História Dangerous boy (imagine Kim Namjoon) - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Visualizações 88
Palavras 929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa, apareci!
Estou muito contente com os favoritos de "DB"!! Amo tuuuus!
Boa leitura

Capítulo 5 - Escuridão


Fanfic / Fanfiction Dangerous boy (imagine Kim Namjoon) - Capítulo 5 - Escuridão


Uma semana depois


Os dias estavam estranhos, a Universidade estava de luto e os alunos já não eram mais os mesmos, os corredores ficavam vazios rapidamente logo após o sinal, parecia que havia uma alma em meio a todos nós.

O corpo da garota morta foi lacrado no caixão, e velado dois dias após a descoberta do canibalismo. E mesmo depois de uma semana, não conseguia entender tal ato mais que horrendo. 

A minha sala estava vazia, com esse acontecimento os alunos resolveram trancar a matrícula do seu curso, todos pareciam estar abalados e sem condições de prosseguir com suas vidas. Isso foi o que pensei de Kim Namjoon, já que o coreano também não tem frequentado as aulas de medicina. A situação é complicada e assustadora.


Sexta-feira 23:30


Cheguei em casa após mais um dia desgastante de estudos, subi as escadas tirando meu scarpin preto. Tudo o que queria e precisava era de um longo banho, precisava tirar aquele sentimento de impureza toda vez que entro naquela Universidade.

Tirei as minhas roupas, indo diretamente para o banheiro, fechei o box de vidro ligando o chuveiro no frio, o calor de São Paulo continuava insuportável nesse fim de ano.

A água caía freneticamente contra a minha pele, meus olhos se encontravam fechados para aproveitar o máximo daquela sensação, porém minha tranquilidade se esvaiu quando meu celular apitou de repente. Assim que terminei o meu banho, caminhei em passos largos até a minha bolsa, retirando o meu aparelho.


01 mensagem nova 

*Número desconhecido*


-Olá  (S/N)! 


-Quem é?


-Vai me dizer que não sabe? Ah vamos lá! Eu esperava mais da melhor aluna de medicina. 


-Namjoon?


-Home run! 


-O quê você quer? 


-Quero que pense no que viu.


-O quê? Como assim? 


-Tome cuidado (S/N).




O que foi aquilo? O que Namjoon queria dizer com "Tome cuidado"? 

Me sequei rapidamente com a toalha, vestindo uma camisa branca antiga do meu ex namorado.

Saí do meu quarto, descendo as escadas rapidamente, estava faminta, pois não comi nada na faculdade. Abri a geladeira tendo no meu campo de visão um filé de peixe empanado, peguei o prato pondo-o no microondas, colocando o cronômetro em 30 segundos.

Enquanto meu peixe esquentava, fui preparar uma salada simples na bancada da pia. Todas as luzes entorno da piscina estavam apagadas. Sempre avisei ao papai para que deixasse acesa, a escuridão me da medo. Arrastei a porta de vidro da cozinha para ir á piscina, em passos quase cegos senão fosse a luz da lua, achei o interruptor para acender as luzes, entretanto, minha tentativa foi falha, pois a lâmpada não acendeu.

Abracei-me com os braços entorno do meu tronco, tentando me esquentar da brisa gélida próxima a piscina. 

Olhei ao meu redor vendo tudo escuro, somente uma luz fraca da cozinha para me guiar, caminhei em direção do cômodo, mas a luz de súbito se apagou, deixando-me na completa escuridão. Meu pavor estava no ar, minhas reações de imediato se cessaram, não sabia o que fazer, estava tudo num breu absurdo.

A situação estava controlável até que ouvi passos atrás de mim, virei-me bruscamente, tentando enxergar algo em meio aquela luz da lua, mais uma vez falhei.


-(S/N)... 


Ouvi uma voz rouca chamando o meu nome, aquela ação fez-me sentir coagida, e mais uma vez me senti encurrala, em minha própria casa.


-Q-quem é v-você? - Minha voz estava falha, me fazendo gaguejar.


-Shh... Está com medo? - A voz ecoava por toda a área detrás da casa.


-Me diz quem é você? - Meus olhos estavam arregalados, procurando por qualquer movimento mínimo do indivíduo presente ali.


-Por quê você faz perguntas que sabe as respostas? - A voz estava ficando mais próxima, fazendo- me sentir calafrios.


-Eu... Eu não sei a resposta. - Respondi exasperada.


-Ah... Como eu quero te tocar. - O timbre de voz ficou mais rouco. - Não sabe o quanto eu te desejo. Quero provar você (S/N).


-Por favor, vá embora. - Disse deixando pequenas gotículas de água descerem pelo meu rosto.


-Não consigo. - Senti uma presença atrás de mim. - Quero a sua carne.


Em um ato rápido e amedrontado, me virei para encarar o que estava brincando comigo, quem estava brincando com o meu medo.

Olhei atentamente para o sujeito a minha frente, seu rosto estava com um gorro preto, deixando somente seus olhos a mostra, porém não vi direito suas órbes, por tamanha escuridão presente.


-Sonhe comigo (S/N). Sonhe comigo te tocando. - Sua mão foi posta no meu rosto, acariciando-o.


Eu estava petrificada, sem nenhuma reação racional a ser tomada, até que escuto um barulho vindo da cozinha, é o papai.


-Minha filha, o que faz aí fora? - Papai disse arrastando a porta de vidro.


Virei-me novamente na direção em que o misterioso indivíduo estava, mas o sujeito desapareceu, me deixando completamente absorta do que havia acontecido anteriormente.


-O senhor deixou as luzes da piscina desligadas? - Perguntei andando em direção da cozinha.


-Não filha. 


-Ah... Deve ter sido a Any. - Murmurei.


Entramos na cozinha, juntei-me ao meu pai a mesa, comemos juntos em silêncio, afinal, nós estávamos cansados, mas o meu cansaço não estava maior que o meu medo e minha curiosidade em saber quem era a pessoa que entrou na minha casa.

Será que foi Jungkook, ou Taehyung brincando comigo? Terei que descobrir.

Ao terminar de comer, papai foi se deitar então eu lavei e sequei a louça do jantar. Logo que me vi livre de tarefas domésticas, subi para o meu quarto buscando meu celular, procurando por alguma mensagem do mesmo número desconhecido, mas infelizmente nada havia mudado. Eram as mesmas mensagens.

Me dando por vencida, decidi me deitar e pelo menos dormir um pouco, já que amanhã eu iria descobrir a maldita pessoa que está brincando comigo.










Notas Finais


Mas o que????? Bom vamos lá para o significado de uma palavra, creio que algumas de vocês não vão saber.

Home run: É uma rebatida ( quase um ponto) em um jogo de beisebol

Espero que tenham gostado floras! Beijos 💖


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...