História Dangerous boy can you love me? - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 2.889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá! :) Eu sei que já faz anos ... me desculpem é sério não tem havido muito tempo. Estou a ver se acabo uma das fics para depois ter mais tempo. Desculpem!

Boa Leitura! :D

Capítulo 36 - Capitulo 35


Sara Pov

       Mal fecho a porta de casa ouço um carro a arrancar a toda a velocidade e depois espreito por uma janela, e vejo que ele já não está mais ali. Apesar de ter ouvido o carro a arrancar eu ainda não acreditava que ele tinha ido, podia ser mais um dos troques dele. Depois de ter a certeza que ele já não estava, vou em direção do meu quarto onde estava a Cátia com o pijama dela completamente aterrada na minha cama. Ela amanhã vai ter umas dores de cabeça enormes, então vou á gaveta dos remédios, e de lá tiro uma aspirina.

         - Eu até imagino a cara dela amanhã. – disse eu dando um sorriso de lado ao imaginar as caretas que ela ia fazer, e também para pedir para abaixar o som.

         Depois de deixar a aspirina e um copo de água, na mesinha de cabeceira ao lado dela eu vou vestir o meu pijama e deito-me ao lado dela, já que a cama era de casal e então facilmente sou levada para a terra dos sonhos, mas não em antes de me passar pela cabeça o rosto dele, e automaticamente um sorriso formasse no meu rosto e finalmente adormeço.

David Pov

       Mal chegamos a casa o Dean sai rapidamente e começa a caminhar para dentro da casa … eu dou as chaves do carro a um dos meus seguranças para ele assim estacionar o carro na garagem para mim, e logo entro na casa onde deparo-me com Mike e Marcus sentados nos sofás da sala a olharem-me com caras estranhas.

         - Eu tenho alguma coisa na cara para estarem a olhar assim para mim? – perguntei eu, e eles logo pararam de fazer aquelas caras.

         - O que o Dean tem? – perguntou Mike com um olhar confuso, e Marcus olhava para mim com a mesma pergunta.

         - Acho que está de TPM. – disse eu com um sorriso, e logo Marcus e Mike deitaram-se nos sofás a rir. Eu deixei-os e fui para o meu quarto, tirei a minha roupa deixando apenas os boxers e logo deitei na minha cama. Estou completamente cansado, nunca pensei que ficaria assim tão cansado. Com isso logo adormeço, mas antes vejo um par de olhos esmeraldas e dou um sorriso e digo. – És minha.

Sara Pov

(Dia seguinte)

       Acordo com o meu telemóvel a tocar, ou seja, alguém me estava a ligar … mas eu estava com tanto sono, com tanta preguiça que não me apetecia nada ir atender o telemóvel que ainda estava na bolsa.

         - Mas que merda de barulho. Abaixa isso Sara. – dizia a Cátia virando-se para o outro lado, e o telemóvel para de tocar. Mas logo a seguir começa a tocar novamente. – Ahhh por favor, atende essa maldita chamada de uma vez. – resmungava a Cátia, e então para não ouvir mais o telemóvel a tocar nem os resmungos da Cátia eu levantei-me e fui á bolsa pegar no telemóvel, nem vi quem era apenas atendi logo.

         - Sim … - disse eu ainda meio a dormir. – MÃE! – dei um berro, que até fez a Cátia dar um salto enorme na cama e depois quando abaixou-se bateu com a cabeça na parte de trás da cama, e fez careta. – Ahhh não é nada mãe, foi só a Cátia que bateu com a cabeça na parte de trás da cama, sem feridos. – disse eu com um pequeno sorriso e a tentar não cair na gargalhada com as caretas da Cátia. – Não atendi mais cedo, porque estávamos a dormir. – disse eu, e logo a minha mãe começa aos berros e eu distancio o telemóvel do meu ouvido. – Mãe calma, o que tem? – perguntei eu e arreguilo os olhos. – O quê? Já são 12:30? – disse eu chocado e a Cátia olha para mim ainda fazendo caretas, mas quando viu a aspirina ao lado dela quase lhe saltou para cima. – Sabes é que eu a Cátia ontem tivemos até ás tantas a ver filmes. Foi uma maratona de filmes de terror, já não fazíamos uma há muito então decidimos fazer hoje. – disse eu com uma voz super normal para a minha mãe não desconfiar de nada. – É mãe, mas não te preocupes nós vamos já sair da cama e almoçar alguma coisa … não te preocupes. – disse eu, tentando assim que a minha mãe se acalmasse e que parasse de resmungar. – Sim, mãe … adeus. – disse eu desligando a chamada á minha mãe e depois olho para a Cátia que ainda estava a fazer caretas mas vejo que já tomou o remédio.

