História Dangerous Attack - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 34
Palavras 1.569
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Magia, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Sim, voltei. E se preparem que essa ultima temporada está de arrepiar...

Capítulo 6 - Probabilidades


Abby narrando 



Quando a polícia chegou, ainda estava nos braços de Max. Eu ainda não entendia como fui cair naquela armadilha. De me apaixonar por ele. E ainda não entendia como eu precisava tanto dele para respirar. 
- Vou falar com o oficial, volto já. – eu falo pra ele. 
- Vou com você. – Max fala. 
- Não. – eu murmuro. – Acho melhor ir sozinha. – encosto minha boca na sua e procuro o oficial que está cuidando do caso. 
- Oficial O’Brien? – digo chamando sua atenção. 
Antes de me mudar pra cá, memorizei o nome de todos os oficias da região que conheciam Jerry e nosso trabalho. 
Ele se vira e me olha com cara de poucos amigos. 
- A senhorita conseguiu escapar de quatro caras e ainda chamar a polícia sem um arranhão? – ele fala como se não acreditasse no meu depoimento. 
- Sim, senhor. Fui treinada por Jerry Harris. – eu informo-o. 
- Oh. Isso explica muita coisa. – ele coça a cabeça. – E o que você está fazendo por essas redondezas, garotinha ? 
- É confidencial, mas me conte, o que vai acontecer com aqueles três idiotas ?- pergunto me referindo aos três caras que estavam no camburão. 
- Serão presos, ficaram detidos uns dias e depois serão soltos pra rua. – ele me conta em um tom de reprovação. 
- Eu posso tomar conta deles. Jerry, quer dizer. Temos um ótimo programa de reabilitação para esse tipo de pessoa. Em um ano eles estarão totalmente diferentes.- eu digo a ele. 
- Se o seu superior conseguir uma dispensa, por mim tudo bem. – ele pareceu gostar da ideia. 
- Vou conversar com ele e em alguns dias eu te procuro. – eu falo. 
- Tudo bem, só não espere cooperação deles. – ele dá de ombros.

- Pode deixar, com eles eu entendo. 
Caminhando rapidamente até eles, verifiquei se algum dos guardas estavam ouvindo, e quando não havia ninguém, eu me aproximei. 
- Em alguns dias irei buscá-los na delegacia. De lá seguirão para o norte do Canadá onde farão um curso e um treinamento. Vocês saíram das ruas e das drogas. Porque se não saírem, eu irei caça-los e cadeia nenhuma irão protegê-los. – eu falo pra eles. 
- Sim, senhora! – um deles fala. 
- Tudo o que a senhora mandar, senhora! 
- Mandou, a gente faz, chefe. 
- Muito bem. Dentro de um ano, me procurem. Quero ver se vão estar reabilitados mesmo. – eu falo. 
- Claro, senhora! – eles dizem. 
- Abby? – Max me chama. – O que está fazendo ai? 
- Nada, apenas checando algo. Vem, vamos embora, quero tomar um banho e dormir. – eu falo puxando pro lado. 
Depois de dizer mil vezes que estava bem e que só queria descansar, o pessoal me deixou em paz. Mais tarde conversei com Jerry sobre a ideia que tive para os três idiotas. Mais tarde, no meu quarto, Max estava enchendo meu saco. 
- Você está bem? – ele pergunta pela milésima vez. 
- Não vou mais te responder a isso, Max. Sério. – eu falo me secando e vestindo uma camisola rosa bebe. A preferida de Max. 
Me deito e ele me abraça pela cintura. 
- Desculpa, é que quase infarto de preocupação com você. – ele fala beijando minha nuca. 
Me virei para encara-lo. 
- Você me ama mesmo, não é? – pergunto com a voz fraca. 
- Você ainda duvida? – ele sussurra. 
Fiquei calada por um momento então ele está em cima de mim. 
- Se tem duvida, posso fazer uma ou duas coisinhas que farão mudar de ideia. – ele diz sorrindo e jogando minha camisola no chão. 
E ele fez.

 

Mais tarde, Luke e eu estávamos planejando como entraríamos na casa de Max sem sermos descobertos.

- Você podia chama-lo. – Luke diz.

- Não, não com ele lá. Não quero que ele me veja xeretando. – eu murmuro.

- Mas então como vamos fazer isso? Não tenho tempo para pensar, tenho um encontro com Jennifer hoje a noite.

- Mentira! Me conta.

- Nos beijamos. – ele sorri.

- Até que enfim. – eu suspiro.

- Então, pense nisso sozinha. Ainda tenho que arrumar um lugar ideal para irmos. – ele me beija na bochecha e sai rapidamente.

Estou sozinha nessa. Trágico.

Mas como eu entraria na casa era fácil, o difícil seria procurar por algo que nem eu sei o que é. Jerry deve ter algo bastante valioso para os meus pais (e chefes da maior quadrilha de traficantes da Europa) querer tanto a ponto de quase me matar e sair chantageando todos ao meu redor. Meu dever agora era descobrir o que seria isso. E destruir. Seja o que for.

