História Dangerous City - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Drama, Morte, Romance, Violencia
Exibições 9
Palavras 2.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Dangerous City - Capítulo 1 - Capítulo 1

Estava caminhando em passos largos, ouvia apenas o som da minha respiração pesada, o som dos saltos se chocando contra o piso faziam um eco em minha cabeça. Parei em frente a porta e fiquei a observando, coloquei a mão na maçaneta e pude sentir meu corpo estremecer rapidamente com o contato. Encarei a porta e respirei fundo, eu precisava fazer aquilo. Era a única saída.

Abri a porta lentamente e pude avistar ao fundo Tony, um dos traficantes mais procurados da cidade e também um assassino. Havia recebido informações que ele poderia saber quem matou meu pai. Ele estava desacordado, amarrado na cadeira, havia uma mordaça em sua boca. Caminhei em passos lentos parando á sua frente. Dei leves batidas em seu rosto na esperança de acordá-lo, más ele nem se movia. Bufei e fui em direção a pia que havia ali, peguei um balde e o enchi de água.

Caminhei parando á sua frente, segurei o balde de água fria com as duas mãos e despejei na sua cabeça. Ele  acordou desesperado, e começou a se movimentar balançando a cadeira. Tirei a mordaça que cobria sua boca e ele me encarou confuso.

- Onde eu estou ? - perguntou. - Quem é você ?

Porcos imundos. Sempre as mesmas perguntas quem é você?, onde eu estou? , porque está fazendo isso comigo? . Vermes agem como se fossem inocentes, ignorei suas perguntas.

- Não aja como se fosse inocente, você sabe o que eu quero. Me conte. - Ordenei e ele me encarou confuso. - Quem foi ?

Dei de costas e pude sentir seu olhar sobre mim, voltei a encara-lo.

- Do que você está falando ?! Eu não fiz nada! - Disse me encarando confuso. - Me solte agora! - Ordenou.

Soltei uma risada abafada, ele me encarou confuso.

- Você tem duas opções - Assumi minha postura autoritária - Ou você me diz quem foi e terá uma morte rápida. - Peguei a faca em minha cintura e a posicionei em seu pescoço. - Ou vou cortar cada pedaço do seu corpo - Passei a faca por seu pescoço lentamente causando um leve arranhão. Ele engoliu seco e começou a se remexer na cadeira.

- Me solta..  VADIA - gritou - Quando eu sair daqui eu vou MATAR VOCÊ! - Soltei uma risada  sarcástica, aproximei minha boca no seu ouvido e sussurrei.  - Quem disse que você vai sair daqui.. Com vida? - Ele suspirou, seu olhar transmitia raiva.

Encarei seus olhos e apertei a faca em seu pescoço novamente causando outro corte, agora mais fundo. Uma gota de sangue escorreu por seu pescoço, ele gemeu de dor fechando seus olhos. Retirei a faca, e quando dei um passo pra trás me afastando ele cuspiu no meu rosto. Senti uma sensação de raiva rapidamente percorrer meu corpo, em um movimento rápido ergui a faca e á cravei na sua perna esquerda. Ele gritava de dor, pedia por ajuda. Coitado nem Deus poderia salvá-lo naquele momento. Seus gemidos iam se intensificando cada vez mais, o sangue escorria por sua perna, formando uma poça no chão. A sensação era divina. Girei a faca em sua perna com força, arrancando um forte grito de dor.

Minha sede por vingança aumentava cada vez mais, olhei dentro de seus olhos e retirei a faca bruscamente sentindo o sangue escorrer, seus gemidos aumentavam cada vez mais seu rosto se contorcia em expressões de ódio e dor.

A mesma expressão que eu vi nos olhos do meu pai, quando ele foi assassinado a sangue frio na minha frente. A vingança era a única coisa que me movia, que me dava forças pra continuar vivendo..

  Flashback On

A brisa da tarde fria bagunçava os meus cabelos, fechei os olhos sentindo o vendo bater contra o meu rosto, estava sentada em um dos bancos do parque.

Estava com os olhos fechados quando senti alguém se sentar ao meu lado, virei um pouco a cabeça e dei de cara com meu pai Alejandro. Ele me lançou um sorriso e passou o braço por cima dos meus ombros. Ficamos ali por um tempo sem silêncio, apenas observando o sol se por.

