História Dangerous Minds ( Nova Versão ) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Criminal, Gangster, Justin Bieber, Violencia
Visualizações 17
Palavras 1.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii amores, tudo bom ?
Sei que demorei tipo Um pouco ( Muito Mesmo ), mais eu editei e pensei milhares de vezes nesse capítulo, de milhares de formas e finalmente achei a que eu mais gostei. Espero que gostem, vou tentar postar o mais próximo possível. Como vocês devem saber, essa é a Allessa Tessa Gilbert, Nossa protagonista. Sim ela tem as pontas rosadas. Kisses.😘😘

Capítulo 2 - Nightmare In Canada


Fanfic / Fanfiction Dangerous Minds ( Nova Versão ) - Capítulo 2 - Nightmare In Canada

Minha cabeça doía, sentia uma dor em meu braço esquerdo como se estivesse sendo perfurado. Tentei abrir meus olhos, mais por causa da iluminação eu os fechei e logo tentei abri-los novamente. Olhando para cima vendo a luz fechei os olhos virando a cabeça vendo o soro cair e meu braço furado.

Respirando fundo lembrei da cena, minha mãe. A faca encostando a pele de seu pescoço, e logo após cortando-a, o mundo sem sons e minha mãe caida no chão com seu pescoço jorrando Sangue. Fechando os olhos esperando as lágrimas, elas não vieram, abri os olhos novamente vendo um policial ali. Ele tinha cabelos castanhos e cabelo da mesma cor, sua barba ralada estava com fios brancos como o seu cabelo seu uniforme azul Prússia estava sujo de molho de cachorro quente. Ele tinha um caderninho em sua mão e uma caneta, ele parecia calmo mas as suas mãos tremiam.

— Meu nome é Mike Murdock — Ele disse — Estou aqui para ajudar você e acompanhar até que alguém ganhe a sua guarda… Vamos começar com você me dizendo como que o assassino da sua mãe é.

. . .

— Então hoje é o seu último dia ? — Sussurrou Kaynne na esperança que o professor de Trigonometria não ouvisse.

Estávamos na escola, era o meu último dia aqui. Havia contado para Kaynne que o policial Mike Murdock que cuidou de mim desde que eu saí daquele hospital. Já fazia 3 semanas em que a justiça procurava alguém pra ser a minha ou o meu guardião. — Sim, Uma mulher canadense agora é a minha guardiã.

— Você poderia morar com Murdock — Disse ela — Aí você ficaria comigo.

Sorri pensando no policial que cuidava de mim esse tempo — Murdock tem a própria filha pra cuidar, Alendo mais, o cara que assassinou a minha mãe está a soltar, a justiça diz que ele nunca me machucaria no Canadá, e mesmo que consiga chegar tão longe a casa pra aonde eu Vou tem vários seguranças que me protegerão.

— Ui — Disse ela — Vai ter um segurança pessoal, não esqueça, se tá pessoal deixa mais pessoal ainda.

— Doida — Disse e ela caiu na gargalhada.

O professor de matemática olhou bem para mim, e seu olhar de mim foi para Kaynne que me lançou um olhar, senti uma vontade de rir. — Senhorita Gilbert — Disse o professor — algum problema ?

— Não Senhor Blofovsc — disse — desculpe.

— Você parece querer falar algo para classe — Disse ele é todos me olharam — Quer compartilhar algo ?

— Não, não — Disse rapidamente — Estou bem, na verdade estou ótima.

— Que tal você vir aqui no quadro e resolver umas continhas — Disse ele se virando para o quadro, olhei desesperada para Kaynne que estava com a cabeça baixa, respirei fundo — Que tal Trigonometria no triângulo retângulo.

— Professor, não — disse mais ele me deu um olhar de desaprovação.

— Allessa — Disse ele se aproximando — O que você quer do seu futuro ?

— Eu — Hesitei um pouco — Eu quero ser médica.

— Medicina não é só cortar as pessoas — Disse ele — Matemática é preciso em todos os trabalhos.

— Eu sei — Disse.

— Você vai pro Canadá certo ? — Disse ele.

— Sim — disse — vou morar com uma amiga da minha mãe.

— Pra sua sorte, eu vou passar essas férias de verão lá com o meu irmão — Disse ele — Talvez podemos trabalhar na sua matemática.

