História Dangerous - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Farosella
Visualizações 244
Palavras 2.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii amorzinhooos..
Primeiro, ta mais difícil escrever e postar pq minhas aulas voltaram masss farei o possível ta bom?
ps: Desconsiderem erros gramaticais. Obrigada.
Aproveitem o cap.

Capítulo 15 - Atentado ao Pudor


p.o.v Paola

 

Henrique acelerava a moto e fazia dribles perigosos pelas marginais e eu não sabia se meu coração simplesmente se instigava a cada quase derrapada ou por meu sexo estar roçando em sua calça.

Acho que a segunda opção.

Ri desinibidamente ao perceber aquilo. Jogava minha cabeça para trás e sentia o vento batendo em meu rosto, a sensação de estar livre e COM ELE era sensacional! Fogaça continuou dirigindo e eu me afaguei com minha cabeça em suas costas aguardando ansiosamente o mistério de onde aquele trajeto nos levaria. Chegamos a um bairro que eu desconhecia a onde era, com certeza era um subúrbio, será que era a casa dele? Me questionava. Ele estacionou a moto em frente a um aglomerado de prediozinhos e eu achei aquilo um chame, um chame que eu queria para minha vida.

-Chegamos ao seu castelo, madame. – Me olhou de soslaio enquanto tirava o capacete.

-És su casa? – Perguntei curiosa, eu realmente havia adorado o lugar. Simplicidade era tudo que eu almejava em ter, mas não tinha. 

-Não, é o apartamento do Vitor, eu moro aqui, temporariamente. – Respondeu rindo enquanto me pegou pela cintura e desceu da moto.

-Você no tiene casa? – Perguntei rindo.

-Não faça perguntas difíceis. – Me puxou para si com uma força surreal. – Vem, vamos entrar antes que eu seja preso por atentado ao pudor.

Sorri exageradamente a ele segurando sua mão. Em meio a beijos e tarracos subimos as escadas do aglomerado e não tardou para chegarmos ao apartamento de Bourguignon e eu não esperava outra coisa de um apartamento habitado por dois homens. O cômodo era bonito, simples, mas bonito. A sala era dividida da cozinha apenas por um balcão e dava para ver as portas do quarto e do banheiro, um clássico micro apartamento paulistano. Haviam livros, luminárias, quadros e panelas decorando o local e até que era bem agradável, mas a bagunça da sala era evidente quando se tratavam de garrafas de uísque, cerveja, peças de roupas e rastros de cocaína espalhadas pela mesinha central da sala.

Nada com que eu não estivesse acostumada.

-PORRA! – Ele correu a minha frente como se eu não tivesse visto tudo aquilo. – m-me desculpe por isso.

-No estoy aquí. – Eu respondi sorrindo enquanto ele levava as garrafas para a pequena cozinha americana.

Enquanto Henrique fazia algo que não notei o que era eu passei a explorar a vasta coleção de cd’s que era exposta na estante. Adorava cd’s! Haviam muitos títulos, dos mais variados possíveis, de todos os gêneros e idiomas possíveis e eu estava me divertindo com aquilo. Puxei uma capa que estava intitulada “seleção italiana”, me interessa!

-Não sabia que gostava de músicas italianas. – Henrique voltou com uma garrafa de vinho e umas taças, queria me embebedar com certeza.

-Oh, l'Italia! E 'bella! – Respondi tentando recordar meu básico italiano.

-Puta que pariu, fala italiano? Você é um mistério gringa! – Sorriu enquanto enchia uma taça.

-Porque me chama de gringa? -  perguntei olhando do cd a ele.

-Porque você tem sotaque certo? Sei que não é desse país, de onde você é? Sempre me perguntei isso.

Sorri.

-Adivinhe. – Respondi enquanto colocava o cd dentro do aparelho de som.

-Ah, sei lá mano, Espanha? – Henrique disse e eu sabia que era um chute. Gargalhei alto e pude ver a clara confusão em seu rosto.

-Argentina.

-NÃO, O QUE? UMA HERMANA? OLOCO! – Ele disse rindo enquanto me entregava a taça. –E como veio parar no brasil?

-Não faça perguntas difíciles.– Sorri irônica ao usar suas próprias palavras contra ele. Coloquei a taça em cima da estante e apertei o play. Henrique me lançou um olhar sugestivo como se tivesse entendido que eu não queria falar sobre aquilo e eu o agradeci mentalmente. – Bourguignon no volta a casa hoy? – Perguntei enquanto me aproximava lascivamente no embalo da música e podia vê-lo engolindo um seco.

-N-não! Ele me deu a chave na boate. – Respondeu entredentes. – E também, acho que sua amiguinha vai dar uma canseira nele esta noite, não acha?

-De fato. – Respondi sorrindo com o canto da boca.

