História Dangers Of Love 2 - Capítulo 17


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Categorias Amber Heard, Justin Bieber
Tags Ação, Amber Heard, Criminal, Drama, Justin Bieber, Romance
Exibições 458
Palavras 5.633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Why didn't you tell me this before?


Fanfic / Fanfiction Dangers Of Love 2 - Capítulo 17 - Why didn't you tell me this before?




                Passei as mãos pelo volante do meu carro, sentindo o tremor dos meus dedos. Eu preferi dirigir todo fodido a deixar um dos caras encostar no meu carro. Teria que me explicar para a Emma, e estava torcendo para deixar isso pro dia seguinte.

                 Atravesso os grandes portões da mansão, e os caras entram atrás de mim. O sangue seco grudava na minha pele, e a única coisa que queria era tomar um banho e descansar. Talvez fosse beber um pouco para aliviar a dor.

                   Paro o carro e desço, sentindo todo o peso do meu corpo se concentrar nos meus joelhos fracos. Eu realmente não estava bem. Nunca passei por uma experiência dessas, e definitivamente foi a pior da minha vida.

                    — Cara, você não ta nada bem. – diz Nolan, tentando me ajudar. – Não quer ir ao hospital?
                    — Não, Nolan. – desvio dele e vou até as escadas. – Só preciso de um gole de uísque e uma boa noite de sono. Vocês estão dispensados por hoje. – digo, subindo degrau por degrau com uma dificuldade imensa.

                    — Justin. – Olho para trás e vejo Chris. – Desculpa por ter feito isso.

                    — Ei, bro. – abro um sorriso afetado, fazendo meu corpo doer. – Você fez isso pra me salvar. Eu que devo desculpas. – Ele arregala os olhos, impressionado com a forma que o tratei. – Você é o mais novo daqui, mas é o que mais tem cabeça. E nós somos capazes de acabar com aquele filho da puta.

                    — Você não desiste mesmo. – Ele solta os ombros.

                    — Desconheço essa palavra. – Viro-me novamente para a escada. – Se você quer acabar com um vilão, você tem que se tornar um vilão melhor. E eu sempre amei ser o vilão.

                    Caminho até o quarto, e quando consigo entrar vejo Emma deitada sem ao menos se cobrir na nossa cama. Vou à sua direção e á cubro, e como sempre, seu sono leve escapou ao sentir algo por perto.

                     — Quem é? – diz ainda sonolenta. Abro um sorriso. – Justin? – Ela ergue o tronco. – Ai meu Deus! Você voltou! – Emma me abraçou com força, fazendo todas as partes doloridas do meu corpo latejar.

                     — Ai porra! Espera... – tento me afastar um pouco dela, mas ela estranha isso e acende o abajur. Emma fica paralisada ao ver a minha situação, e realmente estava horrível.

                     — Jus... – Seus olhos se enchem de lágrimas. – Justin... O que fizeram com você? – uma das lágrimas insiste em cair e contornam sua bochecha rosada.

                   — Não se preocupe com isso. – Saio de perto dela o mais rápido possível.

                   Eu sabia que estava machucando-a mais do que qualquer ferimento no meu corpo. Ela não precisava presenciar aquilo, não mesmo. Entro no banheiro, mas ela aparece atrás e se enfia dentro, acendendo a luz.

                    — Que merda foi essa, Bieber? – Ela parecia minha mãe falando quando eu brigava na escola.
                    — Não foi nada demais, ok? – Viro-me para o outro lado.

                    — Ryder fez isso? – podia sentir a tristeza na sua voz.

                    — Foi. Agora volte a dormir.

                    — E te deixar nessa situação? Nem pensar. – Ela me ignora e caminha até a pia, mexendo em algumas gavetas e retirando a caixa de primeiros socorros. Em seguida, caminhou até a banheira e deixou a água despejar ali.


                      Sento-me na banheira com um grunhido. Emma me ajudou a retirar as roupas ensangüentadas e agora limpava meus ferimentos com algodão e álcool. Gemia de dor, e ela não se comovia, continuava esfregando álcool nos cortes.

                      — Pode pegar pelo menos um copo de uísque pra eu conseguir agüentar a dor?

                      — Você não pode aturar a dor sem enfiar álcool no organismo?

                      — Você sabe que não. Álcool é a minha motivação.

                      — Ta. – Ela revira os olhos e ergue o corpo, caminhando para fora do banheiro e em seguida voltando com um copo com uísque nas mãos, erguendo-o na minha direção.

