História Dangerous Love - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Personagens Ariana Grande, Justin Bieber
Tags Ação, Ariana Grande, Drama, Jariana, Justin Bieber, Policial, Romance
Visualizações 179
Palavras 2.710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooi amores
Desculpem pela demora
Eu fiz uma mudança simples da história: Ariana não mora mais na Califórnia, e sim em Miami.
É isso gente
Espero que gostem do capítulo
Eu não gostei tanto mas é culpa da criatividade, I'm Sorry


Boa leitura 💕

Capítulo 4 - Las Vegas, Baby


LEIAM AS NOTAS INICIAIS

~ Capítulo 3

P.O.V ARIANA 


Assim que aperto sua mão, sinto um choque percorrer todo o meu corpo. Afasto minha mão rapidamente da sua. 

- Nos vemos amanhã. - Digo por fim, com meu sorriso cínico e tom seco. 

- Não! - Ele diz firme. 

- Desculpe? - Arqueio minhas sobrancelhas. 

- Você não vai a lugar nenhum. Não sem mim. - Seu tom era sarcástico. E isso já estava me tirando a paciência. 

- Não é só porque aceitei te ajudar, que significa que viramos "amigos". - Revirei os olhos e dei as costas a ele, indo em direção à porta, mas suas mãos grandes entraram eu contato com meu braço. 

Ele me puxa com brutalidade, mas fazendo virar e bater bruscamente contra o seu peitoral. 

- Acredite, você é a última pessoa para quem pediria ajuda, - ele sorri cínico. - e cá estou eu. - Ele me afasta, dando alguns passos para trás. - Depois de conseguir matar James, eu vou te pegar.  Você não ficará longe de mim. Caso o contrário, te prendo aqui, e agora. E assim, você perderá sua vingança. - Ele dá ênfase na palavra "vingança". Fecho meus punhos e travo meu maxilar. 

Eu quero matar ele!

Balanço minha cabeça negativamente, rindo da situação. Se ele pensa que irá me intimidar, está muito enganado. 

- Vamos deixar algo bem claro... -Me aproximo dele, ficando próxima o suficiente, já podendo sentir sua respiração quente bater contra a minha. Levanto minha cabeça, ficando na altura de seus olhos e olhando no mesmo. - Eu não tenho medo de você. - Aponto meu dedo indicador para seu peito, cultucando-o com certa força. - Você precisa de mim. Portanto não fará nada estúpido. E outra, se eu fosse você, abaixaria a bola. Só porque estou próxima, não significa que você me tem. - Sorrio vitoriosa ao vê-lo travar o maxilar. 

Lanço uma piscadela  e lhe dou as costas. 

Justin entrou no inferno e, vai desejar nunca ter me conhecido. 


(***)


Chego em casa por volta das 03h00min. Havia roubado uma KTM super Duke 990 para voltar pra casa. 

Tranco a porta da frente. A casa estava totalmente escura. Jogo minha chave na mesinha que ali tinha e subo as escadas. 

Não me importei em acender as luzes. Vou até meu quarto e me jogo em minha cama, encarando o teto. 

- Finalmente você chegou. - Ouço uma voz ao meu lado. Pulo da cama pelo susto e acendo as luzes. 

- Caralho Louis! - Coloco a mão sobre meu peito, sentindo os batimentos acelerados, enquanto Louis ria da minha cara, deitado em minha cama. 

- Se acalma. - Ele continua rindo. - Onde a senhorita estava? - O encaro mas não respondo. Me deito novamente ao seu lado, ainda encarando o teto. - Ai, você fica brava por tudo. 

Ele bufa ao meu lado. Seguro minha risada. 

- Ai, você fica brava por tudo. - O imito com o mesmo tom de voz. - Deve ser porque você só vacila né meu pedacinho de decepção? - me viro na cama, ficando de frente para ele. 

Louis faz bico, o que me fez rir. Ele se aproxima de mim e beija o topo de minha cabeça. 

- Desculpa maninha. - Adoro quando ele me chama assim. Por partes, era uma quase verdade.

Nos conhecemos desde os nossos 5 anos de idade. Ele era meu vizinho e, meus pais acabaram virando amigos dos pais dele. Aos 12 anos de idade, fingi ser namorada de Louis. Apenas eu sabia sobre sua opção sexual, e seu pai era extremamente homofóbico. 

