História Dangerous Games - Capítulo 16


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Bad Boy, Cantor, Criminal, Drama, Hentai, Ídolo, Justin Bieber, Romance, Sexo
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Palavras 2.575
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura pessoal, não esqueçam de ignorar os erros e agora sim o capítulo 14 acaba HAHA Para continuar acompanhando, não esqueçam de favoritar!

Capítulo 16 - Capítulo 14 - parte 3


 

POV’S ALICE

Assumi uma postura meio ereta e pronta para me intrometer. Mas enquanto estivesse apenas as duas discutindo, eu não faria nada. Emma já estava ficando tão vermelha quanto o seu cabelo, ela engraçado como as suas bochechas ficavam ruborizadas sempre que ela estava com raiva ou vergonha. Senti as mãos de Justin afrouxarem um pouco na minha cintura e me virei para observa seu olhar de confusão. E pêra, ele agora estava com um boné na cabeça escrito “Bieber”. De onde tinha saído isso? Franzi a testa e ele apenas deu de ombros. Preferi então me virar novamente e voltar a prestar atenção na briga.

-Cara, cala a boca, cala! – percebi Emma respirar fundo e massagear as têmporas. Ela estava visivelmente tentando se controlar. Eu sei que se ela partisse pra porrada a outra ia se machucar feio, fora que se alguém da academia souber que ela se envolveu em alguma briga qualquer, ela pode ser expulsa. É uma das regras principais.

-Que foi quiridinha, não agüenta ouvir umas verdades? Vem calar minha boca você se é mulher – no momento que ela disse eu sabia que minha amiga ia se estourar de vez e não deu outra.

Emma se atirou pra cima da garota com todo o seu peso fazendo a mesma cair no chão e ela cair por cima. Ela socava a garota enquanto a outra tentava agarrar nos seus cabelos ruivos, lhe arranhar ou causa qualquer dano que fosse. Chaz, Chris e Justin me olharam como se perguntasse se eu não ia fazer nada e por enquanto não, ia deixar minha amiga extravasar a raiva, nada melhor do que dar umas porradas em uma vadia qualquer.

Foi então que uma das garotas que pareciam está com a mina que apanhava loucamente veio por trás de Emma para tentar acertá-la. Não sei como me movi tão rápido, eu nem sequer raciocinei, mas quando eu vi já estava puxando o cabelo daquela desgraçada fazendo com que ela largasse imediatamente os fios ruivos da minha amiga de tanta dor que ela sentiu.

A joguei no chão sem dó nenhuma e vi que ela tinha batido com a cabeça, mas isso não fez com que eu sentisse pena dela, pelo contrário. Se tem algo que eu odeio na vida é covardia. A essa altura eu estava com tanta raiva que não sentia mais nenhum sintoma do álcool. Imediatamente subi em cima daquela loira oxigenada, sentei em cima do seu quadril imobilizando suas pernas e segurei forte uma das mãos dela enquanto ela tentava me acertar um tapa.

-Não – comecei a torcer o pulso dela – toque – torci mais ainda – em – continuei virando – mim – pude ouvir o osso estalar e ela gritar de dor.

-Sua louca, me solta! Alguém me ajuda – ela falava se debatendo enquanto tentava me acertar com a mão que estava boa.

-Sabe o que eu odeio? – dei um tapa tão forte no seu rosto que o fez virar imediatamente e ficar uma marca perfeita dos meus dedos – Vadias – dei um tapa agora no outro lado do rosto dela e com as costas da mão – sabe o que odeio mais que vadias? – mais um tapa – Covardia – eu ia dar mais um tapa nela, mas alguém puxou meu braço o puxando pra trás e tentando me imobilizar, enquanto isso a vadiazinha embaixo de mim tentava me arranhar de todas as maneiras possíveis. De repente a preção no meu braço e na minha cabeça sumiram e vi uma terceira garota voar pra cima de mim. Segurei o braço bom da loira aguada pra que ela parasse de me arranhar e olhei pra trás vendo uma Nichole irada.

