História Dangerous Nanny - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren, Dangerous Nanny
Exibições 9
Palavras 2.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Não tenho muito o que falar ;)
Qualquer erro corrijo depois.
Boa leitura.

Capítulo 4 - Buy Pizza


Fanfic / Fanfiction Dangerous Nanny - Capítulo 4 - Buy Pizza

Depois de um longo e cansativo dia de trabalho, eu havia acabado de buscar o Enzo na escola e estava indo para casa, foi difícil convencê-lo de que precisávamos de um banho antes de ir para a casa de Dinah, afinal ele estava imundo, pois hoje foi o dia de passar à tarde no parquinho, que fica na própria escola. Ele parecia ter rolado no chão milhares de vezes, o que eu não duvido de ter acontecido, meu filho parece ter "formiga no rabo" como dizia a minha avó.

O que eu acho de melhor na escola dele, é que lá eles prezam pela atividade física das crianças, hoje em dia é tudo tecnologia, então ele tendo esses momentos na escola, de poder ter contato com brincadeiras em que todos participam e se divertem para mim era fantástico, não quero que meu filho perca a infância atrás de uma tela de celular, tablete ou computador, sendo tão novo.

Quando chegamos em casa ele foi correndo para o banheiro, deixando a mochila, tênis e roupas jogados pelo corredor, fui pegando tudo para colocar em seu devido lugar. Entrei no banheiro e ri dele tentando alcançar a torneira do chuveiro, na pontinha dos pés.

-Deixa a Mama abrir para você._Enquanto ele se molhava na água morna, tirei os meus saltos e calcei os meus chinelos de borrachas que sempre ficavam ali, dobrei um pouco a barra da minha calça e blusa para ajudá-lo no banho. Apesar de ele querer fazer isso sozinho, ele não conseguia se lavar direito.

Terminei desligando o chuveiro enquanto ele tentava se enrolar na toalha, o peguei no colo e levei para o seu quarto, que por sinal havia tartarugas ninjas por todas as partes.

-Qual roupa você vai querer vestir?_perguntei o colocando em cima da cama e depois enxugando o seu cabelo e corpo.

-Eu quero a blusa que a tia Dinah deu._ Eu já sabia qual era então fui até o seu guarda-roupa e tirei de lá uma cueca, uma bermuda jeans e a tal blusa que a Dinah havia lhe dado.

-É essa?_O perguntei e ele abrir um sorriso enorme enquanto pulava na cama. Para varia a blusa tinha uma estampa das tartarugas ninjas, segue normal. Caminhei até ele e o ajudei a vestir as suas roupas. Por ele não parar quieto um minuto dificultava um pouco as coisas. Tive que o pegar e senta-lo na cama para calçar a sandália diversas vezes.

-Perfume Mama._ Ele pediu e eu assenti indo buscar seu perfume. Meu filho além de lindo era vaidoso. Eu realmente vou está perdida quando ele crescer.

Passei o perfume e arrumei o cabelo dele. O coloquei no chão e ele foi brincar no canto do quarto em que ficavam os seus brinquedos. Engraçado é que ele já sabia que teria que ficar ali brincando enquanto eu me arrumava.

Tratei de tomar um banho e me vestir depressa, não gostava de deixá-lo sozinho por muito tempo, ele sempre aprontava alguma coisa se eu resolvesse aumentar cinco minutos do tempo de me arrumar.

Vesti uma calça jeans e uma camisa de uma banda qualquer e calcei os meus coturnos, estava cansada de usar salto o dia todo. Sequei o meu cabelo mais ou menos, não me preocupei em passar máquina, afinal estava indo para a casa da Dinah.

Meu filho já me esperava impaciente na porta da sala. Vi que ele tinha em mãos dois bonecos que deduzir serem umas de suas tartarugas ninjas neguei com a cabeça enquanto pegava minha bolsa as chaves do carro em cima da mesinha de centro, e saímos em direção à casa da Dinah.

(...)

Já se aproximava de oito da noite quando chegamos à porta da casa da minha amiga. Enzo veio o caminho inteiro pedindo para ligar para uma pizzaria porque ele já estava "morrido" de fome, como ele havia dito. Não pode fala que vai vir para casa da Dinah que ele já quer se entupir de besteiras. Ela acostumou meu filho muito mal. Não dou conta desses dois separados, juntos então. Para minha sorte vi o carro da Normani parado ali na porta, ainda bem porque aí eu não iria passar aperto sozinha.

