História Dangerous I know & Love - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias IKON, Park Hye Min (Pony)
Personagens B.I, Bobby, Chanwoo, Donghyuk, Jinhwan, Junhoe, Park Hye Min (Pony), Personagens Originais, Yunhyeong
Tags Drama, Fanfict, Ikon, June, Junhoe, Musica, Romance
Visualizações 4
Palavras 3.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Capítulo 13


— Você já viu pênis de um homem?

Sua boca abriu, então ela deu um pequeno aceno de cabeça. —Na TV.

Ele sorriu. — Boneca assiste pornô?

— Não! Deus, não! Bem, talvez uma vez -. Na casa de uma amiga.

— Você gostou?

— Não realmente. Era um filme estúpido - a trama era horrível. Não havia nenhuma história em tudo.

Ele riu suavemente. — Sim, bem, eu não acho que esse é o ponto dele.

Ela corou. — Eu acho que não.

Ela de repente lembrou que ainda estava olhando para ele - em uma parte específica dele. Ela ficou chocada quando percebeu que o vulto tinha crescido consideravelmente maior. Seus olhos brilharam até os dele, e ele deu um pequeno encolher de ombros.

— Alguma vez você já tocou pênis de um homem?

Ela balançou a cabeça sem dizer nada, enquanto ele continuava a olhar para ela. Ela não conseguia tirar os olhos dele - e ela não queria.

— Você quer tocar o meu?

O coração de Hye min começou a disparar. O que ele estava fazendo com ela?

— Eu... Eu não sei.

Ele parou por um momento, olhando para ela, em seguida,mergulhou para pegar o moletom que derrubou.

— junhoe, eu... — Ela esperou até que ele estava olhando para ela novamente. — Junhoe,eu... — Mas ela não tinha certeza do que queria dizer.

Ele deu um pequeno sorriso.

— Está tudo bem, hye. Está legal.

— Não! Quero dizer, eu quero...

— Quer o quê?

Ela não respondeu. Em vez disso, ela deu um passo em direção a ele e timidamente colocou a mão em seu peito, acima de seu coração. 

Seus olhos se fecharam e ele respirou fundo, o movimento suave da mão de Pony levantando enquanto seus pulmões expandiam.

Quando abriu os olhos novamente, eles estavam quase pretos, e ardendo de desejo. Nenhum homem jamais olhou para Pony assim e lhe tirou o fôlego. Um calor lento começou a pulsar entre suas pernas e ela sabia que o queria. Ela queria que junhoe fosse seu primeiro.

Lentamente, ele ergueu a mão direita, apoiando-a suavemente contra seu rosto.

— O que você quer, Hye min?

— Você. — Ela sussurrou.

Ele engoliu em seco, e ela ficou fascinada assistindo seu pomo- de-adão subir e descer em sua garganta.

— Você tem certeza? Você não pode ter sua primeira vez de novo, boneca. Isto não é como eu imaginei.

Um pequeno sorriso puxou o canto dos lábios dela.

— Você já imaginou... Comigo?

Ele sorriu para ela.

— Você está brincando comigo? Você é quente. Eu quis você desde que te conheci, mas percebi que você só queria ser amiga. Isso é legal. Eu gosto de ter um amigo que é uma menina.

O sorriso de Pony desapareceu. Ela não tinha certeza de como se sentia sobre isso. Mas ele disse que ela era quente. Isso significava que gostava dela, não é?

— Posso apenas... Posso tocar em você?

Ele balançou a cabeça lentamente, seus olhos seguindo sua mão enquanto se movia trêmula à sua cintura.

Suavemente, ela colocou a mão sobre sua virilha e sentiu o calor e a dureza. Ele inalou profundamente.

— Você é tão sexy — Ele disse em voz baixa, profunda.

Ela olhou para ele, espantada, mas ele não repetiu suas palavras extraordinárias. Sentindo-se mais ousada, ela esfregou a mão sobre ele novamente e ele gemeu.

— Oh, desculpe — Ela gritou, dando um passo para trás.

Ele sorriu para ela.

— Não há nada que se desculpar, boneca. - Só que você está Fodidamente me matando aqui!

— Desculpe — Ela murmurou novamente.

Ele deu de ombros. — Eu vou viver.

Ele pegou sua calça de moletom novamente, mas ela colocou a mão em seu braço. Ele olhou para ela, intrigado.

