História Dangerous Games - Capítulo 13


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Bad Boy, Cantor, Criminal, Drama, Hentai, Ídolo, Justin Bieber, Romance, Sexo
Visualizações 181
Palavras 2.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aanwt, 10 favoritos. Tão pouquinho, mas pra mim tão importante!! Obrigada gente!

Tive que enrolar um pouquinho nesse capítulo e não ficou nem tão grande quanto os outros. Mas é pelo bem da história. Desculpe os erros e espero que gostem. Comentem o que estão achando! Críticas também são bem vindas.

Boa leitura pessoal!! Kisses kisses

Ps: Mana, te amoo haha

Capítulo 13 - Capítulo 13


 

POV’S ALICE

“A propósito.. se eu fosse você não iria mais com blusas transparentes para a faculdade. Esses professores velhos são todos babões, fora que você nunca sabe quem está do lado de fora de esperando.

                                                                                                          -J.Bieber”

Eu odiava esse cara com todas as minhas forças. Além de toda aquela ceninha do lado de fora da faculdade, tive que aturar Nichole rindo da minha cara durante minutos. Tudo porque ela me confundiu e eu acabei admitindo que tive que empurrar e me afastar desse idiota porque eu estava quase o agarrando ali mesmo. Depois de tanto gargalhar ainda tive que aturar ceninha de ciúmes dela quando falei da Emma. Te contar.. haja a paciência.

Eu e Nick estávamos a mais de uma hora no mercado, porque as duas gênias esqueceram de fazer lista e não duvido nada que vamos levar um monte de coisas que ainda devem ter em casa, mas paciência. Eu vou a falência toda vez que temos que fazer compras de mês. Foi um sacrifício achar um mercado que vendesse coisas brasileiras e um dos poucos que achamos é uma fortuna. Mas tudo que eu posso fazer para amenizar a diferença da mudança para a pequena eu faço, já não basta o idiota que é outro, não mudaria os tipos de comida da minina também.

Era uma verdadeira guerra fazer compras, no que dependesse da Nichole, só levaríamos besteira e no que dependesse de mim, só levaríamos álcool. Então pegamos três carrinhos – o que dificultou muito andar sem derrubar nada – em um enchemos de vinhos, destilados e cervejas, os outros dois um era pra coisa saudável e o outro para besteira. Mas só podíamos colocar alguma besteira no carrinho se colocássemos uma coisa boa no outro.

Ficamos horas no mercado, fui a falência e enchemos completamente a mala do meu carro. Como ainda tínhamos um tempinho, resolvemos levar as coisas em casa para guardar tudo logo, porque depois que buscássemos a pequena na escola, íamos passar na casa de Melanie e resolvemos comer fora hoje.

[...]

Pegamos a Katharina na escola e estávamos a caminho da casa de dona Paulina. Tive que colocar o endereço que peguei minutos antes com ela no GPS pois não conhecia muito bem aquela parte da cidade. Tá .. ta certo, eu não conhecia bem nenhuma parte da cidade, mas isso são meros detalhes.

Quanto mais próximos ficávamos, mas os estilos da moradia iam mudando. Bem diferente dos prédios luxuosos do condomínio onde morávamos, por aqui era tudo bem humilde. Mas uma coisa acho incrível, por mais que o local onde elas morassem fossem bem mais simples, ainda sim seria luxuoso perto dos locais “simples” do Brasil. As favelas brasileiras chegam a ser desumanas em algumas partes.

Parei o carro em frente a casa e percebi muitas pessoas na rua olhando. Sem dúvida não deviam está acostumadas com carros de luxo por aqui, principalmente um que custava umas 4 casas daquela rua juntas. Vi que tinha umas caras estranhas olhando também e não pensei duas vezes, peguei a arma que ficava escondida embaixo do meu banco e coloquei na minha bolsa. Eu não brincava com a segurança quando as meninas estavam comigo.

-Ninna, espera eu sair que abro a porta pra você – Nichole saiu do carro já correndo pro meu lado enquanto eu abria a porta do carro de trás e pegava a pequena. Logo travei o alarme do carro e fomos para a porta da frente da casa, logo tocando a campanhia.

-Minhas meninas, que saudades de vocês – dona Paulina abriu já nos abraçando. Ela trabalhava pra gente desde que chegamos aqui e rolava um certo apego, ela cuidava da gente como se fosse nossa mãe e, principalmente nesse momento, isso era sensacional. Pude notar que elas estava com uns olhos meio fundos e bem mais magra.

-Também estávamos com saudade da senhora – Ninna logo se adiantou falando, uma das coisas que mais contou para termos a contratado é que elas falavam português, isso ajudava muito.