         - Então parece a capitã já ligou néh? – perguntou a Cátia tentando fazer piada e rindo-se daquilo que tinha dito. – Ahahah au … - disse ela colocando a mão na cabeça, e logo eu dou um sorriso de lado.

         - E que tal Cátia … essa ressaca como está indo? – perguntei eu sendo irónica, ela olha para mim ainda com a mão na cabeça e responde.

         - Parece que me estão a martelar na cabeça, ai que dores … - queixava-se ela colocando-se outra vez debaixo dos lençóis.

         - Pois é … não tivesses bebido tanto ontem, assim não estarias com uma ressaca. – disse eu.

         - Caramba Sara, grande amiga que tu és …  - disse ela fazendo voz de quem estava cheia de dores.

         - Eu sou tua amiga. – disse eu sorrindo, e ela apenas deu mais uma careta. – Cátia tu ontem exageraste. – disse eu com o rosto sério.

         - Estou vendo pela ressaca. – respondeu ela deitando-se novamente. – Como é que chegamos? Foste tu que me carregaste? – perguntava ela, mal ela sabia a verdade.

         - Não estás percebendo Cátia. – disse eu sentando-me ao lado dela que agora não tinha mais os lençóis a taparem a sua cara. Acho que quando ele percebeu o meu tom sério, sabia que viria algo que não era nada bom. E realmente não era, néh?

         - O que aconteceu? – perguntou ela sentando-se na cama com as costas contra a parte de trás da cama.

         - Do que te lembras de ontem? – perguntei eu olhando para a sua face, vendo traços de confusão.

         - Lembro-me de estarmos a dançar, depois vieram dois gajos meterem-se connosco. – disse ela colocando a mão na cabeça lembrando-se do que se tinha passado. – Depois um jeitoso me levou novamente para aquela sala, só que aí eu bati nele e tentei fugir. – eu abanei a cabeça negativamente a cabeça, repreendendo assim os atos violentos dela. – Mas aí o senhor macho alfa veio impedindo de fugir, e agarrou-me e insultou-me. – dizia ela fazia uma cara furiosa, só que logo depois deu um sorriso de lado continuando. – Só que aí eu tratei-lhe da saúde, aquele filho de uma mãe … quem é que ele pensa que é? – perguntou ela não obtendo resposta. – E aí depois só me lembro de dançar e beber, o resto não consigo me lembrar. – disse ela terminando e olhando para mim.

         - Bem só para te dizer que esse macho alfa te salvou de seres abusada. – disse eu, e ela parece que empanca no tempo.

         - Quê? Repete? – perguntava ela com os olhos arreguilados. – Que merda eu fiz ontem? – perguntou ela com medo de ouvir a resposta, eu sentia isso na voz dela.

         - Tu subiste para cima de uma das colunas, e começaste a fazer um strip. – disse eu por fim, vejo ela sem reação. – Se não fosse o Dean tinhas feito. Ele tirou-te de lá, e então começaram a reclamar e ele tirou a arma dele e apontou para a cabeça de um dos que reclamava, e ameaçou matá-lo. Depois quando vomitaste no parque de estacionamento e segurou-te no cabelo, e veio no carro com o David. Carregou-te sempre em estilo de noiva, e deu-te um banho de água bem fria. – disse eu largando a bomba por completo.

         Ela estava estática á minha frente, devia estar a absorver tudo aquilo que lhe tinha acabado de dizer, o que não era fácil.

         - Ahhh … - disse eu lembrando-me de outra coisa.

         - Quê? Ainda á mais? – perguntou ela com receio na voz.

         - Bem, eu não sei como as coisas aconteceram só sei que eu ouvi um estrondo vindo da casa de banho, e então eu e o David fomos ver o que se passa e encontramos o Dean no chão, e tu deitada em cima dele dormindo que nem uma pedra. – disse eu por fim como se fosse nada, e comparado ao resto eu achava que aquilo era nada.

         - O QUÊ? – gritou ela e até se levantou, mas logo se deitou novamente com as mãos na cabeça, e fazendo cara de choro. – Eu nunca mais vou olhar para a cara daquele … - nem deixei ela completar a frase.

