História Dangerously Attractive - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Palavras 1.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo pq hj eu tô inspirada ❤

Capítulo 8 - Capitulo 7: Next Step


Fanfic / Fanfiction Dangerously Attractive - Capítulo 8 - Capitulo 7: Next Step

- Me digam que vocês não tem nada ver com isso. - Ross encarava Damian e Luke visivelmente tenso, tudo o que ele não queria estava acontecendo, chamaram a atenção da polícia até eles

- Claro que não. - Damian se sentou no sofá o encarando - Nós demos um susto nele, e mandamos embora, é isso que fazemos.

- Não somos amadores, Ross. Não deixaríamos tantas pistas. - Luke cruzou os braços o olhando - Trevor já estava irritando muita gente. Na certa alguém perdeu a paciência.

- Não me importa quem ele estava irritando. O que me importa é não ter vocês dois relacionados a isso. - coçou a barba pensando - Vocês tomaram cuidado? Sem testemunhas? Sem provas? Sem digitais?

- Tudo certo. - Damian se recostou no sofá - Usamos o spray pra camuflar as digitais, levamos a um local isolado. E soltamos ele lá, o que aconteceu depois não é problema nosso.

- Vocês foram vistos perto dele?

- Tinha muita gente na praia. Não devem ter nos reparado. Fomos discretos. - Luke suspirou se sentando

- Não devem. Não devem não é bom. Não é o bastante - bufou tenso - Tragam Blake aqui.

- Você sabe como é o pessoal de Malibu, Ross. Muito ocupado com suas próprias vidas. Não se preocupam com o que os outros fazem. E, bem, Trevor não era uma pessoa muito querida, então... - Blake sorriu o encarando

- Você pode garantir isso?

- Claro! Owen fez o meu depósito?

- Vai te fazer um agrado também. Pode ficar tranquilo.

- Ótimo. - sorri de canto se levantando - Ah, Ross. Eu já ia me esquecendo. A garota, com que você estava, Angie. Ela é tira, achei que devia saber.

- Eu já suspeitava. Mas obrigado pela informação. Owen vai ser generoso quanto à sua colaboração sobre isso também.

- Claro que vai. - sorri se dirigindo à porta - Sabem onde me encontrar quando precisarem.

- Ok, isso vai atrasar nossos planos. - Ross se senta encarando os dois - Já tenho o próximo alvo, os dados estão na mesinha. - diz e cada um pega uma pasta

Damian analisa calmamente as informações e sente um nó na garganta. Algo que nunca sentiu antes, nunca teve o chamado peso na consciência, adorava a adrenalina, a emoção do que fazia. A maioria, se não todas as lojas que assaltava, possuía seguro, o prejuízo era mínimo, nunca houve vítimas, não havia porque se preocupar, ou se arrepender. Mas agora, era diferente, ele estava, emocionalmente envolvido, era difícil admitir, mas estava.

- Algum problema, Damian? - Ross o analisa friamente

- Você não acha, cedo demais? Arriscado demais? - tentou parecer calmo e indiferente - Quer dizer, é, uma coisa muito grande.

- Sei disso. - sorriu de canto - Por isso vamos estudar, minuciosamente o funcionamento, o local. Com mais cuidado que nunca tivemos. Eu sei que você tem seus informantes. Sendo assim, pode garantir que nada aconteça a quem realmente te preocupa, certo?

- Não é isso, Ross...

- É sim. - sorri se aproximando - Pode ser novo pra você Damian, mas é isso o que acontece quando nos apaixonamos. Deixamos de ser a única coisa que importa, sentimos medo. É assustador. - toca seu ombro - E ninguém aqui vai te julgar por isso. Acontece. Mas trabalho é trabalho. Você sabe que mais cedo, ou mais tarde, esse seria o alvo. Não pense que seu envolvimento com a garota influenciou minha decisão. Já estava tomada antes. E eu só não mudei de ideia, porque sei que você é capaz, de separar as coisas.

- Ok, ok. Tudo bem. - suspira o olhando - Você tem razão. Trabalho é trabalho. Vamos fazer isso. - abriu novamente os documentos - Mas...