Estávamos apertando a campainha quando alguém do nada deu um berro e pulo na nossa frente do nada.

-AAAAHHH. - Enzo abraçou as minhas pernas e escondeu o restinho nelas. Eu levei um baita susto, que minha primeira reação foi levar uma mão de encontro ao meu filho e a outro no peito, fechando os olhos por alguns segundos. Começou uma gargalhada escandalosa me fazendo reconhecer quem era o indivíduo sentado no chão se contorcendo de tanto rir.

-DINAH SUA FILHA DA PUTA, VAI ASSUSTA SUA MÃE CARALHO, PORRA MEU, VOCÊ VAI VER SÓ COMIGO._ Enquanto eu me descontrolava de tanto xingá-la, Enzo já tinha se juntado a ela e ria também. Meu filho era facilmente induzido por ela._ E PODEM PARAR DE RIR PORQUE NÃO TEVE GRAÇA NENHUMA.

Acho que o meu filho ria mais da risada da Dinah do que de nervoso ou da minha falta de controle. A risada dele era tão gostosa que não me contive e dei um meio sorriso, que durou pouco pois ainda estava nervosa com aquele ser que dizia ser minha amiga.

-Ei Ei, olha a boca Jauregui, tem uma criança aqui._Disse ela ainda rindo e levantado do chão. Como se ela não falasse palavrão perto do meu filho. Que moral que ela tem para me cobrar isso?

-Ah vai se fuder._Falei enquanto entrava em sua casa e ela vinha logo atrás com Enzo no colo falando o quanto aquela camisa que ele usava era bonita. Cínica.

-Que estresse todo é essa Lauren?_Perguntou Mani, que vinha da cozinha em minha direção para me cumprimentar com um abraço caloroso e um beijo no rosto._ Você está mais pálida que o normal, parece até que viu um fantasma. O que aconteceu?

 

-É culpa dessa sua mulher, nunca vi ficar assustando as visitas._ Falei já me sentindo mais calma, eu não deixaria o que a Dinah fez passar em branco, o pior é que sempre que eu revidava ela vinha com algo pior._ Mas o que é seu está guardado Dinah.

Virei para trás e a vi ainda rindo enquanto Normani pegava meu filho do seu colo o enchendo de beijos.

-Sério que você fez isso amor? Você disse que ia ao banheiro._ Normani também tinha um pequeno sorriso no rosto, ela adorava rir das palhaçadas da namorada, desde que não fosse com ela.

-Eu ia, mas aí eu vi pela janela o carro dela estacionando do outro lado da rua, corri e me escondi atrás dos arbustos lá fora.­_ Ela ainda estava rindo. Minha vontade era de estapear a cara dela._ Você tinha que ter visto a cara de susto dela. Foi muito hilário.

-Haha engraçadinha._Disse em forma de deboche. As brincadeiras da Dinah as vezes passava do limite e algumas me irrita muito. Mani já havia se sentado no tapete da sala com meu filho brincando com ele e seus bonecos, enquanto Dinah tagarelava e ria do que tinha acabado de acontecer.

-Mama pede pizza agora? - Meu filho pediu, fazendo todos se esquecerem do tal susto por hora. Mas eu não, essa vaca ainda vai ver só comigo.

-Só se for agora._Dinah deu um pulo do sofá em direção ao telefone._Jauregui, você vai fazer o suco natural, por favor, porque nós somos fitness._Disse ela já com o telefone na orelha.

-Estou vendo mesmo._ Falei baixo para ela não ouvi e fui em direção a cozinha ouvindo a Mani soltar um riso também baixo.

Aquela noite seria longa. E eu tenho certeza que não iríamos embora tão cedo. Dinah e Enzo sempre fazem maratonas de desenhos quando estavam juntos, ou aprontavam alguma aonde um dois dos sempre sai quebrando as coisas pela casa ou pegadinhas de mal gosto acabava sobrando para mim e para Mani.

Vinte minutos depois a pizza havia chegado, até estranhei o fato de ter chegado tão rápido, talvez seja porque a pizzaria seja a duas quadras daqui e também é quinta-feira, nem todo mundo come pizza dia de semana. Mas com certeza a minha amiga deve ter arrumado uma desculpa maior para que eles entregassem tão rápido.

-Nossa a pizza chegou rápido hein?!_ Falei chamando a atenção deles. Não era normal isso acontecer por isso comentei.