                      — Emmy. – ela ergue o olhar. – Não precisa fazer isso, deixa que eu me viro.

                      — Eu sou sua namorada e vou te ajudar em qualquer coisa. Aliás, não é a primeira vez que eu limpo seus ferimentos.

                       — Mas antes eu não estava todo fodido assim. – Ela respira fundo e volta a me encarar, observando os cortes causados pelo anel de caveira prata de Ryder, idêntico ao do Albino, que agora estava definitivamente morto.

                       — Dói tanto te ver assim. – outras lágrimas caem de seus olhos. – Não queria que fosse desse jeito.
                     — Eu também não. – Levanto, impedindo que ela continue fazendo os curativos e passo por ela, virando o uísque goela abaixo.

                     — Justin! – Ela grita, vindo na minha direção.

                      Ignorando as dores, visto uma cueca e deito-me na cama. Não queria torturá-la com a minha situação, agüentar isso é demais pra ela. Já basta sentir essas dores no corpo, e o mais estranho disso era a dor que vê-la triste daquele jeito por me encontrar nesse estado causava em mim.

                         — Chega Emma. – Viro-me para ela. – Vamos dormir.

                         — Você não pode dormir desse jeito.

                         — Já estou dormindo. – Fecho os olhos e busco uma posição boa.

                         — Você é um chato, ingrato. – Emma se junta á mim, resmungando. – Eu estou tentando te ajudar e você...

                         — Eu não quero ajuda, ok? – Encaro seus olhos, puto. – Só quero dormir pra esquecer que aquele filho da puta do Ryder me venceu mais uma vez. – Ela se assusta com a minha atitude, mas sem dizer nada, apenas vira para o outro lado e se cobre por inteiro.

                          POV. EMMA


                A ingratidão de Justin era tão grande que ás vezes me deixava coberta de dúvidas sobre a sua personalidade. De uma hora para a outra ele sempre mudava, sempre. E é disso que eu tenho tanto medo. Será mesmo que ele vai aceitar ter um filho?

                 Levanto da cama e abaixo a cabeça, sentindo a claridade do dia entrar pelo quarto. Observei a sacada fechada e agradeci por ter passado mais um dia. E hoje era um grande dia, vou descobrir o que realmente tem aqui dentro.

                  Acaricio minha barriga, sentindo leves arrepios percorrer pelo meu corpo. Abro um sorriso e levanto, caminhando até o banheiro para fazer a minha higiene matinal.

                   Arrumava-me em frente ao grande espelho. Olhei para o meu vestido rodado com algumas flores, e percebi que havia engordado. Ando comendo demais ultimamente. Retiro-o com um pouco de tristeza no coração, e procuro por outra roupa imediatamente.

                    Caitlin e eu vamos comprar o teste de gravidez.

                     Justin acordou cedo, e provavelmente estava enfurnado em seu escritório, já que a sua vingança era o que mais lhe importava no momento. Fecho os olhos lembrando o seu estado, e encará-lo novamente daquele jeito seria uma grande tortura emocional.

                Olho para o criado mudo e vejo o livro que meu pai havia me dado. Ah, eu precisava tanto dele agora. Passo a mão pela capa de couro marrom, e resolvo desatar o nó que me impedia de abrir, mas antes, algo cai sobre meus pés.

                  Abaixo e noto ser uma foto de um homem, aparentemente estranho. As cores pretas e brancas dominavam a imagem, dificultando tudo mais ainda. Passo a mão, sentindo o relevo da imagem velha. O rosto jovial, feliz. Percebi que a imagem foi cortada ao meio. Era como se tivessem arrancado a outra parte, e tive a impressão que ele estava abraçado com alguém.

                   Dou um pulo pra trás quando Caitlin e Cassie invadem o quarto. Abro uma das gavetas e enfio o livro dentro, junto com a foto. Cassie passa por mim com uma cara nada boa, provavelmente Caitlin deu com a língua nos dentes.

                    — Por que não me falou que estava grávida? – Ela cruza os braços e senta na cama. – Pensei que fossemos amigas, Emma. Estudamos na mesma escola, trabalhamos juntas, eu te conto tudo e mesmo assim você escondeu isso de mim? Obrigado.

                    — Desculpe. – Caitlin cochicha e eu a fuzilo com o olhar.