— Nós podemos apenas nos deitar juntos?

Ele ergueu as sobrancelhas.

— Ok, mas não é por isso que eu te trouxe aqui, hye. Você sabe disso, né?

Ela assentiu com a cabeça.

— Eu sei.

Ela deitou-se na cama e, depois de um momento de hesitação, ele subiu ao seu lado. Ele deslizou o braço em volta dos ombros e a puxou para um abraço. Seu braço direito descansou automaticamente em seu estômago e ele cantarolava feliz. Ele quase pulou da cama quando ela lhe acariciou novamente.

— Foda-se — Ele gritou. — Hye! Você tem que me dar algum aviso, baby. Você vai me dar um ataque do coração, porra!

Ela riu nervosamente, mas se manteve o acariciando. Ele inclinou-se para olhar para ela.

— Você se importa? — Ela sussurrou.

— Foda-se, não! — Ele disse a olhando com espanto.

— Eu quero vê-lo — Ela disse.

Desta vez, ele não hesitou. Ele levantou seus quadris e empurrou sua cueca passando os joelhos, em seguida, golpeou com as pernas quando a chutou para fora.

Seu pau duro pulou para o estômago, onde ele balançava contente.

Nervosa, Lisanne correu um dedo sobre a veia grande e pulou quando ele contraiu-se para ela. Ela se sentiu mais quando ouviu a risada Junhoe. Ela passou a mão em cima dele de novo, e ouviu suas respirações profundas enquanto ele sugava o ar pelo nariz. Sua pele era macia e suave, mas também quente e dura sob seus dedos. Ela apertou e Junhoe mudou seus quadris para cima na palma da mão dela.

— Tudo bem? — Ela perguntou nervosamente.

Ele não respondeu e ela percebeu que seus olhos estavam fechados, sua respiração se tornando superficial. Timidamente, ela moveu a mão para cima e para baixo, puxando um gemido de dentro de seu peito.

— Porra, hye — Ele sussurrou. — Você pode ir um pouco mais rápido?

Ela moveu a mão para cima e para baixo mais rapidamente, apreciando a forma como sua ereção espessa e quente sob seus dedos.

— Nnhhmm — Ele gemeu, incentivando-a a passar ainda mais rápido.

Uma gota de pré-sêmen brilhava em sua ponta e, em transe, ela correu o dedo sobre ela. Junhoe xingou alto e começou a bombear seus quadris em sua mão, com a cabeça pressionada para trás no travesseiro, com a boca aberta. Ela moveu a mão mais rapidamente, observando seu rosto com fascinação enquanto seu orgasmo começou a construir.

— Eu vou gozar. Eu vou gozar — Ele cantou.

Pony continuou e, de repente, três jatos de tiros líquido perolado da sua ponta, assustando-a. Daniel gritou em voz alta, em seguida, ficou imóvel.

Seu peito arfava, e suas pálpebras estavam apertadas. Pony deixou seus olhos beberem em sua beleza masculina. Sentia-se orgulhosa de si mesma. Ela tinha feito isso. Ela o fez sentir-se assim. Não alguma outra garota.Nenhuma das vadias que pendiam ao redor dele o tempo todo. Ela deitou-se na cama e junhoe a puxou para um abraço cuidadoso, esfregando o nariz em seus cabelos.

— Isso foi incrível, boneca — Ele sussurrou.

Depois de um minuto, ele sentou-se e sorriu para ela.

— Você fez uma verdadeira bagunça de mim - quer me limpar?

Hye min torceu o nariz e balançou a cabeça. Junhoe riu e se estendeu sobre sua mesa de cabeceira para algum papel higiênico que ele tinha empilhado.

Ele viu a expressão em seu rosto e encolheu os ombros.

— Eu o mantenho trancado aqui ou ele desaparece.

Limpou-se e jogou os lenços de papel em um cesto de lixo.

— Venha aqui.

Pony voluntariamente aconchegou no calor do seu peito firme enquanto ele puxou os lençóis sobre eles.

— Isso é bom — Ele disse calmamente.

Pony sorriu enquanto sua mão livre acariciava seus cabelos.Ela pensou que morreria de felicidade quando ele colocou um beijo no topo de sua cabeça. Ela se sentiu desolada quando ele se sentou.

— hye, eu posso te perguntar uma coisa?

— Hum, sim?

— Você já fez a si mesma vir?

Suas bochechas rosaram. — Não!