-Ah, na minha irmã ninguém mete e mão – eu fiquei completamente chocada. Nick sempre foi bundona e acho que nunca a vi brigando com ninguém. Olhei pro lado e Chaz tentava a todo custo tirar Emma de cima da garota que já se encontrava com o rosto todo estourado. Me descuidei por um minuto e vaca loira deu um tapa na minha cara.

-Pirou – comecei a dar seguidos tapas nela, não quis dar soco porque não sei medir minha força e sem dúvida ia desfigurar a garota, eu não podia ter um processo por agressão a essa altura do campeonato. Ela tentava inutilmente segurar o meu cabelo e eu já estava prestar a lhe quebrar o outro pulso. Segurei no seu cabelo bem perto da raiz com força e comecei a puxar. Eu ia tirar o mega hair dela na força. Ela tinha um grito agudo e se debatia freneticamente tentando se soltar. Passei os olhos pelo lugar e pude perceber que a balada simplesmente parou para observar nosso MMA ao vivo.

Senti tocarem meu braço mas não me virei, continuei o que estava fazendo. Olhei se rabo de olho e vi que seguranças vinham para me tirar de cima da garota, mas algo, ou melhor, alguém os fizeram parar. “O rei do pedaço”.

-Não encostem um dedo nela! – ouvi sua voz autoritária e por um momento dei um sorrisinho de lado enquanto ainda tentava tirar o aplique da garota e eu já sentia alguns fios na minha mão.

-O problema de vocês é cismarem em mexer com quem vocês não conhecem – falei enquanto sacudia a cabeça da vadia. Certamente ela ficaria com uma baita dor de cabeça.

Senti alguém me puxar pela cintura, ou pelo menos tentar. Segurei o cabelo dela com mais força ainda e apertei mais ainda minhas pernas ao seu corpo. Ia precisar de mais de um para me tirar dali.

-Solta ela caralho.

-Me larga Justin, eu vou ensinar ela que não se pega ninguém na covardia – ele ainda tentava me puxar a todo custo, eu já estava ficando com a barriga um pouco dolorida por causa do seu braço rodeado firme na minha cintura e me puxando, mas eu não ia soltar dela.

-Porra, caralho. Chris, me ajuda aqui – senti mais um braço me enganchando pela cintura e não teve jeito, conseguiram me tirar de cima dela. Ela soltou um último grito quando saí de vez trazendo um tufo de seus falsos cabelos loiros.

-Me larguem, ela não sabe ser covarde? Então deixem ela aprender a se defender – eu me debatia sem parar nos braços deles. Jogava as pernas, braços, na tentativa inútil de acertar ela.

-Já chega, acabou a palhaçada – tirem essas garotas daqui. Por um momento achei que Bieber se referia a mim e as minhas amigas, mas não. Ele apontou com a cabeça pras garotas que apanharam da gente. Pude ver Nichole sendo segurada por Ryan e Emma sendo segurada por Chaz e mais dois seguranças. Porra, e eu achava que eu tinha sido ruim de tirar.

Os seguranças pegaram a garota que a Emma tinha espancado e as outras duas e saíram puxando de lá. Justin fez um sinal e imediatamente o DJ voltou a tocar e aos poucos as pessoas iam se dissipando de perto da gente. Juro que eu nem tinha reparado que a música havia parado. Respirava fundo afim de acalmar minha respiração que se encontrava ofegante e tentar diminuir o ódio que ainda estava sentindo.

-Na boa, eu to com medo de vocês – Chris disse rindo. Ele já havia me soltado mas Bieber continuava a me segurar firme

-Pode me soltar Justin

-Não vai sair espancando mais ninguém por aí?

-Só se for você – falei olhando divertida pra cara dele enquanto ele me olhava debochado

-Ui gata, bate que eu gamo – ri um pouco e fui ver como as meninas estavam. Nichole já estava agarrada a Ryan e Emma ainda estava séria.

