios que estavam erguidos em um sorriso para lá de malicioso; teve vontade de fotografar a visão que estava tendo do outro. Os fios rosados estavam um ninho de tão bagunçados, os lábios com resquícios de sangue entreabertos e os olhos fechados enquanto o garoto parecia feito de geleia.

E olha que a noite só havia começado. 


Notas Finais


CAUSE HE'S A FUQBOI

FUQBOI | HEY VIOLET
https://www.youtube.com/watch?v=7uWzyduPpNU


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