Junhoe encolheu os ombros. — Só estou dizendo. Muitas garotas fazem.

Pony piscou. — Sim, eu acho. Mas... eu...

Ele roçou o nariz contra o dela. — Você quer que eu?

— Eu quero que você o quê?

— Faça-a vir.

— Hum, não vai doer?

Ele ergueu as sobrancelhas. — Não. Por que você diz isso?

Pony não tinha certeza se ela poderia corar qualquer vermelho. Fazia muito mais difícil ter essa conversa sabendo que junhoe tinha que ver seu rosto enquanto falava.

— Porque... Porque eu nunca tive relações sexuais antes.

Um olhar de compreensão passou por seu rosto e seus lábios se contraíram em um sorriso.

— Não, querida. Você não tem que ter meu pau dentro de você para ter um orgasmo. Embora eu realmente queira muito tentar isso um dia. Eu posso fazer você vir com meus dedos, se quiser. Ou minha língua.

— Sua l-l-língua — ela gaguejou, incapaz de parar a si mesma.

Em seguida, ela escondeu a cabeça entre as mãos. — Oh Deus, eu sou uma perdedora!

Ele tirou as mãos do rosto. — Não é possível fazer leitura labial com você assim, baby — Ele disse com uma careta.

— Sinto muito. Desculpe. Eu estou apenas... Eu não sei o que dizer.

— Diga sim. Eu vou fazer com que seja bom para você, prometo. Apenas meus dedos, sem língua.

Ele lhe acenou com as mãos balançando e ela teve que sorrir.

— Ok, eu acho.

Ele sorriu de volta. — Você poderia ferir meu ego ainda mais, boneca? — Então, sua expressão tornou-se séria. — Posso tirar a sua camiseta?

— N-não. Eu prefiro que você não tire.

— Ok — Ele sorriu. — Não tem problema. Mas você vai me deixar tocar seus seios, não vai?

— Hum, tudo bem.

Ele deu um beijo suave em seus lábios. — Eu não vou te machucar, boneca. Eu só quero fazer você se sentir bem.

Pony deitou-se na cama,com o corpo cheio de tensão.Junhoe acariciava seus cabelos e beijou-lhe os lábios novamente, puxando suavemente o lábio inferior com os dentes, até que ela abriu a boca uma fração.

Sua língua quente, úmida acariciou seus lábios e traçou o contorno da boca. Ela abriu um pouco mais, e sua língua acariciou a dela, puxando faíscas de prazer dela. Ela gemia baixinho e ele cantarolava baixinho em sua boca.  Ela colocou os braços ao redor de seu pescoço e puxou sua cabeça para baixo, deixando-o aprofundar o beijo. Suas mãos tocavam de leve em sua cintura, em seguida, ele puxou os lábios dos dela e plantou um caminho suave de beijos na garganta e sobre a camiseta, aninhando seus seios suavemente.

Ela engasgou um pouco e ele olhou para cima quando ele sentiu o movimento.

— Tudo bem? — Ele sussurrou.

Ela balançou a cabeça rapidamente e ele continuou abaixo de seu peito, empurrando a camiseta acima de sua cintura para que ele pudesse beijar e lamber sua barriga exposta.

Os dedos dela agarraram seus ombros enquanto sua cabeça se movia mais baixo.

— Eu... hum...

Ele levantou a cabeça para olhar para ela. — O que você disse, baby? Você disse alguma coisa?

— Eu... Eu não quero que você me beije lá — Ela disse, nervosa.

— Eu não vou, se você não quer, mas eu gostaria de beijar a sua pequena boceta doce um dia.

Pony estava tão envergonhada que não sabia para onde olhar. Tudo o que ela podia fazer era fechar os olhos.

—Hye olhe para mim — Daniel ordenou. 

Relutantemente, seus olhos se abriram.

— Não tenha vergonha de mim, hye. Eu só quero fazer você se sentir bem. Apenas meus dedos, eu prometo. Você vai me deixar?

— Okaaay — Ela disse, em voz baixa.

Ele a beijou novamente e ela gemeu em sua boca, enquanto sualíngua se enroscava com a dela. Desta vez, ela o beijou de volta, e o rosnar que ele lançou a fez triunfante. Suas mãos se voltaram para o peito, e seus longos dedos brincaram suavemente com os mamilos através do tecido macio da camiseta. Por sua coxa, ela sentiu seu pênis tremer em vida novamente. Gradualmente, os nervos caíram enquanto sua língua trabalhava sua mágica em sua boca e pescoço, chupando e mordendo, excitando-a de maneiras que a surpreenderam. Sua mão continuou brincando com seus mamilos, ocasionalmente, colocando em seus seios e massageando-os suavemente.

