História Dangerous attraction - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Drama, Jimin, Romance, Suspense
Visualizações 79
Palavras 2.234
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoal..
Como estão?? Espero que bem.. 😀
Mais um capítulo para vocês..
Espero seus comentários.. 😉
Desculpem qualquer erro..
Boa leitura!!

Capítulo 4 - Um dia comum


Fanfic / Fanfiction Dangerous attraction - Capítulo 4 - Um dia comum

Tae's pov

Meu celular tocou e vi que era Taengi, minha irmã.. respirei fundo.. estou trabalhando, será que ela não pode esperar?? E tem _______ que ainda não voltou com os muffins de chocolate.

- Toc-toc.. - olhei para frente e vi Li Yoomy, com um sorriso, batendo na madeira da porta que estava aberta, me tirando do meu devaneio. - Atrapalho? - disse ela entrando na sala. Neguei com a cabeça.. Yoomy suspirou e olhou para uma pasta que tinha nas mãos. - O que pediu. - ela estendeu o braço com a pasta. Me inclinei para frente para pegar a pasta.. - Park Yoon So.. ela é uma garçonete em uma cafeteria.

Tirei os olhos do papel que tinha os dados de Park Yoon So e encarei Li Yoomy.

- Cafeteira? - disse ao me lembrar de uma cafeteria na rua da joalheria.. não.. isso seria coincidência de mais.

- E essa não é a melhor parte. - disse ela prendendo um sorriso. - A melhor parte é que a cafeteira é na mesma rua da joalheria.. para ser mais específica.. do outro lado da rua. - ela elevou ambas as sobrancelhas.

Levantei-me da cadeira e joguei a pasta sobre a mesa.. Que droga!! Talvez ______ esteja certa e tudo esteja mesmo ligado.

- Eu vou dar uma olhada nisso. - peguei a minha jaqueta que estava no encosto da cadeira e a vesti. - Quero saber o que essa moça fazia lá. - dei a volta saindo de trás da mesa. - Obrigado, Yoomy. - dei um sorriso amigável para ela.

- De nada. - ela retribuiu o sorriso.

(...)

Entrei na cafeteria e avistei uma garçonete com os cabelos castanhos presos em um rabo e ela anotava os pedidos de um casal em uma das mesas.. aproximei-me dela.

- Olá, Park Yoon So..? - disse e ela me encarou com seus olhos assustados me avaliando e em seguida ela afirmou com a cabeça. - Eu sou o detetive Kim. Posso lhe fazer umas perguntas?

- Estou no meu horário de trabalho, detetive Kim. - disse ela se negando a responder as minhas perguntas.

Mostrei a ela o meu distintivo e fiz uma cara de mal, Park Yoon So engoliu em seco e balançou a cabeça positivamente. Nós sentamos em uma mesa e olhei atentamente para ela, que parecia um pouco assustada. Tirei de dentro do meu casaco uma foto.

- O que estava fazendo neste beco horas antes de um assassinato? - mostrei a ela a foto em que a câmera capturou a imagem dela.

Park Yoon So avaliou a foto que eu mostrava e em seguida me encarou. Ela não pode negar que passou por ali.

- Eu morro em um prédio por ali. - disse ela com uma voz suave. - Não pode me culpar por ser uma pessoa que anda pelas ruas. Eu não matei ninguém. - completou entre dentes.

- Não estou te culpando de nada. - sorri debochado. - O que quero saber é que você entrou e algum tempo depois saiu de lá.. por quê?

- Como assim por quê? - ela elevou os ombros. - Eu já lhe disse que moro em um prédio por ali.

- Mas você não estava saindo para trabalhar e voltando a noite para casa como qualquer pessoa normal. - mantive a minha boca em uma linha fina e ela olhou para um ponto atrás de mim brevemente.

- Eu não sei onde quer chegar, policial Kim. - disse ela séria. - Mas eu só tenho esse emprego e o meu chefe já está me encarando com uma cara feia. - ela fez uma breve pausa. - Eu tenho que voltar para o trabalho. - disse ela se levantando.

Se eu acreditei nela? Não, nem um pouco.. me levantei da cadeira e caminhei até a saída da cafeteira.. me virei e avistei Park Yoon So.. que tinha seus olhinhos escuros pousados sobre mim.

- Obrigado pelas informações.. essa não será a última vez que nos veremos. - sorri e deixei a cafeteira logo em seguida.

______'s pov

Quando eu disse para ser original, Jimin me surpreendeu.. ele me arrastou até uma praça onde tomamos um sorvete.. e jogamos conversa fora.

Ele é muito engraçado e tem uma risada cativante.. e eu só consigo pensar em uma coisa..

(...)

Não me julgue tão depressa.. mas o desejo falou mais alto do que qualquer resquício de sanidade que tenho dentro de mim..

