História Killer Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Ryan Butler, Selena Gomez
Tags Justin Bieber, Killer Love, Poisongirlxx, Selena Gomez
Visualizações 106
Palavras 3.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


☞ Pelo o que puderam ver eu voltei bem antes do esperado. Acabei me animando com os comentários, apesar de ter ficado triste com o fato dos mesmos terem diminuído e muitas pessoas que comentaram no primeiro, não terem comentado no segundo. Mas como puderam ver tem um capítulo novinho para todos vocês lerem. E sim, como puderem perceber a madrugada é meu horário preferido para escrever e postar, rsrs.

Capítulo 3 - You Killed Him.


Fanfic / Fanfiction Killer Love - Capítulo 3 - You Killed Him.

— Dizem que a vingança não leva a lugar nenhum, mas veja, estou sentindo-me melhor do que nunca.

Point Of View, Justin Bieber.

As linhas visíveis de minha testa estavam franzidas. Eu encarava a garota a minha frente com certa confusão em meu olhar. Ela por sua vez se encontrava sem reação alguma, evidenciando o quão assustada estava por me ver ali. 

— Você ainda não me respondeu, Amber. – digo enquanto dava alguns passos a diante, me aproximando da morena que apenas recuou ao dar passos para trás. — O que estava fazendo aqui? – mantenho uma de minhas sobrancelhas levantadas, passeando com minha língua úmida sobre meus lábios.

— Eu.. – ela gaguejou, e assim que novamente tentou se afastar suas costas se colidiram contra a minha mesa. — Eu estava procurando por você. – disse ela depois de alguns segundos em silêncio. Amber parecia nervosa e isso só me deixou ainda mais intrigado. — Você não estava então eu iria sair, mas dai você apareceu. Mas bom, estou de saída. – ela sorriu fracamente antes de seguir andando na direção da porta, mas eu fui mais rápido ao segurar em um de seus braços e puxa-la para mim.

—  Eu estou aqui.. O que iria me dizer? – lhe encaro mantendo uma de minhas sombrancelhas arqueadas. A garota a minha frente pareceu ficar ainda mais nervosa com minha pergunta, talvez ela estivesse realmente mentindo. — Sugiro que me diga a verdade.

E novamente o silêncio se fez presente no local. A morena tentou se afastar e não foram poucas as vezes, mas eu consegui manter-la lá. Só a deixaria sair assim que tivesse alguma resposta concreta para tal ato de sua parte, e se não a tivesse sabe lá o que eu acabaria fazendo com ela.

— Você.. – ela sussurrou baixo, mas não o suficiente para que eu não ouvisse. — Eu vim atrás de você. – disse por fim, deixando-me ainda mais confuso.

— Isso eu sei, mas o que você quer? – eu já estava começando a ficar impaciente com as palavras ditas por ela. Detestava pessoas lerdas e Amber me aparentava ser uma delas.

— Eu quero você. – ela sorria mesmo sem motivos concretos para tal, aproximando nossos rostos e finalmente me beijando, tal beijo que obviamente fora retribuído por mim.

Nossas línguas dançavam em perfeita sincronia. Minhas mãos insistiam em passear por diversas partes do corpo de Amber, mas ao contrário do que imaginei que seria ela aparentava gostar dos meus toques, todas gostavam. A coloquei sentada sobre minha mesa, não dando a mínima importância para os demais objetos que se encontravam espalhados sobre a mesma. Separamos nossos lábios por breves segundos, mas logo voltamos a nos beijar da mesma forma selvagem de antes. Meus lábios estavam sedentos pelos dela e vice versa, ora a beijava, ora chupava sua língua ou mordia seus lábios, ela arfava em resposta cada vez que minha mão ousava apertar sua bunda. Aquela situação já estava demasiada excitante, minha vontade era tirar a sua roupa e fode-la ali mesmo.