A mentira acabou quando os pais dele e os meus o viram beijando um garoto do colégio. O pai de Louis o proibiu de continuar se encontrando com o rapaz. Louis obviamente ficou arrasado. Minha mãe o "acolheu". 

Depois de 3 anos, mamãe descobriu que meu pai tinha um caso com a mãe de Louis. Foi um caos. Mamãe pediu o divórcio e, "papai" Não se pronunciou sobre nada. Já estava bem longe com Margot, enquanto ambos deixaram seus filhos de 15 anos sozinhos e, seus ex's companheiros a beira do abismo.  

O pai de Louis virou alcoolatra e bem, mamãe entrou em depressão. 

Então, muita coisa aconteceu. Pessoas entraram e saíram de minha vida, mas Louis sempre permaneceu. Ele se tornará minha família. 

- Eu te perdôo. - sorri. 

- Então, você parece aflita, o que aconteceu? - Ele me encarava atento. 

- Sabe o loiro da Boate do Luke? - Ele simplesmente acente. - É do FBI. - digo por fim e vejo Louis arregalar os olhos. 

- E...? 

- Selena morreu.  - Digo por fim. Finalmente solto o ar que nem percebia que estava segurando. Sinto meus olhos marejarem e, os de Louis estavam... perdidos. - O cara, Justin, pensou que eu a havia matado. 

- Que Desgraçado! - Louis parecia indignado. 

- Eu sei... bom, na verdade, a arma encontrada no local era do James. E agora, Justin quer minha ajuda para o encontrar. 

- Ariana, - Louis se levanta, sentando na cama e me olhando atentamente - Você sabe o quão perigoso isso é? O James? Aquele cara tem um exército em casa. 

- Eu sei... - digo mais para mim que para ele. - Mas talvez assim eu consiga encontrar Dave. Mas não sei o que fazer. - Ri irônica. - Eu, Ariana Grande, indecisa sobre algo. 

- Você só sabe que está no caminho certo, quando perde o interesse de olhar para trás. - Levanto meu olhar e encaro os belos olhos claros de Louis, que me olhavam atentamente. - Você sabe o que fazer. Sabe como fazer. A única coisa que te impede é você. 

- Você tem razão. 

- Mata aquele desgraçado. - Louis sorri. - Agora, eu vou para a minha casa. Beijocas. - Ele manda vários beijinhos no ar, e faço o mesmo. 

Ouço Louis descendo as escadas e abrindo a porta. Logo, o som de seu carro se distanciando. 

Fico deitada por um tempo e então resolvo me levantar. Retiro o vestido e as sandálias. Visto apenas uma camiseta cinza que vai até metade de minhas coxas. Lavo meu rosto, retirando toda a maquiagem. 

Pronta para dormir. 

Volto a me deitar na cama e deixo todos os problemas para amanhã. 


(***)


Acordo com a luz forte do sol batendo na minha cara. 

- Acorda! - Abro um pouco os olhos e pude ver Justin abrindo todas as minhas cortinas. 

- Vai se fuder. - digo apenas e me deito para o lado oposto, fechando os olhos novamente. 

- Eu vou contar até três... - Ouço a voz de Justin se aproximar. - Um... - Sua voz ficar abafada por um tempo, mas me recuso a abrir os olhos. - Dois... - Sua voz volta a ficar alta e clara. - Três! 

Sinto algo gelado me inundar. Aquele filho da puta jogou água em mim. Me levanto apressadamente o xingando com todos os palavrões que existem e uns que acabará de inventar. 

-Mas que merda você está fazendo aqui? - fico de frente para ele, com os braços cruzados. Se olhar matasse, Justin estava fodido. 

- Vim te buscar.  - ele diz como se fosse óbvio. Em certo momento, Justin abaixa seu olhar e, para o mesmo em minhas pernas. Vejo-o engolir em seco, mas logo sua atenção vai para o corredor. - Faça suas malas. - Ele diz saindo de meu quarto. O sigo e ele está em meu closet. 

- Pra que? 

- Encontrei um cara que sabe sobre o paradeiro de James. 

- Tá, idaí? - Se eu estava puta? Óbvio. Não queiram me acordar. 

- Idaí que ele mora em Las Vegas. - Justin responde sem olhar para mim. Parecia estar procurando algo. - Achei. - ele diz num tom baixo. Se vira e me entrega minha mala. 

- Quando viajamos?

- Daqui á... - ele olha o relógio que estava em seu pulso.  - 50 minutos. 