Entramos pela porta do meu apartamento agarrados.. Jimin tinha suas duas mãos em meu rosto.. e não queríamos nos separar.. passei minhas mãos pelos ombros dele e puxei para baixo o seu casaco.. nos afastamos um pouco e nossos olhos estavam conectados, nossas respirações descompassadas, mordi o lábio inferior e nos beijamos outra vez.

Jimin deixou a minha boca para ir descendo para o meu pescoço.. o puxei para mais perto e minhas mãos passeavam pelas suas costas ainda cobertas pela camisa.. demos juntos alguns passos para trás e chegamos até o sofá, nos afastamos um pouco e eu puxei sua camisa para cima e logo nos livramos dela.. mordi o lábio inferior e com a ajuda dele eu tirei a minha blusa..

Me sentei no sofá.. e o ajudei a tirar sua calça e cueca.. revelando seu membro já enrijecido.. mordi o lábio inferior e elevei meu olhar para encará-lo e com a mão comecei a masturbá-lo e em seguida passei a minha língua em sua glande..

- Ah.. aaaawn.. - Jimin gemeu e eu o introduzi todo para dentro de minha boca.. e iniciei um vai e vem gostoso.. - Que boquinha.. Aaaawn.. - ele enterrou seus dedos entre os meus cabelos e me auxiliava no movimento.. - Aaaawn.. isso.. Aaaawn chupa gostoso, _____. Aaaawn. - após algum tempo Jimin fez com que eu parasse.. - Pare, por favor.. se não vou gozar na sua boquinha.. - disse ele me encarando cheio de desejo e eu sorri..

Jimin se inclinou para frente e me beijou.. e foi descendo seus beijos e suas mãos.. ele abaixou o meu sutiã.. e abocanhou o meu seio esquerdo.. e começou a brincar com meu mamilo.. passei a minha mão pelo cabelo dele e segurei puxando levemente.. assim que ele se afastou tirei o sutiã e me ajeitei no sofá.

As mãos dele passaram pelos meus seios e foi descendo, passaram pela minha barriga e eu me arrepiei um pouco.. minha respiração era pesada e continha meus desejos mais obscuros e ele finalmente alcançou a minha calça. Ele arrancou juntamente com a minha calcinha e afastou os meus joelhos e introduziu dois dedos dentro de mim..

- Molhadinha.. - disse ele prendendo um sorriso.. - Eu quero te foder todinha, ______. - o tom da voz dele escondia o seu mais louco desejo. Mordi o meu lábio inferior..

Jimin se ajoelhou e beijou o interior da minha coxa e fez uma trilha de beijos quentes até a minha intimidade.. ele começou a me masturbar com sua língua que brincava com meu clitóris..

- Aaaawn.. - joguei a cabeça um pouco para trás.. aproveitando a sensação.. - Aaaawn.. - cravei os meus dentes nos lábios para conter os gemidos.. meu corpo se estremeceu anunciando um orgasmo e Jimin se levantou abruptamente e me penetrou sem aviso. - Aaaawn.. aaaaawn.. - arqueei o meu corpo sob o dele no sofá..

Ele começou a estocar com calma e logo aumentou suas investidas me provocando algumas sensações.. minha boca se abriu brevemente e eu gemi ao atingir meu orgasmo.. ele continuou a investir com força e com isso alimentava o meu prazer..

- Aaaawn.. - gemeu ele em meu ouvido e eu mordi o lábio inferior tentando controlar meus gemidos de prazer.. - Goza de novo, ______. - sussurrou ele no meu ouvido. Ele beijou o meu pescoço e estocava com força.. cada vez mais para o fundo.. cravei as minhas unhas nas costas dele.. - Aaaawn..

Senti o meu orgasmo se anunciando com fúria total.. e a adrenalina correu de forma avassaladora em minhas veias..

- Aaaawn.. aaaaaaa.. J-JIMIN-NNN.. aaaawn.. - gritei de prazer..

- Aaaawn..aaawn.. - ele chegou ao seu ápice logo depois de mim.. senti seu líquido quente escorrer para dentro de mim.. ele saiu de dentro de mim e nos encontramos em um beijo, nossas línguas lutavam em uma batalha que só elas conheciam..

(...)

- Demorou? - disse Taehyung jogando seu celular sobre a mesa.

- Eu acabei me distraindo. - disse levantando a mão com o embrulho dos muffins de chocolate e sorri.

- O senhor Yoo ligou.. quer que a gente dê uma passada no necrotério..

Olhei em volta e coloquei o embrulho dos muffins de chocolate sobre a minha mesa.

- Então.. vamos lá! - disse elevando os ombros. - Alguma coisa com a imagem? Já sabe quem é a garota?

Tae suspirou e olhou em volta brevemente pegando sua jaqueta em seguida.

