História Dangerous Memories - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Jungkook, Original, Romance, Sexo, Violencia
Exibições 9
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Are You Okay?


Are you ok?

" Nada conspira ao nosso favor, não me deixe por causa deles."

Chegamos no apartamento e tudo estava organizado, nem parecia que havia acontecido uma mudança a não ser pelas fotos dele em cima da mesa de centro. Peguei-as da mesa e fiquei olhando o quanto ele havia mudado em dois anos, chegou como um garoto anti social e agora é um homem sexy...e anti social. Bela mudança, não é não?

- Vamos colar onde? - perguntei e ele franziu o cenho - As fotos!!

- Em lugar nenhum. - deu de ombros e foi até o banheiro, fiquei sentada no sofá indignada e pensando em uma forma de convencer ele.

Peguei minha mochila e o envelope estava ali, como Jeongguk não estava perto eu resolvi abrir. Fotos. Muitas delas. Eram fotos exatamente iguais as minhas, as que eu tirava dele distraído e apenas uma única coisa diferenciava, nas fotos dele a pessoa distraída era eu. Que micão, mas pera. Ta explicado!! O crush me crushava então por isso que, aaah!!

- JEONGGUK! - gritei e ele saiu correndo do banheiro, todo peladinho - Que delícia.

- YOON-AH! - atacou uma almofada em mim - O que aconteceu, por que você gritou? - mostrei as fotos e ele arregalou os olhos - EU DISSE PRA ABRIR QUANDO EU NÃO ESTIVESSE!

- Você tava no banheiro! - me aproximei dele e beijei a bochecha - VAMOS COLAR TODAS NA PAREDE!! - bati palmas animada e ele me imitou.

- NÃO-O! - ele ainda estava me imitando e aquilo me irritou, tá legal. Ele é difícil - Não vamos colar nada na parede.

- Só minhas costas.

- Que?

- Nada.- dei um sorriso falso e desci minha mão até seu membro, joguei as fotos no sofá - Vamos colar?

- Não adianta você me abusar sexualmente, não vamos colar nada! - ele me empurrou e eu franzi o cenho - você devia estar arrumando sua mala.

- Me deixa colar e te dou trinta minutos. - dei de ombros e encostei no sofá, ele balançou a cabeça negativamente - de sexo oral.

- Onde você quer colar isso? - perguntou e eu cai na gargalhada - Acho que vou mudar de ideia.

- NÃO! - agarrei ele e ele riu - Vou separar as melhores e menos vergonhosas, ai a gente cola.

- Eu vou me vestir, estou me sentindo um alvo fácil.- correu para o quarto.

No dia seguinte, depois de levar um dez no trabalho do senhor Burt nós trancamos a matrícula e fomos com os garotos para o aeroporto, eles não paravam quietos falando de o que eu e Jeongguk faríamos na Coréia e decidindo quem ficaria com meu carro durante esse tempo, eu estava quieta observando Jeon que parecia aflito e preocupado. Finalmente a ficha de que seu pai havia morrido tinha caído e ele estava para baixo, coloquei a mão em sua coxa e ele me olhou forçando um sorriso, segurou minha mão e colocou um anel. Meus olhos quase saíram de órbita e eu soltei um berro, Ho-seok, Jimin e Yoongi se assustaram e eu fiquei balançando a minha mão na frente do rosto deles, que reviraram os olhos e voltaram a conversar entre si, agarrei o rosto - maravilhoso - de Jeongguk e comecei a beijar, péssima ideia ele quase bateu o carro.

- Mas que porra ein, não quero morrer agora não. - Yoongi gritou com a gente e eu dei risada.

No aeroporto minhas pernas tremiam, eu estava com medo de ser rejeitada pela mãe dele ou pior, de ser presa após matar ela por ter maltratado ele na minha frente. Fiquei quieta enquanto os quatro conversavam animados, estava pensando em tudo quanto era coisa ruim, desde rejeição até ela separar a gente. Ela mandou ele pra longe pra não voltar mais afinal, isso provava que essa mulher é capaz de tudo.

- Não se preocupe, meu irmão é um cara legal. - ele disse segurando minha mão, que suava. - Vamos ficar bem.

- Espero que sim. - encostei minha cabeça em seu ombro e na mesma hora anunciaram nosso vôo - Vamos?

- Tchau gente. - Jeongguk disse para os meninos que abraçaram ele ao mesmo tempo - ME SOLTEM, SEUS GAYS.

- Indelicado. - Jimin soltou e me abraçou - Cuide bem do meu dongsaeng.

- Não sou seu dongsaeng.

- É sim, cala a boca. - deu um tapa em sua cabeça e eu ri.

Finalmente embarcamos e eu me ajeitei em seu ombro, ele colocou os fones e assim pôde me ignorar por um ótimo tempo, fiquei passando os dedos perto de sua virilha e vi seu membro ganhando vida, segurei o riso e ele me olhou indignado com a situação na qual eu o coloquei. Fingi estar dormindo e ele enfiou a mão dentro da minha calça, dei um pulo.

- Ei! - dei um daqueles gritos sussurrados e ele riu - Não faça isso. - começou a me estimular e eu fechei meus olhos, aquilo era o paraíso.

- Senhor? - ouvi a aeromoça dizer e meu coração disparar - Vai querer a janta?

- Claro! - ele sorriu sonso e ela retribuiu e saiu andando - O que foi Yoon, tá bem?

- Demônio! - enfiou dois dedos em mim e eu gemi baixo.

- O quê disse? - mordeu minha orelha e eu suspirei.

- Eu te amo. - ele sorriu e eu beijei sua bochecha.

- Foi o que eu ouvi.

Depois da sessão de tortura eu acabei dormindo e só acordei perto da hora da chegada, sim eu dormi muito. Quando eu acordei mesmo ele não tinha mais o ar divertido que tinha algumas atrás, estava sério e fúnebre. E eu fiquei apreensiva, aquilo não podia ser um bom sinal, afinal.

Desembarcamos e ele segurou firme na minha mão, chegando a machucar de tão apertado que estava.

- Eles estão ali. - sussurrou e meu coração disparou. Eles estavam sorrindo até me ver de mãos dadas com ele. - Seja firme.

- Eu amo você. - sussurrei e ele me olhou, beijou o topo da minha cabeça.

- Eu também amo você. - apertamos nossas mãos paramos na frente dos familiares dele, nos encaramos por longos dois minutos sem trocar uma palavra - Oi mãe. - ele finalmente disse.

- Quem é essa garota? - ela perguntou ríspida e eu senti meu coração sendo esmagado, assim como uma massinha de modelar.



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