História Dangerous Friendship - Capítulo 71


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Hentai, Romance
Exibições 19
Palavras 1.808
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oieee, gente! :) Espero que gostem, passando rapidinho para postar... :)

Capítulo 71 - Sentimentos e mudanças...


POV Stacy on

- DÁ PARA PARAR DE SER IDIOTA! EU VOU CHAMAR A SEGURANÇA PARA ACALMAR VOCÊS! – eu gritei com os dois, os fazendo parar ficando a me olhar.

- Eu vou cuidar da sua perna. – o Jorge disse limpando o sangue do canto da sua boca.

- Não, você nem vai encostar em mim! Eu já disse isso. Mas quantas vezes, eu tenho que me gastar com isso, Jorge!? Eu e você sempre bem longe. – eu disse séria e fria.

- Não, isso não vai acontecer. Eu já disse isso! A gente vai-se entender. – ele disse.

- Escuta bem, Jorge! Eu se fosse a você me afastava enquanto é tempo. Ainda não percebeu o fim que isso pode ter!? – eu disse séria cruzando os braços.

- Sim, eu entendi perfeitamente. Quem não entendeu uma coisa foi você, Stacy!? Eu não desistir. Você é minha! – ele disse sério e fechando a cara.

- Eu sou o que!? – eu disse gargalhando alto. – Querido, eu não sou nada sua. Eu não sou nada disso. Isso é o que você deseja. Você já está completamente dominado pelo desejo por mim. Você já não aguenta mais, tanto desejo e vontade de ficar comigo. – eu disse baixo e lentamente lambendo os lábios. Ele engoliu em seco, meio que aflito e suando. Eu olhei para baixo e o amiguinho dele já reagia. Eu sorri de lado, sarcástica. – Eu sei, o quanto está custando me olhar, me querer e não poder nem tocar. É uma pena mesmo, mas você não vai nem tocar num fio de cabelo meu. Você teve a sua chance, e perdeu. Que peninha que eu tenho você, meu bebe! – eu disse rindo alto divertida e sarcástica.

- David! Você chegou, cara! – eu disse sorrindo para o David que sempre vinha me pegar depois das sessões.

- Já pode caminhar!? – ele disse sorrindo. – Tá pronta para correr comigo, meu amor!? – ele disse para provocar o Jorge.

- Como é!? Quem é esse, Stacy!? Meu amor!? Que intimidade toda é essa!? – o Jorge disse furioso.

- Toda a intimidade do mundo com o David. Somos íntimos, Jorge. Ainda não percebeu isso!? Ainda não posso correr, hoje não tive muito resultado. Mas eu vou conseguir voltar a caminhar. – eu disse e o David sorriu jogando comigo.

Esse aí, adorava um jogo bem perigoso. Sempre fomos uma equipe terrível.

- Você é perigosa, Stacy. Amo o seu perigo. – ele disse rindo e eu ri junto. – Hoje, você é minha! – ele disse para o provocar mais.

O David era um diabinho, sabia exatamente o que estava fazendo.

- Na Argentina não ensinam como conquistar mulheres de verdade, só mesmo no México. – ele disse provocando o Jorge.

- Ela não vai a lugar nenhum com você, seu idiota. Nem conheço você, para deixa-la ir assim. Na Argentina a gente respeita as mulheres e as conquistamos com carinho, não desse jeito ousado e nojento. – o Jorge parecia furioso. – Somos elegantes com as mulheres, não vulgares como vocês no México.  – ele disse irritado.

- Jorge, eu vim do México também. Não se esquece querido, é um povo de atitude. Eu gosto disso. – eu disse sorrindo e o David sorriu.

O David me pegou no colo e o Jorge nos olhos saindo quase queimando com os olhos.

- Isso não fica assim! Não fica assim! – ele disse irritado.

Ele entrou comigo no elevador no colo, me olhando sério.

- Stacy, caramba! O cara parecia louco. Você quer deixá-lo completamente louco!? É que pensei que ele fosse me matar! – ele disse e os dois rimos.