 

-Ah eu falei que tinha uma grávida aqui com um puta desejo de comer a melhor pizza de quatro queijos da cidade._ Ela disse fazendo uma voz meio melodramática, típico de Dinah.

 

-E quem está grávida aqui?- Perguntei olhando para as duas mulheres na minha frente. Perguntei mesmo porque com essas duas você não pode nem piscar que já tão se engolindo.

 

-Hahaha, engraçada você hein Jauregui. Meus dedos ainda não produzem esperma - Dinah me respondeu em forma de deboche e vi Normani arregalar um pouco os olhos pelo comentário da namorada._ Só falei aquilo para eles andarem mais rápido.

 

-Aham. Tá bom- Respondi com um pedaço de pizza na boca. E sem eu menos esperar uma almofada acertou o meu rosto. Eu iria a xingar mas evitei pelo fato do meu filho estar presente, apenas devolvi a almofadada.

(...)

Estávamos todos sentados no tapete da sala em volta da mesinha de centro, meu filho estava todo lambuzado de ketchup enquanto comia sua pizza também lambuzada. Dinah não estava muito diferente, pois quando foi tentar abrir o sachê do ketchup e espirro em tudo sua roupa, o que nos rendeu umas boas gargalhadas. Continuamos assim, rindo e comendo, por um bom tempo. Era maravilho ter momentos assim com eles, afinal eu nos considerava uma família. Mesmo com os nossos defeitos e brigas besta éramos felizes juntos.

-Laur você chegou a ligar para a moça que te passei o telefone? Esse seu pestinha precisa de alguém a disposição dele o tempo todo._Normani perguntou enquanto enxugava os pratos que eu estava lavando. Já havíamos acabado de comer. Meu filho estava na sala assistindo desenho e comendo balas fini com Dinah. Então as vasilhas haviam ficado por minha conta e de Mani.

-Não cheguei a ligar ainda Mani, na verdade eu acabei esquecendo._ A respondi lembrando que havia ficado de ligar para a moça.

-Ela é uma ótima pessoa Laur, você não pode deixar que ela passe assim, para falar a verdade, ela precisa desse emprego, Ally me disse que ela está desempregada tem algumas semanas. Eu não a conheço pessoalmente, mas confio o bastante na Ally para saber que ela é uma pessoa competente. E se a Allycat confia nela, porque não confiar. E ainda por cima elas são amigas de longas datas._ Ally é uma moça baixinha que trabalha no setor do RH da empresa junto com Normani desde antes mesmo que eu começasse a trabalhar lá. Nós já havíamos conversado algumas vezes. Ela é um amor de pessoa e parecia sempre manter pessoas boas a sua volta, isso de alguma forma me fez querer que essa sua amiga fosse a baba do meu filho.

Assim que terminamos as louças fomos para a sala fazer companhia a aqueles dois, que por incrível que pareça estavam concentrados na televisão e não haviam aprontado nada.

-Amanhã cedo eu ligo Mani, afinal deixei o número dela na mesa do meu escritório._ Sentei no sofá perto do meu filho que já estava deitado quase pegando no sono._ A Verônica chegou a comentar comigo que ela conhece essa tal Camila também. -Falei um pouco mais baixo para não chamar atenção dois que estavam praticamente engolindo a tv, se eu fizesse isso ouviria reclamações do tipo,”perdemos a melhor parte porque vocês duas não faziam silêncio.”ou “ vocês só ficam falando e depois vem perguntar o que está acontecendo no desenho.- Ela disse que cresceram juntas, que a conhece a muito tempo.

-Isso eu já não sabia, mas por um lado é bom, ela conhece pessoas que nós conhecemos melhor confiar nela do que em um desconhecido._ Normani me respondeu enquanto se infiltrava nos braços de Dinah que estava deitada no chão.

Minha amiga tinha razão como sempre. Eu ligaria para a moça amanhã sem falta.

O resto da nossa noite ocorreu como sempre. Dinah e Enzo assistiram desenhos até dormirem, Mani parecia estar em um tédio constante, pois ela não parava de girar aquele controle remoto por nada, já eu não parava de pensar na ideia de uma pessoa desconhecida ser babá do meu filho. Me assustava um pouco saber que teria que deixa-lo com alguém que não fosse Dinah ou Normani, as duas me ajudaram desde quando o Enzo nasceu e eu confiava apenas nelas, mas com todo o trabalho que estou tendo agora seria preciso que alguém cuidasse dele. Meu filho sempre foi uma criança compreensiva, então eu acredito que ele aceite numa boa a ideia , e se ela for realmente uma pessoa incrível como a Mani  e a Vero disse, ele com certeza vai adorá-la.  Olhei para o lado e ele dormia serenamente, eu teria que acorda-lo para que fossemos embora, afinal estava ficando tarde e amanha cedo ele tem que ir para a escola e eu trabalhar.