Vendo a hora, corro para não perder o próximo período. Encontro Max que está conversando com Emmet e Nath. Os nervos estavam a flor da pele pois estávamos no ultimo semestre. Todos estavam falando da formatura, de onde iriam estagiar e uma série de coisas que eu não estava nem ligando.

Particularmente, eu não fazia a menor ideia de onde eu estaria ou queria estar. Mas queria estar com Max.

Com certeza.

Ele me enlaçou pela cintura e juntos fomos para a aula. Horas depois encontrei uma Jennifer desesperada por algo para vestir.

- Vou lá ajudar. – eu digo a Max.

- Vou falar com o professor sobre meu trabalho. – ele fala.

- Tudo bem, nos vemos depois. – dou um selinho nele e sigo Jennifer.

Liz já havia colocado todas as suas roupas para fora do roupeiro. Parecia mais um bazar do que outra coisa.

- Quero algo simples e sexy. Não muito vulgar. – Jennifer diz e Liz mergulha no meio de tanto vestido, até que joga um azul escuro para ela. De manguinhas, curto no tamanho certo, Jennifer corre para experimentar.

- Ela deve estar muito nervosa. – Liz comenta.

- Não mais do que Luke. Ele já me ligou mil vezes para me perguntar onde eu iria se fosse meu primeiro encontro. – eu falo olhando meu celular.

Liz ri.

- Eles formam realmente um casal muito fofo.  – ela fala.

Jennifer sai e olho espantada.

- Está divina! – Liz fala.

- Muito linda. Luke não vai resistir. – eu falo fazendo-a corar.

- Estou mesmo bonita?

- Claro que sim. Luke vai amar.

- Vai sim. – eu murmuro.

Meu celular apita com uma mensagem de Luke.

“Já sei como vamos entrar na casa de Max”.

Tomara que ele tenha tido uma boa ideia.

 

 

Jennifer narrando

 

Luke veio me pegar as oito. Eu ainda estava no quarto das meninas e me olhei no espelho pela ultima vez e vi algo pela primeira vez. Eu estava feliz.

Eu era feliz ali, naquele instante, com as garotas que eu nunca imaginei ser amiga e ia sair com o cara mais lindo, gostoso e legal do mundo. Será que eu merecia isso? Depois de tudo o que eu fiz?

- Vamos, garota. Luke está impaciente – Abby grita da porta, me assustando. Eu assenti com a cabeça e minha roupa.

- Respire, - falei baixinho – é apenas um encontro. Você já foi a vários deles. Nada demais.

Mas nenhum deles foi com um cara tao maravilhoso, penso.

Respiro fundo e desço as escadas. Luke estava murmurando algo para Max, mas seu olhar encontra o meu quando estou descendo as escadas e sorri para mim. Meu coração bate descompassado.

É ali que percebo que o amo.  Eu amo Luke.

Eu o amo.

Surpresa, paro instantaneamente e quase tropeço no degrau. Eu estava ferrada? Sim, estava.

- Você está linda – ele vem até mim e pega minha mão.

- Você também – eu falo e ele sorri.

- Vamos? Reservei uma mesa para dois – ele fala.

- Vamos sim – eu falo e Liz dá uma risadinha, Abby bate nela e Melanie sorri.

- Voltem cedo – Abby fala – e  não faça nada que eu não faria.

Luke ri.

- Então estamos feitos – ele pisca para mim.

Max bufa.

 

Luke não fala nada durante todo o trajeto. É a primeira vez que ele fica tao quieto assim.

- Onde estamos indo? – pergunto para quebrar o gelo.

- Ao Mazie’s – ele sorri – é um restaurante italiano que abriu recentemente e acho que você vai adorar.

- Adoro comida italiana – eu falo.

- Eu sei – ele fala e eu coro.

- Luke, eu..

- Fala – ele diz.

Olho para as minhas mãos e suspiro.

- Eu apenas queria te falar que aquela nossa conversa ficou pendente e eu sei que você teve uma vida não muito fácil e Abby também não, só que estava pensando em vocês dois, e .. sei lá, eu não conheço nada de você, entende? Nada da sua vida. Sei que tem essa coisa de agente e tudo mais, mas...

- Respira, Jennifer.

- O que vocês vieram fazer aqui então? – eu pergunto a queima roupa. – Ou melhor, o que Abby veio fazer?

- Ainda não sabemos.

- Como assim?

- Quer dizer, por enquanto só sabemos que ela veio para proteger  Max e Liz.

- Proteger de que? De quem? – sinto um arrepio tomar conta do meu corpo.

- Não sei, é o que queremos saber.

- Se tiver como eu ajudar em algo, pode contar comigo – eu falo e ele segura a minha mão.

- Não, nada disso. Não quero ver você metida nisso.

- Mas eu quero ajudar e já estou aprendendo..

- Não, - ele murmura rapidamente – esse mundo não é para pessoas como você, Jennifer. Vamos falar de outra coisa.

- Tá bom – eu falo.

Mas não vou desistir.



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