— Acho melhor pararmos por aqui. – disse ela ao afastar nossos lábios, encerrando com o nosso maravilhoso beijo. Antes que eu pudesse protestar a observo se levantar da mesa, ajeitando sua roupa que em certos momentos havia erguido e caminhando na direção da porta do escritório. Amber não me dera tempo e rapidamente se retirou dali, se juntando as demais pessoas presentes no corredor.

Parece que alguém teria que se aliviar com suas mãos ou com uma vadia qualquer hoje.

Dia seguinte, universidade                                          Point Of View, Selena Gomez.

As aulas estavam ocorrendo normalmente durante aquela amanhã. Tentei ao máximo evitar qualquer tipo de contato visual com Justin, não por sentir vergonha do que havíamos feito na noite passada e sim por causa de Kendall que novamente me fuzilava com seu olhar mortal. Se eu não dava importância a Justin, quanto menos a ela. Tudo continuaria ocorrendo normalmente se não fosse pela voz da diretora que começara a ecoar pelas caixas de som espalhadas pela sala de aula. A atenção de todos os alunos estavam fixas nas mesmas, inclusive a minha que não pode deixar de ouvir cada palavra pronunciada pela mais velha em alto e bom tom.

— Quero que todos os alunos estejam reunidos no pátio agora mesmo. – alguns murmurinhos se fizeram presentes pela sala de aula, mas tentei ao máximo ignora-los e prestar atenção nas palavras que a senhora pronunciava. — Obrigado pela atenção. – disse por fim antes de encerrar com o falatório, mas os coxixos vindo de maior parte dos alunos ainda não haviam se cessado, o que era uma merda.

E lá estávamos todos nós reunidos no pátio, obviamente confusos com toda a situação. Não aparentava ser algo bom, a diretora carregava consigo uma expressão triste e ao mesmo tempo assustada, o que nos deixou ainda mais intrigados. 

— Creio que grande parte dos alunos aqui chegou a conhecer Nolan Clarck. – a diretora por volta de seus cinquenta anos de idade falava enquanto caminhava de um lado para o outro. — Infelizmente o corpo dele fora encontrado morto esta manhã nos aposentos da universidade. – e rapidamente os murmurinhos dos alunos se expandiram ainda mais, de tal forma que eu mal conseguia ouvir as palavras ditas pela senhora a nossa frente. — Silêncio! Tenham respeito pelo menos uma vez na vida. – exigiu ela, fazendo com que incrivelmente as pessoas dali se calassem. — Acabamos descobrindo que ele era envolvido com coisas e pessoas erradas, e pelo o que tudo indica fora assassinado aqui mesmo. Portanto as aulas estarão suspensas pelos próximos dias, então sugiro a todos que se retirem, há pessoas que precisam executar seus trabalhos, afinal de contas não é todo dia que um aluno nosso é morto aqui dentro. Desejamos a família do rapaz o melhor possível, meus sinceros pêsames a todos aqueles que eram próximos ou pelo menos o conheciam, tenho certeza de que era um garoto ótimo. – e então ela se retirou, deixando a dúvida plantada na mente de muitos presentes ali.

Que havia um assassino entre nós era fato, ninguém morre assassinado de uma hora para a outra. Mas a dúvida de quem era permanecia na mente da maior parte dos alunos presentes ali, pelo menos não na minha. Meu olhar se encontrava fixo em Justin do outro lado do pátio, diferente das demais pessoas ele se encontrava bastante calmo, não dando a mínima importância ao que acabara de ouvir. Estava nítido o quão frio ele aparentava ser, não o julgo pois também não sentia remorso algum com tudo isso, talvez ninguém sentisse, era apenas curiosidade e nada mais, mas nem isso Justin aparentava sentir. Eu já tinha um susposto assassino em mente, este que agora retribuía o olhar que dera a ele anteriormente, ambos ficamos nos encarando de forma fixa, volte e meia ele sorria ou piscava, e eu me limitava a sorrir fracamente e rapidamente desviar meu olhar para qualquer outra coisa que não fosse aqueles maravilhosos olhos castanhos que no momento estavam sendo minha maior ruína.

