História Dangerous Men - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Dangerous Men, Jimin, Jungkook, Long-fic, Protagonista Original, Romance Contemporâneo, Sobrenatural, Triângulo Amoroso, Yannia_fanfics
Visualizações 8
Palavras 814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores~
Como estão? A Tia aqui está desanimando com as histórias...

Estava com este plot guardado há muito tempo, resolvi repostá-lo, porém, em outra versão. Estou tão ansiosa, nem sei se gostarão! Diferente de outras fanfics que escrevo, desta vez, a nossa protagonista será original, com nome personalidade e tudo! Obrigada unnie por ter dado-me a ideia dos nomes e Francis é o nome do meu gato.

+. Sobrenatural.
+. Conteúdo forte, cenas explícitas e linguagem imprópria.
+. Se não gosta deste tipo de conteúdo, não leia.
+. Nenhum dos atos descritos aqui são reais e não possuem a intenção de incentivar alguém.

Espero que gostem e boa leitura! <3

Capítulo 1 - Prólogo


 

Capítulo 01 — Prólogo.

 

Sentada no sofá, encarava de forma nervosa o telefone a minha frente. Minhas unhas ruídas eram a prova de meu nervosismo, Hyori ao meu lado tentava inutilmente acalmar-me passando as mãos em minhas costas. Encontrava-me tão aflita a espera da maldita ligação — e agora, eu duvidava de que ela chegasse. Vez ou outra esfregava as mãos suadas em meu jeans velho ou procurava outra coisa em que pudesse focar nem que fosse por uma pequena eternidade.

— Tulipa, fique calma. Uma hora ou outra ele irá telefonar.

Por que exatamente eu estava esperando uma ligação que nunca iria chegar? O que estava esperando para superar aquilo? Por que eu insistia em esperar por algo que nunca iria acontecer? Para que esta insistência em continuar sendo feita de marionete? 

Desde a semana passada Francis estava agindo estranho o que eu julgava não ser normal, afinal, estávamos à véspera de nosso casamento; ele deveria estar ansioso, quicá feliz porque finalmente iríamos unir nossos laços e finalmente ficarmos juntos até morrer, isto claro, se ele não houvesse largado-me no altar. Eu não estava triste por ter sido praticamente humilhada na frente de todos meus parentes, mas sim decepcionada com Francis. Sentia-me humilhada e feita de boneca por suas palavras bonitas e aquele maldito sorriso com covinhas.

— Eu deveria ir dormir. Hoje não foi o melhor dia de todos — levantei-me com a voz um pouco baixa; tentava evitar que caísse em prantos ali mesmo, pois mesmo que eu não estivesse triste, estava decepcionada e estar de tal forma era pior do que qualquer outro sentimento descritível no momento. — Não estou com cabeça para esperar que ele ligue, porque homem do jeito dele não importam-se com mulheres como eu. Francis estava beijando a cidade toda e a fodendo por minhas costas.

Não esperei que minha amiga comentasse algo, porque eu sabia que ela não iria. Hyori era respeitosa demais e às vezes não entendia meu jeito de falar. Subi as escadas, porém, antes que chegasse ao meio dela, o telefone tocou estridente e arregalei os olhos. Por um lado eu queria muito xingá-lo e dizer o quanto ele havia deixado-me decepcionada além de ter desonrado minha família, por outra eu queria conversar e saber por quais motivos havia deixado-me plantada. Humilhada, iludida, decepcionada. 

Corri até o aparelho e tremendo peguei-o, atendi.

— Francis, quero que saiba que eu sempre gostei de você, mas agora, todo essa paixão transformou-se em algo rancoroso pois nunca pensei que um cara como você pudesse ser tão baixo e sem escrúpulos! Espero que esteja bem ao lado da mulher com quem você traiu-me o tempo todo, espero também que seja feliz tanto ou quanto eu certamente serei sem você! Obrigada por ter mostrado-me o quanto fui patética por ter aberto meu coração! Se um dia você vier rastejando para mim tenha certeza de que uma coleira não será o suficiente para domesticar um cachorro vira-lata como você! Passar bem! — e desliguei pouco importante com a possível resposta Francis daria.

Agora, eu não seria mais pisada, humilhada, iludida ou decepcionada. Iria ser uma mulher forte e não seria um simples homem efêmero em minha vida que mudaria alguma coisa. Mulheres não precisam de outros homens para sentirem-se confiantes, basta perceber que elas brilham sozinhas. E, Francis eu já não sabia mais quem era e agora pouco importava-me com o que seria.

Fui para meu quarto e encarei por alguns minutos todas as caixas ali. A casa era de meus pais, então, eu moraria ali afinal, meu ex-noivo nunca voltaria, convidaria Hyori para morar comigo mas provavelmente ela diria não já que seu namorado atual — quem eu nunca vira na vida — estava tomando completamente seu tempo. Dentro das caixas estavam todos os meus pertences que minha irmã mais nova — que estranhei não tê-la visto na igreja — havia guardado. O vestido estava no cabide dentro do closet, assim como as luvas, a tiara. 

Estava acabada, tanto por dentro quanto por fora. Meu rosto estava inchado, vermelho, minha garganta ardia pelo choro preso. Encostei-me na parede e deslizei pela mesma até cair sentada no chão abraçando os próprios joelhos. Era mais humilhante ainda chorar por alguém que sequer merecia sua atenção. Entretanto, era difícil não lembrar de todos nossos momentos juntos, dos sorrisos falsos — que pareciam verdadeiros até então —, das mãos dadas, das risadas, dos encontros, das noites escuras.

— Tulipa, a empresa para quem você enviou seu currículo mês passado acabou de telefonar e disse que você foi contratada e o Sr. Jeon disse que sente dó do Francis.

A ficha caiu. Havia acabado de gritar ao telefone com meu futuro chefe achando que era aquele maldito. O que diabos fui fazer?! O que ele deve pensar de mim agora?! Se bem que agora finalmente tinha um emprego em algo de meu ramo, poderia sustentar-me sozinha e o melhor, não precisava de Francis ao meu lado.
 



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