História Dangerous Woman - Capítulo 3


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Categorias Ashley Benson, Barbara Palvin, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ashley Benson, Barbara Palvin, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler, Selena Gomez
Tags Ashley Benson, Assassina De Aluguel, Barbara Palvin, Dangerous Woman, Járbara, Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Exibições 85
Palavras 4.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoal, pelo o que eu parece voltei bem antes que o esperado.

Queria super agradecer aos comentários do capítulo passado, é sério gente, admito que isso foi o que mais me motivou a postar. Eu sei que nenhuma história deveria ser movida a comentários, mas é impossível não se sentir imensamente grata com todos eles, e isso certamente deve motivar toda a escritora a postar com mais rapidez.

E para agradecer a todos vocês, aqui estou eu com o capítulo grande e cheio de emoções.

Capítulo 3 - Que comece a tortura


Fanfic / Fanfiction Dangerous Woman - Capítulo 3 - Que comece a tortura

Selena Gomez's Point Of View

Na medida em que ia me aproximando do corpo estirado na calçada, pressionava meus dedos contra o gatilho, porém, sem aperta-los. Mas em questão de segundos sei que o apertaria, e no mesmo instante tiraria a vida do loiro que me encarava de cima a baixo, fazendo uma espécie de análise sobre meu corpo. Que atrevido, penso eu.

Ele entre-abriu sua boca, sei que queria dizer algo, suas últimas palavras talvez? Porém, nenhum som conseguia ser emitido dali, ele gaguejava, parecia nervoso. Oras, o maior mafioso de Las Vegas com medo de uma mulher de vinte e um anos? Típico de todos os que eu já matei, de uma forma ou outra, todos temem a mim, e isso é verdadeiramente maravilhoso.

— Quem é você? – pergunta ele, encarando-me de forma assustada. — Olha, eu imagino quem tenha te mandado aqui. Saiba que eu posso te recompensar muito melhor que Dominik, basta apenas você abaixar essa arma. – o loiro suspira.

— O que te faz pensar que Dominik me mandou aqui? – lhe perguntei, me permitindo a me aproximar de seu corpo, ainda tendo total controle sobre ele.

— Porque isso é o óbvio. – ele ri debochado. — Ande! Seja uma boa garota e abaixe essa arma.

— Olha, Justin.. Saiba que Dominik não é seu único inimigo! Vamos pensar juntos, você é um verdadeiro desgraçado com todos os seus concorrentes. – permaneci intacta a sua frente. — De uma forma ou outra, acaba tirando o sustento deles e de suas famílias. – ele gargalha. — Não vejo graça!

— Vamos pensar juntos, porque eu me importaria com meus concorrentes? E ainda mais com a família deles? Todos querem me ver morto, e é por isso que você está aqui. – ele se move, eu por minha vez o ameaço com a arma. — Mas Dominik é um caso a parte, aquele filho da puta matou o meu pai, e tudo o que eu fiz pra ele foi pouco perto da dor e sofrimento que ele me proporcionou. – o loiro suspira, passando suas mãos sobre os fios claros de seu cabelo.

— Eu não me importo. – falo seca. — Assim como você eu também tenho uma família, ou pelo menos uma parte muito importante dela, e ela necessita de sua vida. – Ergo a arma com minhas mãos, pressionando ainda mais meus dedos contra o gatilho da mesma, estava pronta para atirar. — Quais são suas últimas palavras?

— Você não deveria se envolver em algo que não te diz respeito, porque vai acabar tomando as dores. – ele diz, logo me surpreendendo com um golpe certeiro, que me faz cair rapidamente no chão, não sinto mais minha arma em minhas mãos, ela havia caído na calçada, faço certo esforço para conseguir pega-la novamente, mas logo vejo a imagem do loiro juntando a mesma, e a apontando em minha direção.

— Parece que o jogo virou não é mesmo baby? – ele diz cínico. — Seria ótimo estourar seus miolos aqui mesmo, deixando seu belo corpo para os abutres comer, mas isso acabaria me arrumando problemas. – logo o vi se abaixar a minha frente, me puxando violentamente pelo braço, de forma que fez com que eu me levantasse do chão. — Faça pelo menos um esforço para caminhar. – ele bufa, me arrastando para dentro do galpão, tento me soltar a todo custo, porém, é algo inválido.