Ela estendeu a mão e agarrou seu comprimento espesso, mas ele empurrou a mão dela.

— Não, boneca, este é sobre você.

Pony sentiu a calcinha ficar úmida quando junhoe continuou seu ataque sensual em seu corpo. Ele estava se comportando e se movendo de uma forma que não era familiar para ela, seus quadris levantando automaticamente ao seu toque, como se seu corpo estivesse convocando o dela.

Seus dedos começaram a brincar com a borda de sua calcinha e Pony gemeu, mal reconhecendo o som selvagem que caiu dela. Junhoe sentiu a vibração de seu gemido e tomou isso como incentivo. Ele enfiou a mão dentro de sua calcinha,provocando respirações curtas de hye min para pegar em sua garganta.

— Você está tão molhada, boneca — Ele disse suavemente em seu ombro. — Você está molhada para mim, e um dia eu quero empurrar o meu pau duro dentro de você e sentir esse aperto doce ao redor de mim, mas agora você vai montar nos meus dedos.

Seu polegar circulou seu clitóris, fazendo com que o corpo de Pony arcasse fora da cama. Rapidamente, ele colocou o dedo indicador dentro, deslizando para dentro e para fora. Para Pony, pareceu como se um choque de eletricidade passasse através de seu corpo quando o nível de excitação a tomou de surpresa. Ela gemeu e ele pegou o som com os lábios, empurrando sua língua dentro da boca dela enquanto seu dedo se movia dentro de seu corpo. Então, ele acrescentou um segundo dedo, e começou a bombeá-los lentamente enquanto seu polegar continuava a massageá-la.

A sensação começou no fundo de sua barriga, efervescendo para suas coxas e pés, fazendo com que seus músculos se contorcessem e convulsionarem. Seu corpo se arqueou novamente e ela gritou.

— É isso aí, boneca — Sussurrou Junhoe, estimulando-a. — Deixe ir. Deixe tudo ir, baby. Eu estou aqui. Eu estou aqui.

Ela tentou rebater as mãos dele, certa de que não podia aguentar mais, mas ele pressionou seu corpo sobre o dela, forçando o peito contra os seios.

— Monte isso, baby — Ele disse, com a voz tensa. — Foda meus dedos, boneca.

O orgasmo de Pony rasgou através dela, espirais de prazer atravessaram seu corpo como o mercúrio.

— Oh, Deus — Ela gritou. — Oh, meu Deus!

Enquanto seu corpo flutuava de volta à Terra, junhoe lentamente tirou seus dedos, ajeitou a calcinha e puxou sua camiseta emprestada no lugar.

Quando pony finalmente abriu os olhos, junhoe estava olhando para ela, calmo, o olhar focado em seu rosto. Ela corou ainda mais vermelha quando ela percebeu que ele estava chupando seus dedos.

Ele viu a expressão dela.

— Você tem um gosto muito bom. — Ele estendeu a mão para ela e mexeu os dedos. — Quer experimentar?

— Não! — Ela disse, chocada.

Ele sorriu para ela. — Sua perda. Então, como foi isso para você?

— Eu... Eu... — Ela gaguejou. — Hum, bom?

Junhoe riu. — Não passe pela porra borda ou qualquer coisa!

Pony deu uma risada nervosa. — Desculpe, eu ainda estou... Quero dizer...Isso foi... Eu não sei o que isso foi, mas foi... Incrível. Eu posso ver porque todo o alarde agora. Quero dizer, eu não sabia que... Quero dizer, uau!

Ele sorriu. — Fica melhor: confie em mim.

Hye Min não conseguia imaginar como poderia ser melhor do que isso. Mas então ela pensou em sua boca suja, e todas as coisas que ele disse que queria fazer com ela. Sim, ela definitivamente gostaria de tentar isso.

Junhoe recostou-se, satisfeito com o trabalho da sua tarde. Na verdade, ele tinha ficado mais do que um pouco surpreso quando Pony tinha chegado para ele. Obviamente, ele sabia que ela era virgem, e pensou que ela era do tipo que planejava permanecer assim até que conhecesse o Sr. Direito. Ele não quis abusar de sua confiança.

