História Dangerous Love (NamJin) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO
Personagens Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Ação, Eua, Fbi, Gangster, Namjin
Visualizações 332
Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem!!!

Capítulo 7 - Capítulo 7


No dia seguinte Jackson foi ao escritório de Kidoh sozinho após oito meses indo com Seokjin. A única vez em que Kim Namjoon se encontrava em alguma destas reuniões.

- Com licença – Jackson bateu na porta.

- Entre, Park.

- Kidoh –cumprimentou. – E... Namjoon?

- Ah, olá Sook. Resolvi ouvir minha mãe e quis saber como meu pai trabalha... Querendo, ou não, isso um dia será meu.

- E não está distante, meu filho – Kidoh sorriu tristemente.

- Que isso! O senhor ainda viverá muito, meu velho – riu ao abraçar o pai de lado.

- Então vamos ao ácido.

***

- Ora, ora, ora... – diz ao apoiar-se na porta que levava à área de lazer da imensa "mansão Park".

- Jack... – Jin se interrompe e aproveita o momento para se sentar na espreguiçadeira virando o rosto para Jackson sorrindo. – Pai? Em casa tão cedo?

- Pois sim, meu filho. E você resolveu, enfim, desfrutar dos prazeres desta casa?

- É – ele riu. – Estava calor mesmo – dá de ombros.

- Aí você decidiu enlouquecer todos os funcionários?

- Todos não – Jin se defende e ele ergue a sobrancelha. – Creio que as mulheres não se importam...

- Talvez, mas não vem ao caso... – ele ri ao menear a cabeça. – Vamos entrar? – o jovem assente e segue o homem em direção ao escritório após colocar o roupão.

- O que foi, Jack?

- Você não faz ideia de quem estava hoje na reunião...

- O Kidoh? – fez pouco caso.

- Kim Namjoon.

- O que ele estava fazendo lá, se nunca se interessou pelos negócios do pai?

- Veio com uma história de que, finalmente, tinha de aprender sobre tudo que um dia será dele... Ele visivelmente esperava te encontrar lá, será mais fácil do que imaginei retirar algo desse menino – Jin riu.

- Bom para nós, mas e aí?

- Kidoh está a um triz de me dizer quem é seu fornecedor de cocaína...

***

- Filho?

- O quê? – disse ao virar-se para a porta e ver sua mãe escorada nesta.

- Encontrou Seung-hee? –ele negou com a cabeça. – Como assim?

- Ele não foi, mãe – a mulher sentou-se na cama, ao seu lado. – Eu sabia que seria perda de tempo ir até o escritório.

- Não foi perda de tempo, meu filho. Você finalmente está conhecendo seu futuro império, Namjoon –Kidoh entra e se coloca ao lado da cama.

- Você ainda não entendeu que eu não quero seguir... "Carreira", pai? – fez aspas com desdém.

- O que quer dizer com isso?

- Que eu não quero ser traficante, ser temido, muito menos chefe de máfia.

- Você suja o sobrenome da nossa família!

- Eu sujo? Mais sujo do que esse nome é?

- Cale sua boca! –Kidoh diz alterado e sente uma pontada no peito, dirigindo sua mão a este logo em seguida.

- Parem vocês dois, já! – Jisoo sentencia alterada.

- O que, mãe? Ou a senhora apoia isso? A senhora entende a gravidade disso? Entende que ele trafica as drogas que viciam pessoas e destroem famílias? Entende que são dos acordos dele que saem as armas que matam centenas no país e fora dele? Pelo amor de Deus, isso não tem cabimento!

- Filho...

- Pare! Não vê o que está causando na sua mãe?

- Estou lhe dando um choque de realidade, apenas isso!

- Por que você não é como Seung-hee? Apenas não... Resolve aceitar o que lhe foi imposto e desiste de renegar suas origens?

- Porque eu não quero ser fraco! Que se dane aquele... Aquele garoto. Ele deve ser apenas mais um americano fútil com um rostinho bonito – e um corpo incrível também, achou desnecessário acrescentar. Jisoo já chorava a essa altura. –Por que a senhora aguenta isso, mãe? Por que ainda vive com meu pai?