-Como?- O olho perplexa. - 50 minutos? Não dá tempo!

- Então acho melhor você começar logo. Quem manda ficar dormindo? - Ele é sorri vitorioso. 

Odeio ele e esse sorriso dele!

Justin me deixa sozinha ali e começo a pegar várias roupas e sapatos. Na verdade, peguei quase tudo que estava ali dentro. A mala estava impossível de fechar. Subi em cima da mesma e ficava "quicando" para ver se conseguia algum resultado. 

- Ariana, vou faz... - ele fica parado a minha frente e começa a me encarar. Então, Justin começa a rir. 

- O que foi? - pergunto grossa. 

- Quer ajuda? - Ele para um pouco de rir. Apenas acinto, mas ainda estava com raiva. 

Justin se aproxima e se agacha, ficando bem próximo de mim. Ele pega o zíper da mala e começa a fechá-la, sem dificuldade alguma. 

Ele se levanta assim como eu, e fica parado na minha frente. 

- Algum problema? - Arqueio minha sobrancelha. 

- De nada. - ele revira os olhos e me deixa sozinha. 

Me visto, colocando uma calça jeans clara justa e uma regata preta simples, calçando meus inseparáveis saltos escuros. 

Faço apenas um coque desajeitado e desço as escadas, puxando a mala junto a mim. 

Justin estava sentado em meu sofá, olhando para algo na frente dele. A TV estava desligada. Quando me aproximo, vejo Justin encarando um porta-retrato. 

- Quem é? - Ele me mostra a foto. 

- Minha mãe. - respondo com m sorriso no rosto. 

- Ela é linda. - ele diz. Sinto seu olhar sobre mim,  mas só conseguia encarar a foto. 

- Sim... ela era. - Um silêncio habitou o local e então desvio minha atenção para Justin. - Vamos? - Ele apenas acente. 

Saí de casa e tranquei a porta. Mas como sabia que Louis entraria de qualquer jeito, deixei um bilhete com uma breve explicação na geladeira. 

Justin foi em direção ao seu carro e eu ao meu. 

- Não. - ele diz. 

- Não o que? 

- Vamos no meu carro. - começo a rir de sua cara. -  O que?

- Eu não vou no seu carro. - continuava rindo. 

- Vai sim. - ele se aproxima de mim. 

- N.e.m m.o.r.t.a. - disse pausadamente. Mas Justin continuou se aproximando.

Ficamos tão próximos que pude sentir seu hálito quente com cheiro de menta batendo contra o meu rosto. 

Ele passou as mãos delicadamente pelos meus braços, me causando arrepios. Minha respiração ficou descompensada. Fecho meus e...

Apenas sinto algo gelado em meu pulso. Esse idiota me algemou. 

- Agora vamos. - ele sorri vitorioso e me puxa até o carro, levando minha mala junto. 

Justin abre a porta para mim e a alça livre da algema ficou presa no "puta que pariu" do carro. Justin fecha a porta e joga a minha mala no banco de trás, entrando no carro e o ligando logo em seguida. 

- Sério isso? - pergunto o encarando, porém seus olhos estavam atentos na rua. 

- Você não quis por educação. - Ele não me olha em nenhum momento. Da de ombros e continua dirigindo. 

Reviro os olhos e evito qualquer diálogo. Meus olhos acompanham a rua pela janela. Las Vegas... já me imaginei viajando para lá, mas com Louis e, para nos casarmos lá! 

Lembro-me quando Louis e eu estávamos lá em casa, conversando e rindo de tudo, com uma taça de vinho nas mãos. Estávamos conversando sobre como homens não prestam, quando ele disse -" Se mais para frente, eu não encontrar ninguém, Ariana Grande, você aceita ser minha esposa substituta?" E depois minha resposta, que foi um " Sério? Toda mulher sonha em ouvir isso! " 

Então, começamos a resolver as coisas do nosso "casamento". Nos casariamos em Las Vegas. Ele vestido de Elvis e eu de Marilyn Monroe. 

Soltei uma risada nasal com a recordação e pude sentir Justin me observando por alguns segundos. 

Assim que chegamos ao aeroporto, Justin já estava com as passagens e tudo mais. 

- Como conseguiu isso pra hoje? - pergunto quebrando o silêncio.

- Eu sou do FBI.

- Claro que é. - Reviro os olhos. 

Entramos no avião. Justin pediu para que eu ficasse do lado da janela. Não conversamos sobre mais nada. 