-Vem, entrem, fiz um suco pra vocês e aqueles biscoitos amanteigados que adoram.

-Não precisava se incomodar dona Paulina. Viemos rapidinho só porque tenho uma proposta a fazer para a Melanie – falei enquanto sentávamos no sofá e a senhora ir chamar a filha. Comi alguns biscoitos porque realmente eles eram irresistíveis.

-Ani, Nick, pequena. Quanto tempo não vejo vocês – Mel chegou brincando e nos fazendo ri. Deixamos as meninas comendo e fazendo bagunça na sala e fomos na cozinha conversar. Assim que fiz a proposta dela trabalhar pra mim efetivamente, prontamente aceitou. Como a faculdade dela era a distância, ela teria o horário em que Ninna estivesse na escola para estudar, já que a pequena estudava em tempo integral.

Melanie era uma pessoa muito boa, só era um pouquinho mais velha que eu e se esforçava ao máximo para ajudar a mãe, alem de ser muito bonita. As vezes eu me via nela, o modo que ela se virava pra cuidar de tudo .. afinal de contas, entrei pra essa vida de farda por causa da minha família.

Estávamos acertando alguns termos, como horário, valor, essas coisas e preenchendo o contrato pré pronto que eu havia trazido com os dados dela, pra que pudéssemos assinar logo e eu assinar sua carteira também. Quando de repente bateram forte na porta, e logo ouvimos algumas vozes alteradas. Prontamente nos entreolhamos e seguimos para ver o que era. Deixei que ela passasse a minha frente para que eu pudesse pegar a arma em minha bolsa e prender na parte de trás da calça usando a camisa para esconder.

Quando chegamos na pequena sala vimos um homem discutindo com a pobre dona Paulina, que já estava ficando nervosa. Eu não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas enquanto eu estivesse ali, aquilo não iria continuar.

-Posso saber o que está acontecendo? – cheguei falando firme por trás de dona Paulina, uma vez que a Mel parecia ter travado e pude observa as lágrimas já acumulando nos seus olhos.

-Simples, essas duas caloteiras já estão a meses sem me pagar. Já chega, quero elas duas fora agora! – o homem era duas vezes maior que eu, um cara nojento, com um bigode que parecia um rato morto na cara.

-Você não pode falar assim com elas!

-E posso saber quem a dondoca pensa que é? – minha patente veio na ponta da língua, mas consegui morder a tempo.

-Sou Alice D’Este, advogada delas. E o senhor controle a maneira de falar com as minhas clientes ou iremos processá-lo por constrangimento. Existe uma forma certa de se notificar alguém sobre inadimplência e você está violando todos os direitos das minhas clientes não usando nenhuma dessas formas.

-Olha só – ele começou a falar, dessa vez baixo e bem mais calmo – Elas já estão a muitos meses sem pagar. Eu cansei. Não quero nem mais o dinheiro, quero elas longe daqui. Se a senhora é advogada, sabe que posso muito bem fazer isso. Uma vez que elas quebraram o contrato não pagando.

-Pode deixar, em uma semana elas não estarão mais aqui – as duas me olharam espantadas – agora por gentileza, o senhor se retire e não volte mais até quando eu for entregar a chave da casa.

-Pode deixar Doutorazinha – minha vontade era dar um tiro nesse animal. Fechei a porta assim que ele saiu e pude ver Melanie consolando sua mãe.

-O que vamos fazer agora? – Dona Paulina chorava baixinho. Eu havia feito aquilo porque já sabia muito bem o que fazer.

-Vocês vão morar com a gente. Vou alugar um lugar pra vocês guardarem as coisas de vocês e vou contratar um caminhão com montadores e tudo mais pra que levem tudo pra vocês. Vocês vão fazer as malas de vocês e assim que estiver tudo pronto vão ligar pra mim e pra Nichole pra virmos buscar vocês. Vocês vão morar nos dois quartos que temos prontos pra vocês lá em casa.

-Ah minha filha, como vamos poder pagar você? – Dona Paulina me assustou por ter me abraçado forte mas logo retribuí

-Não há o que pagar Dona Paulina. Eu estou precisando de vocês lá e vocês precisam de um lugar pra ficar. Uma mão lava a outra, certo?

Eu sei que deveria ter perguntado a Nichole o que ela achava disso e tudo mais antes de tomar essa decisão. Mas essa cena que presenciei me fez lembrar de uma cena que vivi a anos trás com a minha família, minha irmã era bebê de colo e meu pai havia perdido o emprego. Nós tivemos quem nos ajudasse, nada mais justo que eu retribuísse isso ajudando a alguém que precisasse.