-Hey Emm. Me lembre de nunca brigar com você – impliquei um pouco com a ruivinha fazendo ela soltar um risinho e parecer relaxar.

-Cara, eu não podia ter feito isso.

-Amiga, não se arrependa. Ela mereceu. Agora toma – falei pegando uma garrafa de tequila das mãos de um dos garçons – Bebe isso. A essa altura do campeonato a adrenalina já dissipou todo o álcool do nosso sangue – ela pareceu um pouco na dúvida mas por fim aceitou e bebeu três bons goles me devolvendo a garrafa. Quase instantaneamente aquele brilho nos olhos dela voltou e ela começou a relaxar e a dançar, Chaz ainda a olhava assustado. Acho que ele tinha medo de falar algo e acabar apanhando também, o puxei um pouquinho e sussurrei em seu ouvido – Toma conta dela – ele apenas assentiu com a cabeça sorrindo e pegou uma bebida pra ele e pra ela.

Virei metade de garrafa de uma vez na boca sentindo a bebida descer rasgando pela minha garganta e sacudindo a cabeça de um lado pro outro afim de dissipar a sensação inicial ruim. Voltei pro meu lugar já me mexendo no ritmo da música. Bieber estava ali bebendo seu famoso whisky e me olhando de braços cruzados. Fui até ele e roubei o seu boné.

-Hey, eu deixei? – ele perguntou enquanto tentava pegar de volta.

-Ué, sou a mulher do Bieber né? Agora estou devidamente rotulada – falei rindo já sentindo o efeito do álcool fazer ação. Chris ao nosso lado também riu. Virei de costas para o Bieber, rebolando ao ritmo do funk que tocava e me esfregando nele. Logo já conseguia sentir sua ereção roçando em mim. Ri fraco mordendo meu lábio inferior. Uma delícia, mas muito fácil. Fui rebolando devagarzinho até o chão, enquanto levantava um pouco da minha saia com a mão livre – já que a outra segurava a garrafa de bebida – deixando minha outra perna um pouco a mostra também.

Tinha várias pessoas me olhando. Os homens com malícia, as mulheres com inveja – com certeza por eu está com o Bieber – mas isso não me incomodava. O que está me incomodando é que sabe quando você sente que alguém está te olhando fixamente? Tipo “fuzilando” você com o olhar? Eu sentia isso. E enquanto eu dançava, corria meus olhos disfarçadamente por todo o lugar. Até que achei. Me deparei com dois olhos verdes fixos me encarando. Era a garota que tirei do colo de Justin e ainda por cima dei maior esculacho no banheiro. Ela me olhava com ódio, me olhava de uma forma como quem desejasse minha morte e pior que isso, me olhava como se realmente fosse fazer algo a respeito. Sua expressão piorava quando o Bieber apertava minha cintura ou brincava com o meu pescoço. Seu olhar intercalava entre meus olhos, o boné em minha cabeça e o homem atrás de mim. Tive um péssimo pressentimento quanto a isso mas preferi deixar pra lá, só teria que ficar mais ligada de agora em diante.

Voltei a minha dança e a minha tequila. Minha consciência já estava indo para a puta que pariu novamente e eu já estava ficando bebinha de novo. Mas eu não estava nem aí, esses eram os únicos momentos em que me sentia jovem de verdade, sem nenhuma responsabilidade por perto.

-Tenho uma dúvida – Justin sussurrou no meu ouvido.

-Diga mon amour – ele riu fraco pelo apelido mais continuou

-Porque você pode meter a porrada naquela garota e eu não pude nem encostar no Malik? – virei pra ele rindo um pouco surpresa, não esperava por essa pergunta

-Bem, primeiro que você é o dono do lugar e tem que dar o exemplo, segundo que do jeito que você olhava pra ele sem dúvida ia matá-lo e terceiro, eu posso porque eu sei me controlar. Sabe porque não a soquei? Só dei aqueles tapinhas idiotas de mulherzinha? – ele balançou a cabeça negativamente – Porque eu ia tirar muito sangue dela – pisquei marota pra ele que riu e voltei a dançar bebendo mais ainda.