— Justin, quem é ela? – uma loira de olhos claros que pergunta. Sua testa estava franzida, esboçando o quanto ela estava confusa.

— Essa é a desgraçada que quis me matar. – ele diz num tom repugnante, logo me jogando contra uma das paredes, senti um forte impacto de minhas costas contra a mesma, tal que me fez gemer baixinho de dor. — Eu diria que teria morrido, caso não fosse tão mais esperto e eficiente que ela. – se gaba, fazendo-me revirar os olhos.

— Oh, Justin. Quer dizer que uma mulher quase matou você? – essa foi a vez de um dos garotos se protestar, seu cabelo era loiro, mas num tom mais forte que o de Justin. O tom de sua voz foi carregada de ironia. Justin entre-abriu seus lábios para dizer algo, porém eu o impedi.

— Por que a surpresa? Tem mulheres que são muito mais perigosas e eficientes que os homens. – dei uma breve pausa. — Ou o seu ego machista não te deixa perceber isso? – digo cínica, vendo uma das garotas, justamente a que eu julgo parecer uma Barbie, soltar uma risada fraca e baixa, quanto a outra ao seu lado permanecia séria.

— Eu gostei dela. – diz a loira. — Quero dizer, ela tem personalidade. – explicou-se.

— Não seja estúpida Ashley, ela tentou matar o bizzle. – é a vez da garota de olhos claros, porém, cabelos castanhos, ao seu lado se protestar. – Ainda não sei o porquê do Justin não ter acabado com a vida dessa vadia. Olhe para ela, é tão inútil. – diz ela revirando os seus incríveis olhos. A essa altura meu sangue já estava a borbulhar dentro de mim, devido a raiva que venho a sentir. — Se Justin não mata-la eu a mato. – ela sorri cínica, olhando diretamente para mim.

— Está falando comigo ou fazendo uma autobiografia de sí mesmo? – sorri cínica. — Olhe para você, é tão nojenta ao ponto de apontar o dedo para os outros e julga-los, quanto ao menos se preocupa em olhar para o próprio nariz e perceber o quão estúpida você é. Posso ter sido tudo o que você imaginou, mas nunca entrei para uma gangue para transar com o próprio dono da mesma. – me referi a ela, Dominik fez questão de me falar sobre cada um dos integrantes daquela máfia, e pelo o que parece Justin e Barbara tem um caso, mas digamos que ela é a que mais insiste por atenção. — Se você quer atenção, faça strip tease no meio da rua, até porquê é isso o que as vadias de esquina fazem. – a essa altura a garota intitulada como Barbara já estava bem a minha frente, foi quando senti meu rosto queimar devido a um forte tapa disparado pela mesma. Quem ela pensa que é?

— Já chega desse show todo. – Justin disse alterado, se aproximando de nós e arrastando Barbara para longe de mim. — Me faça um favor Barbara, não se intrometa no que eu faço ou deixo de fazer. Se eu quiser matar ela, eu simplesmente mato, não preciso do seu consentimento para nada. Ouviu bem? – o loiro bufa, a garota por sua vez se intimidou com o que ele disse a ela.

— Sorte sua ele ter te arrastado Barbie, se não eu arrancaria seus olhos. – sorri maquiavélica, me levantando do piso, observando todos os olhares novamente serem direcionados a mim. — Que foi? Nunca viram uma latina gostosa não? – ironizei, revirando meus olhos logo em seguida.

— Você não está no direito de fazer gracinhas. – Justin diz se aproximando de mim, ele agarra novamente um de meus braços, me puxando com certa força para sí. — Quem é você, e quem te mandou aqui? – ele praticamente grita, mas eu continuo imóvel e muda. — Ande. Me diga! – ele começou a apertar meu pulso, me fazendo soltar gemidos baixos de dor.

— Pare de tentar, será em vão, não te falarei nada, seu grande idiota. – cuspi as palavras, sem receio do que ele poderia fazer comigo. O loiro por sua vez cerrou os punhos, tenho certeza que ele me bateria, caso eu não fosse mulher, não entendo seu respeito com isso, até porquê homens como ele não costumam se importar com este fato.

— Tudo bem, você que pediu. – ele se afasta minimamente de meu corpo, porém, continua segurando meu braço com força. — Que comece a tortura! – diz ele com um sorriso maquiavélico estampando seus lábios.