Meu pai era o meu herói, ele sempre esteve ao meu lado em minhas decisões, sempre esteve presente quando eu mais precisava e sempre foi um pai muito bom. Com apenas um defeito..

Ele era o chefe de uma das gangues mais perigosas que vendiam drogas na cidade, como ele gostava de chamar ''Panthers'', que significa ''Panteras'', ele gostava desse nome, dizia que as panteras eram silenciosas e perigosas assim como a sua gangue. Eu nunca havia gostado disso, sempre pedi para que ele parasse, que já tínhamos dinheiro suficiente, mas para ele nunca era o suficiente, ele sempre queria mais e mais. Por mas que não gostássemos ele era uma boa pessoa, nunca havia deixado faltar nada em nossa família.

Más infelizmente, aquela gangue seria seu fim..  

Eu havia tomado uma decisão muito importante nesse dia, contaria a ele sobre a minha sexualidade, que não gostava de meninos.. e sim meninas. Eu estava nervosa, temia por sua reação a final, ele nunca havia demostrado nenhum tipo de preconceito, porém só  de imaginar sua reação me dava calafrios.

O encarei e chamei sua atenção.

- Pai. - Suspirei - Precisamos conversar. - Fechei meus olhos e respirei fundo.

Ele me encarou com uma sobrancelha arqueada em uma expressão confusa, segurou minha mão esquerda.

- Pode falar mi hija - Acariciou meus dedos.

Sorri com o contato, e levantei o olhar fitando seus olhos. - P-pai - Respirei fundo - Eu sempre procurei não  te decepcionar.. Más eu estou cansada de esconder isso de você. - Inalei todo o ar que consegui e senti meus pulmões doerem - Eu realmente tentei me relacionar com meninos, namorei com alguns deles por um tempo.. você sabe. Mas eu nunca senti nada por nenhum deles..

Desviei nossos olhares, e olhei pra frente. Quando abri a boca pra falar ele me interrompeu.

- Não Camila. - Ele me interrompeu - Você não precisa continuar. - Eu o fitei confusa - Eu sempre desconfiei que você gostava de garotas e saiba que eu amo você independente de qualquer decisão sua. - Apertou minhas mãos - Agora eu tenho certeza mi hija,  eu sei que deve ter sido difícil pra você viver com isso esse tempo todo, você sabe hija não importa o que aconteça eu sempre estarei do seu lado em todas as suas decisões. - Meus olhos estavam lacrimejando, eu  estava sentindo um misto de sensações, não sabia se ria ou se chorava - Eu te amo mi hija, e nunca deixarei de te amar, independente de sua opção sexual. - Esse foi o meu fim, mal pude sentir quando as lágrimas começaram a escorrer por meu rosto.

Me levantei e rapidamente me joguei em seus braços, o abraçando com força, respirei fundo com um pouco de dificuldade por conta das lágrimas que insistiam em cair.

- Eu te amo pai, você é o meu herói. Obrigado por tudo. - Me afastei parar encarar seus olhos.

- Não precisa agradecer hija, é o meu dever ser seu herói. - Ele ergueu a mão e passou o dedo indicador por minhas bochechas limpando minhas lágrimas. 

Ficamos ali abraçados por longos minutos até seu celular começar a tocar, ele se afastou e pegou o celular atendendo a ligação.

FlashBack Off

Meus olhos se encheram de lágrimas instantaneamente com as lembranças do meu pai, passei as costas das mãos nos meus olhos e me virei de frente pra Tony. O sangue por sua perna, formando uma poça  abaixo de seus pés, me aproximei dele.

- A próxima será a perna direita. - Ergui a faca á arrastando em sua perna. - Eu só preciso de um nome. - Ele soutou uma risada sarcástica. - Você nunca vai saber . - Agora foi a minha vez de sorrir. - Nunca ? - Retirei a faca e me afastei. - Você não deveria brincar comigo, não sabe do que eu sou capaz.

- Capaz? Você vivia as custas do seu pai Vadia imunda! - Gritou - Como seu pai aguentava você ? além de vadia é SAPATÃO!