-Não vai beber o vinho? – Ele me perguntou rouco.

-Sí, mas no dali. – O joguei no sofá e ele arfou. – Quiero direto da fuente.

Ele mordeu os lábios e me puxou para si. E nos embalos de “Imbranato”, nossa noite estava apenas começando.

 

(...)

p.o.v Ana Paula

 

Paola havia me dado as chaves do carro e pude finalmente sair de lá com o bonitinho, que estava me saindo melhor que a encomenda. Na verdade, tudo aquilo estava acontecendo porque um dia antes, quando Lowe havia me mandado pagar a conta, junto com o ticket do cartão de credito veio um outro papelzinho com o número de celular.

Garoto abusado.

Mas agora estávamos ali, e era tudo que importava.

Paola estava com Henrique em algum lugar da cidade e eu ficava feliz por aquele fato, mas o lance agora era eu e o loiro de olhos claros que parecia querer me foder ali dentro da boate, e se não fosse atentado ao pudor, eu deixaria de bom grado. Saímos feito dois adolescentes loucos rindo e nos pegando pela rua augusta, nossa química era tão fatal que desde o momento que cheguei a boate não paramos de nos atracar, tínhamos que sair logo dali.

E foi o que fizemos.

Eu quase bati o carro de Paola uma ou duas vezes pela ousadia que era sentir o cavanhaque dele roçando em meu pescoço, mas eu iria reclamar ou tentar pará-lo? Obvio que não, estava adorando. O motel era baixo e velho, bem coisa de beira de estrada, mas eu não estava nem aí para aquilo, ele pelo jeito ele também não.

Ele me beijava e passava as mãos por meu corpo me apertando descaradamente, aquele lindinho era mesmo abusado! Em passos dados para trás eu o joguei na cama assumindo a situação, ele tinha que entender que quem mandava naquela porra era EU e somente eu e ele faria tudo que eu quisesse.

-Wow, que isso mulher!? – Ele me disse com as mãos pelas extremidades de meu corpo enquanto levantava meu vestido.

Me sentei em seu colo e senti os pelos de seu corpo se eriçarem

– Gosto desse efeito que causo em você. - Sussurrei em seu ouvido

-Você me causa muitas coisas... – ele disse e eu sorri malicioso. 

Mas ele tinha que aprender quem é que mandava naquela porra ali!

-Delicinha, você tem que aprender a ficar calado! – Lhe dei um tapa estridente na face e pude observar o sorriso seguido da mordida no lábio inferior, aquilo me enlouquecia.

Rebolei em seu membro enquanto puxava aquela bandana que ele insistia em usar nos cabelos e a trouxe para sua boca, o amordaçando.

Ele sorriu por trás do pano preto deliciosamente.

-Agora, vamos brincar.  

Tirei sua roupa e ele me olhava com aqueles olhos azuis anis que me enlouqueciam, ele era maravilhoso e seu corpo ainda mais. Tracei beijos pela extensão de seu corpo e parei na região se sua pelve e pude sentir a arfada de ar pesada sair por seu nariz. Sorri. Seu sexo latejava de tão duro e úmido, tadinho, porque não ajuda-lo naquela questão? Gargalhei enquanto meu olhar se cruzava com o dele. Ainda o olhando lambi meus próprios lábios e soltei um sorrisinho diabólico e ele entendeu tudo, o membro dele estava a um palmo de ser totalmente meu. Abocanhei-o com delicadeza e avidez ao mesmo tempo e ele soltou um urro que se abafou por conta do pano. Vitor fodia minha boca voluptuosamente fazendo movimentos de vai e vem incansáveis que iam até minha garganta me deixando quase sem ar.

Mas era daquele jeito mesmo que eu queria que fosse.  

Senti seu membro se alastrando e ficando cada vez mais pulsante dentro de minha boca, sabia que algo maravilhoso e esperado estava prestes a acontecer. ele urrava com os punhos e olhos fechados, eu sabia que estava bom, mas ainda não era a hora de meu garotinho se despejar.

Ainda não.

Parei os movimentos e ele me encarou confuso e com um semblante puto e eu apenas sorria.

-O melhor vem agora, lindinho. – Sussurrei em seu ouvido enquanto sentava em cima daquele membro que havia acabado de me deliciar.

Vi ele tirando a bandana da boca e a jogando para longe, abusado. Do jeito que eu gostava.

-AAAAAAAH! GOSTOSA! – Vitor disse como um alucinado enquanto nos movíamos naquele vai e vem alucinante.

-ABUSADO! – Dei-lhe um tapa forte em sua face e ele sorriu. – EU NÃO PEDI SILENCIO? – Minha respiração era descompassada, aquele lindinho sabia realmente meter.