Justin fez sinal para que todos presentes ali saíssem do cômodo, apesar dos mesmos hesitarem no começo, logo cederam aos comandos de Bieber. O que só idealiza meu pensamento de que todos ali servem como seus fantoches, porém, eu não faria parte desse seu teatrinho.

Meu corpo foi jogado contra o piso, logo o loiro já estava sobre o mesmo, começando a desabotoar todos os botões de minha blusa com certa pressa, até finalmente retira-la, eu me debati por baixo de sí, tentei empurra-lo de todos as formas, mas algo me diz que Justin sempre fora mais forte que eu.

Então eu fechei meus olhos, não movi mais um músculo se quer, pois sei que não resultaria em nada, lágrimas começaram a escorrer sobre meu delicado rosto, a Selena que eu conheço nunca deixaria isso acontecer, nunca deixariam com que tirassem sua virgindade em um estrupo nojento. Então eu soltei um soluço seguido do som de meu choro baixinho, o loiro distribuía beijos na região sensível de meu pescoço, os descendo mais para baixo, meu corpo se arrepiava, mas não era um arrepio bom, era algo receoso, eu estava com medo. Sim, Selena Gomez estava com medo. Deveria me surpreender com isso?

Foi quando eu não senti mais nada, não consegui prestar atenção no que acontecia ao meu redor, o que estava prestes a acontecer com meu corpo. Tudo que me venho em mente era a imagem do homem do hotel aonde Dominik trabalhava, o qual tentou fazer comigo o que Justin estava prestes a fazer, porém, eu fui mais forte que isso.

            Flash Back On
      Selena Gomez's Point Of View

Eu já me encontrava novamente no primeiro andar do luxuoso e grandioso prédio, havia encerrado minha conversa com Dominik, aonde o mesmo não somente falou sobre Justin, mas como explicou sobre sua gangue inteira.

Ashley Victória Benson, 22 anos de idade, loira dos olhos azuis. Ela e Justin se conheceram quando ele a salvou das garras de um estrupador nojento antes que acontecesse o pior, o matando logo em seguida. Desde então ambos se tratam como irmãos de sangue, Dominik me garantiu que os dois não possuem nenhum tipo de relacionamento, até porquê segundo ele Ashley gosta de Chaz.

Barbara Anne Palvin, 23 anos. Entrou na gangue mais por conta do seu amor platônico por Justin que por outra coisa. Os dois se conheceram no colegial, Barbara sempre fez o tipo da garota rica e popular, e ele por sua vez, o bad boy filho de um criminoso. Segundo meu informante, os dois não mantém um relacionamento sério, não que Barbara não quisesse, os dois se pegam as vezes. Justin nunca se envolve sentimentalmente com alguém, Dominik me garantiu.

Ryan Butler, 24 anos de idade, o mais velho da gangue. E também o braço direito de Justin, ambos se conhecem desde pequenos quando jogavam basquete no quintal do loiro. É conhecido como maníaco da faca, pois tem grande habilidade com a mesma, assim sendo, tendo esfaqueado várias pessoas.

Chaz Somers, 22 anos. É um dos melhores amigos de Justin desde que ambos eram pequenos, seu principal desempenho dentro da gangue é o tráfico. Tanto de drogas quanto várias outras coisas. Costuma ser o mais palhaço entre os três.

Christian Bleades, 21 anos, um dos mais intrigantes de todos, sendo ele quase um psicopata, diria que era o mais perigoso, com excessão de Justin, claro. Tendo tirado a vida de várias pessoas, e sido internado em um sanatório, da onde fugiu, mas pelo o que me parece, ela aparenta estar curado e de bem com a vida.

E por fim, Justin Drew Bieber, 22 anos de idade, filho de Jeremy Bieber, sem dúvidas um dos maiores mafiosos, não só de Las Vegas como do país todo. Sua família sempre teve uma longa rixa com a Malik, tanto quanto os negócios de seus cassinos, quanto roubos e tráfico. Pelo o que me parece Justin herdou o sangue ruim de seu pai, logo depois do mesmo ter sido incrivelmente assassinado, ele tomou a frente dos negócios da família, e passou a fazer de tudo para derrubar seus oponentes. Pelo o que me parece ele já matou algumas de suas ficantes, Dominik me disse que ele tem um certo fetiche por morte seguida de sexo.

