História Dangerous Minds 2 - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~pwrposebabe

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette
Exibições 330
Palavras 1.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi mores!

Tradução do capítulo * Planos *

Bom gente, eu não irei postar semana que vem e espero que entendam!

Espero que gostem sz!

Xoxo.

Capítulo 16 - Plans


Dizem que antes de começar uma guerra

É melhor saber pelo que está lutando

Bem, amor, você é tudo que adoro

Se amor é o que precisa, um soldado eu serei.

Angel With A Shotgun - The Cab

             Claire Parker —  Point Of View

— Ei, espera. — Chamei a garota enquanto ainda sentia seus beijos molhados por meu pescoço. Por um momento eu vi a realidade e aquilo não era o certo á se fazer. — Eu não posso fazer isso. 

— O que? — Elena levantou a cabeça para me olhar. — Você parecia que estava gostando e agora quer desistir?  

— Eu não sou lésbica, me desculpe. — Respondi um pouco envergonhada, eu não era lésbica e não ia fingir ser.  

— Mas que porra hein. — Elena bufou e me soltou. — Pelo menos posso te pagar uma bebida? — Elena sorriu de lado e eu assenti. Caminhamos até o bar novamente e começamos a beber e a conversar.  

Elena me disse que gostava dos dois lados e que sentiu atração por mulher assim que terminou o namoro de dois anos e que se sentia feliz quando alguma mulher bonita desejava ela. Ela até namorou uma garota á quase um ano e que ela era muito bonita, era morena dos olhos verdes e que ela na cama ficava possuída de tanto desejo.  

Elena é uma garota legal e fizemos amizade. 

— O que você é realmente do Bieber? — Ouvi a voz de Elena e me virei completamente confusa. — Eu sei que você não é prima dele. 

— Como você sabe? 

— Conheço a família Bieber mais do que você pensa. — Sorriu. — Agora me conta! 

— Eu e Justin temos uma história complicada, eu o amo e já estive grávida dele. — Desviei o olhar de Elena e encarei o copo de licor. — Eu perdi a criança, mas ainda me sinto ligada a ela e a Justin. Ele disse que me ama, mas hoje, ele disse a dona da boate que eu era a prima dele. 

— Claire. — Elena me chamou depositando sua mão em meu ombro e dando um leve aperto. — Talvez você devesse esquecer o Justin e ser feliz. 

— E todo o sacrifício que fiz até agora vai ser em vão? — Perguntei arqueando as sobrancelhas. Elena estava errada, minha história com Justin é conturbada, mas a gente se ama. 

— Você acredita em anjos? — Perguntou e eu assenti confusa. — Talvez ele seja seu demônio. — Elena sorriu e olhou para o barman e tirou algumas notas de sua bolsa e colocou em cima da mesa. Se inclinou e aproximou seu rosto do meu depositando um beijo em minha bochecha, sorri. — Pense nisso e qualquer coisa me liga.  

Observei a mesma caminhar apressada pela multidão sem se importar em esbarrar em alguém. Tomei o último gole e fiquei pensando.  

 Me levantei sentindo minha cabeça doer e a boate rodas, em um vacilo quase fui de cara no chão, porém senti braços me segurando pela cintura e colar seu corpo no meu.  

— Cuidado amor. — Virei meu rosto olhando o sorriso estampado no rosto de Justin, o sorriso que poderia matar qualquer um. — Bebeu de mais? 

— Não vem com essa história para o meu lado Justin. — Alertei me soltando de seus braços. — Você disse para aquela mulher que eu era sua prima.  

— Ela não ia querer nada comigo se eu falasse que você é minha namorada. — Olhei Justin por cima dos ombros. — Eu tinha que ganhar a confiança dela, mas não se preocupe, não aconteceu nada do que uma simples conversa. Eu gosto de você e não quero te perder.  

— Para mim tanto faz Justin, vamos embora.  

+++ 

Na mansão, Chaz se aproximava do porão. Em sua mente ele tinha que libertar aquela garota, se não fosse por culpa dele, ela não estaria presa lá e ele não queria que Justin matasse ela. 

