História Dangerous Memories - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Jungkook, Original, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 20
Palavras 1.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O primeiro capítulo teve capa só pra acharem que não tenho preguiça, mas tenho muita. E sim vou postar os capítulos prontos, todos hoje.

Capítulo 2 - When You Need


  When you need

"Você acha que tudo está perdido, daí então surge uma luz"

Gosto de pensar que em tudo na vida existe um por quê. Então deveria sim haver um por quê de meu chefe ter precisado trocar minha folga - que seria hoje - para sábado, pois sua esposa havia adoecido mais ainda e precisava dele no hospital, e eu estava ótima com isso até começar a chover. O shopping nem era tão longe mas eu precisei ir de carro por conta da maldita chuva que nem dera sinal antes de chegar.

Chegando lá o senhor Downey fez questão de dizer aos funcionários novos que eu estaria no comando, eram apenas dois pelo fato de especiarias asiáticas não serem muito procuradas por aqui e tudo mais, e além do mais o senhor Downey era exigente e todos seus atendentes deveriam ser ou parecer asiáticos - como eu parecia por ser neta de. Os dois garotos eram muito atenciosos e extrovertidos e me fizeram ter a diversão que eu não teria dentro de casa.

- E a senhora toda poderosa chefona tem planos para esta bela noite chuvosa? - Tae-Hyung perguntou e eu assenti tímida, na realidade não queria ser convidada para nada.

- Hmm, ela tem um boy!! - Ho-seok se debruçou sobre o balcão e ameaçou rolar por ele não fosse a entrada de um cliente na loja, meu coração vibrou. - O boy é esse! - ele sussurrou e eu fiz um sinal para que saíssem.

- HORA DO MEU ALMOÇO! - Tae-Hyung praticamente berrou arrastando Ho-seok para fora da loja - Faça a escolha certa, senhor. - se curvou para Jeongguk que olhava sem entender.

- Posso ajudar? - perguntei e ele franziu o cenho - Estudamos juntos.

- Eu sei Yoon, - sua expressão era de quem pergunta "qual o seu problema?" - não fazia ideia de que trabalhava aqui, e eu venho aqui quase toda sexta.

- Eu folgo todas as sextas, exceto hoje. - falei e ele voltou a olhar alguns hashis - E então, posso te ajudar?

- Bom - respirou fundo e me olhou sem graça - eu venho tentando me acostumar com essa cultura nova e simplesmente não tem como comer de garfo e faca, quer dizer...quanto custam os hashis!? - ele parecia embaraçado e então eu ri sendo acompanhada por ele em seguida.

- Os de inox são 40 dólares, os de plástico 25 e os descartáveis são 15 dois pares. - respondi e ele mordeu o lábio, pensativo - Posso fazer um desconto pra você.

- SÉRIO!? - e essa foi a primeira vez que presenciei Jeon Jeong-Guk animado com algo - Por que faria isso?

- Porque eu te amo. - respondi em tom de brincadeira e ele arregalou seus olhos - Ou simplesmente por um acerto de contas, minha foto, seu desconto de 15 dólares.

- Por mim tá ótimo, - deu de ombros e me entregou o hashi inox - falando naquela foto, tem como você me passar? Eu achei ótima.

- Passo na faculdade, leve um cabo. - coloquei o hashi na sacola e ele me entregou o que parecia ser todo o seu dinheiro - Sobra pra você comer?

- É...- passou a mão no cabelo e olhou os 20 dólares no balcão - Na verdade não, mas eu posso lidar com isso, daqui a uns dias meus pais me mandam mais dinheiro.

- Pode levar o hashi, por minha conta.- ele pegou o dinheiro do balcão e o hashi e ficou receoso em levar - Leva!

- Obrigado Yoon, você é uma pessoa boa! - acenou e eu dei uma espécie de grunhido - Disse algo?

- Ah..tem uma vaga de garçom no restaurante japonês do shopping e eles tem preferência por olhos puxados...se você se interessar pode...

- OBRIGADO, YOON! - voltou e segurou meu rosto com força, beijou minha testa e me encarou - Você é um anjo!

Ele então saiu da loja me deixando com cara de macarrão sem molho, olhando o além e pensando "o crush beijou minha testa", fiquei mais uns dez minutos sozinha na loja e os dois - Tatehyung e Ho-seok - voltaram e eu fiquei encarando ambos, que riram e foram atender os clientes que ainda estavam na loja. A tarde foi realmente bem mais tranquila com os dois comigo, os clientes são poucos mas quando aparecem, tratam logo de aparecer em manada.

Deu a hora de fechar a loja e eles iam a uma house party no centro, emprestei meu carro porque era um pouco longe e porque Ho-seok não bebe, se não eu não emprestaria e além do mais eu não morava muito distante do shopping e se exercitar faz bem. Os dois me deixaram na entrada do shopping e foram embora no sentido oposto ao meu. Estava bem tarde e por isso a rua estava deserta a não ser por uns poucos gatos que corriam de um lado para o outro, dei um passo a frente e respirei fundo. Fui caminhando e só minha respiração e passos eram ouvidos até que ouvi algo além, bem atrás de mim.

- Uma garota bonita dessas não pode andar sozinha a essa hora da noite! - me envolveu em seus braços e eu empurrei - Você é arisca!!

- Posso andar sozinha a hora que eu bem quiser e não encsote em mim. - respondi e ele me empurrou ma parede, o bafo cedendo a álcool - me solta.

- Posso te soltar a hora que eu bem quiser - lambeu meu rosto e eu senti uma mistura de ódio e nojo - E essa hora não é agora, meu bem.

- SO-COR- ele me interrompeu com uma das mãos pressiomando minha boca e eu senti o desespero me tomar assim que senti sua outra mão envolver meu peito, soltou minha boca por descuido - ME SOLTA! SOCORRO! - apertei os olhos e dois segundo, exatamente dois segundos, após o descuido eu me senti livre daquele nojo e ouvi o barulho do corpo batendo cotra o asfalto.

- ELA DISSE PRA SOLTAR! - ele estava furioso e socava o bêbado no chão enquanto eu o olhava em estado de choque.

- P-para! - eu gritei e ele me olhou confuso, fui devagar pra perto deles e chutei o rosto do homem, fazendo com que ele desmaiasse de vez - Você, eu...ah...

- Onde você mora? - ele perguntou e eu apontei na direção - Eu te levo até lá, você está bem? - me abraçou de lado e com a outra mão segurou a minha e a sacolinha com o hashi que balançava aos nossos passos.

- Você me salvou. - eu respondi olhando para frente e me senti um pouco tonta, as coisas viraram borrões e aos poucos viraram escuridão. E minha consciência assim se esvaiu.



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