- Ainda não.. - disse ele e eu suspirei. - É mais difícil do que parece, ainda mais quando ela não está na lista dos mais procurados. - ele riu de sua piada sem graça. - Okay. Isso foi péssimo!

(...)

Chegamos ao necrotério e fomos recebidos pelo senhor Yoo.. o seguimos até uma mesa onde o corpo do senhor Lee estava descobrerto, pálido, sem vida.

Tae, que pegou o embrulho de muffins de chocolate em minha mesa andes de sairmos, se sentou sobre uma maca e tirou o muffin o mordendo em seguida.

- Tudo bem.. pode começar a falar.. - disse ele dando outra mordida no muffin.

- Precisa comer aqui? - disse o senhor Yoo nada animado.

- Estou cheio de fome. - disse Tae se justificando. - Como o máximo que dá e quando dá.

- Não liga para isso, não. - disse mantendo um sorriso discreto no rosto e me virando para encarar o senhor Yoo.

- O senhor Lee.. - começou o senhor Yoo. - .. foi golpeado três vezes na barriga.. e de acordo com a largura e profundidade dos cortes, foi uma faca com 13 centímetros de comprimento e 3,5 centímetros de largura.

- A arma do crime ainda não foi encontrada. - disse Tae com a boca cheia atrás de mim.. não me virei para encará-lo. - Com isso sem chance de digitais tão cedo. - completou ele.

Observei que o senhor Lee.. tinha uns hematomas nas pernas e braços. Franzi o cenho e encarei o senhor Yoo.

- E esses roxos na parte inferior do corpo? - perguntei curiosa e Tae apareceu do meu lado encarando o corpo do senhor Lee.

- Ah.. - o senhor Yoo tirou seus óculos de grau. - Livor Mortis. - arquei uma sobrancelha.

- É o quê?! - disse Tae confuso e confesso que eu também não compreendia.

- O rosto tende a ficar pálido, pela falta de sangue.. Quando uma pessoa morre.. - começou ele me olhando atentamente. - isso é.. uma vez que o coração para de bombear o sangue, a gravidade o força imediatamente a se acumular nos vasos inferiores.. - ele olhou para o corpo do senhor Lee. - São essas manchas arroxeadas aqui.. que surgem de 20 a 45 minutos depois da morte.

- E as outras mais acima? - apontei para os braços do senhor Lee. - Podemos dizer, talvez, uma tentativa de resistir?

- Podemos sim.. - disse o senhor Yoo. - Eu já tenho o meu relatório.. - ele se virou e pegou uma pasta sobre uma mesa atrás dele. - O senhor Lee tem um hematoma na região das costas.. - ele me entregou a pasta, peguei e abri para ver o relatório dele..

- Então.. ele bateu as costas em algum lugar? - disse curiosa.

Nada muito certo, tudo o que fazemos é presumir o que pode ter acontecido ou não..

Narrado em terceira pessoa...

A noite caira e não podia ser mais sombria é misteriosa.. Kim Taengi caminhava pela rua deserta com passos largos. Ela tinha uma sacola em uma de suas mãos. O aniversário de seu irmão estava chegando e ela ligara para ele o dia todo para saber o que ele queria ganhar de presente, mas ele não atendera nenhuma vez, então ela comprou uma gravata.

Taengi sempre foi uma ótima aluna na escola, mas não se sentia bonita, por ter uns quilinhos a mais. Total bobagem.. ela tinha uma personalidade incrível e adorava azucrinar o irmão mais velho, mas ela estava preocupada com o fato de ele não ter atendido suas inúmeras chamadas.. Taengi nunca dá presentes se eles serão desnecessários.. por isso a insistência em ligar.

Mas agora a noite a deixa apreensiva e a sensação de que está sendo seguida a deixa arrepiada.. a iluminação era pouca e Taengi parou de andar e olhou para trás, ela estreitou os olhos e não viu nada. Mesmo não vendo ninguém a pequena voltou a andar de modo que quase corria e a sensação não passava..

Ela entrou na rua de sua casa e mais uma vez estava deserta.. ela correu até a porta de sua casa e após digitar a senha para abrir a porta que se abriu em seguida, ela finalmente entrou respirando aliviada, mas quando foi fechar a porta algo ou alguém a impediu.. Taengi caiu para trás com a força que a porta fez sobre ela. 

Leiam as notas finais, obrigada! :)


Notas Finais


https://spiritfanfics.com/historia/encurralados-9290852

Essa fic já tem um tempinho que comecei, ela se passa no passado e tem muitos mistérios escondidos na península Coreana do Sul.. talvez você goste de um romance inesperado e cheio de complicações pelo caminho.. rsrs.. se gostar espero ver vocês lá também..

Então?? O que acharam deste capítulo??
Deixem comentários.. sua opinião é muito importante para mim.. 😊😊
Vejo vocês em breve..
XX #Kathy


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