História Dangerous Games - Capítulo 12


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Bad Boy, Cantor, Criminal, Drama, Hentai, Ídolo, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 50
Palavras 3.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo sem revisão, fiquei com preguiça porque tive que reescrever tudo depois de ser uma idiota e fechar o word sem salvar - lágrimas - Desculpem os erros. Kisses Kisses XOXO

Capítulo 12 - Capítulo 12


 

POV’S ALICE

Levantei logo cedo ansiosa e bem disposta, nada com uma noite bem dormida. Tomei um banho bem quente e demorado e me enrolei no roupão branco para me aquecer, como estava cedo, o tempo ainda era um pouco frio. Todos na casa ainda dormiam, por isso fui até o quarto da Katharina tomando maior cuidado para não fazer nenhum barulho. Conversei um pouco com Melanie e combinamos que ela levaria a pequena na escola para mim, como era o meu primeiro dia, teria que chegar um pouco mais cedo para resolver algumas coisas importantes.

Voltei para a minha suíte e fui decidir o que vestir. Em geral eu iria colocar qualquer calça com um tênis e uma camisa, paciência para me arrumar todo santo dia é o que não tenho, mas como era o primeiro dia resolvi caprichar um pouco mais. Fui até meu closet e separei uma bota de salto grosso marrom – eu sempre começava pelos sapatos – uma calça jeans clara, uma regata branca q resolvi colocar uma camisa de botões preta por cima para disfarçar a transparência da camiseta.

Catei meu notebook, carteira e joguei dentro da minha bolsa de franja marrom. Corri até a cozinha pegando uma garrafinha com suco e saindo logo de casa, não era muito de tomar café da manhã. Optei ir com meu Maserati Ghibli por ser mais discreto, ou menos extravagante, tanto faz. Depois iria deixar ele numa oficina de pintura, pensar em mandar pintarem ele de preto fosco, além de lindo chama menos atenção do que o branco.

Dirigi sem pressa, bebendo meu suco e curtindo a música que tocava no rádio, Ninna já tinha me mostrado essa música, eu só não sabia o nome. Chegando na faculdade tive que estacionar o carro numa vaga na rua, ainda não tinha a autorização para utilizar o estacionamento dos alunos, aliás, essa é uma das coisas que tenho que fazer antes de começar a aula.

Perguntei aos seguranças na portaria e eles me informaram onde ficava a secretaria. O campus era enorme, com vários prédio de vários cursos diferentes, me perder ali seria mole. Segui suas orientação e cheguei certinho no meu destino. Conversei com a atendente que prontamente me ajudou, me dando a carteirinha de estudando e a autorização do carro para que eu passasse a estacioná-lo lá dentro. Logo depois ela me encaminhou para a reitoria, segundo ela a reitora precisava conversar comigo.

Caminhei mais ou pouco – lê-se bastante – até chegar no prédio da reitoria. Informei meu nome assim que cheguei próximo a sala indicada e a secretária pediu para que eu aguardasse. Eu aguardei, aguardei bastante, aguardei muito na verdade, já faziam mais de 30 minutos que eu estava ali esperando até finalmente ser chamada e se tem uma coisa que odeio é esperar.

Ela me explicou que como eu estava sendo transferida de um outro país onde a matriz curricular era deveras diferente daqui, eu teria que fazer umas disciplinas extras que normalmente eu não deveria ter que fazer no último ano, sem contar o fato que teria que aprender novas leis, nova legislação e tudo mais. Como ficaram ao todo 17 disciplinas, foi impossível montar todas numa grade presencial, então eu faria 8 presenciais e 9 matérias online. Eu ia ter que me arrebentar de estudar.

Estava completamente perdida naquele corredor cheio de gente pra lá e pra cá e toda desajeitada tentando entender um mapa que deveria ser mais objetivo. Óbvio que poderia facilmente perguntar a alguém onde era a sala que eu teria que ir, mas eu era orgulhosa demais pra admitir que estava perdida.  Achei melhor começar a andar, parada é que realmente não encontraria nada.