Que se foda. Las Vegas, aí vou eu.


(***)


Quatro horas.

Quatro horas sentada dentro de um avião ao lado de um cara que eu não suporto. Mas finalmente, chegamos. 

O céu já estava escurecendo. 

- Nos hospedei em um hotel não tão longe. - Justin diz sem me olhar. Fazia sinal para pedir um táxi. Não dei importância e aguardei até o carro chegar. 

Não demorou muito. Entro no carro enquanto Justin e o motorista colocavam as malas no porta-malas. Vejo Justin falar algo para o motorista e oferecer uma grande quantia de dinheiro. 

Logo, os dois entram no carro e começamos a ir para sei lá onde. 

- Qual o hotel? - pergunto para Justin. 

- Você vai ver quando chegarmos. - reviro os olhos e bufo. 

Não demorou muito para o carro amarelo parar frente ao enorme The Palazzo. 

Saio do táxi e fico olhando o enorme hotel. Justin pega as malas e logo veio um homem que aparentava ter seus 44 anos se aproximando e ajudando Justin com as coisas. 

Justin e eu entramos e fomos até a recepção. Estava encantada com o lugar. 

- Boa noite, o que desejam? - Uma moça loira com olhos cor de mel nos pergunta. Na verdade me sentia uma planta ali, já que apenas a presença de Justin estava servindo de agrado a mulher. 

- Eu irei me hospedar aqui. Liguei mais cedo, sou o Justin Bieber. - A moça sorri e começa a enrolar a ponta de seu cabelo com seu dedo. "Oferecida", pensei. 

- Ah, claro, o Sr. Bieber. - Ela procura algo em alguma gaveta e entra ao Justin um cartão. - Seu quarto é a suíte premium. Precisa de alguma coisa, pode me chamar. Estarei aqui para qualquer coisa. - Dei uma eventual risada pela situação. 

Justin e a loira oxigenada estavam flertando do meu lado. Foi com certeza a coisa mais broxante que presenciei. 

- Pode deixar que vou procurar. - Justin sorriu para a moça.  

- Nossa. -fiz uma careta de nojo e recebi a atenção do Justin e da loira. Finalmente.

- E o que você quer? - Ariana recepcionista usou uma cara sarcástica e um tom Grosso para se dirigir a mim. 

Arqueio minhas sobrancelhas e sorri cínica. Quem essa vadia pensa que é?

- Eu quero fazer um pedido. - Me aproximo mais do balcão. - mais tarde leva um bom vinho lá para o nosso  quarto. - entrelaço meu braço com o de Justin, que nos olhava sem entender. - Quero uma noite daquelas com meu homem. - Me viro para Justin e o beijo. Ele com certeza não estava entendendo nada, mas cedeu e iniciamos um beijo. 

O beijo foi caloroso, mas logo chego ao fim, o empurrando de leve. Volto a encarar a moça que pareça uma coitadinha agora.


- Nossa, me desculpe por isso. - sorrio e limpo o canto dos labios. - Pode continuar com o seu trabalho. -a olho de cima a baixo e por fim sorrio.

- O que foi aquilo? - Justin cochicha para mim enquanto estávamos indo até o elevador. 

- Mostrando que nenhuma vadia pode me rebaixar. - Assim que o elevador fecha, o encaro.  

Ele estava apoiado em uma das paredes e eu em outra. Justin me olha de cima a baixo e parece pensar em algo. 

Desviei o olhar e me perdi em seus braços. Acompanhei cada tatuagem apenas com o olhar. 

- Gostou? - Me assusto com a voz de Justin. Ele me olhava com um sorriso divertido nos lábios. 

- Talvez. - digo apenas.

- Você não é muito de falar, não é? 

- Não sou muito de falar com você. - O encaro e sorrio. 

- Chata!

- Idiota.

- Cínica. 

- Babaca.

- Bandidinha de meia tigela. 

- Agente de merda! - Ele me encara franzindo o cenho, mas depois começa a rir. Aquilo me contagiou. 

Logo as portas do elevador se abrem e dá direto para o quarto (por conta de ser premium, suponho.).

A enorme sacada dava uma ótima visão da cidade que nunca dorme. 

Las Vegas, se prepare, não cheguei para brincadeira. 




Notas Finais


Foi isso amores.
Desculpem qualquer erro ortográfico e por estar meio sla...
Comentem oq acharam 💖💖💖💖


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