- Eu sou assim e você sabe. Ele é que quis se queimar. Eu avisei. – eu disse.

- É, mas você não avisou o quanto ele podia ficar obcecado por você. – ele disse.

- Eu sei, mas você sabe que sou uma ótima jogadora e agora vou descobrir tudo. Eu vou ir fundo nisso. Eu acho que tomei uma decisão. Quando disse que ia voltar, eu tava falando sério. Eu vou entrar na polícia, David. Eu vou para ficar, para buscar o que era meu. Está na hora de deixar de fugir. – eu disse e ele me olhou preocupado.

- Stacy, cara. Você sabe que aqueles caras, vão vir correndo atrás de você. Você tem o nome dos seus pais, vão querer vingança. – o David disse.

- Ninguém quer tanta vingança como eu, David. Eu não posso adiar, mais isso. Eu vou me recuperar e vou me vingar desses caras. – eu disse.

- Seu irmão, não tem mais ninguém, garota. Ele precisa de você. O Ricardo ainda é pequeno. Ele não pode ficar sem você. – o David disse.

- Eu não vou perder. Eu nunca jogo para perder e você sabe disso. – eu disse. – Eu vou honrar a memória dos dois. Eu preciso fazer isso. – eu disse.

- Garota, eu não posso deixar você sozinha nisso. Vai deixar a banda!? – ele disse.

- A banda vai me ajudar nisso, ainda vai ser muito útil para conquistar esse gangue.  – eu disse séria.

-Caraca, você precisa de uma noção de perigo das coisas, Stacy. Você é determinada, teimosa e corajosa. Corajosa, além da medida. Garota, você parece que gosta do perigo. – ele disse.

- Eu sei, David. Por isso não voltei mais cedo, David. Eu precisava ter certeza, que queria isso. – eu disse. – Agora, ninguém vai me parar. – eu disse.

- É disso, que eu tenho medo. Você não vai parar enquanto não caçar esses caras. – ele disse e eu assenti.

POV Stacy off

POV Júlia on

-          Nancy, a gente devia chamar a Stacy, para vir aqui em casa. Ela precisa da gente, mais do que nunca. Eu acho que ela precisa estar mais dentro das nossas vidas. Somos a sua família. – eu disse séria e vi o Scott fechando a porta da casa.

Eu passava tanto tempo em casa dele, que parecia que já estávamos morando juntos. Ele sorriu da porta quando me viu e eu sorri de volta toda boba. Os dois estávamos muito apaixonados e tão envolvidos.

- Meu amor, aqui. Cheguei numa hora ótima. – ele disse sorrindo todo feliz. – Tava louco para chegar em casa. Mas depois de encontrar você, o meu dia melhorou muito. – ele disse com aqueles olhos azuis brilhando, lindos e apaixonados.

Eu sorri de volta o beijando com saudade, acariciando o seu pescoço com doçura e vontade.

- Cheguei tem uns 15 minutos com a Nancy. Estávamos conversando sobre a Stacy, estamos preocupadas, amor. – eu disse séria.

- Você está muito preocupada. Eu sei, pela insistência do Jorge com ela. – a Nancy riu divertida. – Cara, ela tá aprontando muito com ele, Jú. Ela tá aprontando muito. Ele deve estar louco depois de tudo isso. – a Nancy disse gargalhando.

Eu não consegui evitar e ri junto.

- Muito!? Mais que a gente!? – o Scott disse curioso se sentando do meu lado no sofá.

- Nossa, muito mais, amor. Ela vai matar ele. – eu disse e os dois rimos juntos.

- Caraca, que bom que não estou na pele dele. – ele disse e eu ri acariciando o seu rosto.

- Amor, eu tenho um convite importante, hoje. Eu quero muito que vá comigo. – o Scott disse e eu apertei a sua mão carinhosamente.

- Claro, meu amor. Eu vou sim. Eu vou estar com você. – eu disse sorrindo.

Ele me deu um selinho rápido e beijou a minha testa carinhosamente.

- Fica aqui essa noite!? – ele pediu com aqueles olhinhos suplicantes. – Preciso de você aqui. – ele disse.