Andava tão concentrada naquele mapa de merda que nem reparei que tinha alguém no m eu caminho até eu dar um encontrão na pessoa e ir diretamente de bunda no chão. Sério, pagar mico no primeiro dia de aula já é altamente clichê, esbarrar em alguém e cair de bunda então nem se fala, só faltava ser um gostosão. E adivinhem .. não deu outra, e mais .. eu conhecia ele de algum lugar.

Me levantei rapidamente torcendo pra que ninguém tivesse visto eu cair, mas a julgar pelos sorrisinhos disfarçados, não tive muito sucesso.

-Oi, me desculpe, realmente não te vi na minha frente – me desculpei meio sem graça com o bonitão

-Ufa, assim fico mais aliviado. Ficaria preocupado se tivesse esbarrado em mim de propósito.

-Era pra ser uma piada ou uma cantada? – digamos que o meu humor não era um dos melhores pela manhã, principalmente depois de ter esperado horas. Tá, horas não, mas mesmo assim, esperado muito.

-Bem, não sei ao certo. Mas alguma funcionou? – ele perguntou dando um sorrisinho charmoso. Fiz que não com a cabeça e ele riu – Bem .. é aluna nova?

-Bom, não tenho cara de professora, estou numa faculdade e tentando me achar no mapa da faculdade, acho que isso já te responde né.

-Bom, pra sua sorte também estudo aqui e se você me disser qual a sua sala, eu posso lhe ajudar – ele ignorou completamente a minha grosseria e me mostrou um sorriso apaixonante

-Direito familiar

-Ah, Dr Thompson, também estou indo pra lá – graças a Deus, pelo menos não teria que ficar andando em círculos – Ah propósito, te conheço de algum lugar – ele falou me analisando por alguns segundos até seu rosto se iluminar – Aaaah já sei. Você é a gatinha que dançou comigo na boate sexta. Acho que agora posso saber o seu nome né?!

-Alice D’Este, prazer – falei estendendo a mão para apertar a dele e forçando um sorriso para parecer simpática também

-Zayn Malik, seja bem vinda por aqui. Vem, vamos pra aula. Esse velho ranzinza não curte atrasos – ele apertou minha mão de volta e seguimos para a aula.

Fomos para aula e tivemos quatro tempos penosos e que pareciam não passar nunca. Dalí seguimos pro intervalo, resolvi ir seguindo o Zayn já que não conhecia ninguém. Nossa conversa fluía fácil. Descobri que ele tem 24 anos e o pai é dono de uma firma de advocacia, por isso ele resolveu fazer direito, para assumir o negócio. Ele além de bonito era muito agradável e engraçado.

De longe pude avistar uma cabeleira ruiva e para minha sorte era pra mesa dela que estávamos nos encaminhando. Eu queria ter falado come ela desde que cheguei, pelo menos poderia ter evitado meu mico de cair de bunda, mas a idiota aqui acabou esquecendo de pegar o número dela. Mal chegamos a mesa e ela deu um grito assim que me viu

-Aliceeeeeeeeeeeee, que bom te encontrar. Ia te procurar mais cheguei atrasada e acabou que por causa daquele seu amigo idiota ontem, esqueci de pegar seu número.

-Emmaaaaaaaa, bom te ver!

-Ah ainda bem que vocês não se encontraram antes, assim eu não teria sido atropelado por uma bela mulher logo pela manhã – ri por Zayn ter falado o mesmo que eu havia pensado – Poxa Emma, nunca achei que você fosse do tipo que escondia as amigas bonitas e não apresentava pros amigos.

-Nos conhecemos ontem idiota, Ali vai treinar comigo, ela é mestre também.

-O quê? Duas mulheres que sabem bater mais do que eu? Fico até com medo – um outro menino que estava na mesa disse rindo – Ah propósito, sou Josh Parker, a sua disposição – falou dando um beijo na minha mão

-Oooh, saí daí

-Zayn, não bate no garoto – falei dando um tapinha no braço do moreno pelo pescotapa que ele havia dado no muleque.

-É bom pra ele aprender não vir com mãozinhas – olhei pra ele franzindo a testa pois ele estava falando como se tivéssemos algo, mas enfim ..  – esses outros dois idiotas são Will Turner e Joe Lockwood – eles não eram feios, mas também não eram bonitos como os amigos do Bieber, acho que a palavra chave seria pegável, segundo Nichole falaria.