- Vamos garantir que ela não esteja lá. - abraçou o rapaz e sorriu - Vamos dar um tempo. Uma semana, até o lance do Trevor esfriar, e começamos a trabalhar nisso. Você pode, se informar com ela, sobre o melhor momento de agir, e garantir que ela esteja longe quando acontecer.

- Certo. - suspirou colocando a pasta no criado e se levantando - Eu vou pra casa. Descansar um pouco. - disse saindo

- Você acha que ele, vai conseguir? - Luke indagou curioso

- Vai, Vai sim. Damian é destemido, adora o que faz. Vai encontrar uma forma de conciliar as coisas. Vai ficar com a grana e a garota. - sorriu o olhando

............

- Stokes. Já fez o relatório do assassinato em Malibu? - Derek encara Meri em sua mesa

- Estou esperando o laudo final da perícia chegar. - Meri diz sem encara-lo

- Já colheu os depoimentos, encontrou algum suspeito?

- Conversei com algumas testemunhas. Marquei depoimentos para hoje à tarde. Ao que tudo indica, o garoto tinha muitas inimizades. Provavelmente foi acerto de contas.

- Não trabalhamos com achismos Stokes. Quero certezas. - se escorou em sua mesa a olhando - Não quero mais um caso parado. Já não basta o assalto. Agilize essas coisas e encontre o culpado.

- E você? Vai fazer o que? - o encara irritada - Somos uma dupla, capitão. Estou fazendo o que posso, não sou duas e não faço milagres.

- Certo. - sorri de canto - Vou dar um pulo na cena do crime, colher informações. E vou apressar Lique quanto ao laudo. - diz se afastando - Quero o relatório na minha mesa à tarde.

- Quero o relatório. - revira os olhos o olhando - Vai estar pronto quando estiver.

- Não liga. - Angie sorri se aproximando - Ele é viciado em trabalho. Paranoico. Não sossega enquanto não resolve um caso, se mais de um acumulam ele surta.

- Que vá surtar com outra. - suspira analisando alguns papéis - Não tenho paciência pra chefe chato.

- Então você entrou para o departamento errado. Quando Hufner e Herzog se juntam pra pegar no pé.

- Que não venham pegar no meu. - riu - Esse, Hufner, então. Já não gostei do jeito que falou comigo.

- Ele é assim mesmo. Muito frio e formal. Por isso ele e Lilli não deram certo.

- Eles, tiveram algo? - olhou curiosa para Lili do outro lado da sala

- Foram noivos. Hufner teve uma crise e a largou, quase no altar.

- Por isso ela não vai muito com a minha cara. - diz rindo

- Ela ainda é caidinha por ele.

- Esse é o grande problema de se envolver com colegas, ter que conviver com eles depois.

- Foi por isso que veio pra cá? Relacionamento mal resolvido?

- Vou checar se a perícia já foi concluída. - se levantou imediatamente desconversando, seu passado era algo que ainda a machucava bastante, não queria se lembrar dele, queria simplesmente apaga-lo, por isso estava ali, para deixa-lo bem longe, para trás

............

Jeremy passou a manhã analisando contratos de expansão da empresa. Propostas tentadoras na Europa, América do Sul e até Ásia, algumas arriscadas a curto prazo, outras, ótimas para a valorização das ações. Enquanto seu sócio também as analisava, seu pensamento vagava até a conversa que teve com a irmã na noite anterior, sobre a tal paixão avassaladora capaz de mexer com seus sentidos.

Jeremy sempre foi prático, foi obrigado a ser, teve que amadurecer cedo, passou direto pelos prazeres da vida, coisas que a irmã caçula não vive sem, e pode aproveitar, graças a ele. Ele não se sentia mal, ou ressentido por isso, fez o que tinha que fazer. Assumiu o dever de cuidar da irmã, e da mãe, uma louca, gastadeira, irresponsável, que ele paga para ter bem longe hoje em dia. Grande parte do comportamento rebelde de Alex, ele atribui a ela e seus péssimos exemplos, se o pai não o tivesse deixado, em testamento, responsável por gerir a empresa, ela a teria falido.