••• 

Desde o acontecido eu estava em casa. Admito que o Canadá já me fora um lugar mais atrativo na época em que tinha amigos e uma família, o que infelizmente não tenho agora. Ocupava meu tempo revezando meu olhar entre a tela de meu celular e a televisão ligada num canal qualquer de jornalismo. 

" Esta manhã o corpo de um jovem estudante fora encontrado morto na universidade de Stratford. Os policiais já começaram as investigações e pelo o que tudo indica Nolan Roberts Clark foi assassinado por conta de uma dívida em drogas. As aulas permanecem suspensas até então "

Terminei de ouvir as palavras ditas pela jornalista através da televisão a minha frente. Coisas como estas aconteciam todos os dias, e eu nem ao menos me importava, mas desta vez era diferente. Imagens surgiram em minha mente, entre todas elas o momento em que os alunos estavam reunidos no pátio. Dentre tantos um em especial conseguiu atrair a minha atenção: Justin carregava consigo uma expressão bastante aliviada, mas apesar disso eu ainda poderia notar o deboche explícito no modo com que ele sorria ou suspirava. Era ele, eu tinha certeza. 

Não pensei nesta possibilidade apenas por conta de uma implicância que de algum modo eu poderia ter. Eu tinha quase certeza que estava certa, não eram suposições, eu tinha motivos concretos para idealizar que Justin foi sim o assassino de Nolan. E quanto mais as lembranças surgiam em minha mente, mais tudo aquilo se concretizava e eu só tinha uma certeza; o loiro de olhos castanhos fora o responsável pelo trágico acontecimento.

               Flash Back, on. Festa, domingo.

Depois do acontecimento entre eu e Justin em seu escritório desci e resolvi que ficaria por ali mesmo. Observava algumas pessoas dançando com total desinteresse, para ser sincera aquela situação já estava me sendo demasiada tediante. E foi por este motivo que resolvi me retirar do local aonde acontecia a badalada festa, afim de respirar um pouco de ar puro que não estivesse contaminado pelo cheiro de drogas, cigarros e bebidas alcoólicas. Eu me encontrava no jardim da luxuosa mansão da família Bieber, o terreno da mesma certamente era umas seis vezes maior que a de minha antiga casa, e olha que a mesma estava bastante longe de ser uma das mais modestas. 

Eu era acostumada a ter tudo ao meu alcance. Não era como as tipicas garotas metidas e esnobes, apesar de ter nascido em berço de ouro. Sempre fui gentil e meiga com as pessoas, meus pais se orgulhavam do quanto eu me empenhava para ver as demais pessoas sorrindo, e principalmente pelo fato de não me importar apenas comigo mesma. Minhas amigas e minha mãe diziam que eu deveria ser psicóloga quando crescesse por conta dos ótimos conselhos que eu dava a qualquer um, e admito que desde pequena eu estava começando a cogitar cada vez mais essa ideia. Já meu pai desejava que eu cursasse direito, certamente no momento em que disse que eu deveria me vingar daqueles que me fizeram mal se referiu a justiça. Mas veja, a justiça desse país é uma merda, ainda mais quando não temos dinheiro o suficiente. Eu pouco me importava com a justiça e sei que meu pai ficaria triste ao saber disso, sendo que ele era um advogado renomado, um dos melhores eu diria, mas mesmo assim acabou sendo morto e nem mesmo a justiça fora capaz de vingar sua morte e a de tantas pessoas, inclusive minha mãe, presentes naquele dia. 

Se meus pais estivessem vivos certamente sentiriam vergonha de mim, ou nem isso, sendo que eu apenas me tornei quem sou hoje para me vingar daqueles que destruíram minha vida. Se eles estivessem aqui do meu lado seria tudo mais simples, nem mil palavras seriam suficientes para descrever o quanto sentia falta de meus pais, eu certamente não saberia explicar. Eu era uma adolescente de apenas quinze anos quando tudo isso aconteceu, mas tal fato não deixou as coisas mais simples e menos dolorosas. Eu tava na época em que estava começando a sofrer por desilusões amorosas, lembro-me bem dos conselhos que minha mãe me dava, mas meu pai era péssimo neste quesito, sempre dava um jeito de afastar os garotos de mim o que me deixava completamente irritada com o mesmo. Hoje em dia acabei percebendo que garotos e amores passageiros são perca de tempo, por isso nunca cheguei a me envolver de forma intensa, dispensava de todas as maneiras relacionamentos sérios que fossem além de uns beijos aqui e uns beijos ali.

