História Dangerous Attraction - Capítulo 76


Escrita por: ~

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Palavras 1.741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Lemon, Luta, Romance e Novela, Saga, Slash, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá como estão?
Vou tentar acabar a fic essa semana!
Espero que gostem :)

Capítulo 76 - I2.36I 21 Dias Sem Ele


(Pov Lucas)

Depois que chegou em casa, Lucas tomou um banho e ficou assistindo TV até a hora do jantar, quando foi para a mesa junto com sua mãe e Gustavo, e foi impossível não lembrar do jantar em Tubarão, no começo de tudo, quando T3ddy, ou ainda na época, Danilo, levou chocolates para Lucas, e Gustavo levou flores, e ambos ficaram se encarando durante todo o jantar. Às vezes isso acontecia, Lucas se lembrava de coisas relacionadas à T3ddy que haviam acontecido há muito tempo, o que só o deixava com mais deprimido e com mais saudade.

Para tentar descontrair, ele contou para a mãe e para Gustavo sobre o homem que havia dado em cima dele na sala de espera. Os dois pareceram surpresos e Carminha riu bastante.

Depois do jantar, Lucas foi para o quarto e ficou mexendo no celular até o sono chegar. Ir ao psicólogo o tinha feito se sentir mais leve, tinha desabafado um pouco e dito algumas das coisas que estavam presas em sua garganta, e acabou não tendo dificuldades nenhuma para dormir.

O dia seguinte, quinta feira, foi um dia razoável. Pela manhã Lucas ajudou a mãe a fazer uma faxina na casa, e acabou achando alguns pertences de T3ddy e alguns saquinhos de drogas atrás do fogão, o que foi bastante embaraçoso para ele e Lucas começou a se deprimir, mas após um banho frio e música, conseguiu de certa forma bloquear esses pensamentos e conseguiu terminar a faxina.

No período da tarde foi ao mercado e a feira com sua mãe, e pode dizer que se divertiu. Era bom passar mais tempo com a mãe depois de tanto tempo se sentindo culpado por fugir sem dar explicações.

Já à noite Lucas foi dar uma volta com Gustavo em uma praça. Como já não estava mais sendo procurado, Gustavo procurou e acabou conseguindo um emprego em uma clínica psiquiátrica no centro da cidade. Tomaram sorvete e conversaram por um bom tempo, mas após uma chuva forte começar, os dois voltaram para casa.

O dia tinha sido bastante cansativo, por isso, na sexta de manhã, Lucas acordou cedo e passou toda a manhã no quarto assistindo séries, mas claro, sem sua mãe saber, já que ela não perdia uma oportunidade de mandá-lo fazer alguma coisa. Foi descoberto pouco antes do meio dia e só então desceu e fez sua higiene pessoal, em seguida almoçou.

Logo, assim que terminou, foi para o psicólogo. Como havia achado a consulta na quarta de grande ajuda, resolveu marcar outra vez e foi. E para sua sorte, o sem noção do homem que deu em cima dele não estava lá.

Quando estava voltando para casa, se pegou pensando em T3ddy, no que ele estaria fazendo e como ele estava vivendo, mas logo afastou esses pensamentos.

Ficou o resto da tarde e o início da noite assistindo TV. Só parou quando Gustavo chegou do trabalho com um saco cheio de pizzas que ele havia comprado no caminho. Depois de comerem, Gustavo deu uma idéia que todos aceitaram em seguida. Iriam passar o fim de semana na praia.

*****

Lucas colocou o despertador para despertar as 07:30 da manhã, e no sábado quando ele despertou, Lucas quase caiu da cama.

Levantou-se cambaleante e foi para o banheiro. Lavou o rosto e fez sua higiene pessoal. Voltou para o quarto e colocou uma camisa sem manga, um short e um tênis. Arrumou o cabelo, passou seu perfume e pegou sua pequena mochila que tinha algumas roupas e cosméticos que ele iria levar para a praia. Então resolveu descer.

Enquanto descia as escadas, ouviu uma voz estranha vindo da sala. Com certeza era uma voz que ele não estava acostumado a ouvir, mas junto a ela, podia ouvir também as vozes de Carminha e Gustavo, rindo e conversando.

Quando chegou ao pé da escada, caminhou até a sala e parou em baixo do umbral da porta. Olhou para o fuzuê que acontecia nos sofás e viu um homem estranho sentado entre sua mãe e Gustavo, que virou o rosto para ele no instante seguinte.

- Ah... Lucas, oi.

- Oi. – Lucas respondeu olhando para o homem estranho.

- Esse aqui é o André. – Diz Gustavo e depois olha para o homem ao seu lado.

O homem do boquete? Hmmm...

- Oi! – Lucas respondeu surpreso e caminhou até eles. – É um prazer te conhecer. – Ele estende a mão para André, que a aperta levemente.

- O prazer é meu. – Ele sorri. – Você que é o famoso Lucas?

- Lucas sim, famoso acho que não. – Lucas diz e todos riem.

- Sua mãe e o Gustavo estavam me falando de você.

Lucas apenas assente e sorri, sem nada em mente para dizer.

- Eu vou comer algo. – Ele se levanta. – Gustavo, você pode me ajudar a procurar umas coisas?

- Ah, claro. – Responde Gustavo surpreso pelo pedido e olhando estranho para Lucas.

Eles vão para a cozinha e param ao lado da mesa nova.

- O que você quer que eu procure? – Gustavo pergunta.

- Ele que é o cara do boquete? – Lucas pergunta.

