História Dangerous Love (NamJin) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Ação, Eua, Fbi, Gangster, Namjin
Visualizações 130
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo 5


Ainda enquanto Seokjin o fitava sarcasticamente, Namjoon revira os olhos e bufa, vencido.

- Certo. Vamos recomeçar, pode ser, lindo?

- Como? – Jin ergue uma sobrancelha.

- Olá, sou Kim Namjoon.

- Entendi – Jin descruza os braços. – Sou Park Seung-hee – Jin inicia ao entregar-lhe mais uma vez sua mão para que Namjoon a beijasse –Encantado. Mas devo dizer-lhe que fui bem criado Namjoon, muito bem criado. Não será fácil nosso convívio se você pensa que me tratará como os modelos anoréxicas com quem sai "qin 'ài ".

Após dizer, Jin se afasta de Namjoon e consegue sumir da vista do mesmo que, por um momento, havia erguido as sobrancelhas em surpresa com a fala do garoto, o que não o impediu de morder o lábio inferior singelamente. "Garoto difícil", pensou,enquantoJin ria sozinho com a ação.

- Ouvi dizer que está trazendo um carregamento vindo diretamente da Europa, Sook.

- Ouviu certo, Kidoh– Jackson diz ao dar um gole em seu copo.

- E não me contaria? Ora Sook!

- De certo ele esperaria uma ocasião mais apropriada, e não a festa de nossas bodas, Kidoh querido – Jisoo diz ao marido.

- Exatamente. Inclusive, só estou esperando este chegar para presenteá-lo com um bom single malt... O que acha, hã?

- Perfeito Sook... E nesse dia fumaremos cubanos até se esgotarem! – os dois riem.

- Onde está Seung-hee? –Jackson pergunta ao correr os olhos pelo salão.

- Não estava com Namjoon? – Kodoh questiona.

- Ele o deixou há alguns minutos – Jisoo os responde ao menear a cabeça vendo o filho se aproximar dos mais velhos.

- Seung-hee veio para cá?

- Não, querido, não era você quem estava com ele? – a mãe o indaga.

- Me perdi em devaneios por meros segundos e ele sumiu...

- Onde está meu filho?

- Acalme-se Sook, vou procurá-lo certo?

Jackson se afastara alegando ir à procura de um garçom apenas para sacar o celular e mandar uma mensagem para Jin. "Eu sei que ele é um rapaz abusado, mas lhe dê um voto de confiança, sim? Precisamos dele, só você conseguiria!", fora o que o mais nova lera na tela de seu smartphone.

- Está sozinho?

- Na verdade não –Jin responde indiferente e se vira para se retirar, guardando novamente o celular no bolso.

- E como podem deixar um belo garoto como o senhor sozinho dessa maneira? – o rapaz permanece insistente.

- Eu não deixei – Namjoon diz ao vê-lo perto do outro, pegou rapidamente uma bebida com o garçom e foi na direção dos mais novos. – Essa é a diferença entre nós dois, Sehun. Ele se afastou de mim porque fui lhe buscar uma bebida – ergue a taça e a entrega para o moreno. – Ele está se afastando de você apenas por ser um chato de galochas incrivelmente persistente.

- Namjoon? Você trouxe um garoto a um evento oficial? Esta é nova...

- É o Park.

- O que? Park Seung-hee? O intocável?

- Como assim intocável? – Jin se pronunciou.

- Foi o que eu disse, não foi? Enfim, foi um desprazer revê-lo Sehun – Namjoon se despediu ao puxar Jin discretamente pelo braço. – Seu pai sempre deixou bem claro aos filhos dos homens com quem... Trabalha que a herdeira dele sempre foi e sempre será demais para... Nós.

- Entendo – Jin riu.

Quando perceberam estavam no centro do salão, onde alguns casais se dirigiam para começar a dançar ao som de Call Me Irresponsible. Namjoon virou-se para o garoto ao estender sua mão.

- Me concede essa dança? – pediu com o maior sorriso galanteador que tinha.

- Acho melhor não.

- Ah, por favor! – agora sustentava um sorriso brincalhão no rosto. –Essa é minha música favorita – Jin ergue uma sobrancelha. – O que foi? Caras bonitos não podem ter bom gosto musical?

- Claro que podem, eu não disse nada – ele ri.

- Estou lhe parecendo melhor do que esperava, hã?

- Certo – Jin estende a mão parando de rir – mas só uma música, esta bem? Eu não sou muito bom com danças...

- Por mim tudo bem, mas realmente duvido disso... "Meu menino é perfeito em tudo o que faz, eu o ensinei!" –ele tenta imitar a postura e voz de Jackson, fazendo-o rir. E assim iniciaram a dança. Ele estava com os olhos vidrados em Jin, não podia negar que era lindo.

- Então...

- O quê?

- Tudo bem se conversarmos sobre você? – ele pergunta.

Em outro momento -alguns meses atrás -estaria totalmente aflito, sem saber o que fazer, mas passara boa parte de seus dias estudando e decorando sua falsa vida.

- Claro. Pergunte...

- Sabe falar chinês?

- Não.