         - Aquele que te salvou de não seres abusada quando estavas podre de bêbada. – disse eu olhando para ela com um olhar sério, e com os braços cruzados ao peito. 

         - Não interessa. – disse ela virando a cara.

         - Interessa pois Cátia, ele ajudou-te o mínimo é agradecer. – disse eu olhando para ela incrédula.

         - Ya Sara, eu faria isso se ele não fosse um assassino. – disse ela de repente, eu fiquei calada. – Percebe o que quero dizer, ele pode ter feito isso, mas isso não fez dele uma boa pessoa.

         - Ele pode ser um assassino. – disse eu olhando bem nos olhos dela. – Mas ele te salvou de alguém magoar-te, e depois de chorares noites e noites. Ele foi tirar-te do meio daqueles porcos mesmo tendo tu batido nele.

         - Eih, ele tentou agarrar-me. – disse ela levantando as mãos justificando-se. – Não tive outra opção, não sou como as gajas que ele leva para cama e que gemem o nome dele a noite toda. – disse ela com raiva. Mas quê? Aquela raiva não era igual, como eu posso explicar, parecia uma raiva de ciúmes … será?

         - Cátia … - disse eu fazendo gestos chamando a sua atenção.

         - Quê? – disse ela olhando para mim com cara de emburrando, então eu não controlei e comecei a rir. – Para que é isso? Minha cara está má, mas não é preciso isso.

         - Desculpa. – disse eu me recompondo do ataque de riso. – É que tu estás cheia de ciúmes. – disse eu dando uma gargalhada no final.

         - QUÊ? – gritou ela novamente, mas logo colocou as mãos na cabeça tentando diminuir a dor.

         - Esqueceste da dor? – perguntei eu gozando com ela.

         - Vai gozando, eu não tenho ciúmes nenhum daquele traste ok? – disse ela bem séria. – Ele pode comer as gajas que quiser que eu não me importo, só me ofendo é ele achar que eu vou para essa lista. Só isso.

         - Aham … - disse eu com um sorriso de gozo, ela ia rebater dizendo qualquer coisa mas meu telemóvel começa a tocar, sinalizando que estava a receber uma chamada. Eu rio da cara dela, e depois ao olhar para a tela do telemóvel o meu sorriso desaparece e é substituído por um olhar de receio.

         - Que foi? – perguntou a Cátia ao ver que eu não atendia.

         - É o David. – disse eu ainda com receio, não sei porquê. – O que eu faço?

         - Bem sinceramente nem sei … - disse Cátia olhando para mim. – O que queres fazer?

         - Por isso é que estou perguntando, eu não sei o que fazer. – disse eu desesperada, com isto a chamada tinha ido abaixo e dou um suspiro de alivio, mas logo ele começa a tocar novamente. – Ele não vai parar …

         - De que tens medo? – perguntou Cátia.

         - Sabes bem.

         Ela não disse nada, eu então deito o ar para fora e decido atender a chamada.

         - Sim? – disse eu com aquele receio na voz.

         - Finalmente. – ouço a voz impaciente dele do outro lado da linha. – Porque demoraste tanto tempo para atender? – perguntou ele ainda com o timbre irritado.

         - Não estava com o telemóvel ao meu lado. – disse dando a desculpa mais esfarrapada, mas também na minha opinião a melhor nestas alturas.

         - Sei … - disse ele com voz de quem estava desconfiado.

         - Mas porque ligaste? – perguntei afastando assim aquela desconfiança.

         - Era para te avisar que daqui a uma hora o Henrique estará aí para trazer a ti, e á Cátia. – disse ele, ouço ele mexer em alguma coisa devia ser papeis. – Droga onde está aquela merda … - disse ele resmungando.

         - Hum, David. – disse eu chamando-o, a Cátia apenas olhava para atentamente vendo todos os meus passos.

         - Sim? O que foi? – perguntou ele enquanto mexia novamente em alguma coisa.

         - Nada esquece, o Henrique é aquele que nos veio buscar ontem? – perguntei eu, desistindo de lhe perguntar o que realmente vai na minha cabeça. O silêncio fica na linha até que ele volta a falar.

         - Sim, esse mesmo. Era isso que querias perguntar? – perguntou ele novamente desconfiado. Mas porque raios eu nunca consigo ser convincente?