Senti uma onda de raiva percorrer meu corpo, apertei a faca com força e o encarei.

- Qual era o nome dela mesmo.. Hmm.. - Dei uma breve pausa. - Breatrice? - Assim que eu pronunciei o nome, seus olhos se arregalaram. - Não é? é o nome da sua filha ? acertei ? - Uma expressão de ódio se formou em seu rosto. Senti uma pitada de prazer, havia tocado em sua fraqueza. - Que tal um acordo? Você me diz quem foi e eu deixo sua filha viver.

- Você não pode fazer isso, nem ao menos sabe onde ela está - Disse debochado.

Passei a mão pelo bolso de trás da minha calça e peguei meu celular, Discando o número de Dinah ela era minha melhor amiga, meu braço direito.

- Dinah ?

- Mila ? - Perguntou.

- Sim, está na hora. - Dinah concordou.

 - Pronto Mila, coloque no viva-voz. - Coloquei no viva-voz aproximando o celular na direção de Tony.

- Papai ? - A voz suave de Beatrice inundou o ambiente.

- FILHA? - Ele gritou assustado.

 - Onde você está ? Por que está gritando ? - Desliguei a ligação e guardei o celular, pude notar sua expressão apavorada. O medo estava estampado nos seus olhos.

- DEIXE ELA EM PAZ ! - Gritou. - ELA NÃO TEM NADA A VER COM ISSO.

- Alejandro também não tinha. - Sorri - E olha onde ele está agora.

- NÃO VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO - Gritou desesperadamente. - ELA É SÓ UMA CRIANÇA. - Seus olhos se encheram de lágrimas.

- Eu posso, e farei. - Ergui a faca novamente. - É sua ultima chance. Quem matou meu pai? - Ele abaixou a cabeça.

 - Eu não sei quem foi.. - Em um passo rápido, dei a volta na cadeira e coloquei a faca em seu pescoço, a pressionando com força causando um corte. - P-por f-favor - Gaguejou com dificuldade. - FALA! - Gritei, pressionei com mais força, ele se balançou na cadeira - Luiz - Disse abafado - Ele sabe quem foi! Por favor não faça nada com a minha filha! - Tirei a faca do seu pescoço, dei a volta na cadeira novamente, parando á sua frente. - Termine. - Ordenei.

- Luiz é o braço direito do nosso chefe, ele sabe de tudo o que acontece, ele sempre vai a um bar no centro da cidade.

- Muito bem Tony. - Sorri. - Temos um acordo aqui ? não é mesmo ?

- S-sim - Gaguejou.

- A sua vida, pela vida da sua filha. - Tony arregalou os olhos e começou a gritar. - NÃO POR FAVOR, NÃO FAÇA ISSO

Dei a volta na cadeira ficando atrás dele. Passei as mãos por minha cintura pegando meu Colt.

Encarei a arma por alguns segundos e respirei fundo. Tony gritava e se debatia na cadeira, senti nojo dele. Ele não era um santo, não é atoa que era procurado pela policia.

Segurei o Colt com força sentindo, minhas mãos estavam tremendo, minhas respiração estava falhando. Pensei em desistir, más eu não tinha opção. Era ele ou eu.

Ergui a arma na direção de sua cabeça e respirei fundo.

Disparei um tiro contra sua cabeça.

O som do disparo escoava na minha cabeça, senti minhas pernas tremerem e me deixei cair, mal pude sentir quado ás lágrimas começaram a escorrer por minhas bochechas, larguei a arma ao meu lado, fiquei encarando o chão coberto de sangue. Eu estava fraquejando. 

Um forte soluço escapou por minha garganta, meu corpo tremia descontroladamente, eu estava sendo fraca novamente.. Aquilo não poderia continuar, eu precisava da vingança só ela aliviaria minha dor.

Esse não seria o primeiro e nem o ultimo, mataria quem fosse preciso para vingar a morte do meu pai.


Notas Finais


Hey amores, essa é a nossa primeira fanfic em dupla, espero que gostem ♥ Não se esqueçam de comentar e votar ♥ Também posto no wattpad: https://www.wattpad.com/story/90057366-dangerous-city


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