-V-você não vai querer meu silencio, vai querer me ouvir urrar enquanto eu te rasgo, Padrão. – Ele disse entredentes enquanto puxava forte os meus cabelos.

Continuávamos a nos foder freneticamente entre tapas e palavrões e em minha cabeça eu só conseguia pensar em duas certezas.

1° Aquela noite seria bem, bem, bem interessante.

 2° Naquela noite Vitor Bourguignon era meu.

 

(...)

p.o.v Henrique

 

Ela ia me beijando e me provocando de todas as maneiras possíveis apenas com aqueles olhos. Aquela mulher era a perdição em forma de pessoa, e agora em sabia de onde ela era. A loucura da minha vida vinha em forma de traços argentinos. Eu era um fodido mesmo, mas naquele momento eu só queria é fode-la mesmo. A puxei abruptamente para mim de forma que ficasse por baixo. Coloquei seus braços acima de sua cabeça, queria exercer controle da situação, mas ela mal sabia que quando ela estava por perto eu não tinha controle era de nada, nem de mim mesmo.

E aquilo era perigoso.

Sorri.

-Então quer dizer que a madame pensa em mim quando fode com ele? – Sussurrei em seu em seu ouvido e pude ouvir seu gemido seguido de um belo e vibrante tapa em minha cara. – Eu adoro quando você me bate, sabia gringa?

-Você no presta. – Ela disse entredentes mordendo meu ombro.

-E você adora! – Respondi enquanto terminava de rasgar a fenda inútil daquele vestido branco dela que me olhou abismada soltando um leve gemido.

-Ohhh... você vai pagar por isso.

-Você não vai precisar dele, não agora.

E quando já vi eu estava dentro dela e juntos dançávamos, na horizontal, a dançávamos a dança mais antiga do universo.

Abri suas pernas e forcei a entrada, primeiramente devagar. Mas conhecendo aquela mulher, eu sabia que não se contentaria com aquele ritmo e quando me dei conta já estava feito um animal a bombeando freneticamente em meio a sussurros em meu ouvido, arranhões em meu corpo e gritos estridentes.

-ooooOOOOOOOOOh, POOR DIOOOOOS, FOOOOOGAÇAAAA, ASÍ NO PARE!

Sorria deliciosamente contra meus lábios. Peguei sua cabeça e depositei beijos por toda ela enquanto a via se desmanchando em milhares de expressões de prazer. Capturei seus lábios para um beijo caloroso e vi suas expressões mudarem para dor, que porra havia acontecido com aqueles lábios afinal? Procuraria saber mais tarde? O batom vermelho manchava meu corpo juntamente com minhas tatuagens e tenho certeza que se desse para ver eu estaria marcado feito um mapa com milhares de arranhões e chupões feito por aquela argentina escandalosa e deliciosa.

-M-mete com mais forç-aaaaaa, MÁS-MASSSSSSS! NO PARE!

Eu a estocava com mais força e a via delirar e aquilo era realmente maravilhoso. A levantei com tudo ainda em meu colo e a coloquei contra a parede, como nossa primeira vez naquele velho e escuro beco no moto clube, e a loucura foi ainda mais elétrica! Ela me envolveu com os braços e me arranhava e mordia de todas as maneiras possíveis e impossíveis existentes e gemia feito uma louca, aliás, ela era uma louca, e eu era ainda mais louco por ela.

-Oooooooo Fogaça Así, no pare moLE, FOOOOOGA, A DIOSSSSS, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH – Senti suas paredes internas se estreitarem e ela ficando ainda mais elétrica e me apertar ainda mais.

E eu sabia o que aquilo significava.

Paola Carosella havia acabado de gozar mais uma vez em meus braços.

Dei mais uma ou duas investidas e minhas pernas fraquejaram e me morto de saudades, me derramei dentro dela. Pelo embalo da música italiana, rindo ofegantes, caímos juntos no chão do carpete da sala.

E eu sabia que aquela havia sido apenas a primeira da noite.

 

(...)

p.o.v Vitor

 

MANO DO CÉU, QUE MULHER ERA AQUELA?

Por mais que eu achasse aquela história do Fogaça com a mulher do meu chefe uma loucura e insanidade eu teria que agradece-lo mais tarde, fora por uma “dica” dele que passei a pestanejar Ana Paula, e olha onde acabamos, puta que pariu!

O lance foi rápido, foi surgir a oportunidade, passei meu telefone e marcamos na boate. Obvio que eu não imaginava que a amiga era a Sra. Lowe, digo Carosella, digo Paola, ah quer saber foda-se, a mina do Fogaça, pronto! Eu queria mesmo era a Ana Paula e não fizemos nhenhenhe, queríamos trepar, queríamos sexo, queríamos carne, queríamos corpo no corpo e era isso que estamos tendo.