Porém, seu corpo era exuberante, mesmo se ela não o tivesse deixado vê-la nua. E esse maldito vestido que ela tinha usado no sábado – era seriamente quente. O fato de que ela queria tocá-lo surpreendeu a merda fora dele. Mas caramba, se não tinha sido bom ter suas mãos sobre ele, tocando-o como seu instrumento. E a maneira como ela respondeu ao seu toque tinha sido um verdadeiro fodido tesão. Ele não tinha certeza do que ela queria que acontecesse em seguida, mas ele realmente esperava que o deixasse dormir com ela. Não hoje, talvez, mas em breve. Envolvendo seus braços ao redor dela e sentindo a cabeça em seu peito, sabendo que ele não tinha nada a esconder dela - fazia seu corpo se sentir leve de uma maneira que ele nunca tinha conhecido antes. E, vendo-a vir - tinha sido muito fodásticamente incrível. Ela não tinha ideia de quão sexy ela parecia, toda aberta debaixo dele.

Sim, ele realmente queria um pouco mais disso. Isso significava que ela seria sua namorada? Será que ele queria uma namorada? Ele definitivamente não tinha ideia do que ela queria também. Em seguida, ele franziu a testa: talvez ela só quisesse que ele fosse um amigo de foda - alguém para tirar o incomodo negócio de sua virgindade de fora do caminho. Ela não seria a primeira mulher que queria seu esperma, mas não sua conversa.

Distraindo-o da direção escura de seus pensamentos, Pony esticou-se como um gato e encostou-se em seu braço para que ele pudesse ver seu rosto.

— Sinto todo o tipo de incoerência... Eu não sei... Desligada... Mais ou menos como se eu estivesse flutuando. É estranho.

— Estranho bom?

Ela sorriu. — Definitivamente estranho bom. — Ela o beijou rapidamente na bochecha. — Eu posso ver porque você tem a sua reputação - é muito bem merecida.

Junhoe sentiu como se tivesse levado um soco. Pony viu desaparecer a suavidade de seu rosto, e ele fez uma careta para ela. — O quê?

Ela engoliu em seco quando viu a raiva súbita em seu rosto.

— Bem, você sempre tem meninas caindo sobre elas mesmas para dormir com você. Você não tem sequer que tentar uma menina. Eu só estou dizendo... Eu entendo.

Junhoe saiu da cama e começou a puxar a calça jeans. Ele não conseguia explicar a sua raiva até para si mesmo. Não era como se ela tenha dito alguma coisa que não fosse verdade. Mas ela tinha que entender que isto tinha sido mais que uma transa casual para ele.

Eles eram amigos, pelo amor de Deus.

— Aonde você vai? — Pony disse nervosamente, em seguida, se amaldiçoou por falar com suas costas. Era imperdoável que ela esquecesse.

Ela bateu-lhe no ombro, mas ele não se virou e olhou para ela.

— Eu vou pegar suas roupas da secadora — Ele murmurou, e antes que ela pudesse pensar no que dizer, ele tinha ido embora.

Ela se encostou na cabeceira da cama, perguntando por que ele estava tão chateado. O que ela disse para fazê-lo se comportar assim? Ela não tinha feito nenhuma exigência dele. Mesmo que estivesse desesperada para que ele dissesse que eram exclusivos, ela não queria parecer carente ou ser irrealista. Ele não lhe havia pedido para jogar-se sobre ele.

Ela mordeu uma unha nervosamente,sentindo-se aliviada quando a porta se abriu. Mas não era junhoe. Era um homem de vinte e poucos anos com tatuagens nas mangas que cobriam os dois braços, vários piercings, e um olhar furioso em seu rosto.

Hye min puxou o lençol firmemente em torno dela, consciente de que chamar por Junhoe não faria nenhum bem.

— O que você fez com ele? — Rosnou o homem.

Pony olhou para ele, com o coração batendo freneticamente.

— Responde-me! — Ele gritou. — Porque é que o meu irmão mais novo está parecendo como se você acabasse de atirar em seu maldito cachorro?

— Eu... Eu...

— Eu estou tão cansado de vocês cadelas que o tratam como uma porra de um brinquedo. Ele tem sentimentos, pelo amor de Deus! Mas talvez vocês não se preocupem com isso.

