História Dangerous Call - Capítulo 6


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Categorias Justin Bieber, Lily Collins, Nina Dobrev
Personagens Justin Bieber, Lily Collins, Nina Dobrev
Tags Ação, Ameaça, Assassinato, Criminal, Justin Bieber, Lily Collins, Morte, Nina Dobrev, Prisões
Visualizações 32
Palavras 1.707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Primeiramente: UM TRILHÃO DE DESCULPAS, eu realmente tentei atualizar antes, mas enganchei no meio do capitulo e não consegui sair mais, mas GRAÇAS A DEUS, a minha abiguinha mim salvou e me deus umas ideias bem legais. (TEAMO DAFNE <3)
Segundamente: CAAPA NOOVAAA (eu nao aquieto o c*, né? todo mês eu mudo de capa, por Deus dkjsdf)
Terceiramente: AMO VOCÊS E LEIAM O CAPITULO BONITINHO E DESCUBRAM OS SEGREDINHOS! haha que loca..

Capítulo 6 - Haha, it was so easy!


Fanfic / Fanfiction Dangerous Call - Capítulo 6 - Haha, it was so easy!

Atlânta, April 08, 2016

22:34 P.M.

Point of View – Justin Bieber

– Qual o problema daquele imbecil? – gritei. – Exige que ele estivesse aqui às dez horas e até agora nada. Quem ele acha que eu sou? As vadias arrombadas que ele come?

Que saco. – já estávamos esperando o Somers há mais de meia hora e nada daquele Zé Ruela do caralho.

– Ele só pode está de brincadeira com a minha cara, filho da puta, não perde por esperar.

A minha amizade com o Charles nunca foi uma das melhores. Ele sempre faz questão de me contrariar e me desafiar o tempo inteiro, e na maior parte do tempo, a vontade que eu tenho é de esfolar a cara daquele pau no rego.

– Calma aí, dude, ele já deve está chegando. – como sempre, o idiota do Butler tentando aliviar a barra do Somers.

– Se aquele viado de merda não aparecer em cinco minutos, eu vou–

– O que você vai fazer, chefinho?!

– Descarregar a minha ponto quarenta na sua cara seria uma boa. – o idiota chega atrasado e ainda fica fazendo graça.

– Você não seria capaz.

– Está me desafiando? – arqueei uma das sobrancelhas.

– E se-

E se é o caralho, aquieta o fogo de vocês aí e para de viadagem. – Ryan se meteu para tentar acalmar os ânimos. – Se o Beadles chegar e ver vocês brigando que nem duas putas no cio, ele vai meter bala no cu dos dois.

Era só o que me faltava.

Como se não bastasse ter que aturar as picuinhas fora de hora do Somers, ainda tenho que engolir calado as ameaças de quinta do viado do Beadles?!

Não mesmo!

– Como se ele fosse esse “fodão” todo. – dei de ombros e me esparramei mais sobre o colchão e fechei os olhos.

– Duvidando da minha capacidade, Bieber? – a voz rouca do Beadles ecoou por toda a sela seguida por uma risadinha cínica, provavelmente, do Somers

– Sim. – disse simples.

– Repete…

– Como se você fosse esse fodão” todo! – disse simples e no segundo seguinte uma arma foi destravada. – Me mata se quiser, quero ver onde é que você vai achar outro patrocinador para bancar com suas viagens, compras, o tratamento da sua filhinha

– Não fala da minha filha. – rosnou e eu ri.

– Toquei na ferida, Delegado Beadles? – resolvi abrir os olhos para encará-lo e o vi guardando a pistola no coldre perna.

– Cala a porra da boca e vamos logo com isso.

Parece que alguém ficou irritadinho…

– Ok, acabou vocês dois? – Ryan perguntou e nós assentimos. – Ótimo, temos muitas coisa para resolver.

– O que, exatamente? – Somers indagou assim que se ajeitou ao meu lado na cama.

– A mais velha, Abbie se não me engano, está grávida do namorado.

– E qual o problema com isso? – foi a vez do idiota do Chris perguntar.

– Justin quer matá-la.

– O QUE? – os dois babacas gritaram juntos e me encararam com os olhos esbugalhados.

– Porque o espanto?

– Porque o espanto! – Beadles me imitou. – Você ainda pergunta, seu arrombado? Acha que é quem para tomar uma decisão dessa?