Sentei com eles e ficamos um tempinho conversando, eu ria muito das coisas que eles contavam que havia acontecido no final de semana. Emma me contou que conhecia o Zayn porque fazia estágio No escritório do pai dele. Pelo menos com isso eu não teria que me preocupar, uma vez que já tinha feito estágio no Brasil e eles resolveram considerar. A conversa estava muito interessante, viajei na maionese ouvindo as histórias que a cabelinho de fogo me contava sobre os casos já haviam trabalhado e algumas coisas de tribunal. Eu amava tudo isso, esse era meu mundo e assim que terminasse a faculdade, ia fazer uma prova dentro do exercito para subir de patente e poder advogar lá dentro.

Não tive mais aulas com Zayn aquele dia, mas para a minha sorte tive com Emma. A aula de ética foi mais torturante que a primeira, aproveitei pra responder umas mensagens de Nichole, até porque se não respondesse era capaz dela sair do prédio de Medicina e vir aqui correndo achando que tinham me seqüestrado. Aproveitei e combinei com ela de irmos ao mercado depois da aula, nossa dispensa estava quase vazia.

As aulas tinham terminado e estávamos saindo da faculdade. Dessa vez eu e Emma trocamos logo número de telefone antes que esquecêssemos. Ela foi andando comigo para fora da faculdade, me contou que bateu com o carro enquanto dava ré e ele estava concertando, o motorista do pai dela ia vir buscá-la. Segundo ela o motivo da batida era que ela é muito ruim de roda. O modo natural com que ela disse isso me fez gargalhar e nem reparei que do outro lado da rua alguém me encarava, mas a ruivinha era atenta e não deixava nada passar.

-Você conhece? – no que me virei me deparei com aquela visão que confesso, quase me deixou babando.

Justin Bieber estava parada do outro lado da calçada bem em frente a faculdade. Apoiado em uma belíssima Ferrari vermelha, de uma modo que seria impossível ser mais sexy, cara fechada e mãos nos bolsos. Ele estava com uma calça jeans preta justa, uma regata de couro preta meio cumprida - deixando seu braço fechado em tatuagem a mostra - e calçava um supra vermelho. Usava também um óculos escuro e um boné, o deixando ainda mais irresistível e com pinta de bad boy. Odiava admitir isso mas deu até calor.

-Conheço sim – respondi quando recuperei o fôlego

-Puta que pariu ein mulher, tu só conhece homem gostoso – ela disse dando uma boa conferida

-Bem vinda ao meu mundo baby – virei pra ela piscando e rindo

-Vai lá logo que o Sr perfeição não para de olhar, mais tarde nos falamos – respondeu rindo também e indo em direção ao carro que já estava a esperado próximo.

Respirei fundo tentando parecer que não tinha ficado abalada com a presença do Bieber e me dispus a caminhar na direção dele, não sem antes perceber os vários seguranças próximos a ele e mais alguns a paisana caminhando por ali. Parei de frente a ele o olhando de forma desafiadora, se ele conseguia me tirar do sério, aposto que eu também iria conseguir fazer come ele.

 

POV’S JUSTIN

Não sabia o que tinha dado na cabeça para fazer tudo o que fiz mas estava ali. Acordei cedo, mais cedo do que gostaria. Aproveitei que a irmã do Chris estava lá em casa o visitando, pedi que ela fosse comprar um sobretudo no shopping, porque eu não tinha paciência pra escolher essas coisas – o que tinha me custado uns bons milhares de dólares uma vez que a condição dela foi um cartão sem limites – e agora eu estava aqui. Em frente a faculdade, debaixo de sol e esperando aquela garota.

Quando ela finalmente saiu da faculdade estava acompanhada de uma ruivinha gostosinha, elas falaram algumas coisas que não pude ouvir por está um pouco longe e riram. Eu estava quase indo lá para saber o que elas falavam de mim - porque com certeza estavam falando de mim – mas a outra menina foi embora e Alice mudou totalmente a feição de divertida para desafiadora e veio caminhando confiante na minha direção, parando na minha frente de braços cruzados. Minha vontade era quebrar a marra dessa mina. Já matei por muito menos até.