Pony ficou chocada em silêncio. Ela não tinha ideia do que causou essa explosão, e por que o irmão mais velho de Junhoe estava olhando para ela mortalmente.

Seus olhos se estreitaram. — Você é ela, não é? A cantora. Eu disse a ele para ficar longe de você. Contei a ele que você rasgaria a porra do coração dele. Você é perigosa. Porque você não pode simplesmente deixá-lo em paz?

Pony sentiu as lágrimas picarem seus olhos, e ela agarrou o lençol em suas mãos, olhando ansiosamente para a porta, esperando por Junhoe vir e dizer a seu irmão que ele entendeu tudo errado.

— Eu estou avisando você, porra — Rosnou Bobby — eu vou...

Porém, o que quer que fosse com o que ele estava iria ameaçá- la, as suas palavras paralisaram quando Junhoe reapareceu.

— O que está acontecendo? — Ele disse, vendo a ira de seu irmão e o medo de pony.

Ninguém respondeu.

— Eu disse, o que diabos está acontecendo? — Ele repetiu com raiva, o volume elevando.

Bobby virou-se para encará-lo.

— Apenas tendo um bate-papo tranquilo com sua pequena mulher, mano. Nada demais.

Daniel olhou para a menina assustada na cama. — Hye Min?

— Nós estávamos apenas conversando — Ela murmurou, baixando os olhos para os lençóis.  

Junhoe puxou uma mão em seus cabelos em frustração.

— Não faça isso! — Ele cuspiu. — Não me trate como um maldito idiota!

Bobby colocou uma mão reconfortante em seu ombro, mas junhoe encolheu os ombros. Então ele jogou a roupa seca de Pony para ela.

— Vista-se — Ele ordenou. — Eu vou te levar para casa.

Ele saiu, deixando bobby e Pony olhando um para o outro. Quando Bobby fechou a porta, Hye min vestiu-se rapidamente, limpando as lágrimas de seus olhos. A tarde tinha sido a melhor de sua vida, até que junhoe tinha ido embora de repente todo estranho com ela. E agora seu irmão a odiava também. Era tão confuso.

Ela na ponta dos pés desceu as escadas, passando por cima de um homem que parecia estar enrolado dormindo no último degrau. Junhoe estava fechando o zíper da sua jaqueta de couro úmida.

Ele nem sequer olhou para Pony, apenas abriu a porta da frente e puxou as chaves da moto do bolso.

Ignorando a leve garoa que continuava escurecendo o céu,Junhoe  passou a perna sobre a motocicleta. Ele ainda não tinha olhado para Pony, e simplesmente esperou até que ela subisse atrás dele. Ela timidamente colocou os braços ao redor da cintura, mas ele não respondeu. Desta vez, o ronco do motor não era reconfortante, em vez disso, foi um sinal de pontuação para sua angústia

Junhoe dirigiu com velocidade imprudente na direção da faculdade, depois parou abruptamente fora de seu quarto do dormitório e esperou por ela para desmontar. Ela entregou-lhe o capacete e ele deixou cair na moto. Ela inclinou-se para dar um beijo de adeus, precisando de algum tipo de proximidade, mas ele se afastou e foi embora antes que ela pudesse falar.

— Eu me perguntava quanto tempo seria antes de ele perceber que você era uma puta tensa — Disse uma voz.

Pony se virou para ver Shawna encostada na parede, com uma expressão de satisfação no rosto.

— Koo, finalmente, voltou a seus sentidos, né? Viu que podia fazer melhor, certo? Ou talvez você é apenas uma leiga ruim.

Pony não pôde responder, seu cérebro e corpo sobrecarregado com emoção. Ela correu de volta para o seu quarto com as palavras de Shawna ecoando em seus ouvidos.

O quarto estava escuro, e quando Hye min ligou o interruptor de luz, o brilho a ofuscou. Sentindo-se tonta, ela se sentou em sua cama, com os ombros caídos. Então ela viu que Hwamim havia deixado um bilhete dizendo que ela estaria de volta às 8 P.M. se pony quisesse compartilhar uma pizza.

Pizza? Como se ela pudesse sequer pensar em comer. Ela tinha que saber qual era o problema com Junhoe. Ela tinha que saber. Sentindo-se desesperada, Pony pegou o telefone e lhe enviou um texto.

O que há de errado? Não estou entendendo. Me envie mensagem, por favor.HM xx 

Ela esperou e esperou, mas ele não respondeu.



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