História Dangerous Love - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, 5sos, Dangerous Love, Luke Hemmings, Romance
Exibições 43
Palavras 1.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Fofos e fofas, essa foto não é o Luke e a Aly e sim ela e o irmão. Vejam as notas finais!

Capítulo 8 - Meu manão, minha maninha


Fanfic / Fanfiction Dangerous Love - Capítulo 8 - Meu manão, minha maninha

          Alyssa on 

Acordei pela manhã e Tyler não estava em meu quarto. Levantei, fui tomar um banho. Quanto saí, vesti um short jeans e uma regata. Desci as escadas e Tyler estava sentado no sofá, com um copo de água nas mãos. 

- Nossa Aly! Você dormi muito! Sabe que horas são?  

- Bom dia pra você também, meu irmão lindo! – usei da minha ironia. Sentei ao seu lado – E não, não sei que horas são! 

- 1h da tarde. 

- Ai meu Deus! – ele riu. 

- Vamos sair para almoçar depois vamos a um lugar especial. 

- Hum... Ta bom! Vou calçar meu tênis. 

Subi em meu quarto e assim fiz. Calcei o tênis, coloquei alguns anéis e pulseiras. Mexi em minha caixinha de colares e achei algo que não via a muito tempo: um colar com um pingente em “L”. Luke havia me dado, alguns anos atrás. Peguei o colar e o coloquei. Luke tinha um pingente mas com a letra “A” em seu chaveiro.

Ao descer as escadas novamente, Tyler estava parado ao lado da bancada. 

- Vamos? 

- Claro! – respondi. 

Entramos em seu carro e deu partida. 

- Então Aly e esse colar ai? – ele quebrou o silencio. 

- O que tem ele? Esta feio? 

- Não, não é isso. É que faz tempo que você não o usa. 

- Deu vontade de usar então estou usando. 

- Isso se chama am... 

- Nem termina! – o interrompi – Cala a boca e continua dirigindo! 

- Ta bom nervosinha! 

Ele continuou dirigindo. Fomos falando besteira a viagem toda até chegarmos no restaurante, na verdade, era uma lanchonete, uma das minhas preferidas, perdendo apenas pelo MC Donalds. Entramos e Tyler fez nossos pedidos. 

- Você ainda lembra... 

- Como eu poderia esquecer do pedido preferido da minha irmãzinha? – ele disse como se fosse a coisa mais importante do mundo. 

- Se a mamãe estivesse aqui ela nunca deixaria almoçarmos sanduíches com batatas fritas... – rimos. 

- Aly, você não superou muito a morte dos nossos pais, não é mesmo? 

- Ty, - as vezes tínhamos a mania de falar o nome do outro no começo e final das frases. Mania de infância - Eu nunca vou superar. Mas eu tive que e acostumar. Continuar minha vida, pelo menos era isso que eles iriam querer... 

- Que bom que você sabe Cara Pálida. 

- Mas fala ai mano – ele riu – E as meninas? – ele gargalhou. 

- Como assim Dona Alyssa? 

- Você, garota. Você sabe do que eu estou falando! Ou você é gay? Porque ai nesse caso seria um garoto... 

- Não Aly! Eu não sou gay. Mas tem uma menina... 

- Como ela é? Quem ela é? Ela é bonita? É legal? 

- Calma menina! O nome dela é Caroline. Ela mora lá onde eu viajei. 

- Ela trabalha com você? 

- Não, ela é advogada. 

- Ela é bonita? 

- Muito. Ela tem um sorriso encantador – ele falava com o olhar mais sonhador possível – Ela adora apertar minhas bochechas. 

- Claro né, olha o tamanho das suas bochechas! – rimos – Você já chamou ela pra sair? 

- Já. Saímos algumas vezes  mas é difícil se relacionar com outras pessoas quando você não pode sair e... – ele me olhou. Parecia ter dito algo que não devia. 

- E...? 

