História Dangerous - Capítulo 14


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Categorias Andrew "Andy" Biersack
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Personagens Originais
Tags Andy Biersack, Andy Black, Gangster, Romance
Visualizações 10
Palavras 1.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mas cheguei, sofri um pequeno acidente e por isso não to podendo ficar sentada por tempo suficiente pra escrever um Capitulo, então vai pelo celular mesmo.
P.s: capítulo especial pelo ponto de vista da Rebecca. De vez em quando terão esses capítulos especiais.
Espero que gostem.

Capítulo 14 - Rebecca


Fanfic / Fanfiction Dangerous - Capítulo 14 - Rebecca

P.O.V Rebbeca.

Depois que Ian me ligou dizendo ter mandado Henri explodir o internato, pude perceber o quão estrategista ele é, e o quão burra eu fui. Estava nessa prisão na tentativa de descobrir tudo sobre Andrew Biersack, Analua Collins e a equipe de mercenários que nos roubou.

 Estava ali porque era apaixonada por Ian, o homem que me levou como troca. É isso que acontece quando se tem uma mãe viciada e um pai morto. Não que eu fique triste com isso, sempre encarei muito bem minha realidade, e bem, ser tirada do subúrbio e da fome por um mafioso bonitão não é uma opção ruim, é um sonho na verdade. 

Ian me deu casa, comida, luxo e prazer, em troca eu trabalhava pra ele. Usando toda a habilidade que ganhei nas ruas da favela. Roubar, matar,  correr riscos, nada que eu já não tenha feito antes, pra salvar minha vida.

Eu era grata e por isso estava ali passando todas as informações que conseguia. Eu sabia que era perigoso, sabia quem era Andy e o que ele poderia fazer quando descobrisse. Sabia que Lua desconfiava de algo e que se ela descobrisse a verdade não me pouparia. Sabia de tudo isso e mesmo assim continuei com o que fui instruída a fazer. Até conhece-los de verdade e me apegar à eles. Lua era a primeira amiga que eu havia feito em toda a minha vida, e com ela vieram Andy e Dom. Andy apesar da cara de mau, era sempre engraçado. Eu sempre me perguntava como alguém assim pode conseguir matar sem remorso. Dom era de bem com a vida e assim como o outro, tem um bom humor de dar inveja a qualquer TPM. Depois de conviver mais com ele, pude ver também seu lado preocupado e protetor. Ele cuidava dos seus e sempre pensava no melhor de todos. Talvez seja cedo, afinal nós só ficamos algumas vezes, mas ele fez meu coração aquecer e esquecer por algum tempo Ian e todo o motivo pra eu estar ali.

Henri já havia percebido que eu estava mudando. Já havia me pressionando e tentando me fazer voltar a realidade, pois aquela não era a minha. A

Eu já não enviava tantas informações, algumas até omitia como a que Lua e Andy são completamente apaixonados um pelo outro, mas algo me diz que Ian já sabe disso. 

Quando recebi a notícia da bomba, eu já sabia que Ian não esperava que eu saísse do colégio, Henri já havia contado que eu não estava mais segura com a missão e ele iria me deixar ali para morrer. Mas antes mesmo que ele ligasse, eu já havia deixado um dossiê com Dom que contava toda a verdade sobre mim e Henri. Pedi pra que ele lesse só quando estivesse no quarto e por ironia do destino ( ou graças a alguém lá de cima), foi justo no dia final.

Assim que ouvi os ruídos na biblioteca, meu corpo gelou e o pânico tomou conta de mim. Respirei fundo me obrigando a continuar e segui até lá junto com Lua que corria na minha frente. Ao ver Henri sendo socado por Andy, corri pra fora da grande sala de livros. Estava pronta pra dar o fora dali e conviver com minha covardia, mas assim que atravessei a porta, fui puxada pelo braço  com brusquidão.

- Onde pensa que vai, traidora? - O olhar de repulsa do moreno fez meu estômago revirar.

- Eu... - suspirei, eu não sabia o que dizer, não tinha coragem de admitir que iria fugir.

- Como pôde fazer isso com ela? Comigo? - suas mãos apertaram meus braços. Respirei fundo e mais uma vez me obriguei a encarar. 

- Eu fui mandada aqui pra descobrir sobre vocês e passar informações e eu estava fazendo meu trabalho até me apegar. - desviei o olhar do seu - Eu me encantei com você e já via a Lua como melhor amiga. Eu me via rindo das pirraças do Andy e pensando em você antes de dormir. Eu comecei a me arrepender e a mentir pro Ian. Comecei a pensar em como contar a verdade e ter medo de perder vocês. 

- Não espere que eu acredite nisso - rosnou.

- Não espero. Mas eu preciso que acredite - me aproximei mais de si e apoiei as mãos em seus braços-  preciso porque vamos morrer e eu só preciso do perdão de vocês pra ficar em paz. 

- Não vamos morrer - se afastou, segurou meu braço e me arrastou porta a fora-  Eu e o Andy já sabiamos de você antes mesmo de me entregar o dossiê. - sorriu pra mim enquanto andava à passos largos. Minha cabeça girou com a informação e eu tentava encaixar tudo na cabeça, mas não conseguia e pelo visto isso transpareceu em meu rosto pois ele riu e continuou. - antes de eu e Andy entrarmos aqui, Lua falou por telefone que estava desconfiada de você. Algo a ver com uma ligação noturna. Nathan pesquisou sobre você e descobriu sua ligação com Ian. 

- Mas... Lua já sabia de tudo isso? E por que toda essa cena?- perguntei confusa e reparei que já estávamos na saida secreta, Dom passou pelo pequeno buraco e eu o segui. Meu coração palpitava cada vez mais forte. 

- Não, Andy mandou que não contassemos pois estragaria nosso plano de leva-la de volta, mas ficamos de olho em você e bem, grampeei seu celular a uma semana e percebi que você dava informações erradas. E sobre a cena, só queria ver sua cara de cachorro arrependido- riu enquanto me puxava pela trilha sercada por árvores.

- Seu filho da puta! - pausei sentindo meu corpo tremer - mas então quer dizer que me perdoa? - Ele parou de andar e se voltou pra mim, colou seu labios nos meus em um beijo breve.

- Claro, mas precisaremos da sua ajuda de agora em diante.- disse sério e eu assenti. Ajudaria no que fosse preciso. - E se prepara, Lua vai virar o demônio quando descobrir. 

- Eu sei, mas... - ao lembrar da azulada meu coração parou, ela estava lá dentro - Lua. Ela ta la dentro, Dom! - gritei e me virei pronta pra voltar correndo, mas ele me segurou.

- Calma, Andy está com ela e tenho certeza que vai tira-la de lá a tempo. - sorriu e voltou a andar, um pouco a frente vi duas motos estacionadas, ele subiu em uma vermelha e me entregou um capacete.

- Ta pronta pra isso? - perguntou e eu pude sentir o duplo sentido em seu tom.

- pronta... 











Notas Finais


Até


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