Sim, pelo o que posso perceber Dominik me passou a ficha completa de todos eles, e sei que isso não acaba por aqui, quero dizer, tenho minhas dúvidas sobre Justin ser meu único alvo entre os seis. Contanto que minha recompensa seja maior eu realmente não me importo em ter que acabar com a máfia inteira.

Sem mais demandas, me dirigi para o lado de fora do luxoso prédio, andei por alguns longos metros pelas calçadas da rua que me levariam até a concessionária aonde estaria meu carro, o mesmo foi um presente de Dominik a mim. Aí vai a pergunta, por que eu nunca tive um carro? Seria tão simples eu roubar um. Mas aí está, eu não roubo carros.

As estradas estavam incrivelmente silenciosas, poderia jurar que alguém estava me seguindo, olhei para atrás várias vezes, porém, nada além da rua vazia e silenciosa se foi visto por minha pessoa. Suspirei negando com minha cabeça na tentativa de afastar aqueles pensamentos malucos de minha mente e continuar a andar até meu destino. Foi quando senti uma mão tocar meu ombro, respirei fundo tentando puxar o máximo possível de ar para meus pulmões, meus batimentos cardíacos se encontravam acelerados, antes de me virar e perceber que o mesmo homem que estava flertando com a recepcionista do prédio agora estava a minha frente, com um enorme sorriso estampando seus lábios.

— Ah, oi? – falei num tom surpreso, não esperaria que ele viria atrás de mim. — Quer alguma coisa?

— Na verdade, sim.. – pude ver um sorriso malicioso crescer no canto de seus lábios, enquanto sua pessoa voltava a me analisar de cima a baixo, que nem fez comigo lá no prédio. — Você é tão linda. De onde é? Creio que não é de Las Vegas. – diz ele desviando seu olhar e sua atenção que antes estavam fixos em meu corpo, para mim.

— Na verdade não. – dei uma breve pausa, aquela situação já estava ficando constrangedora.— Sou do Texas. Eu nasci lá.

— Eu imaginei. Garotas Texanas são incrivelmente lindas e gostosas. – diz ele mordendo seu lábio inferior. — Que nem você!

— Olha, eu não sei quem você é e muito menos o que está pretendendo comigo. Mas acontece que eu simplesmente estou bem assim, não preciso de ninguém. – bufei indignada colocando uma mexa de cabelo meu por trás de minha orelha, escutando-o gargalhar.

— Calma aí gatinha. – ele diz se atrevendo a se aproximar de mim. — Quem disse que eu quero um relacionamento sério? Eu realmente estou bem assim, que nem você. – ele ri fraco, logo estando frente a frente comigo, enquanto começava a distribuir beijos pela região sensível de meu pescoço, me prensando contra um muro de uma casa abandonada que havia ali. – Mas é que sei lá, pensei que poderíamos nos diverti.

— Eu já notei seu tipo. – vi o voltar a me olhar, franzindo a testa. — Você flerta com todas, é um cafajeste, eu vi o jeito que me olhou logo depois de ter dado em cima da recepcionista. – bufei indignada. — Acontece é que eu não sou como elas, então se você acha que vai tirar algum proveito de mim está mais que enganado. – falei empurrando-o.

— Olha aqui garota. – pude ver com clareza o quanto ele estava irritado agora, sua expressão facial havia avermelhado em segundos. —  Olhe bem como fala comigo, você não me conhece. – ele se permite a se aproximar novamente de mim, eu recuo dando passos para trás, mas é em vão já que logo sinto-me novamente prensada contra o muro.

Então em questão de instantes ele me beijou, suas mãos passeavam atrevidamente por todo o meu corpo, logo levantando a camiseta que eu estava a vestir. Eu nunca deixaria isso acontecer comigo.

— Relaxa, é só um fodinha. – ele sussurrou em meu ouvido, mordendo levemente o lóbulo de minha orelha em seguida.

Então minhas mãos afundaram os bolsos de minha calça a procura de algum instrumento perigoso que pudesse usar para me defender, e melhor ainda, para me vingar desse homem nojento. Um sorriso maquiavélico cresceu no canto de meus lábios no momento em que senti minha arma e juntamente dela uma faca, logo seguro a faca com uma mão, e minha arma com outra.