-Mani_ A chamei fazendo parar de girar aquele controle, aquilo já estava me irritando._ Eu já vou pra casa, está ficando muito tarde._ Disse enquanto coferia as horas no meu celular e faltava quinze minutos para meia noite._Se eu não for agora será um custo levantar esse pestinha amanha para a aula.

- Ta bom, te acompanho até a porta, depois tenho que acordar essa daqui para tomar um banho, ela está toda suja de ketchup até agora._Me levantei e peguei minha bolsa e depois tentei acordar o Enzo que não mexeu um dedo, tive que pegá-lo no colo,  esse menino está cada dia maior e mais pesado. Fui em direção à porta em que Mani estava abrindo para que eu passe com meu filho. Me despedi dela com um beijo rosto logo em seguida ela depositou um beijo no topo da cabeça do pequeno nos meus braços. Caminhei em direção ao meu carro, olhei para trás e vi minha amiga acenando, lance-lhe um sorriso de lado e a vi fechar a porta.

Durante todo o caminho até em casa o Enzo permaneceu dormindo, havíamos acabado de entrar no elevador e meu filho parecia está acordando, pois ele começou a se mexer e reclamar coisas inaudíveis. Tentei olhar em seu rosto, que estava enterrado no meu pescoço, e tive a certeza de que ele realmente havia acordado. A porta do elevador se abriu e ele se esticou para que eu o colocasse no chão, assim fiz e fomos em direção do nosso apartamento, destranquei a fechadura e abri a porta o vendo caminhar lentamente para o seu quarto. Tranquei a porta atrás de mim, coloquei minha bolsa e as chaves na mesa ao lado e o acompanhei.

Troquei as roupas dele por um pijama mais fresco para que ele dormisse melhor, ele deitou na cama logo em seguida, se enfiando entre as cobertas.

-Quer que a mama deita com você?

- Sim.

Deitei ao lado dele o acolhendo entre os meus braços. Ele com certeza não demoraria a dormi. Pensei em falar sobre o assunto que conversei com Mani mais cedo, mas acho que ele não prestaria atenção no que eu tenho para dizer. Decidi tentar assim mesmo.

-Filho?_ Chamei sua atenção ouvindo o soltar um som nasal._ O que você acha de ter uma babá?

-Uma babá?_ A voz dele saiu com um tom bastante sonolento, eu sorri com tamanha fofura do meu pequeno, o aconcheguei mais em mim e acariciei os seus cabelos. A sensação de paz que ele me trazia era incrível. Cada gesto, ato, palavras e até mesmo o fato de sua existência me fazia ama-lo cada segundo mais.

-Sim amor, uma babá._Ele levantou a cabeça e me olhou como se não estendesse o que eu havia acabado de falar, ou talvez ele quisesse saber mais sobre o assunto, pois sua expressão era de puro questionamento. _Ela lhe fará companhia quando a mama não puder, vai te buscar na escola, vai poder te levar no parquinho e varias outras coisas.

-Mama, será que ela gosta de tartarugas ninjas?_ Um sorriso enorme tomou conta do rosto dele, ver aquilo me deu um enorme alivio.

-Você vai poder perguntar a ela depois, a mama vai marcar um encontro com ela e assim você pode perguntar o que quiser está bem?_Ele acenou em concordância e volto a deitar na cama. Como eu esperava, ele não questionou muito e nem reclamou. Fiquei acariciando seus cabelos até que ele pegasse no sono, o que não demorou muito a acontecer. Nos meus pensamentos a única coisa que se passava era que de certa forma eu estava quebrando uma promessa de que eu nunca deixaria alguém estranho cuidando do meu filho. Por todo esse tempo confie somente em minhas amigas para isso, mas com o passar do tempo, fica cada vez mais difícil trabalhar e cuidar do Enzo, eu não poderia depender das minhas amigas a vida toda. Resolvi seguir a razão e fazer a coisa certa dessa vez.


Notas Finais


Eae o que acharam?
Tem muita coisa ainda por vir e espero de coração que vcs estejam gostando.
Qualquer duvida ou questionamento me chamem no tt @bieberharmo


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