-Ora ora, a que devo a honra da presença do grande Bieber na minha faculdade? – falou sendo irônica e logo acrescentou – Veio me agradecer por ter salvo sua pele?

-Com certeza não, não te pedi pra fazer nada. – ela me olhou com uma expressão meio incrédula por alguns minutos mas que logo mudou para uma raivosa. Mesmo ela tentando ao máximo disfarçar suas emoção, era fácil saber o que ela estava sentindo.

- Ah pode deixar Bieber. Dá próxima vez deixo levarem você preso. Aposto que os outros presos iam adorar ter uma bonequinha pra brincar na prisão – ela virou as costas e já ia sair andando, mas a puxei pelo braço e a “joguei” contra o carro me ficando de frente pra ela.

-Hey, não acabei o que tinha pra fazer aqui. Não me dê as costas.

-Ah é? E quem é você? Você não me dá medo Bieber.

-Se você fosse um pouquinho inteligente e tivesse algum senso de auto preservação, teria medo de mim sim.

-E por que eu teria medo de alguém que vem com tantos seguranças a um lugar simples? O que você faz ein pra ter que andar assim?

-Sou dono de várias boates D’Este e por incrível que pareça, tem algumas pessoas que não gostam muito de mim e me querem mal.

-Ah jura? Não consigo nem imaginar porque algumas pessoas querem matar você – respondi fundo tentando ao máximo ignorar a ironia dessa garota pra poder fazer o que vim fazer. Ela conseguia me tirar fácil do sério.

-Agora que já falamos sobre a minha popularidade, será que podemos falar sobre o que vim fazer aqui? – falei bem próximo ao rosto dela e colocando meu braços apoiados na lateral da cabeça dela para que não fugisse

-Seja direto Bieber, não tenho o dia todo – ri debochado e me estiquei pegando a sacola de uma grife famosa qualquer e entregando a ela que me olhou confusa – O que é isso? – perguntou sem nem se dar ao trabalho de abrir

-Estava te devendo um sobretudo né?

-Olha, finalmente fez algo certo. Obrigada.

-Engraçadinha. Mas queria te agradecer também, ter problemas com os tiras a essa altura do campeonato é o que menos preciso.

-Se ia me agradecer porque fez toda aquela palhaçada? – perguntou com certeza se referindo ao fora que eu havia dado dela a alguns minutos.

-Simples, você veio cheio de marra pra cima de mim e tive que mostrar quem é que manda – prendi o seu queixo entre meus dedos e me aproximei mais ainda quase roçando nossos lábios – Eu que mando gatinha, quanto mais cedo aprender isso, melhor pra você

-Há há. A única pessoa que mandava em mim já morreu Bieber, conforme-se – ela falou no mesmo tom que eu, tirando minha mão do seu rosto – mas já que veio aqui, temos que falar sobre uma certa aposta, não? Uma que eu ganhei.

-Que você ganhou não, uma que você sabe que eu te deixei ganhar.

-Não pedi pra você me deixar ganhar, agora vai ter que cumprir. Ou vai faltar com a sua palavra? Juro que nunca imaginei que fosse um homem sem palavra Bieber – fechei minhas mãos em punho me controlando seriamente pra não dar um soco nela. Eu odiava que debochassem da minha cara.

-Vamos fazer assim. Os dois venceram, portanto, cada um faz sua parte na aposta. – ela pareceu pensar um pouco.

-Tá, feito.

-Então, o que a madame vai querer de mim? – perguntei me afastando e colocando as mãos no bolso da calça novamente. Ela é irritante, mas extremamente gostosa, isso não posso negar e eu estava ficando excitado com aquela aproximação toda. Ainda vou domar essa cachorra na cama. O que me fez lembrar de uma outra aposta que tinha feito.