– O dono dessa porra toda. – disse simples.

– Mas quem manda aqui dentro sou eu. – acho que alguém está com o ego muito inflado.

– Você não manda em porra nenhuma, quem paga as suas contas sou eu, quem te colocou aqui dentro fui eu, quem paga o seu salário sou eu, então que manda nessa caralha sou eu,  e se eu quero aquela vagabunda morta, eu vou ter aquela vagabunda morta.

– Baixa esse seu ego aí, Justin, você não trabalha sozinho, precisa da gente para ter aquela  garota morta. – sempre Ryan para cortar o meu barato.

– Que seja. – me levantei daquela cama e fui até a grade

– Pensa nas coisas direito, seu retardado, se a gente matar a garota agora, vão ser menos duas cartas na manga de uma vez só. Raciocina comigo, se a gente esperar a garota ter o bebê vai ser bem mais doloroso para eles, do que matá-la agora sem eles terem nutrido nenhum afeto.

Não é que o lesado do Somers tem razão?!

– Você está insinuando pra gente esperar o bebê nascer para, só depois, matá-lo? – sempre o Ryan com esse sentimentalismo.

– Não é uma má ideia…

– Vocês só podem está de brincadeira.

– Realmente, o Chaz tem toda a razão. – Chris comentou, se levantando da cadeira. – Se a gente esperar, vai ser bem melhor, e ainda teremos bastante tempo para pensar nas coisas direito,  – me olhou. – colher mais informações e não meter os pés pelas mãos.

– Tudo bem, – ergui os braços em forma de rendição. – ele tem razão, – Chaz soltou uma risadinha convencida e eu revirei os olhos. – não se acostuma não. Vamos fazer do jeito dele.

– Eu não tô nem acreditando no que estou ouvindo. – Ryan se queixou e eu revirei os olhos outra vez.

– Para de ser frouxo, porra, nem é você que vai matar a garota e o bebê. – falei e ele me lançou o dedo do meio.

– É melhor eu ir. – Chaz disse se levantando e caminhando para fora de sela.

– Eu também já vou indo, – Beadles o seguiu. – amanhã resolvemos o resto. Juízo garotos. – disse por fim.

– Pode deixar. – eu e Ryan concordamos em uníssono, cheios de ironia.

– Idiotas. – Ryan comentou revirando os olhos.

– Arrombados do caralho.

– Vão se fuder. – Chaz gritou sei lá de onde.

– Só se a tua mãe for junto. – gritei de volta, gargalhei e Ryan me acompanhou.

– Liga pro tal do D.C.D e pergunta o que tá rolando naquela mansão.

– É pra já, chefinho. – Ryan logo pegou o celular e discou o número.

Point of View –  April Katherine Campbel del Blunck

– Quanta maturidade. – revirei os olhos. – Na hora de enfiar essa tua pica grossa na minha irmã, não teve esse lenga lenga, agora que ela tá grávida, vem com essa de, “eu não tô pronto”, “não sei como isso aconteceu”. Ah, por favor né, procurou, agora aguenta.

– Não sei com quem essa garota vem aprendendo esse tipo de palavreado. – Edith resmungou.

– A convivência com vocês ajuda bastante.

– Ei, – Cam exclamou. – não generaliza não, eu não convivo com você, tá bom.

– Não importa. – Edith me interrompeu antes mesmo de eu começar a falar. – O que importa é que ela sabe quem é o pai, – olhou feio para Emmitt. – Não é, Emmitt?!

– Vão se fuder todos vocês! – exclamou revoltado e saiu batendo o pé.

– Quer um Rivotril, querido? – gritei. – Que mané.

– Que burro, isso sim.

– Skyla, qual é, respeita a dor do cara. – Cam a repreendeu.

– Cameron, porque você não vai- – o celular do ruivo começou a tocar, interrompendo a fala cheia de gentilezas da minha amiga.

– Desculpa, é urgente, tenho que atender. – assentimos e ele se levantou com o celular já no ouvido. – Fala aí, DJ…

– Quem será esse tal de DJ?

– Para de ser curiosa, Skyla. – taquei uma almofada nela. – Mas, será que é algum boy gostoso? – sussurrei para que não corresse o risco dele ouvir.

– Deve ser. – Edith gargalhou.