- Chega, Namjoon!

- Porque eu o amo. Eu o amo, Namjoon, e é por isso que continuo com seu pai. Porque quem ama permanece ao lado no que for. Sempre – ela secara as lágrimas e proferia as palavras frente ao filho que já estava há algum tempo em pé. –Mesmo com todos os erros. Apenas por isso.

- E você deveria fazer o mesmo – iniciou o pai. –Se não por mim, ao menos pela sua mãe.

- Meu Deus, saia daqui, pai. Por favor – pediu vencido e cansado.

E com isso os mais velhos saíram do quarto, deixando a reflexão com Namjoon. Aquilo o fez pensar, não podia abandoná-los, na verdade aquilo nunca havia passado por sua mente. Ele resolveria a situação antes do próximo encontro do pai com Park, que seria em alguns dias. Se situaria dentro dos negócios, como o pai tanto desejava. Não queria que Kidoh morresse odiando-o, mas isso não queria dizer que faria o que o pai queria... Ao menos aparentaria.

***

Treze dias após o último encontro de Jackson com o Kim, ele e Seokjin se encontraram com George Millman, de quem já obtiveram informações suficientes, a fim de prendê-lo. Kidoh demorava para fechar os acordos, e o prazo do FBI estava ficando apertado. Resolveram forjar uma emboscada para um dos mafiosos, fazendo o cerco se fechar para o Kim.

Estavam sozinhos, os três, os dois Kim e Millman, em um container no cais, cercado por vários agentes do FBI fortemente armados e preparados para contê-lo, um iniciante ingênuo e despreparado.

- Oh, Sook, não sabia que esta beleza estaria conosco.

- Por favor, Millman, mantenha o respeito com o meu menino!

- Perdoe-me, ele apenas é... – ele a fitava vulgarmente, sem se preocupar com a presença do pai do menino no local.

- Eu peço para o senhor desfazer o sorriso sujo que tem no rosto. Se não respeita a mim, ao menos respeite o homem com quem quer fechar negócios. Não é a toa que não passa de um pombo à procura das migalhas dos Kim.

- Sook!

- O que quer que eu diga, George? Eduquei meu garoto muito bem, ele não mente... – o outro homem ameaçou sacar sua arma na direção de Jackson, mas agentes federais com o timing perfeito entraram no ambiente apontando suas armas na direção do mafioso. Seokjin que fora mais rápido, puxou sua pistola 9 mm do cós da calça que trajava.

Ele entrara na frente de Jackson ao empurrá-lo para fora da mira de Millman, que arregalara os olhos ao ver a desenvoltura do mais novo – o que, mesmo assim, não o impedira de deferir-lhe um tiro, do qual não conseguiu desviar com perfeição. O moreno levantara do chão pressionando a ferida em seu braço direito, ao passo que ainda mirava o loiro depravado do outro lado do galpão. Com um chute, o oficial mais próximo desarmara o homem e o imobilizava após uma rasteira que havia aplicado, ainda com os outros agentes apontando-lhe as armas.

- Eu poderia dizer que você me surpreendeu ao conseguir me atingir, mas você com certeza foi sortudo. Eu nunca daria tanto crédito a você.

- Pois bem, seu porco –Knitter, com sua arma em mãos, tirara seu distintivo do bolso do paletó e o apontava para o homem. – George Millman você está sendo preso e tem o direito de permanecer calado, tudo o que disser poderá, e será, usado contra você no tribunal.

- O que? Eu não acredito! – os agentes do lado de fora já seguiam o script e vasculhavam o local. –Malditos! Todos saberão disso, estão ouvindo?

Seokjin desvia do soco que George tenta lhe acertar após se desvencilhar do agente que o segurava e Jackson direciona a arma para o homem. O projétil o atinge em cheio, deixando-o cair desfalecido em um som oco.

- Creio que ninguém saberá de nada, seu imundo – ele sussurra e apenas Jackson ouve, esboçando um sorriso em seguida.

A parte dos dois já havia sido feita, o fornecedor de Millman já estava sobre o radar da corporação. A única preocupação de Jackson e Seokjin era bolar uma boa explicação para a bala que acertara o antebraço de Seokjin.



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