Como o nome do meu restaurante já sugeria, um verdadeiro (FOG)O.

Estávamos deitados, suados, ofegantes, quase colados na cama e olhávamos para o espelho que ficava no teto daquela espelunca, também não era pra menos, havíamos feito sexo horas seguidas. Ana Paula era insaciável e eu adorava aquilo, puta que pariu!

Comi ela de TODOS os jeitos possíveis naquele quarto e infelizmente as camisinhas já haviam acabado, MERDA, MERDA, MERDA! Vou ter que me lembrar de andar com uma caixa da próxima vez. Gostava de imaginar que teria uma próxima vez.

-Que tanto pensa, meninão? – Ela me tirou de meus devaneios enquanto brincava com uma mexa de meu cabelo.

-Em como sou azarado pelas camisinhas terem acabado. – Sorri malicioso.

-Isso não é um problema. – Ela respondeu ficando por cima de mim novamente e aquilo era mais curioso ainda.

-O que quer dizer com isso? – Segurei em sua fina cintura que parecia ter sido esculpida pelos deuses.

-Quero dizer que tem certos lugares que não necessitam de camisinha. – Sussurrou em meu ouvido e eu quase surtei.

PUTA QUE PARIU, AONDE É QUE ELA ESTAVA A TODO ESSE TEMPO?

EU TAVA APAIXONADO.

-É sério? – Mordi meu lábio enquanto explorava o corpo dela com minhas mãos.

-Você já está demorando demais, lindinho.

Abruptamente tirei-a de cima de cima de mim e a virei de costas colocando-a de quatro na cama, era força que ela queria? Era com força que ela iria ter. Eu estava com um tesão fora do normal e sentia meu corpo pulsando de uma forma que jamais havia sentido antes, mesmo usando todas as drogas possíveis. Dei uma lubrificada antes de concretizar meu ato triunfal, ri com aquele pensamento idiota, e comecei a me enterrar dentro dela e pude ouvir seu grito estridente. Comecei os movimentos devagarinho para ela se acostumar comigo e podia sentir seus baixos gemidos descompassados e a observava segurando os lençóis fortemente. Meu membro estava no talo, de forma que as formas já batiam em seu quadril. Ela era maravilhosa!

Aliás, estar com ela e DENTRO dela era algo de outro mundo.

-Isso, isso, isso lindi... aaaaaaaaaah! – Ana Paula gritava em meio ao nosso fricote existencial que era sensacional.

-Assim? Está gostando! Aaaaah! – Gemi marotamente enquanto continuava o meu vai e vem.

Pude ouvir sua risadinha.

-Me destrói, seu filho da puta!

Entre tapas, frenesis e palavrões proferidos eu a comi novamente, dessa vez por trás e nada, absolutamente nada nesse mundo fora tão maravilhoso como os gemidos e sensações que era ter aquela mulher.

 

(...)

p.o.v Paola

Repousava no peito dele analisando as tatuagens, os mesmos desenhos que eu gostava de chamar de histórias. Dedilhava-os com meus longos dedos e sentia os arrepios percorrendo o corpo dele. As luzes baixas do apartamento iluminavam nossos corpos nus que caiam exaustos pelo carpete da pequena salinha e em seus lábios predominava o gosto do vinho misturado com o gosto de meu corpo.

Um gosto sensacional, gosto de mais uma de nossas loucuras.

Ele afagava meus cabelos em um delicioso cafuné enquanto eu ouvia as batidas de seu coração misturadas com a música da seleção do cd italiano, aquela noite realmente estava sendo agradável.

-Queria que você morasse em meus braços, gringa. – Ele disse rouco e eu olhei finalmente em seus olhos.

-Tambien es mi maior deseo, acredite. – Voltei a deitar em seu peito.

-Porque está com aquele velho Paola? Eu não entendo, sinceramente. – Ele se levantou abruptamente me olhando nos olhos.

-És complicado Henrique, no quiero falar sobre isso ahora, yo...

-Eu estou apaixonado por você e você é casada com um maldito mafioso, isso é complicado!

Seus olhos estavam fixos nos meus. Meu coração parecia que ia sair pela minha boca a qualquer momento. Nunca ninguém havia me dito tal coisa, nunca ninguém havia dito que me amava. Eu estava em pânico, não sabia o que dizer o pensar. Minha cabeça girava.

Respirei fundo como se o ar custasse a sair de meus pulmões.

-Una moneda, yo soy una moneda.

Com a mesma lagrima que insistia em cair toda vez que eu pensava nisso, eu disse a ele por fim, estava certa de que deveria abrir meu coração e finalmente revelar a ele o porquê nossa história nunca poderia ser concretizada.

-Yo soy una moneda. 


Notas Finais


Comenteeeeeem.
Obrigada até aqui. bjs. 💘


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