Ele não teve tempo, de viver paixões adolescentes, loucas e irresponsáveis. Viveu alguns casos de um dia, dois, para satisfazer seus instintos e só. Rebekah representava exatamente isso, segurança. Ele a conhecia desde criança, sua família, seu padrasto era seu sócio, grande amigo de seu pai. Os negócios continuariam em família, tudo sob controle. Ela era sim, uma mulher fútil, materialista, mimada, mas era fácil de controlar. Era sem sal, talvez, como a irmã dizia, mas não se podia ter tudo, com ela ele teria uma vida pacata, sem grandes surpresas, tudo dentro do plano. As paixões avassaladoras e imprevisíveis ele deixava com Alexia, que era quem gostava disso.

- Essa filial em Dubai me parece uma ótima ideia. - Elliot disse animado - É um ótimo público.

- Seria um grande investimento. Mas o lucro seria praticamente instantâneo. São nossos maiores consumidores online. - Jeremy completou também empolgado

- Certamente. É um ótimo momento para arriscar.

- Já mandei fazerem uma pesquisa de campo. Louise viaja na semana que vem.

- Ótimo, perfeito. - sorri depositando os papéis na mesa - Agora, preciso falar sobre um assunto um tanto chato.

- Já sei até do que se trata. - sorri se debruçando na mesa com as mãos sob o queixo

- Rebekah está impaciente. Acha que você a está enrolando.

- Eu só, quero que seja no momento certo.

- Quatro anos e não encontrou esse momento? Chego a duvidar que ele existe.

- Que tal assim? Fechamos essa filial em Dubai e marcamos a data, no mesmo dia. - sorri desafiador

- Isso é uma promessa de Jeremy Volkerz?

- Promessa de Jeremy Volkerz.

............

- Que loucara esse lance de ontem. - Camille dizia encarando Alex e Diana deitadas em seu quarto

- Eu nunca tinha visto um corpo antes. - Alex completou

- Foi aquele cara que me assaltou. - Diana soltou sem pensar

- O que? Sério? - Alex a olhou espantada

- Então, foi bem feito. - Cami disse friamente

- Que é isso Cami. - Alex a olhou perplexa

- Eu não queria que ele morresse. - Diana disse um pouco aérea, seu pensamento estava em Sam e Luke, será que eles tinham algo a ver com isso? Eles mataram o garoto? Eles não pareciam desse tipo, mas ela sequer os conhecia direito. E Jason? Também estaria envolvido? Algo nele a assustava, e ao mesmo tempo a excitava

- Di? Você está bem? Diana? - Alex a olhou preocupada

- Estou. - sorriu se deitando - Só é louco não é? Ser assaltada? E dias depois ver o cara morto.

- É bizarro. - Cami disse

- Vamos parar de falar nisso? - Alex disse sentindo seu corpo arrepiar

- Vamos falar de que? Damian? - Cami ri a olhando - Você está tão gamada nele!

- E você! Como ele se chama? Owen! - ri se deitando em seu colo - E você Di? Não conheceu alguém?

- Conheci umas pessoas. - suspirou as olhando

- Umas pessoas? - Cami a olhou perplexa

- Diana, Diana. E eu te achando bobinha.

- Não é nada disso. São amigos. E conhecem seus amigos. - disse timidamente

- Moram com o Damian? Quem são?

- Sam, Luke e Jason.

- Luke é irmão do Owen.

- Conheci a Sam quando estive lá.

- Vocês não acham eles estranhos? - Diana soltou analisando suas reações

- Como assim? Estranhos? - Alex se levantou a olhando

- Estranhos. Nunca falam sobre a vida deles, trabalho, nada. Parecem cheios da grana, mas como?

- Nós também não trabalhamos e temos dinheiro. - Alex disse estranhando a pergunta

- Eles moram em Malibu, Di. São herdeiros de alguma coisa. - Cami disse como se fosse óbvio

Talvez elas estivessem certas, talvez ela estivesse paranoica, talvez fosse o trauma que ela viveu, o susto. Eles não mataram aquele garoto, não era nada mais, tudo fruto da sua imaginação. Eram só jovens, milionários, que gostavam de curtir a vida ao extremo, só isso. Não eram bandidos ou assassinos.


Notas Finais




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