 

Flashback on

Estávamos na sala de casa comendo besteira e tentando pensar em como a polícia descobriu o nosso pico. Eram raras as vezes que isso acontecia, provavelmente algum tinha dedurado e nós odiamos X-9, eles morrem cedo, isso se não fosse coisa desse filha da puta que anda sabotando nossas cargas, não duvido nada. Até que um assunto que eu não queria veio em pauta.

-Cara, mas fala sério. Nichole e a Alice são muito gostosas – Ryan puxou o assunto quando o outro tinha morrido e estávamos todos em silêncio

-Porra mano, quase não acreditei quando vi que era ela numa moto pica se aproximando do carro. Quase atirei nela.

-Poo dude, então ela quase morreu duas vezes. Porque também quase atirei nela.

-Eu acho ela muito diferente. Ela não é como essas vagabundas que a gente pega por aí não. Nenhuma delas faria o que ela fez – Chris apontou bebendo o seu whisky

-Quando eu falo que ela é o Bieber de cabelo, vocês não acreditam

-Cala a boca Chaz – falei tacando uma almofada nele – Ela pode ser até um pouco diferente. Mas aposto que ainda ponho essa cachorra de quatro na minha cama gemendo meu nome mansinha.

-Eu nunca duvidei de você Broo, mas agora to duvidando que você pegue a Alice – Christian falou me provocando.

-Bora apostar então? Aposto cem mil que o Drew pega a Ali. Gostei muito dela, mas acho que ela não resisti.

-Eu aposto que o Justin não pega.

-Até você Chaz, duvidando de mim? Tá feito então. Eu e Ry postamos cem mil cada que eu pego essa mina e vc e Chris que eu não pego.

-Mas vamos estipular um tempo. A vida inteira também não vale, você ia acabar vencendo a garota pelo cansaço. Vamos colocar, um mês, fechou?

-Fechado Chris, mas não vai precisar disso tudo – falei confiante. Esse dinheiro já tava no papo

Flashback off

 

E era por isso que eu tinha que ser o mais paciente do mundo, pra não fuder com tudo. Sou Justin Bieber e nunca perco uma aposta.

-Bem simples – ela começou a falar me tirando do transe em que estava – Sexta-feira você vai me buscar em casa e vai me levar em uma das suas melhores boates ..

- Só isso? – eu tava duvidando que seria só aquilo

-Posso acabar de falar? – assenti – Você vai me levar em uma das suas mulheres mas como sua mulher. Com direito a mãozinhas dadas e não pegar qualquer outra mulher.

-hahahaha – dei de gargalhar fazendo com que ela cruzasse os braços – Tá brincando comigo né? Você quer que eu pague de casalzinho com você? Nunca fiz isso com mulher nenhuma, não surta.

-Ou é isso ou eu espalho pra todo mundo que você fugiu de uma aposta perdida. Não vai querer que o grande Bieber fique com fama de frangote por aí né?

-Você não ousaria

-Tenta a sorte Bieber – ela se desencostou do carro, empinando o nariz e me encarando. Eu ia mandar ela se fuder mas lembrei da aposta que me renderia dinheiro. Faria isso, depois eu compenso e ela me paga.

-Tá certo. Mas no sábado é minha vez. Você vai sair comigo.

-E onde vai me levar?

-Surpresa.

-Você vai me dizer.

-Vou não. Tá com medo que eu te leve pra algum lugar que só tenha nós dois e você não resista a mim Alice? – usei meu corpo pra pressionar ela contra o carro e tirei meus óculos a fazendo olhar dentro dos meus olhos. Essa devia ser a hora que ela se desmancharia, mas se ela tava balançada, disfarçava muito bem.

-Como disse, não tenho medo de você. Combinado. Se era só isso, desencosta – falou me dando um empurrãozinho e saindo de perto de mim, o que só serviu pra me confirmar que ela ficou sim balançada.

-Poxa Ali, vai me dar nem um beijinho – falei um pouco mais alto enquanto ela caminhava pro carro dela, ela virou de frente pra mim, andando de costas e me dando o dedo do meio, o que me fez ri, seria muito interessante virar essa garota do avesso.

Fiquei ali parado até que ela entrasse em um Maserati Ghibli branco. Uma coisa eu tinha que admitir. Além de gostosa, ela tinha um ótimo gosto pra carros.



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