Porém minha situação amorosa era o de menos agora. Ao ouvir vozes mais semelhantes a gritos vindo do jardim minha primeira reação foi me esconder atrás de uma árvore, eu poderia muito bem sair de fininho sem que ninguém percebesse a minha presença no local, mas assim que percebi que se tratava de Justin e de mais um garoto, cujo este eu havia visto uma vez na universidade mas nem sequer havia trocado uma palavra com ele ou sabido seu nome, resolvi que permaneceria ali mesmo, afinal de contas minha curiosidade falou mais alto que minha sanidade mental mais uma vez. Eles pareciam discutir, Justin aparentemente estava se segurando para não partir para cima do moreno a sua frente.

— Assim que puder eu irei te pagar, Bieber. – disse o garoto esbanjando nervosismo pelo seu tom de voz. — Só me dê mais um tempo.

— Mais um tempo? – Justin praticamente gritou incrédulo com as palavras dele. — Você disse isso a um mês atrás e até agora eu não vi a cor do meu dinheiro. – a cada minuto que passava ali minha curiosidade só aumentava, apesar de eu estar bastante confusa em relação ao que se tratava a discussão dos dois. — Mais um dia, é meu máximo. – disse ele por fim.

— Um dia é muito tempo.. Não irei poder lhe pagar amanhã. – por um instante jurei que Justin o encarava com um olhar psicopata, tal que intimidaria a qualquer um, menos a mim.

— Então já vá preparando o seu funeral, grande idiota. – diferente de segundos atrás Justin não parecia irritado, aparentava se divertir com o desespero do garoto a sua frente. — A culpa é sua por ser um drogado de merda que nem ao menos paga suas dívidas. – ele riu secamente, invadindo o bolso de sua calça jeans em seguida. E sim, eu prestei atenção nisso. — Eu só não te mato agora porque não quero acabar com minha festa. Mas tenha certeza Nolan de que se amanhã eu não tiver esses quatro mil dólares na minha mão a vadia da sua namorada vai ficar viúva antes mesmo de casar. 

Fiquei abismada com tudo o que eu acabei de ouvir, apesar de já saber que Justin Bieber também era um traficante. Ele estava longe de ser flor que se cheire, é manipulador e consegue enganar a maioria das pessoas ao seu redor que nem ao menos se dão conta de que estão ao lado de um gângster.


                                           Flash back, of.


Era isso. Estava evidente que Justin era o assassino de Nolan. Suas ameaças, o modo psicopata com que ele encarava o garoto na noite anterior, agora tudo fazia sentido. Cheguei a conclusão de que Nolan comprava drogas com Justin e chegou num certo momento em que não o pode pagar, então num ato nada humano, ele o matou como forma de vingança. Oh querido Justin, mal sabia ele que a sua estava prestes a chegar. 

Eu poderia simplesmente passar o dia todo jogada no sofá, vendo um filme qualquer que passava na televisão e mexendo em minhas redes sociais, mas algo dentro de mim me impediu de ficar parada. Neste momento eu estava dentro do box do banheiro enquanto tomava um longo e relaxante banho, não levando muito tempo para encerrar o mesmo. Parcialmente seca e com a toalha enrolada em meu corpo abandonei aquele cômodo, logo estando de frente para meu armário aonde me limitei a pegar algumas meras e simples peças de roupas que se basearam em uma regata preta e uma calça jeans clara, e claro, minhas roupas íntimas. Arrumada e com meus volumosos cabelos soltos eu me empenhava em procurar por todo o quarto o papel que Bieber havia me dado na noite anterior, cujo este continha seu número de celular e também o endereço de seu apartamento, ele havia afirmado que depois da aula que inclusive não tivemos, passaria o resto da noite todinha lá. Ele era um idiota ao cogitar a ideia de que eu transaria com ele. Assim que o encontrei em minha bolsa sorri vitoriosa, saindo do quarto com pressa e entrando na sala, aonde peguei as chaves do carro de Megan que estavam jogadas sobre a rack, creio que ela não se importaria caso eu pegasse seu "amiguinho" emprestado por algumas horas. 