[...]

Já era quinta-feira. Eu já tinha começado a treinar, as meninas já estavam morando lá em casa – ressalva-se que quase dei um diretão na cara daquele nojento quando fui entregar as chaves da casa delas – e até vaga pro meu carro novo eu já tinha conseguido.. aliás, Nichole tinha conseguido porque eu não tinha a menor paciência pra aquela síndica.

A sexta-feira já estava se aproximando. Eu não sabia o que vestir e ainda não tinha tido nenhuma notícia de Bieber. Se ele desistir eu vou espalhar até o quinto dos infernos que ele é broxa. Ele vai ver só.

Estava em uma aula de uma das disciplinas mais difíceis, direito penal. Emma sentada do meu lado estava tão ou mais concentrada na aula do que eu. O barulho do teclado dos nossos notebooks e nossas canetas no caderno não paravam enquanto fazíamos questão de anotar qualquer detalhe que podia fazer o diferencial na prova. Esses dias ficamos vem próximas. Tinhamos gostos e pensamentos positivos e é bom ter alguém que nos entenda.

Bateram na porta despertando nossa atenção mas não o suficiente para que tirássemos os olhos do trabalho que o professor havia passado. Era em dupla e eu e a ruivinha estávamos tentando achar um jeito de conseguir indícios que inocentasse um assassino. Ele era culpado, mas como advogadas dele cabia a nós a encontrar brechas na lei que o inocentasse. Eu estava levando um coro nisso, uma vez que não conhecia ainda toda a legislação daqui.

-Pode entrar – pude ouvir o professor falando, provavelmente pra quem tinha batido. A curiosidade foi maior e acabamos parando para ver quem era. Só digo uma coisa, eu quase caí pra trás – Com licença alunos. Esse é o novo colega de vocês, Chaz Somers. Ela este vindo como aluno de intercâmbio do Canadá.

Eu juro que eu tentei, mas eu não consegui. Eu gargalhei, mas gargalhei tanto e tão alto que todo mundo da sala olhou pra minha cara. Ali estava Chaz, todo engomadinho de terno e com o cabelo partido no meio. Até óculos de grau ele usava. Emma já havia comentado comigo que ele estava tentando algo com ela, mas não sabia que chegava a esse ponto. Por falar nela, ela estava com as mãos fechadas em punhos e quase tão vermelha quanto seu cabelo. Não tirava os olhos dele e tenho certeza que estava pensando nas inúmeras formas de socá-lo. Já ele, estava todo sem graça por ver que todo mundo se vestia informal, por estarem todos com os olhos nele e sem dúvida pela minha gargalhada.

-Posso saber qual é a graça senhorita D’Este?

-Nenhuma professor. É que agora que entendi uma piada que tinham me contado – todos da sala deram uma risadinha provavelmente me achando uma retardada, mas Emma virou me fuzilando com os olhos. Sem dúvida tinha entendido o duplo sentido das minhas palavras.

O resto da aula passou super rápido. A única cadeira vaga era atrás de nós e foi justamente onde o Somers sentou. Ele toda hora ficava nos chamando fingindo tirar dúvidas e tivemos até que “dividir” o livro com ele. Toda hora ouvia a Hastings murmurar “Charles, eu vou te matar”.

Assim que o sinal bateu Emma saiu da sala sem nem falar comigo, mas puxando o Chaz pela gravata. Esses dois aí .. sei não, tem treta! Preferi não ir procurá-los porque vai que atrapalho algo. Encontrei Zayn no corredor e fomos juntos conversando até o estacionamento. Ele queria que eu saísse com ele amanhã, mas inventei uma desculpa qualquer. Não quis falar o motivo, porque na sexta passada, eu estava bêbada, mas lembro muito bem dele e o Bieber quase brigando.

Fui pra casa calmamente pensando na prova que já teria semana que vem. Teria que passar o domingo todo estudando e como amanhã e sábado iria sair, hoje já sentaria meu bumbum para estudar também. Estava estacionando o carro na garagem quando recebi uma mensagem que fez brotar um sorriso de vitória no meu rosto.

“Vou te buscar às 21:00. Esteja pronta, odeio esperar. – J.Bieber”

Achei cedo o horário mas resolvi não contestar. Minha vontade era mandar ele tomar no cú pela ordem que me deu, mas resolvi ignorar também, respondi apenas um ok para que ele visse que tinha recebido a mensagem. Mal sabia ele que eu seria sua ruína, a pessoa que ia fuder a vida dele. Justin Bieber, você que me aguarde!



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