História Dangerous Woman - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 240
Palavras 2.906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaaaaaa só agora que eu vi que chegamos a 104 favoritos. Obrigada mesmo meus amores.

Estou de volta <3


Boa leitura amorecos <3


LEIAM AS NOTAS FINAIS, QUERO ESCLARECER UMAS COISINHAS

Capítulo 3 - First Love


Fanfic / Fanfiction Dangerous Woman - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 3 - First Love

 

JK: Então s/n, me fale sobre você – quebrou o silêncio que existia entre nós.

S/n: Bem... eu sou a filha caçula de meus pais, tenho apenas meu irmão e meu pai agora. Já que um indivíduo a matou em uma missão. Cresci praticamente isolada do mundo, estudei em casa e terminei meus estudos aos 12 anos, pois tenho um QI extremamente elevado. Aos 12 também tive minha primeira missão, que por acaso foi um sucesso. Confesso que tenho um vício, e ele é apostar em jogos, principalmente Poker, já ganhei muito dinheiro jogando e sou perseguida até hoje – ri após terminar minha fala – digamos que homens não aceitam perder para uma mulher. Enfim, fui treinada pelo meu próprio pai e algumas pessoas do exército. Geralmente eu sou sempre a líder das missões, pois segundo meu pai eu sou ótima na liderança e em formar planos de última hora... Eu acho que é só isso que tem de interessante sobre mim – olhei para o rapaz ao meu lado que mantinha os olhos fixos em mim – agora me fale de você Jeon.

JK: Sua vida é bem mais interessante que a minha – soltou um riso nasalado – Bom, diferente de você, eu fui para a escola, mas também terminei antes do previsto, aos 16 já havia completado o 2º grau e, igualmente a você, também sou o caçula. Meus pais você já conhece, pois eles sempre falavam da “filha misteriosa do Namikaze” – a única coisa que eu consegui fazer, foi rir com esse comentário – pois é! – riu junto a mim – e tem meu irmão mais velho, um perfeito idiota o piadista da família. Quando mais jovem eu fui treinado apenas pelo meu pai, então posso afirmar que não sou um bom lutador, mas sou um ótimo atirador – fingiu arrumar sua gravata se gabando de sua fala – e eu acho que é só, com o tempo vamos nos conhecendo aos poucos.

S/n: Tem razão. Olha eu posso treinar você, se quiser – olhei para o rapaz que estava ao meu lado olhando umas crianças que ali brincavam. Uma brisa suave se fez presente, mas foi o suficiente para fazer os cabelos do rapaz se mexer. Observava cada milímetro de seu rosto, seu maxilar bem marcado, pele lisa e aparentemente macia, seus olhos puxados lhe trazendo o charme asiático, que na minha opinião tanto amava. Sempre achei os ocidentais tão iguais, se bem que asiáticos também são BEM parecidos, mas eu ainda prefiro mais os olhos puxados do que os ocidentais. Ele virou o rosto devagar jogando seu olhar para cima de mim.

JK: Tudo bem, s/n. Eu aceito que você me treine. Vamos ver se você é uma boa professora – arqueou sua sobrancelha fazendo um olhar desafiador.

S/N: Isso é um desafio? - ele apenas assentiu – pois bem meu caro aluno, espero que aguente a sua professora, pois não pegarei leve com você!

[...]

Estávamos indo embora, já estávamos dentro do carro indo em direção a minha casa, que já não estava tão longe, o caminho de volta foi totalmente em silêncio, nenhum de nós dois pronunciou uma palavra, também não podia cobrar tanto, somos dois estranhos, nos conhecemos por acaso assim devo dizer. Um casamento arranjado. Era difícil aceitar que eu me casaria agora, acredito que para ele também. Assim que o motorista parou em casa, desci do carro e vendo que Jungkook também havia saído.

S/N: Já que está tarde – falei olhando o relógio do meu celular que marcava 1h 52min – passe a noite aqui. Acredito que meu irmão está aqui, vocês podem dividir quarto ou você pode ficar em um dos quartos de hóspedes – ele assentiu e entramos em casa, dando de cara com o mordomo que ainda estava em casa, imagino que ele tenha ficado para me esperar, abri minha bolsa pegando umas notas de dinheiro lhe entregando – Aqui Alfred, tenho certeza que ninguém mandou você ficar até mais tarde, não precisava ficar até mais tarde, eu tenho as chaves, não precisa de tudo isso – sei que a primeira fala soou meio grosseira, mas eu falei na maior gentileza.

