História Dangerous Love - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Beth Greene, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Negan, O Governador, Personagens Originais, Rick Grimes
Tags Amor Perigoso, Carl Grimes, Daryl Dixon, Irmãos Dixon, Merle Dixon, Michael Rooker, Norman Reedus, Rick Grimes, The Walking Dead, Triângulo Amoroso
Exibições 87
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem, preciso desabafar com vocês, porem serei breve!

Estou extremamente decepcionada com os leitores da fic. Tudo bem que quando eu posto cada capitulo eu não tenho intenção de ser bajulada por comentários enormes e super fofos, mas quem não gosta!?

Já que ninguém está comentando como antes, eu estou desistindo da surpresa que eu iria fazer pra vocês, estou desistindo do caps extra na quinta e estou desistindo de vocês. Desistir da fic? Nunca! Porque ela é meu amorzinho, mas a escritora fofa que responde todos os comentários e sempre está disposta a conversar e pegar conselhos não existe mais...

É isso..

Capítulo 24 - A procura


Fanfic / Fanfiction Dangerous Love - Capítulo 24 - A procura

Sinto como se um fogo queimasse em meu coração

Cada simples momento que passamos separados

Eu preciso de você por perto para que todos os dias comecem

Eu não lhe abandonei

 

Há algo sobre você, eu olhando fixo em seus olhos

E tudo que eu estou procurando eu pareço encontrar

Todos esses tempos afastados estão me matando por dentro

Eu preciso do seu amor em minha vida
 

Eu quero gastar o tempo até que ele acabe

Eu quero me apaixonar por você novamente

Como nós fizemos quando nós encontramos pela primeira vez

Eu quero me apaixonar por você novamente

 

Nós lutamos numa batalha, ninguém venceu

E nós mesmos deixamos uma montanha a ser superada

Você não pode fugir, o passado está dito e feito

Eu preciso de nós para continuar

 

Eu quero gastar o tempo até que ele acabe

Eu quero me apaixonar por você novamente

Como nós fizemos quando nós encontramos pela primeira vez

Eu quero me apaixonar por você novamente

 

Você vai tentar de tudo que você nunca pensou antes

Quando você vive, quando você ama, e você dar-lhes seu tudo

Você pode sempre dar-se um pouco mais

Nada não significa nada ao menos que você esteja aqui comigo

Eu posso respirar, posso sangrar, posso morrer em meu sono

Porque você está sempre lá em meus sonhos

 

Eu quero gastar o tempo até que ele acabe

Eu quero me apaixonar por você novamente

Como nós fizemos quando nós encontramos pela primeira vez

Eu quero me apaixonar por você novamente
 

Eu quero gastar o tempo até que ele acabe

Eu quero me apaixonar por você novamente

Como nós fizemos quando nós encontramos pela primeira vez

Eu quero me apaixonar por você novamente

 

...

 

Ao contrario do que pensei que aconteceria eu acordei calma e na minha cama. Estava completamente vestida com a roupa que tinha levado para colocar depois do banho. Estava confusa. - Uma coisa que ultimamente sempre está acontecendo comigo.

— Finalmente você acordou.

— Hershel?

— O que aconteceu? — Falei olhando em volta.

— O Daryl te achou quase morta no banheiro. Você tinha perdido muito sangue. Um pouco mais fundo eu não teria conseguido suturar.

Puxei a manga da blusa e vi alguns pontos no pulso. Tentei não ligar e então tapei de volta.

— Alguém mais sabe? — Ele balançou a cabeça negativamente. — Obrigada.

 

Um dia depois..

 

— O Merle não volta pra cá faz uns três dias. — O Daryl disse para o Rick.

— Não podemos nos arriscar por ele. Ele sabe o caminho, quando ele quiser voltar ele vai voltar.

— Ele é meu irmão.

— Mas não é sua responsabilidade, Daryl. Ele já é grande, sabe se cuidar sozinho.

— Verdade, como quando vocês o deixaram pra morrer em Atlanta. — O Daryl irritado jogou a faca no chão e saiu andando.

Fui atrás dele correndo, ele subiu em cima da moto e começou a dar partida, quando subi atrás e segurei no seu abdômen.

— O que você tá fazendo? Desce dai. — Ele disse irritado.

— Não vou descer, também quero achar o idiota do Merle.

Ele resmungou alguma coisa que eu não consegui entender e então ele deu partida e acelerou a moto até a saída. O Carl não estava no portão, então desci e fui abrir o portão para sairmos quando o Rick percebeu e veio correndo atrás de nós. Obvio que ele queria nos impedir, mas sabendo que iria acabar em briga entre os dois eu abri o portão mais rápido possível e depois fechei.

O Rick começou a gritar meu nome e apesar de realmente querer voltar com medo eu o deixei falando sozinho.

Andamos com a moto praticamente o dia todo, até a gasolina da moto acabar no meio da estrada.

— Ótimo. — Resmungou Daryl.