- E... Ham... E-eu não posso sair, por causa do... Do trabalho! É o trabalho! Muito trabalho sabe? – ele se embolava – Muito ocupado... 

- Ah, ta bom... – estranhei. Tinha a sensação que ele me escondia algo, mas não comentei. 

Logo acabamos e ele pagou a conta. Entramos sem seu carro. Ele dirigia um caminho familiar, mas eu não me lembrava. 

- Aonde estamos indo? – perguntei. 

- Surpresa Aly!  

- Ah! Tyler me conta! 

- Não. 

- Chato!  

- Teimosa! 

Fiz cara de emburrada mas acabei rindo. Minutos depois chegamos ao lugar. 

- Ai meu Deus! Eu não acredito – falei saindo do carro – Quanto tempo eu não venho! Mamãe e papai ainda eram vivos. 

- Bem vinda ao “nosso” parque de diversões! – Tyler pronunciou ao pararmos em frente ao parque. 

- Eu lembro quando éramos pequenos, falávamos que esse parque era nosso. Papai falava para não falarmos isso alto. 

Ele riu. O Tyler sempre me fazia lembrar dos nossos pais. Adentramos no parque. Compramos os ingressos para irmos em diversos brinquedos. Começamos a ir em todos. Tyler tirava varias fotos nossas e principalmente minhas. 

- Não! Não, não, não! Tyler eu não vou nesse! – falei ao ver a roda gigante – É muito alto! – Tyler nem esperou eu terminar, segurou minhas pernas e me jogou por seu ombro. Como não havia fila, ele entrou e me colocou no “carrinho” do brinquedo. 

- Relaxa Aly! Nem é tão alto! – ele ria. 

- Não é alto? Deve ter uns cem metros de altura! 

- Que exagerada! 

O brinquedo começou a se mexer e em poucos minutos estávamos no alto. Agarrei o braço dele e fechei os olhos. Eu morria de medo de altura. Tyler ria baixou mas passou seu braço por trás e me abraçou. Com certeza me sentia mais segura em seus braços. Quando finalmente o brinquedo parou, saí correndo de lá. Tyler apenas ria.

Compramos um cachorro quente e refrigerante e sentamos em um banco. 

- Olha Aly! – eu comia o ultimo pedaço do meu lanche quando ele me puxou. Levou-me a uma barraca com vários bichos de pelúcia na frente – Duvido você ganhar um! 

- Apostado! – apertamos as mãos e corremos a frente da barrada. 

Dei o ingresso para a mulher e Tyler fez o mesmo. Pegamos as armas e apontamos para os alvos. Acertei de primeira em 100 pontos, comemorei. Tyler tinha conseguido apenas 25 pontos. Atiramos de novo. Ganhei 50 pontos e Tyler 75. Ele comemorou e eu revirei os olhos. Tínhamos mais uma chance. Atiramos pela ultima vez. Ganhei 100 pontos novamente, eu já havia ganhado. Tyler conseguiu 50. 

- Ah toma! – gritei em comemoração – Ganhei! 

- Sua chata! – a mulher pediu para que eu escolhesse um bichinho. Escolhi um pinguim de barriguinha branca – Podemos fingir que eu ganhei e te dei, okay? 

- Posso pensar no seu caso... 

Dei uma risada e abracei meu irmão que tinha um biquinho no rosto. Eu o amava e não queria que aquele dia acabasse e muito menos pensar em que, em horas, ele iria me deixar sozinha de novo.


Notas Finais


Gente por favor não me matem! Me desculpem pela demora! Eu realmente estou muito ocupada esse dias. Estou fazendo do possível e o impossível pra não parar essa fic!
Já falando da história... Bom gente, esse foi um capítulo fofo entre irmãos. Tinha que fazer alguma coisa com eles juntos. Acho que vocês devem ter percebido que há um segredo rolando... Fica no ar!
Me contem o que vocês acham que vai acontecer!
Beijos Pinguinas e Pinguins!


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