– Fala baixo, garota.

– Abbie, você ainda tem aquela fantasia super sexy que o Chad te deu de presente?

– Tenho sim, porque?

– O que você tá aprontando, Skyla?

– Nada de mais, – ergueu as mãos. – não é pra mim, é pra uma prima.

– Essa é nova.

– Já atualizaram a famosa frase “Não é pra mim, é pra uma amiga.”? – perguntei e ela revirou os olhos. – Está na segunda gaveta de cima, do lado esquerdo, perto do espelho. – disse e ela se levantou caminhando em direção a escada.

– Cadê a louca da Hannah?

– Foi na casa do Pietro, o irmão da Scarlet.– disse simples.

– Que diabos ela foi fazer na casa daquele maluco?

– Foi fazer um trabalho de Sociologia, eu acho.

– Trabalho de Sociologia? Jura?

– Não coloco a minha mão no fogo. – ergui os braços.

– Nem eu. – rimos.

– O que será que ele tanto conversa? – Edith perguntou apontando pro Cameron, que ainda falava ao telefone.

– Ele parece nervoso. – comentei, ainda o olhando, ele parecia está brigando com alguém.

– É… Será que é com algum pretendente?

– Deve ser.

A minha história com o Cameron é bem engraçada e embaraçosa ao mesmo tempo. A gente se conheceu no segundo ano, na terceira Feira de Ciências e Tecnologias do Secondary High School of Sciences , ele é primo do meu ex-namorado, August. Nós já tínhamos terminados quando ele nos apresentou, a princípio, não me interessei muito, mas Cam investiu pesado na missão de me conquistar e eu acabei cedendo, nós ficamos a primeira vez na festa de despedida da Amberly, uma das líderes de torcida na época, no fim da festa ele me levou para casa dele.

Dois meses depois ele me pediu em namoro, eu aceitei, claro, já estava começando a sentir algo por ele, não era amor, nem nada, era só atração, o Cameron era muito gostoso e tinha uma pegada maravilhosa, mas, depois de um tempo, uns boatos que ele era gay começaram a se espalhar pela escola, não acreditei no começo, mas quando o vi beijando o filho do meu vizinho, um tal de Charles, que a ficha realmente caiu. Depois desse dia comecei a evitá-lo e ele acabou percebendo, e, quando já estava sem saídas, resolveu me contar toda a verdade.

Eu não o julguei, ele alegou ter medo da reação e do preconceito das pessoas, então resolvi fingir que ainda estávamos namorando até o fim do terceiro ano, quando terminamos o ensino médio, ele resolveu se assumir, super o apoiei na decisão, ficamos amigos e estamos nisso até hoje.

– Um novo cunhado para lista. – Edith resmungou.

– Só falta você… Me dar um cunhado, ou cunhada.

– Nem vem, eu  gosto é de piroca.

– Não era o que parecia naquela noite. – comentei e ela me fuzilou com os olhos.

– Já expliquei que eu estava dopada, não fazia a menor ideia do que estava fazendo. – exclamou e eu gargalhei.

Ok, beleza, vou ver o que consigo… Ok, até DJ. – Cameron interrompeu o nosso momento enquanto se despedia de sei lá quem. – O que eu perdi? – perguntou, se sentando onde estava.

– Estava relembrando aquele dia que-

Tá bom, vou procurar saber… Certo, até Beadles. – alguém falou, me interrompendo outra vez, virei o pescoço para ver quem era, e Chad entrava sala a dentro enquanto guardava o celular no bolso.

– Tiraram o dia pra me interromper? – perguntei indignada.

Cala a boca. Cameron, vem aqui, preciso falar com você.


Notas Finais


BUUUUUUUUUUUUUUM!!!!!!!!! GEENTEE O QUE FOI ISSO?
JUSTIN DO MAAAAAAAAAAALLLLL (vou da uma surra nele kjkjhkcfs)
Não posso falar (digitar) muito pq tô no trabalho e se meu chefe (meu pai) me pegar aqui (ao invés de está fazendo as planilhas de orçamento) ELE ME MAAATTAAA
Tá aí mais um capítulo, espero que gostem, obrigado pelos 43 favoritos e os comentários positivos, fiquei muito feliz!! Amo vocês sz

ATÉ A PRÓXIMA! !

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