Sua mão foi em contato com a maçaneta da porta da sala onde Natalia estava deitada pensando em seu namorado, se ele estava preocupado e a procurando ou não. E a resposta era certeza! 

— Ei garota. — Chaz á chamou. Natalia olhou para ele que a encarava. — É melhor você ir embora e rápido. — Mandou e ela o olhou confusa. 

— Você não está armando nada, não é? — Perguntou inocente e ele riu balançando a cabeça em negação. — Por que está rindo? 

— Não quero que Justin te mate. — sorriu. — E aliás você não tem nada a ver com isso, precisa ir para um hospital, mas eu não vou poder te levar.  

— Tudo bem. — Natalia juntou as pernas e se segurou na parede para levantar, mesmo machucada, ainda tinha forças para andar até um hospital mais próximo. — E aquele seu amigo? 

— O que tem ele? — Charles perguntou e ela olhou para baixo começando a caminhar até ele. — Ele não vai procurar você! Pode ter certeza que eu falo com ele. 

— Obrigada. — Natalia sorriu e se aproximou mais dele. — Eu preciso dos meus documentos, sabe né! — Sorriu sem graça e ele assentiu se virando e pegando a maldita bolsa que estava em cima de uma cadeira do lado. Chaz se virou para entregar a bolsa e se deparou com o rosto tímido se Natalia próximo de seu rosto. Ela não teve a intensão de aproximar os rosto, mas ela tinha que ver se ele tinha pegado os pertences dela.  

Chaz até poderia ter se aproveitado e ter jogado ela na parede e ter á fodido de todas as posições possíveis, mas ele tinha mais coisas para fazer. 

— Aqui está boneca. — Natalia sorriu e pegou sua bolsa e em seguida de virou indo embora dali, mas parou no meio do caminho e olhou para Chaz que apenas á observava. 

— Obrigada. — Falou em sussurros e Chaz assentiu pensando que se aquela seria a última vez que veria ela. 

No andar de cima da mansão, Rafaela colocava seu pequeno filho para dormir. Cody tinha uma alma tão pura que nem podia imaginar o que se passava pelo lado de fora da mansão.  

As vezes ele se perguntava se seu pai o buscaria e rezava todas as noites para que ele buscasse e Ryan, seu pai estava escorado na porta observando seu filho com seus olhos úmidos e pensando se poderia ser um bom pai.  

Rafaela cantarolava uma música da Beyoncé para que seu filho pudesse dormir, era assim todas as noites. 

Ryan saiu do quarto sem a mesma perceber e se escorou na porta esperando Rafaela sair, que não demorou muito. 

Ela estava morrendo de sono e só queria sua cama. Ryan puxou o braço de Rafaela delicadamente e a encostou na parede e nem esperou a garota reagir e tomou seus lábios contra os seus, sentindo o gosto doce de sua língua.  

— O que está tentando fazer? — Rafaela perguntou ofegante sentindo seu coração pular de alegria e tristeza ao mesmo tempo. 

— Me desculpe Rafaela, eu sou um idiota. Eu quero ser pai para o Cody e quero fazer você minha mulher todas as noites. — Rafaela sorriu observando o rosto de Ryan. — Se você não aceitar eu vou entender, mas se você quiser, eu prometo que vou fazer vocês dois a única razão da minha vida.  

— Você promete Ryan? Eu não quero me magoar e se isso acontecer eu quebro sua cara. — Ryan riu fraco balançando a cabeça em afirmação e em seguida a beijou de novo. 

Alexia observava aquela cena morrendo de raiva, ela queria Ryan, ela amava ele. Ela tinha planos para o Ryan e em sua mente passava que não deveria deixar isso acontecer e que aquela vagabunda não ia tomar seu lugar! 

+++  

Justin Bieber — Point Of View 

Parei o carro em frente a um dos prédios abandonados da cidade, eu tinha descoberto esse lugar á anos atrás e até então nunca tinha voltado e Claire foi um dos motivos para eu voltar. 

— Saí do carro. — Mandei. 

— O que vai fazer? — Sorri malicioso caminhando até ela e a encostando no carro prendendo suas pernas em torno da minha cintura e levantando seu vestido. 

— Vamos transar a noite toda!



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