Justin disse que ia ao banheiro e continuei dançando loucamente ali mesmo. Eu já estava completamente chapada. Eu descia até o chão, balançava a minha bunda, mostrava as minhas pernas e não estava nem aí pra quem tivesse me olhando. Um cara tentou me beijar e eu empurrei imediatamente. Mas ele era insistente e tentava de novo. Eu já estava perdendo a paciência, poderia socá-lo mas estava muito tonta.

-Me larga – falei enquanto ele segurava forte nos meus braços.

-Que foi vadiazinha? Tava se exibindo pra mim e agora quer fugir? – ele falava todo embolado e por incrível que pareça, acho que estava mais bêbado que eu.

-Viaja não. Olha só, eu to acompanhada. Meu namorado só foi no banheiro e se ele te ver fazendo isso, vai dar merda – falei mais uma vez tentando me soltar

-Eu não tenho medo.

-Mas deveria ter – ouvi a voz de Justin atrás dele. Quando o cara virou ele o acertou com um soco tão forte que o bêbado caiu e ficou. Ali mesmo desmaiado no chão.

-Eu falei que ia dar merda – falei pro cara desacordado rindo debilmente e virando o restante da tequila, o que quase me fez desequilibrar e cair, mas Bieber me segurou

-Chega de beber né? Meu Deus garota, você é um imã pra confusão

- O que eu posso fazer se ela me persegue Bieber? – falei de modo retardado e gargalhei mais uma vez. Quando fico bêbada tenho dois extremos. Ou eu choro até me desmanchar ou rio de tanto chorar. Sim, sou estranha.

-Vamos embora – ele falou me puxando e eu tropecei quase caindo de cara, se ele não tivesse me segurado, de novo.

-Eu mereço – ele revirou os olhos, respirou fundo. Não entendi muito bem quando ele se agachou, mas num rápido movimento me senti sento jogada por seus ombros o que me fez ficar muito tonta e segurar seu boné automaticamente.

-Me solta Bieber – falei batendo na bundinha dele e rindo loucamente – Não sou um saco de batata. Peraí, a minha bolsa cadê? Aliás, eu vim de bolsa? – e ri mais uma vez.

-Cala a boca D’Este e fica quieta

Desisti de tentar me debater e saí da boate dando risinhos e tchau pra todo mundo. Até mandei um beijo e fiz sinal murmurando um “me liga” para o barman que era um gatinho que apenas riu e balançou a cabeça. Fui jogada no banco do carona do carro e Bieber bateu a porta com força.

-Nossa, tão sexy e tão ogro!

-Então você me acha sexy? – o idiota falou enquanto entrava no carro dando um sorrisinho presunçoso. Maldito!

-Claro Bieber. E eu poderia até dá pra você, mas você é um egocêntrico de uma figa que não merece meu corpinho nu.

-Cara, se eu fosse você eu calava a boca. Vai se arrepender amanhã de ter falado essas coisas.

-Temos que viver o agora. Pensar no amanhã é bobagem.

 

[...]

 

Minha consciência foi voltando mas eu não queria me mexer. Até respirar estava fazendo dar pontadas na minha cabeça. Eu sentia a claridade no meu rosto mas não queria abrir os olhos e encarar seja lá o que fosse. Por fim me rendi e abri um dos meus olhos. Me deparei com a parede do meu quarto e a porta do banheiro. Ok, eu estava em casa, ponto pra mim. Levantei levemente o edredom e constatei que eu estava vestida, de baby doll. Ok, mais um ponto pra mim, vai ver Deus realmente cuida dos bêbados. Tomei coragem de me virar para pegar o controle que fechava o blackout do quarto o deixando todo escuro. Quando por fim virei me deparei com uma cena que com certeza zerou todos os meus pontos. Bieber dormindo de bruço na minha cama, todo esparramado e usando apenas uma cueca Box branca. Aí. Meu. Deus. To ferrada! O que aprontei essa noite?!



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