- O que foi, meu bem!? – eu perguntei carinhosa.

- A Marina, eu estou preocupado com ela. Tá toda estranha e esquisita. – ele disse preocupado.

Eu olhei para a Nancy e ela riu. A Marina estava ficando diferente sim, mas para melhor. De repente, escutamos a porta bater e vimos a Marina entrar furiosa, irritada, quase queimando de tanto ódio.

- Vou matar! Vou matar esse coiso! Ah! Hum! Que ódio! Estragou a minha roupa! Quem ele pensa que é!? Ele vai ver só! Vai ver só! – ela disse furiosa.

- Marina, tudo bem!? – o Scott perguntou preocupado.

- Sim…Não…Ai, eu não sei…Que idiota! Eu pensei que ele era diferente. – ela disse nervosa.

- Nossa, quem merece toda essa raiva!? – a Nancy disse tentando disfarçar o riso.

- Aquele idiota do seu amigo! Amigo, nada! Ele é uma coisa de tão feio! – ela disse nervosa, furiosa com o rosto vermelho.

- Quem!? O Paul!? Você vivia apaixonada por ele! – ele disse rindo.

- Scott, pelo amor de deus! Você quer perdeu o pescoço!? – eu perguntei baixo.

- Bom, o que ele fez!? – ele perguntou tentando ser sério sem efeito.

- Nada! – ela disse furiosa. – Eu vou nesse jantar de vocês. – ela disse.

- Marina, tem que ir acompanhada. Não pode ir sozinha. – o Scott disse com pena dela.

- Você também, me olhando com pena!? Não preciso ir acompanhada de ninguém, eu sou companhia imensa para uma festa inteira. – ela disse nervosa e irritada quase chorando.

- Marina, calma. O que aconteceu!? Calma! Fala comigo. – o Scott disse preocupado.

- Nada. Scott, me deixa um pouco. – ela disse e subiu para o quarto dela.

O Scott ia atrás dela, mas eu o puxei carinhosamente para trás.

- Amor, ainda não entendeu!? – eu perguntei calma e o entendimento chegou aos seus olhos.

- Caraca, eu nem tinha percebido, anjo. Ela pegou o Paul com outra. – ele disse e eu neguei.

- Não é só isso. Marina se sente sozinha. Todos estão se ajeitando e ela está se sentindo de lado. Deixa ela um pouquinho, Scott. Amor, ela precisa pensar. – eu disse e ele assentiu preocupado. – Eu sei disso tudo, que está pensando, meu amor. Mas ela precisa de um tempinho. Sei como está preocupado por ver ela assim. – eu disse.

- Ai, eu me preocupo. – ele disse e eu assenti.

- Shhhh, dá só um espaço para ela. Ela precisa de um pouco disso. – eu disse e ele me abraçou apertado.

- Minha luz. – ele sussurrou e eu o abracei de volta. - Vou pedir para preparar um lanche para gente. – ele disse saindo e eu olhei alarmada para a Nancy.

- Eu não consigo sentir só o cheiro, quanto mais comer. – eu disse e a Nancy me olhou desconfiada.

O lanche apareceu em dez minutos e o Scott acariciou a minha mão. Eu peguei na fatia do bolo que estava no prato, mas só de sentir o cheiro, já ficava enjoada.

- Que foi amor!? Não gosta!? Seu bolo preferido! – ele disse preocupado.

- Ai, desculpa, meu bem. Eu to trabalhando muito, acho que to meio enjoada de comida. Não é nada, vai passar. Acho que é estresse.  – eu disse acariciando a mão dele.

- Ou não! – disse a Nancy e os dois a olhamos.

Claro, que era estresse. Eu não conseguia mais aguentar todas as semanas nesse ritmo maluco.

POV Júlia off


Notas Finais


Gente, agora essa relação da Stacy e do Jorge!? O que acham que ele vai fazer!? E ela!? Voltando!?
A Marina será que vai superar isso!? Enjoo e Jú!? Quero saber tudooooo...To mega, hiper, ultra, curiosa.
Bjs, :)


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