         - Sim era. – disse eu começando a desenhar círculos na cama, pois eu estava nervosa. Mas nem sei porque, só de ouvir a voz dele eu já ficava nervosa.

         - Que porra eu já não te avisei para esperares do lado de fora Mike? – dizia ele um pouco irritado. – Eu sei que temos de ir tratar dessa merda, eu já vou caralho. – depois ficou um silencio entre nós e ouço ele suspirar. – Olha eu tenho de ir, não te esqueças que daqui a uma hora vão ter aí. Se não for o Henrique não entres no carro, liga-me logo percebeste? – perguntou ele em tom bem sério.

         - Sim.

         - Ótimo, agora tenho de ir. – disse ele, e antes mesmo que eu disse-se um xau ou um adeus ele já tinha desligado.

         Fico a olhar para o telemóvel e dou um suspiro, não sei porque estou assim. Será que estou com medo? Será?

         - Sara, o que ele disse? – perguntou a Cátia.

         - Daqui a uma hora o Henrique vêm nos buscar. – disse eu com a voz um pouco baixa.

         - Henrique? Quem é esse? E levar para onde? – ela fazia perguntas e minha cabeça apenas doía.

         - Levar ás tantas para a casa dele aqui em Portugal. Ele ontem disse-me que hoje íamos para a piscina. – disse eu, e ela apenas olhou para e suspirou abanando negativamente a cabeça.- Henrique é aquele que nos veio buscar ontem. Ele disse que se não for o Henrique para não entrar no carro, e para ligar logo para ele.

         - O que raios isso quer dizer? – perguntou ela um pouco alto, acho que ela não se importava mais com a dor de cabeça. – Tu estás em perigo não é? Assassinos podem vir para matar-te só para demonstrar que podem enfrentar o Danger. É isso não é? – perguntou ela já deixando lágrimas caírem.

         - Cátia … - disse eu abraçando-a. – Eu prometo que vou fazer de tudo para sair disto. – disse depois de abraça-la. – Não vou deixar que te façam mal.

         - Sara, eu não quero é que te façam mal … - disse ela olhando para mim. – Já aconteceu tanta coisa … neste curto espaço de tempo já aconteceu tanta coisa, sabes que se isto continuar as coisas vão ficar perigosas demais.

         - Eu sei Cátia, mas eu não sei o que se passa comigo. – disse eu por fim.

         - Como assim? – perguntou ela olhando preocupada para mim.

         - Eu não sei se é por ele ser o Danger e por causa do que faz, mas … - disse eu começando a falar só que faltou coragem para continuar o resto.

         - Mas o quê? – perguntou ela.

         - Mas minha barriga dá voltas ao ouvir a voz dele … estou sempre nervosa. – disse eu olhando para ela, ela simplesmente empancou o seu olhar em mim. – Ele não sai da minha cabeça, mesmo antes de eu saber quem ele realmente é ele já não saia da minha cabeça. Todos estes sentimentos estão a dar cabo de mim, eu quero estar com ele, mas minha cabeça diz que isso é errado que só irei arranjar mais problemas se estiver com ele.

         - Pelo menos algo em ti ainda está a funcionar direito. – disse a Cátia, eu apenas fico a olhar para ela mandando uma mensagem telepática dizendo “Sério que dissestes isso”. – Que é? – perguntou ela com cara de inocente. – É verdade, quem é que iria passar tanto tempo com um assassino? Um criminoso.

         - Eu não sei …

         - Ainda para mais desenvolver esse tipo de sentimento por ele. – disse ela abanando a cabeça negativamente.

         - O quê? Que sentimento? – perguntei eu não entendo do que ela estava a falar. Ela fica a olhar para mim com os olhos arreguilados e então diz.

         - Não me digas que ainda não percebeste? – perguntou ela apontando para mim.

         - Ainda não percebi o quê? Do que estás a falar?

         - Tu amas o David. Tu estás apaixonada pelo Danger. – disse ela, e então parece que o mundo todo parou no tempo com o que ela tinha dito. Não pode ser … será?

Autora Pov  

       Sara conta tudo o que se passou na noite anterior para a Cátia. Será que a Cátia tem ciúmes? E Sara? Ela não percebe o que se está a passar com ela, e com todas aquelas coisas que está sentindo, Cátia então diz que ela está apaixonada pelo Danger. O que acham?


Notas Finais


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