- Fala baixo! – Diz Gustavo. – Ninguém mais precisa saber disso, e sim, é ele.

- Ele é bonito. – Lucas ri.

- É, bonitinho. – Diz Gustavo meio envergonhado.

- E vocês estão namorando?

- Não. – Ele pareceu ofendido. – Ele me ligou faz quase uma hora e disse que estava em Santos para passar as férias e pediu pra me encontrar, então eu dei seu endereço e ele chegou aqui.

- E você gostou dele vir né? – Lucas estava se divertindo com o fato de Gustavo estar envergonhado.

- Claro que não, eu achei foi muito estranho, nossa relação é só o que aconteceu no ônibus, eu dormindo na casa dele e ele ajudando a gente a sair da cadeia depois, não somos assim tão próximos!

- Vai ver ele quer outra rodada da brincadeirinha do ônibus.

Gustavo o olha envergonhado e com raiva.

- Ok, sem mais brincadeiras. – Diz ele tentando se manter sério

*****

Pouco depois das dez da manhã, no carro de Gustavo, ele, Lucas, Carminha e o “convidado’’ de última hora, André, foram para a praia que ficava no litoral da cidade. Chegaram lá quase duas horas depois.

E outra vez Lucas se lembrou de T3ddy. De quando Mauro havia os convidado para um fim de semana na praia, um final de semana maravilhoso, aliás, e Lucas arriscava-se a dizer que aqueles haviam sido seus melhores dias com T3ddy.

Assim que chegaram à praia, Carminha e Gustavo abriram guarda sois sobre a areia e depois colocaram algumas cadeiras. Os quatro tomaram um rápido banho no bar e passaram o restante do dia curtindo tudo aquilo, e Lucas realmente se sentiu bem, a praia era um de seus lugares preferidos.

Além de curtir a praia, Lucas também aproveitou para ficar de olho em André. Ele não fazia o tipo “palhaço do grupo’’, era mais sério e observador, mas parecia ser uma boa pessoa. E sempre que Gustavo falava com ele, parecia desconfortável e meio envergonhado, mas parecia gostar da presença dele ali. Após algumas horas, uma dúvida começou a se formar na cabeça de Lucas. Será que Gustavo estava gostando de André? Estava começando a achar que sim.

Era pouco mais das seis da tarde quando André disse que precisava ir embora, dizendo que tinha outro compromisso. Os três se despediram dele e Gustavo o levou de carro até seu suposto destino.

Gustavo voltou minutos depois e Lucas semicerrou os olhos e o encarou com cara de “Hmmm safado’’. Irritadinho, Gustavo disse que Lucas só pensava em besteira e que não tinha acontecido nada entre ele e André.

Após isso, o trio foi para uma pizzaria do outro lado da praia. Após duas horas de um variado rodízio eles voltaram para a praia. Carminha pegou alguns lençóis no carro e levou para os outros dois que estavam próximos a algumas pedras grandes sobre a areia.

Era uma praia pequena, pouco visitada e pouco conhecida, por isso tinham-na escolhido. Carminha estendeu os lençóis sobre a areia e em seguida os três deitaram um em cada lençol.

Carminha logo pegou no sono, e após conversarem por alguns minutos, o mesmo aconteceu com Gustavo. Mas Lucas estava com insônia, não conseguia dormir.

Sentia o vento frio da noite passando por seu corpo, ouvia o barulho do mar que ainda estava meio agitado e olhava para o céu, as estrelas e a lua. E pensou outra vez em T3ddy e em como ele fazia falta em sua vida.

Seu celular então tocou.

Lucas preguiçosamente levou a mão ao bolso e pegou o celular. O número que estava ligando para ele era desconhecido, ele suspirou cansado e atendeu.

*Ligação ON*

- Oi?

- Lucas... Desculpa.

- Quem está falando?

- Você sabe quem é. – Disse a voz em tom baixo e com respiração acelerada.

- T3ddy? – Lucas sentiu o coração acelerar.

- Eu só te liguei por que... por que... desculpa. – Lucas percebeu que ele estava chorando e respirando ofegante. – Eu... eu... eu não queria que as coisas acabassem desse jeito, mas eu não consigo viver assim, com toda essa culpa e remorso.

- T3ddy calma, o que você está dizendo? O que está acontecendo? Onde você está?

- Não importa, o que eu fiz não tem como voltar, e não consigo mais suportar viver com isso.

- T3ddy, calma! – Lucas diz já com o coração na boca e lágrimas nos olhos.

- Eu te amo Lucas, eu amo você. – Lucas continuava ouvindo T3ddy chorando e respirando ofegante. – Eu tentei seguir em frente, eu tentei... mas eu não consigo sem você, e eu te amo, eu amo você, me desculpa pelo o que eu fiz e pelo o que eu vou fazer, me desculpa por ser covarde.

- T3ddy? – Lucas se levanta e começa a andar de um lado para o outro. – O que você pensa que vai fazer? Me diz onde você está que eu vou aí.

- Não... – Há uma pausa. – Lucas, você é a pessoa mais especial que eu já conheci, e eu sempre vou te amar, e por favor, não se esqueça de mim.

- T3ddy, diz onde você está! – Lucas gritou desesperado.

- Desculpa. – Diz T3ddy ainda chorando. – Mas eu não consigo viver assim, eu tenho que fazer isso.

- T3ddy, espera!

- Desculpa.

*Ligação OFF*

Lucas continuou a gritar por T3ddy, mas ele já tinha encerrado a chamada.


Notas Finais


...


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