Alfred: Minha criança, enquanto eu estiver vivo, eu vou ficar que nem uma mãe esperando o filho voltar para a casa – depositou um selar minha testa. Alfred é o mordomo de casa desde que eu tinha 10 anos, ele sempre ficava comigo enquanto meus pais viajavam, iam em missões e tudo mais. Ele é praticamente meu segundo pai – quem é o rapaz? - certamente estava perguntando de Jungkook, que se encontrava atrás de mim.

S/N: Achei que o conhecia, ele é filho do Sr. Jeon, o caçula Jeon Jungkook – eles se cumprimentaram – Alfred, você poderia me fazer um favor?

Alfred: Claro! Joga na roda – sempre era engraçado quando ele tentava usar as gírias.

S/N: Prepara um quarto de hóspedes para ele – ele assentiu – meu irmão está aqui?

Alfred: Aquela criança está jogada no sofá, dormindo. Se você conseguir o tirar de lá, ficarei grato – silabou subindo as escadas.

Fui em direção a sala encontrando um urso, vulgo meu irmão jogado no sofá, passei por Jungkook indo até a cozinha, peguei um copo de água e joguei em cima dele o que fez ele dar um pulo e levantar na hora. Seu cabelo estava bagunçado, cara amassada, olhinhos inchados e um puta cheiro de bebida. Ele deve ter saído com o Xiumin, certeza.

Baek: Por que você é tão má, s/n? - perguntou esfregando os olhos.

S/N: Saí daí e vai tomar um banho, depois direto para o seu quarto, vou levar remédio para dor de cabeça e algo para você comer – credo, parecia uma mãe.

Baek: Eu sou o mais velho aqui, eu deveria falar isso para você...

S/N: Se você fosse mais responsável, quem sabe... Agora anda logo, eu não sou obrigada a ouvir você reclamando amanhã de manhã – ele se recusava a ir, até eu tirar meu sapato e tacar nele – VAI CARALHO, DEPOIS RECLAMA! – ele saiu trombando no Jungkook, nem vendo que era ele ali.

JK: Você é sempre assim? - perguntou me olhando assustado.

S/N: Não, eu sou uma pessoa bem calma, mas eu tenho uma personalidade forte, não é fácil de lidar. Eu só fiz isso porque eu sabia que ele não iria, por mim o deixaria ali mesmo. Mas eu odeio quando ele está de ressaca, ele fica me pedindo para cuidar dele. Eu não cuido nem de mim, quem dirá cuidar dele – disse enquanto caminhava em direção a cozinha – relaxa, que eu não serei assim com você, a não ser que você faça cagada – suspiro que ele tinha dado aliviado simplesmente sumiu o fazendo ficar tenso novamente – não precisa ficar assim Jungkook, eu não sou o pior ser humano do mundo, eu já disse que eu sou calma, eu só me exalto em casos extremos.

JK: Tudo bem – soltou um riso – eu sei bem como é chato ver ele de ressaca, ele fica todo meloso.

S/N: Realmente! – ri nasalado.

[...]

Já estávamos nos quartos, cada um no seu, deitei em minha cama e comecei a organizar meus pensamentos. Ultimamente eu ando muito sentimental, na verdade desde Busan, aquele rapaz deve ter lançado um feitiço sobre mim. Aquela garota fria que eu era, não existe mais, pois uma chama foi acesa dentro de mim. O que está acontecendo comigo? Nunca me senti assim, de uns tempos para cá tudo vem ficando diferente, bem... nem tudo, minha paixão por matar pessoas ainda era enorme, mas acho que não serei apenas Serial Killer, serei uma matadora de aluguel, matar apenas por diversão não dá lucro.

Peguei meu celular que estava em cima da cômoda e liguei para o Jay Park, sei que me arrependeria amargamente, mas ele era o único que me ajudaria com isso. Disquei o número e esperei a chamada se iniciar, após 4 toques o rapaz atendeu.

Ligação on

Jay Park: Espero que seja uma pessoa muito importante para interromper uma transa – era possível ouvir uns gemidos do outro lado da linha.

S/N: Você não vai mudar nunca, não é Park Jaebum? - assim que percebi o quão sexy isso soou com a minha voz rouca.

Jay Park: Caralho S/N! Não me fode assim, porque me ligou? Nunca mais mandou sinal de vida, sinto sua falta – pude perceber uma voz feminina no fundo dizer um “ei”.

S/N: Mas eu não senti a sua, tanto que agora estou prestes a me casar – meu tom estava sério e frio.

Jay Park: Só acredito vendo – saiu debochado.

S/N: Espere o convite – soltei um riso nasalado – agora é o seguinte, preciso de ajuda.

Jay Park: Diga gatinha, que o seu Daddy fazQUE?

