História Dangerous Castle - Capítulo 5


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 130
Palavras 1.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Dangerous Castle - Capítulo 5 - Capítulo 4

 

Capítulo 4

Suicídio? Eu acho que não.

 

Izzy observa Alec sair de casa, chamando a atenção de Max, que revira os olhos.

-Ele vai se infiltrar novamente? –Pergunta, irritado.

-Duvido muito. –Responde Maryse, alisando o seu rosto. –Por que não vai se lavar, o almoço sai daqui a pouco. –Chama, estendendo a mão em direção ao filho mais novo e seguindo com ele em direção ao lavabo.

Izzy senta-se num dos últimos degraus da escada, tentando normalizar a tremedeira de suas mãos... Até que ela abre um enorme sorriso em direção a Alec,  que se senta ao seu lad.

-O que está usando? –Pergunta, observando-a com atenção.

-Eu não... –Interrompe-se, prendendo os seus cabelos e colocando um sorriso debochado nos lábios.

-Isabelle, eu trabalho com isso... Não pode me enganar. –Garante, seguro.

A morena engole em seco, ela sabe do que o irmão é capaz e sente como se o mundo estivesse duplamente ruindo.

-Yin Fen. –Confessa, engolindo em seco.

-Yin fen, Isabelle? Logo, Yin fen? –Pergunta, irritado.

-Eu precisava me sentir bem. –Explica, nervosamente, observando-o se levantar.

-Quem foi que te deu pela primeira vez? –Pergunta, levantando-se. –Raphael? Victor? –Questiona, assustando-a. –Entendi. –Murmura, saindo de casa sem dizer mais nenhuma palavra.

Mesmo com as suas mãos tremendo mais do que o normal, Izzy consegue discar para Victor.

- Victor Aldertree. –Saúda, profissionalmente.

-Alec sabe. –Avisa, nervosamente, desligando a ligação logo em seguida.

-Cadê o Alec? –Pergunta Maryse, ao se aproximar da filha, que engole em seco.

 

***

 

Já era noite quando Magnus voltou à corregedoria, ele não pretendia voltar ao local, mas quando soube sobre Clarissa, não se conteve. Ao se aproximar da sala de Luke, ele ouviu parte da conversa.

-Conseguiu o depoimento? –Pergunta Luke, preocupado.

Nenhum deles é imparcial, Luke foi amigo intimo dos pais de Clary por muitos anos, Simon trabalhou com ruiva ao lado de Magnus e mesmo que não tivessem nenhum contato extra-oficial com ela, ele sabia que não seria imparcial no caso.

Mesmo assim se prontificou a ficar com o mesmo.

Clary foi estuprada e assassinou três civis, enquanto estava sobe o efeito de Yin fen... Seria um caso comum se ela não estivesse em serviço e o seu parceiro não estivesse desaparecido.

-Clary teve uma crise. –Revela Simon, suspirando.

-Tente amanhã de manhã novamente. –Manda, levantando-se.

Magnus espera Simon sair do escritório e o analisa com atenção, observando a surpresa no rosto do homem.

-Por um tempo farei parte da corregedoria, Sherlock. –Revela, suspirando. –Nós veremos muito, principalmente, no caso de Clarissa. –Garante, aproximando-se da porta e adentrando o escritório de Luke. –Por que eles? –Questiona, encarando Luke.

-Jace e Alec trabalharam na narcóticos por um bom tempo. –Explica, cruzando os braços.

-Estavam no caso do yin fen? –Questiona, curioso.

-Não, eles estavam trabalhando com heroína, só começaram a trabalhar com esse caso quando vieram transferidos para cá há dois anos. –Responde, suspirando.

-Sempre trabalham infiltrados? –Pergunta, curioso.

Magnus desabotoa o seu paletó e se senta, analisando Luke com atenção. Ele não gostava de trabalhar com pessoas que não conhecia e não abriria exceção agora.

-O tempo todo, pelo seu grau de sucesso acabaram sendo detetives novos. –Comenta, sentando-se.

-Entendo...  Vão precisar do tato de Simon. –Garante, seguro.

-Não seria Sherlock? –Questiona, divertido.

-Piada interna... Bem... Clarissa já foi estuprada, e foi por isso que ela virou policial e esta na unidade especial. Fora que eles se conhecem, vai ser mais fácil ter acesso a ela. –Afirma, direcionando o assunto. –Ela já está se cortando? –Questiona e Luke concorda.

-Telefonei para Jocelyn... Sebastian está infiltrado junto com Valentim e Jonathan está pleiteando a transferência de Clarissa de hospital. –Revela, lançando um olhar significativo para Magnus.

-Não vou me opor, contanto que tenha escolta policial. –Garante, seguro. –Já tem pistas de Nathaniel Gray? –Questiona, analisando-o com atenção.

-Foi encontrado morto há uma hora ao lado da namorada, Jessamine Lovelace. –Responde, alisando o rosto. –Um aparente suicídio. –Comenta, desgostoso, jogando o arquivo em direção a Magnus, que analisa as fotos.

Tiro na cabeça em Nate e Jessamine com um tiro a queima roupa

Nate não fazia o estilo suicida, ou de estuprar qualquer pessoa, principalmente, Clary. Eles poderiam ter as suas divergências, mas não chegaria a algo dessa magnitude nunca.

-Suicídio? –Questiona, divertido. –Não mesmo. –Diz, negando com a cabeça.

-E como a principal testemunha está morta e não havia rastros de DNA em Clarissa, tudo o que nós podemos contar é com as fitas de segurança da rua, do carro dela e do seu testemunho. –Comenta, irritado.

-Não será um caso bom, isso eu posso adiantar. –Garante, encarando as fotos. –Já estão trabalhando na hipótese de descartar o suicídio? –Questiona, encarando Luke, que acena positivamente.

-A sorte é que o prédio de Marisol é monitorado... Podemos ter imagens dos suspeitos, tanto na rua quanto no prédio. O porteiro já está sendo interrogado por Jace. –Responde, calmamente.

 

***

 

A notícia da morte de Jessamine veio como uma bomba para Simon, ela era prima de George e os dois se davam muito bem.

Simon já estava na porta do hospital, quando os mesmos abriram as suas portas... Ele seguiu direto para a recepção e logo foi direcionado para o quarto de Clary, que estava sob os cuidados de Catarina Loss.

-Doutora como ela está? –Pergunta, analisando a negra de cabelos platinados suspirar.

-Sedada e ficará assim por pelo menos hoje. –Responde, olhando-o nos olhos.

-Quando acha que ela terá condições de falar? –Pergunta, analisando-a com atenção.

Clary estava dormindo tão serena, como se nada pudesse abala-la... Simon e Clary eram apenas colegas de trabalho, a maioria das pessoas sempre se encantava por Clary, era exatamente por isso que Simon não se aproximava dela.

Não só por ela ser acessível, ou porque as coisas sempre vinham fáceis para ela, mas porque queriam favores, queriam ser ligadas a filha de um policial e capitão condecorado e que tem grande influencia na prefeitura e no tribunal.

Todos queriam uma parte de Clary, uma promoção fácil e Simon... Simon não é desse tipo de pessoa.

Nada em sua vida veio fácil, simples assim.

Fora os seus problemas, as suas dividas... Simon herdou um dos vícios da mãe.

O vicio em jogo... Ele não se orgulhava disso, muito menos de tudo o que ele já fez e o que ainda teria que fazer para conseguir pagar a sua divida.

-Talvez daqui a dois dias quando os remédios mais fortes passarem, ela esteja em condições de falar. –Responde, suspirando.

-Ok. –Sussurra, acenando positivamente.

 

 



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