— Vou pensar — Disse ele abriu a boca para dizer algo, mais o sinal bateu e eu peguei as minhas coisas.

— Allessa — Ele me chamou ages que eu pudesse passar pela porta, eu o olhei.

— Sei que deve achar que eu estou pegando no seu pé — Disse ele — Só quero um bom futuro pra você…

— Eu vou ficar bem — Disse a ele.

— Alle — Ele olhou pro fundo dos meus olhos — Você não é só uma aluna pra mim, é como uma filha pra mim… não quero que afunde como o resto da classe, diferente deles, você tem um potencial incrível e quero que continue assim. Quero que seja uma grande médica no futuro.

— Eu serei — Disse — obrigado por se preocupar, mais eu estou bem.

— Se precisar eu sempre estarei aqui — disse ele — E Allessa Essa é a sua chance, a chance de uma nova vida, de um novo começo pra você aproveite o quando pode.

Apenas assenti e sai de sua sala.

. . .

— Você tem certeza ? — Disse ele ainda ao meu lado.

— Absoluta — Disse — Mike, vou ficar bem.

— Espero que sim — Disse ele mexendo no bolso a procura de algo. Logo ele tirou um cartão branco do bolso aonde tinha apenas uma sequência de números — Caso algo acorda, me ligue e eu do uns tiros naqueles filhos da puta.

Sorri, o policial era de falar palavrões, ela já acostumara. Apesar de nunca ter conhecido a filha dele, sabia que ela deveria ser uma boa menina ou que não desapontara ele. Dei um abraço nele saindo indo para o meu vôo que me esperava. No avião não tinha nada demais, só uma velinha que contava que os filhos dela morreram no Canadá no meio de um tiroteio, aquilo me fez arrepiar, mais logo me acalmei quando ela disse que seus netos haviam crescido lá com as mães e a mesma.

Ao sair do avião olhei em volta em busca de alguém me levasse para minha nova casa. Mais não vi ninguém, me sentei em um dos bancos a espera de alguém. Eu segurava o cartão de Mike Murdock na mão gravando-o no meu celular o número dele. Um cara se sentou ao meu lado, ele aparentava ter uns 20 anos de idade, ele tinha cabelos loiros como os meus, aparentava bem distraído, desviei o olhar quando ele me olhou, mais logo ele desviou, aparentava não estar num bom dia.

Ele deu um suspiro, parecia entediado, guardando o celular na minha mochila.

— Olá — Disse ele — Você viu uma amiga minha ? Ela é baixinha, tem um cabelo castanho...

— Na verdade não — Disse ela — Eu estou perdida também, alguém deveria me buscar mais parece que ninguém irá vir.

— Você é de onde ?

— Estados Unidos — Disse — Los Angeles.

— Lá é um lugar incrível — Disse ele.

— É — Olhei em volta em busca de alguém que me reconhecesse.

— Meu nome é Alexis — Disse ele — E o seu ?

— Allessa — Disse o olhando.

— Quem iria vir buscar-la, talvez conheça…

— Eu não sei — Disse sussurrando — Nunca parei para perguntar ou pedir fotos.

— perdida — Disse ele — Olha, tá escurecendo…

— Tem razão — Disse — Acho melhor eu ir para algum lugar…

— Se quiser pode ficar na minha casa…

— Não precisa, Obrigada.

Me levantando eu comecei a sair do aeroporto — Muito obrigada Alexis — Disse e ele apenas deu um Tchau com a mão.

Descendo as escadas com a minha mala pesada já que Kaynne me fez levar varia roupas dela.

— Oi princesa — Disse um cara barbudo descendo as escadas — Vamos, deixa eu te ajudar.

— Não — Disse — Eu consigo sozinha.

— Não consegue não — Disse ele tentando pegar a mala da minha não, ele me puxou para perto me segurando. Dei um tranco no braço dele soltando a mala e saindo correndo.

Ele correu atrás de mim, ele era rapido. Logo vi uma cabeleira loira segurar o cara e soca-lo. Eu não parei de correr. Corri até minhas pernas não aguentarem mais. Parei cansada na calçada encostando na parede, nunca havia corrido tanto. Logo um carro Chevrolet branco apareceu e o vidro escuro se abriu.

— Oi — Disse Alexis — Entra, deixa eu te levar pra casa.


Notas Finais




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...