— Dois fatos que você não sabe sobre mim. – sorri divertidamente. — Primeiro, nunca ouse tocar no meu corpo. – falei isso logo cravando minha faca em seu abdômen, o homem a minha frente se afastou de mim, sua barriga jorrava sangue, porém, sei que isso não seria o suficiente para mata-lo. — Segundo fato, não se deixe levar pelas aparências, o assassino mora na casa ao lado. – digo isso tirando a arma de meu bolso, a mirei na direção do homem que por sua vez estava agachado com a mão em sua barriga, ele implorava para que eu não o fizesse o que ele tanto temia, e o que certamente eu iria fazer. Sorri cinicamente, pressionando meus dedos contra o gatilho da arma. Um, dois, três tiros certeiros, que atravessaram sua barriga, porém, ele continuava vivo. O cheiro de pólvora se misturou ao cheiro de sangue, e eu me permiti a me aproximar do corpo ensanguentado a minha frente, colocando minha arma entre seus olhos.

— Te vejo no inferno, filho da puta. – e então apertei, sem dó e piedade, vendo o sangue que jorrava em seu rosto, logo o corpo sem vida cai no asfalto, e eu corro prevenindo que alguém me visse ali e me culpasse de algo que eu tinha plena culpa.

            Flash Back Of

    Justin Bieber's Point Of View

Ambos estávamos apenas de roupas íntimas, não é que eu quisesse fazer isso, na real eu até queria, essa garota tem um corpo maravilhoso, seria mais que ótimo tê-la por uma noite somente para mim. Mas digamos que estrupo não seja algo que eu costumo cometer, mas seria agora, se ela não me desse as informações que eu tanto necessito.

E então para minha surpresa palavras são emitidas de sua voz rouca por conta do choro, ela realmente estava chorando porque eu estava prestes a fode-la? Fala sério, não deve ser tão ruim, muitas mulheres me elogiaram por ser um ótimo homem na cama, mas ela parecia odiar cada vez mais essa história.

— Para, para, por favor. – diz ela com certa dificuldade, lágrimas escorriam por seu delicado rosto com certa frequência.

— Vai me dizer o que eu quero ouvir? – parei o que estava fazendo para lhe encarar, ainda segurando com certa força seu pulso. — Se acha realmente que terei pena de você. – ele ri. — Está enganada.

— Eu sei disso. – disse ela. — Você não faz o tipo de pessoa que sente pena dos outros. – ela deu uma pausa. — Não posso te julgar, pois eu também não sinto.

— Ótimo. – sorri esnobe. — Eu vou refazer minha pergunta: Quem é você e quem te mandou aqui?

— Selena Gomez. – ela novamente deu uma pausa enquanto suspirava. — Dominik Malik. – diz ela confirmando todos os meus pensamentos em relação a isso.

— Tinha que ser. – levanto rapidamente de cima dela, começando a vestir minhas roupas, me sinto feliz por não ter que abusar de seu corpo contra sua vontade. — Aquele filha da puta me paga.

— Olha.. – a morena diz se levantando do chão enquanto igual a mim começava a se vestir. — Não conte que eu te disse. Ele certamente me mataria. – a garota suspira.

— Ele não irá te matar. – sorri maquiavélico, observando ela franzir as linhas visíveis de sua testa. — Pois eu irei fazer isso por ele.

E então ele apontou minha arma em sua direção, a garota recuou dando passos para trás, não demorou muito para que suas costas se colidissem contra a parede firme, me aproximei dela, a mesma estava agachada com as mãos em sua frente, como se aquilo fosse a proteger de mim de certa forma.

— Quais são suas últimas palavras? – fiz questão de relembrar a ela a frase que ela me disse antes da tentativa falha de me matar.

                      ......

       Selena Gomez's Point Of View

Bom, o que eu poderia dizer da minha vida medíocre? Perdi meu pai quando tinha seis anos de idade, desde então minha mãe entrou em uma fase depressiva de sua vida, não queria falar, não queria comer. Eu por minha vez trabalhava a e estudava para sustentar a casa, já que desde então ela estava impossibilitada de fazer qualquer coisa.

As coisas foram difíceis, mas só se complicaram quando minha mãe descobriu que sofria de um câncer que poderia mata-la a qualquer momento. Os tratamentos e medicamentos eram muito caros, eu juro que fiz de tudo para pagar todos eles, mas simplesmente não dava, meu trabalho me concedia uma merreca de salário, mal dava para as despesas da casa, quanto mais a isso.