S/N: Você não é meu Daddy, mas enfim, preciso que você arrume uma galera que precisa de um matador de aluguel.

Jay Park: Posso saber quem será o novato?

S/N: Eu – falei decidida.

Jay Park: S/N, vc não precisa fazer isso, você já é o... - o interrompi antes de continuar.

S/N: Mas matar apenas por diversão não trás lucros.

Jay Park: Está bem. Fique com o celular atento, ele nunca mais será o mesmo.

S/N: Está bem! Era só isso, pode voltar para as suas putas.

Jay Park: Estou comendo uma puta, mas queria estar comendo você.

S/N: Nem nos seus sonhos eu iria transar com você.

Jay Park: Você nunca me disse isso, enquanto gemia meu nome no seu quarto.

S/N: Você foi só um passatempo Park Jaebum, depois que eu descobri esse mundo, descobri pessoas que são melhores que você. Você pode até ser o primeiro, mas nunca chegará aos pés dos outros – antes mesmo que ele se pronunciasse desliguei o telefone.

Ligação off

Depois que desliguei o celular, peguei um roupão de cetim curto e fui até a cozinha beber água, me sentei na bancada e fiquei fitando o nada pensando em Jungkook. Será que ele se lembra de mim? Acho que não, eu estava de máscara. Droga. Todo esse comportamento estranho estava vindo por causa dele? Porque depois daquela madrugada na praça em Busan, tudo ficou diferente para mim. Aish, será que isso começou a virar uma paixão? Merda, merda, merda. MIL VEZES MERDA. Espera, isso não é ruim, pelo menos iria passar o resto de minha vida com o rapaz que eu estava apaixonada.

Jungkook on

Quando vi quem era me lembrei na hora, aqueles olhos, aqueles malditos olhos que sempre estava na minha mente, a todo momento, era ela, com aqueles mesmos olhos que vi em Busan e me apaixonei à primeira vista, vendo ela agora sem máscara, sem óculos, sem nada, ela era muito mais bonita do que imaginei, ela era linda, maravilhosa, uma mulher totalmente espetacular. Ela estava com um vestido vermelho curto e m salto preto, seus lábios estavam com uma coloração vermelha e seus olhos com apenas um delineado preto. Como será que ela consegue ser tão linda?

Quando vi Baekhyun chegar, a princípio não havia entendido sua presença ali, até ele chamar o Kwan de pai. Então espera, Byun seria meu cunhado? Meu melhor amigo como meu cunhado – NÃO PODIA FICAR MELHOR.

[...]

Estava na casa da s/n, não sei o que me passou na minha cabeça, quando eu aceitei dormir na casa dela, apenas fui. Quando chegamos lá conheci seu mordomo e encontramos seu irmão deitado no sofá e confesso que fiquei com um pouco de medo dela, mas achei engraçado a forma que ela tratou ele. Era engraçado aquela baixinha tirando seu sapato ficando menor ainda e tacando em seu irmão, era fofa.

[...]

Acordei com um barulho de tiro, pulei da cama assustado, abri a porta do quarto e ouvi o Baek gritar algo do tipo “S/N! VAI SE FODER, É 12H DA MADRUGADA”, ri e voltei para o quarto, fui para o banheiro que tinha no quarto, fiz minhas higienes diárias e vesti a mesma roupa que estava ontem, já que a s/n me emprestou uma roupa de seu irmão para mim. Coloquei apenas a calça e a blusa social, deixando-a com alguns botões abertos. Desci e ouvi vozes vinda da cozinha, quando cheguei lá encontrei o Baek e seu pai, ambos me olharam para mim confusos.

Baek: O que faz aqui? - me olhou incrédulo porém feliz – não me diz que vocês... – sorriu malicioso.

S/N: Baek, não... – sua voz ecoou pela cozinha, rouca e sensual, fazendo meus pelos arrepiarem. Olhei para ela. A mulher estava escorada na parede de uma forma sensual, vestida com um roupão de cetim na cor preta meio transparente e lingeries da mesma cor com detalhes em vermelhos, seus cabelos levemente bagunçados e com aquela cara de quem havia acabado de acordar – bom dia Jeon! Bom dia appa – ouvir sua voz falando meu sobrenome era indescritível, fazia um grade impacto em meu corpo, era impressionante o poder que ela tem sobre mim.

JK: Bom dia s/n! – peguei sua palma da mão e a beijei as costas dela.

Baek: e eu não ganho bom dia? Esperava mais de você S/N! – fez um bico. Ele era uma criança ainda.

S/N: Bom dia para o irmão mais lindo do mundo! – foi até ele o abraçando pelo pescoço deixando um beijo em sua bochecha.