- Como assim?

- Meu pai é chinês, eu sou americano.

- Mas... Rígido do jeito que ele é não te... Não te obrigou a aprender?

- Seu pai te obrigou a aprender inglês?

- Bem... Não, mas eu tive de aprender na marra, meus avós não sabiam nada em inglês.

- Diferente de você, eu não tive parentes que me motivassem a aprender a língua – deu de ombros. – Até tive aulas no internato, mas... Digamos que fui um rebelde nato. O máximo que sei são algumas palavras desconexas –ele lhe sorri.

- qin 'ài?

-qin 'ài – Jin ri.

- É um xingamento?

-Bom, eu não te xinguei... ainda. Significa "querido"– ele sorriu em concordância.

- Então você estudou em um internato?

- Dos oito aos dezoito anos – Jin, como bom ator que notou ser, suspira.

- Dez anos em um internato?

- Apenas para homens...

- Eu gostaria de ter estado em seu lugar, lindo – Namjoon brinca.

- Eu trocaria com você facilmente...

- Pois bem – ele ri por mais um tempo. – Então quantos anos você tem?

- Vinte e quatro... E sem gracinhas – ele ergue as mãos em rendição. – Você tem vinte e nove, estou certo? – ele meneia a cabeça afirmativamente. – Você já não deveria estar casado?

- Ora, pai... Eu sou novo demais para isso –ele revira os olhos e sorri para Jin.

- Prefere baladas onde tem várias mulheres e homens por noite? – Jin ergue a sobrancelha e sorri sacana.

- Geralmente...

- Você é gay! – Jin dissera alto demais. Os casais ao redor olharam surpresos. – Bem que achei estranho quando meu pai disse que você não se interessava em ter uma esposa ou esposo...

- Pelo amor de Deus, não é isso – ele puxou-o mais para perto, numa tentativa de calá-lo.–Quando eu disse "geralmente", quis dizer que na maioria das vezes é apenas...

- Um homem... – Jin completara quando sua mente se iluminou com a resposta. Concordou com a afirmativa dele e mordeu o lábio. –Entendi. Você só é mais um galinha.

- Ei! - Jin sorri.

- Não me leve a mal! -Jin pisca. – Então é melhor te chamar de sultão, mas sem os casamentos?

- Jeonghwaghan (significa "exato" em coreano)– ele ri.

- Desculpe?

- Meu pai. Tem o costume de mesclar as duas línguas, me perdoe... Pura convivência – ri sem humor.

- É... Bonitinho – Jin ri.

- Você também é – ele sorri.

- Não foi isso que eu quis dizer... – sente o rubor se instalar em suas bochechas.

- Eu entendi... Só estava brincando com você – ele passa o indicador pelo rosto do mais novo ao sorrir.–Mas não deixa de ser verdade.

- Então sua mãe lhe teve aos trinta e um? – Jin tenta mudar de assunto.

- Você é bom– ele sorri. – Ela tentou engravidar antes, porém sofreu dois abortos espontâneos antes de mim... Além de perder minha irmã aos oito anos... Câncer. Ela teria trinta e seis agora.

- Eu sinto muito.

- Tudo bem, eu não posso dizer que sinto falta dela, eu era apenas um bebê quando aconteceu, mas posso afirmar que minha mãe é uma mulher muito forte.

- Ela é mesmo – o sorriso do moreno era acolhedor, fazendo-o sorrir também.

- Então quer dizer que eu sou seu qin 'ài?

- Qin 'ài – falam juntos, Jin ri.

- E eu lhe disse que não sabia muitas outras palavras em russo. Não achei justo começar com xingamentos...

Passaram bons segundos fitando um ao outro sem pudor. Nesse momento Jin mergulhava na imensidão que era o olhar de Namjoon, até perceber este se aproximando perigosamente dele.

- Eu vou... Estou indo –Jin se soltou dos braços de seu parceiro.

- Mas... A música nem acabou!

- Esta já é a quinta música Namjoon – Jin se virou.

- Seung-hee! – neste momento o moreno estava distante e Namjoon apenas se culpava por não tê-lo beijado a tempo.

- Pai! – o menino se aproximou do pai postiço que se encontrava numa roda de "amigos" e pôde perceber que esta era toda composta por homens do crime.

- Ei, ei, ei, meu filho, os modos!

- Perdoe-me, é que... Pai, nós podemos ir?

Já no carro, Jin desarruma o cabelo e tira os sapatos ao se alongar. Jackson o observa com o paletó nas mãos, intrigado pelo olhar amedrontado que o moreno lhe lançara quando pediu para irem embora.

- Está tudo bem, querido?

- Ele tentou me beijar, Jack! Eu não acredito nisso – diz visivelmente irritado.

- Eu te avisei Jinnie, este é Kim Namjoon. Galanteador, previsível e abusado. Não sei como pode estar tão surpreso.

- O problema não é esse, eu realmente convivi com vários desse tipo...

- Então qual é o problema, Jin? Eu não ent...

- O problema Jack, é que eu quase cedi. Eu fiquei furiosamente tentado a beijar Kim Namjoon.



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