— Esconde a moto por debaixo dos arbustos e vamos procurar algum lugar pra passar a noite, já está escurecendo e pelo jeito não temos suprimentos e nem lugar pra ficar.

 

...

 

Saímos correndo pelo meio da mata, finalmente conseguimos despistar os malditos errantes. Chegando à estrada demos de cara com um carro velho caindo aos pedaços. Mesmo sem esperança entrei no carro e tentei liga-lo, mas sem jeito. Sai dele após ouvir um barulho vindo do meio da mata, o Daryl estava apontando a crossbow o que me assustou muito. Não parecia ser apenas um ou dois errantes, mas parecia ser bem mais do que dez ou vinte.

— Ande. Entre aqui. — Disse Daryl abrindo o porta malas do carro.

Eu entrei e logo depois ele fez o mesmo. O lugar era pequeno e também não era tão confortável, mas ele colocou a crossbow no canto e eu me aconcheguei ao seu lado. Ele fechou o porta malas, mas não dava pra trancar então eu dei um pedaço do pano da minha blusa e ele amarrou fazendo dela uma tranca.

Pela fresta da tranca Daryl e eu conseguíamos ver a horda de errantes passando. O barulho era apavorante, eles ficavam esbarrando no carro e para piorar tudo caiu um temporal horrendo que durou a noite toda.

O Daryl ficava com a Crossbow apontada pra fora, caso algum errante percebesse nossa presença e eu segurava minha faca com toda força do mundo.

Era apavorante estar ali, trancada em um lugar pequeno e abafado, mas de alguma forma o Daryl conseguia me passar um sentimento de proteção. Ele me olhava de uma maneira que eu entendia o que aquele olhar conseguia dizer. Ele me dizia para ficar calma e que nada iria acontecer com a gente, então eu me acalmava.

Fiz menção de dizer algo, mas ele tapou minha boca. Eu sabia que era perigoso demais, mas eu estava com enjoou e precisava dormir um pouco.

Apertei minha barriga e fiz cara de dor, pra ele saber que eu não estava muito bem. Ele me olhou sério, como se quisesse saber exatamente o que eu estava sentindo.

— Estou com sono. — Sussurrei tão baixo que ele não conseguiu ouvir, mas pelo jeito ele conseguiu ler meus lábios.

— Dorme. — Ele falou do mesmo jeito.

Sorri um pouco envergonhada e encostei minha cabeça no seu peito. Em poucos minutos eu cai no sono e só acordei com o Daryl me cutucando.

Eu estava totalmente molhada, mas não era da chuva, o Daryl não estava tão molhado quanto eu. Ele tirou o pedaço de pano que amarrava ali e então abriu para podermos sair. Ele saiu primeiro e depois me ajudou a me levantar. Começamos a revistar o carro, mas não achamos nada demais, apenas uma garrafa de agua pela metade.

— Pega. Bebe um pouco. — Tentei entregar a garrafa de agua pra ele, mas ele não aceitou.

— Não quero. Você precisa mais.

— Você não bebe agua desde ontem, bebe logo essa merda.

— Já disse que não quero. — Ele bateu na garrafa fazendo ela cair longe.

Fiquei parada, sem reação, mas ele foi até onde a agua caiu e a pegou.

— Você precisa beber Sarah. A noite toda você ficou com febre. Droga, bebe logo a agua, eu estou bem.

Peguei a garrafa de agua e bebi. Não acabei matando a minha sede, mas eu tinha que pelo menos deixar um gole de agua pra ele.

— Obrigada. Estou satisfeita. — Sorri mentindo. — Bebe esse resto.

Ele bebeu, não foi muito, mas tenho certeza que vai ajudar ele. Seguimos mais alguns quilômetros pela estrada e então ele viu pegadas parecidas com a do Merle entrando em um pedaço desmatado da floresta.

— Pode ser ele. — Daryl limpou as folhas pra ver melhor a pegada. — Ele passou por aqui a mais ou menos duas horas.

— Vamos, podemos acha-lo em poucas horas.

Andamos até achar três corpos caídos no chão. Tentamos revista-los para ver se achávamos algo de importante, mas parece que alguém já tinha feito isso. Um pouco a frente do corpo tinha marcas de roda de carro. Daryl disse que parecia ser de caminhonete, então continuamos a seguir as marcas até chegar a uma pequena cabana.

Não tinha nenhum errante dentro e pelo jeito o Daryl conhecia o lugar, ou talvez aquele lugar o fazia lembrar de algo.

Já estava escurecendo, então iriamos passar a noite lá, só nós dois. Era estranho, por mais que eu o amasse eu ainda tinha um ressentimento pelo o que ele passou com a Beth, mas sei lá, não queria pensar nisso logo agora, então ajudei Daryl a tapar as janelas com as bagunças da casa.

Ficamos em silencio o tempo todo que arrumávamos as coisas para nos proteger. Depois de tudo feito fomos procurar algo de útil, mas única coisa que achamos foi aguardente, então começamos a beber para passar o tempo.



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