História Dangerous Passion - Capítulo 1


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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Marcelina Guerra, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Visualizações 129
Palavras 978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E Malama = Proteger

Não aguentei, escrevi logo e quis postar. Quero muitos cometários e favoritos.
Desculpe os erros.

Capítulo 1 - E Malama


Fanfic / Fanfiction Dangerous Passion - Capítulo 1 - E Malama

[Jorge]: Jaime Palillo tá com a minha irmã. – disse invadindo a cozinha do melhor amigo, assustando ele e sua irmã, Marcelina.

[Paulo]: Quê? – franziu o cenho, tomando mais um gole de café.

[Jorge]: Tá surto, ou o que? O Palillo pegou minha irmã.

[Marcelina]: Oi? Como assim? Nós nos falamos agora a pouco. – levantou rapidamente, pegando o celular. – Ela disse que estava indo correr.

[Paulo]: Espera, espera... Jorge, explica isso direito.

[Jorge]: Jaime Palillo, o cara que mandou matar seu pai, sequestrou minha irmã, sendo que ela não tem nada a ver com a tua vida. – passou os dedos entre os cabelos loiros, nervoso. – O que eu faço, Guerra? Quando meus pais descobrirem eles vão me matar.

[Paulo]: Ok, vamos achar ela, nem que eu tenha que pôr o Exército e a Marinha na cola do Palillo. Temos que ir. Marcelina, sabe dizer se ela ia levar o celular ou não?

[Marcelina]: Ela corre ouvindo música, então sim, ela levou. – Jorge suspirou.

Guerra dirigia o Camaro de Jorge em alta, queriam encontrar a menina o mais rápido possível, caso contrário, Jaime a mataria. Entraram na cede e viram Dean conversando com sua prima, Majô.

[Paulo]: Galera, é o seguinte, Jaime Palillo sequestrou a irmã do Jorge, quero que descubram a paradeiro dele, ou dos capangas, precisamos encontrá-la. Vamos, ao trabalho. – caminhou até sua sala. – Jorge, entrega a ficha dela pra Majô temos que pôr cartazes pela ilha inteira.  

(...)

Palillo se encontrava sentado numa confortável cadeira de couro, observando o corpo pequeno de Alícia, que estava deitado sobre uma cama de madeira. O rosto da menina tinha alguns arranhões, seu olho esquerdo estava roxo, assim como seus pulsos, por conta das algemas. A intenção de Jaime não era sequestrar a irmã de Jorge, e sim, Marcelina, mas ao ver que Paulo faria de tudo para ajudar sua equipe, mudou seu plano.

Ele sabia que se pegasse a Gusman, afetaria tanto Jorge como Paulo, afinal, Jorge não queria perder outro irmão e Paulo, não queria ver o melhor amigo e parceiro sofrer.

Ao ver a garota se remexer na cama, um sorriso maldoso tomou conta do rosto de Jaime, se aproximou da menina e sentou ao seu lado, tocando levemente seu rosto.

[Alícia]: Quem é você? – sua voz estava trêmula.

[Jaime]: Calma, amor, não vou machucar você. – apertou as bochechas da menina, deixando-as vermelha. – Hoje não. – soltou uma risada ao ver as lágrimas de Alícia molhando a ponta de seus dedos.

[Alícia]: O que você quer? O que eu fiz pra você?

[Jaime]: O que eu quero e o que você fez não lhe interessam, ainda. Em breve eu lhe contarei tudo, fique tranquila.

[Alícia]: Fique tranquila? Eu acabei de ser sequestrada por um cara filho da puta, que com certeza não deve saber nem o que tá fazendo. – disse alto, recebendo um tapa estalado. – Qual é o seu problema?

[Jaime]: Qual é o meu problema? – gargalhou, andando pelo pequeno quarto. – Qual é o SEU problema? Não ouse me desafiar desse jeito, senão, eu meto uma bala na sua cabeça rapidinho. É você quem escolhe, querida Alícia.

Dito isso, Jaime saiu do quarto, batendo a porta.

Alícia deixou Jaime surpreso, ninguém nunca havia o desafiado dessa maneira, ela realmente não tem medo de morrer. Ela estava com medo, não sabia de onde tinha saído coragem para falar aquelas coisas, com certeza, em sua primeira semana de convivência com Jorge, havia aprendido várias coisas.

(...)

[Jorge]: Vem cá, será que dá pra acelerar isso daí? – o loiro estava desesperado, andando de um lado pro outro.

[Paulo]: Vamos encontrá-la, fica calmo. Agora, para de fazer isso, daqui a pouco faz um buraco no chão.

[Jorge]: Não consigo. Não quero perder minha irmãzinha, não posso perder ela. – suspirou. – Ela veio pra cá pra morar comigo, terminar o colegial e começar uma carreira, mas ao invés disso, ela é sequestrada e a culpa é toda minha.

[Paulo]: Ei, a culpa não é sua, ok? Você não sabia que isso ia acontecer, não sabia que o Palillo ia surtar e fazer isso. Se for preciso, eu vou até no inferno para encontrar sua irmã. – abraçou o melhor amigo. – É melhor você falar com os seus pais, antes que eles fiquem sabendo por outra pessoa. E quero que fique sabendo, de agora em diante, iremos proteger sua irmã, como uma família.

O loiro assentiu, pegando o telefone e se dirigindo para a sua sala.

Em 2007, o irmão do meio da família Gusman Cavalieri, Daniel, foi morto por um dos maiores traficantes do Havaí, fazendo com que Jorge se sentisse culpado por não ter salvo o irmão, ou impedido o mesmo de se envolver com aquele tipo de pessoa. Daniel Gusman Cavalieri, tinha apenas 22 anos quando foi morto e deixado em um terreno.

Minutos depois de falar com os pais, Danny e Verônica pegaram o primeiro voo para Havaí, indo imediatamente para a cede do Cinco-0. Mesmo sendo seguidos pelos seguranças do local, os pais do detetive e da menina estava loucos, queriam mais que tudo falar com o filho.

[Danny]: Será possível que nem sendo um detetive você não conseguiu cuidar da sua irmã? – disse bravo, indo para cima de Jorge

[Paulo]: Ei, ei, ei pode parando aí. – se meteu entre Jorge e Danny.

[Verônica]: Alguma notícia dela? – Paulo negou. – E estão esperando o que para irem procura-la?

[Jorge]: Não é tão fácil assim, mãe. Dean ainda está procurando o paradeiro do Palillo ou dos capangas, Majô liberou cartazes por toda a ilha, e se ligarmos para o celular dela pode ser pior.

[Danny]: Escute, eu sou um Comandante aposentado, sei o que pode acontecer ou não, mas no momento eu quero saber onde está minha filha. – cravou os olhos em Paulo, que devolveu o olhar.

[Paulo]: Eu vou encontrar sua filha, nem que isso custe minha vida e a da minha equipe. 



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