Após ter pego um elevador e o mesmo ter parado no primeiro andar do condomínio, o abandonei e passei reto pela recepção, seguindo até a área aonde ficavam estacionados os carros, não levando muito tempo para encontrar o de Megan e entrar no mesmo, o ligando e dando partida até o endereço escrito naquele pequeno papel. Alguns minutos se passaram e eu finalmente havia chegado. Sorri aliviada, me livrando do cinto de segurança e saindo do automóvel, o travando devidamente. Encarei o condomínio aonde Justin morava, era tão luxuoso quanto a sua também mansão, mas não tão grande e cheio de detalhes como a mesma, mas mesmo assime era digno de ser um hotel cinco estrelas. Sem mais demandas o adentrei, sendo anunciada na recepção, Bieber acabou me deixando entrar como eu imaginei que o faria. Enquanto esperava o elevador chegar no décimo andar ria comigo mesma ao imaginar os pensamentos que rondavam pela cabeça de Justin neste momento, ele estava completamente enganado caso cogitou a ideia de eu ter vindo me oferecer a ele.

E finalmente o elevador chegou ao meu destino final. Sai do mesmo e percebi que naquele andar deveria ter no máximo uns três apartamentos, sendo que os mesmos eram enormes, bem maiores comparados ao que eu dividia com Megan. Respirei fundo e caminhei até o apartamento número dezenove, enquanto depositava leves batidas sobre a porta do mesmo passeava com minha língua úmida sobre meus lábios carnudos, vez ou outra mordendo os mesmos enquanto esperava por Justin. Levei um pequeno susto assim que a porta fora aberta pelo garoto, assim que o encarei de cima a baixo percebi que o loiro mantinha seu maravilhoso e malhado peitoral desnudo, sem qualquer peça o envolvendo, partes do mesmo e de seus cabelos loiros se encontravam molhados, respingando gotículas de água, provavelmente havia acabado de sair do banho. Tive meu transe interrompido ao ouvir a rouquidão de sua voz soar tão perto de mim, mas apesar disso não me atrevi a dar qualquer passo a diante.

— Sabia que viria. – pude notar o tom malicioso que ele usou ao dizer tais palavras. Revirei meus olhos escuros, tratando de por um sorriso cínico em meus lábios avermelhados pelo batom que usava.

— Eu já sei que você matou o Nolan. – acuso, despreocupada, vendo sua expressão facial mudar rapidamente.

— O que você disse? – ele se aproximou, e eu não exitei ao fazer exatamente o mesmo, mantendo meus lábios colados ao seu ouvido direito. Sussurrando da forma mais cínica que você possa imaginar as seguintes palavras:

Você o matou.


Acabou a brincadeira, acabou                        Eu não tenho tempo para jogar nenhum jogo com você, jogos com você

— Playtime – Khalil feat Justin Bieber.















Notas Finais


Admito que fiquei bastante indecisa entre postar ou não hoje, mas acabei postando.

Enfim.. GENTE, HOJE JÁ É O GRAMMY. EU ESTOU ANIMADA E TRISTE AO MESMO TEMPO POIS ACREDITO QUE O JUSTIN NÃO VÁ! MAS MESMO ASSIM ESTAREI TORCENDO POR ELE, E VOCÊS TAMBÉM, NÉ? Então é isso, beijos e até o próximo, não esqueçam de comentar dizendo o que acharam, é bastante importante para mim, acreditem.


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