E então eu resolvi seguir o caminho mais obscuro que poderia, e também o que me proporcionou dinheiro rápido. No começo eu ajudava um traficante a vender drogas, eu tinha apenas dezesseis anos nessa época. Depois fiz alguns pequenos roubos, e por fim o trabalho que mais me rendeu dinheiro foi o que me levou rapidamente ao fundo do poço. Eu matava as pessoas a mandato de outras, geralmente eram pessoas ricas que me mandavam fazer isso, eles me pagavam sempre muito bem. Aí você se pergunta se eu sentia remorso de tirar a vida dessas pessoas? Sei que muitos não entenderiam, mais a necessidade de salvar minha mãe era muito mais forte que qualquer sentimento que eu poderia ter neste coração de pedra.

Estava a cerca de cinco minutos amarrada nesta cadeira, girei meu olhar por todo o galpão, os seis me encaravam, poderia notar perfeitamente o olhar de piedade que a loira intitulada como Ashley mantinha em seu olhar, quanto a garota ao seu lado esboçava um sorriso esnobe e cínico ao mesmo tempo, enquanto Justin deslizava a arma gelada por meu corpo, ameaçando a atirar a qualquer momento.

Não é que eu tenha medo da morte, convivo com a dor e sofrimento dela. O que mais me dói é saber que fui inútil no meu papel de filha, morrerei e consecutivamente depois minha mãe, pois não teria circunstâncias para pagar seu tratamento e nem os remédios que ela tanto necessita.

— Você é tão linda. – profere o loiro agora mantendo a arma apontada em minha testa. — Mas pessoas lindas morrem. Eu sinto muito, talvez nada disso fosse necessário caso fosse uma boa garota e não se intrometesse em assuntos que não te dizem respeito. – ele suspira. — É, eu sei que eu posso estar parecendo um monstro agora, mas acredite garota, você também foi quando resolveu me ameaçar. – ele sorri esnobe. — E ninguém me ameça. Ninguém me desafia, porque eu sou Justin Bieber. E se alguém fazer isso, tenha certeza que estará embaixo da cova em instantes. Dominik me desafiou, e assim como você terá um fim horrível. Será uma pena para os seus familiares não terem nem como te enterrar, porque surpreendentemente Selena Gomez desapareça, e nunca mais voltará para dar explicações sobre seu paradeiro. – é minha vez de suspirar enquanto continha as lágrimas, Justin parecia estar se divertindo com toda aquela tortura psicológica feita em mim. — Diga adeus, vadia. – ele pressiona seus dedos contra o gatilho da arma, estava pronto para atirar a qualquer instante, eu por minha vez fechei meus olhos, espremendo os mesmos com certa força, e então algo surpreendentemente interrompe tudo.

— Justin, Justin, larga essa arma cara. – diz Chaz afobado, fazendo o outro loira lançar um olhar repugnante. — A polícia está aí fora.

— Merda. – diz Justin, me desamarrando da cadeira, ele segura em meu braço, logo me levantando com brutalidade da mesma. — Fique quieta. Ouviu bem? – assinto com a cabeça enquanto todos que estavam presentes naquele galpão, inclusive eu, se direcionam a saída dos fundos, logo adentrando um dos carros que havia estacionado lá fora, Justin me enfia no porta malas, Ashley estava ao meu lado, ela acariciava meus cabelos em um ato carinhoso, enquanto esboçava em seus lábios rosados um sorriso singelo.

— Me chamo Ashley, e você? – ela pergunta curiosa, parecia ser uma pessoa tão boa, poderia afirmar que era melhor que eu e que todos os integrantes daquela gangue. Ela tinha sentimentos.

  “Você deveria ser mais espero, Do que mexer comigo - Black Widow — Iggy Azaléa”


Notas Finais


Eu espero que tenham gostado do capítulo, pois escrevi o mesmo bem afobada para postar logo.

E sim, a Barbara será uma verdadeira vaca que acha que o Justin pertence a ela. A Ashley vai ser um amorzinho de pessoa, e sem dúvidas se tornará a melhor amiga da Selena. Super shippo Ashlena 💘

Comentem o que acharam do capítulo, ficarei bastante grata.


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