Baek: agora sim! – sorriu vitorioso – Jungkook, você ainda não respondeu minha pergunta.

S/N: eu o trouxe, ficamos nas ruas até tarde, resolvi o chamar para dormir aqui – eu iria falar, mas ela poupou minhas palavras – afinal, tenho que me aproximar mais dele – tudo bem, isso foi demais para mim.

Sr. Namikaze: Bom dia filha, está certa! Fez bem em chama-lo para dormir aqui, assim podemos começar a decidir as coisas do casamento – se pronunciou deixando o seu jornal de lado.

S/N: Sim appa! – falou olhando para o mais velho, ela abriu a boca para falar algo, mas foi interrompida pela campainha que tocou – é o Jackson, eu atendo.

Baek: Como você sabe que é ele? - olhou para a moça que andava em direção a porta – aposto 100 mil wons se for ele mesmo.

S/N: Apostado! – se virou novamente indo em direção a porta. Ela andava devagar, sem pressa, mas ainda na minha cabeça ela estava andando em câmera lenta, ela tinha um rebolado natural ao andar, seus cabelos mexiam a cada passo que dava, a roupa que ela estava deixava ainda mais sensual. Ela era uma mulher maravilhosamente linda. Assim que chegou na porta a abriu – Jackson! Que surpresa – disse num tom irônico olhando para o Baek que retirava 100 mil wons de sua carteira 

S/N on

S/N: o que quer? - olhava o rapaz a minha frente com um buquê de rosas vermelhas e brancas.

Jack: Por que está vestida assim com homens na sua casa? - apenas ignorei sua pergunta esperando ele responder a minha – eu vim buscar meu amor!

S/N: Esquece de mim Jackson, eu não sou mais sua.

Jack: deixa eu falar com o seu pai, pedir que ele reconsidere o casamento. Quero você para mim, quero minha pequena de volta – disse já com os olhos marejados.

Sr. Namikaze: Jackson, eu dei a ela uma escolha e ela aceitou e se a decisão dela foi se casar com o Jungkook, você não tem que pedir a mim. Ela fez sua escolha, escolheu isso por conta própria e estou mais que orgulhoso de minha filha – falou meu pai que agora estava atrás de mim – você ainda é como um filho para mim, mas a escolha foi dela, nem eu e nem você temos o direito de protestar sua decisão.

Jack: eu achei que você me amava, s/n – disse cabisbaixo. Eu deveria me sentir mal por aquilo. Mas não conseguia sentir nada.

S/N: Perdi meu amor por você já faz um tempo, eu amo outro, Jackson. Desculpa – me virei e fui até Jungkook, o levando até meu quarto.

Subimos as escadas rápido e seguimos direção ao meu quarto. Pude perceber seu olhar confuso sobre mim. Entramos nele e tranquei a porta, não queria incomodo agora, não queria sabia saber do meu pai, do Baek, nem de ninguém, apenas queria Jeon.

JK: Seu quarto é bonito, bem organizado – falou olhando para o cômodo – mas porque ouvi um barulho de tiro uns minutos atrás¿

S/N: Atirei no meu despertador – fui simples – estava nervosa.

JK: Vou aderir essa ideia – riu ao finalizar sua fala.

S/N: Vamos sair? Não quero ficar aqui.

JK: Vamos sim! Mas eu não tenho roupas – ao ouvir isso, fui até o meu closet e peguei umas roupas masculinas minhas que eu tinha e dei para ele, peguei uma calça jeans preta rasgada que daria para o Baek e lhe entreguei.

S/N: A blusa é minha, mas a calça é nova. Pode usar sem problemas. Se quiser pode tomar banho no seu quarto ou me esperar sair.

JK: Vou esperar você sair então.

Na verdade eu queria era tomar banho com ele, mas é muito cedo para isso. Então segui o caminho do meu banheiro, me deparando com a roupa que eu estava, então isso explica o porque do comentário do Jackson e do olhar do Jungkook mais cedo. Como eu sou ousada, ri me olhando no espelho. Me despi e fui para o box.

[...]

Já estava trocada esperando o Jungkook sair do banheiro. Sai do quarto e fiquei esperando o maior descer. Demorou uns 20 minutos até escutar passos na escada, me virei e olhei para o homem que ali estava parado me olhando. Ele e estava tão lindo, nem acredito ainda que é com esse homem que passarei o resto dos dias da minha vida.


Notas Finais


Quem já estava acompanhando a outra fic, deu a entender que o Jay Park, era inimigo, mas não era não. Resolvi colocar ele agora para fazer mais sentido.


Era só isso mesmo, espero que gostem <3


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