                    — Cassie, eu ia te contar. – aproximo-me, sentando ao seu lado. – É que eu queria ter certeza de tudo antes. E contei em cima da hora também para a Caitlin. Desculpe-me. – Abraço-a. Ela resiste, mas depois se entrega.

                    — Só não te quebro agora porque você pode estar grávida. – Ela agarra meu rosto e encara meus olhos. – Eu to tão feliz!

                    — Mas eu não. – abaixo a cabeça. – Como será que Justin vai reagir se isso realmente for verdade?

                     — Não faço a mínima idéia. – Caitlin responde. – Mas vamos logo com isso.

                     — Ta. Mas antes preciso avisar para a fera que eu vou sair do castelo. – Zombo, descendo as escadas e seguindo para o escritório.

                     
                       POV. JUSTIN

                       Pressionava uma bolsa de gelo contra a minha testa e virava o meu quarto copo de uísque desta manhã. Estava virado para a grande janela, observando meus seguranças nos portões. Porém, fico puto ao perceber que alguém entrou no escritório sem pedir permissão.

                         — Ele não quer que ninguém entre, Alice! – escuto a voz de Nolan.

                     — Mas eu não sou ninguém, eu sou a irmã dele e quero falar com o Justin agora. – Viro a poltrona e respiro fundo. Ah, Alice. Não podia piorar.

                     — Que merda você quer aqui?

                     — Irmãozinho! – Ela atravessa o escritório em passos rápidos e me abraça. – Nossa! O que aconteceu com você? Ta todo quebrado. Brigou em um bar de novo? Mas não vou negar, sua aparência está ótima, você ta parecendo até mais jovem com esses hematomas na pele. – Empurro-a para longe.

                     — Fala logo o que você quer, porra! – Viro o copo de uísque e ela dá a volta, sentando de frente para mim. – A Pattie te mandou pra fora de novo?

                     — Não. – Ela abre um sorriso largo. – É outra coisa.

                     — Então desembucha, porque eu não tenho todo o tempo do mundo.

                     — Preciso de dinheiro.

                     — E por que não pede pra Pattie?

                     — É ai que está o problema, Bizzle. – Alice é manipuladora, está dizendo o apelido apenas para conseguir o que quer, mas não vai conseguir. Hoje não. – Ela não quer me deixar viajar nesse verão por causa das minhas notas. Então, a única esperança que me restou foi você.

                      — Pra onde você vai?

                      — Vou para o Havaí.

                      — Quem vai?

                      — Ah, uns amigos. – Ela evita contato.

                      — Eu quero nomes.

                      — Nomes? – ela pergunta indignada. – Justin!

                      — Não o meu nome. – cruzo os braços. – O nome de quem vai nessa porra, agora. Se não, diga adeus para o Havaí. – Ela respira fundo.

                       — Eu, Fernando, Frederick, Gabe, Kristen, Mia e... – Ela me encara, um pouco receosa. – Tyler.

                       — Aquele seu namorado boiola? – Arqueio a sobrancelha e ela assentiu com a cabeça, ignorando o fato de eu ter xingado ele. – Você não vai.

                     — O que? Justin! – Ela levanta puta da vida. – Você não pode fazer isso! Eu não vou fazer nada demais!

                     — Ah, eu posso sim. – abro um sorriso, divertindo-me com sua irritação.

                     — Mas... – Antes que ela completasse a frase, Emma adentra pelo escritório. – EMMA! A melhor cunhada que se pode ter no mundo.

                     — Oi Alice. – as duas se abraçam e eu sabia o complô que armariam contra mim. Essas duas são iguais. – Justin, vou dar uma saída com as meninas. – Olho para as suas vestimentas e paro meu olhar nas suas pernas pálidas e finas expostas.

                     — Ta louca? – grito, levantando-me. – Não vai mesmo! Já esqueceu das coisas que aconteceu com você?

                     — Eu vou estar com a Caitlin, Justin. – Ela vem até mim e para ao meu lado. – Não pode me impedir de respirar fora da mansão. Eu tenho uma vida também, e não quero passá-la presa aqui.

                     — Se for pra você sair e ser morta, é melhor ficar aqui presa. – Encaro seus olhos verdes, com uma pitada de preocupação. – É não e pronto.

                     — Você não percebe que eu não pertenço a você? Não é porque estamos juntos que você pode mandar em mim. Eu entendo a sua preocupação, mas não vim aqui pedir permissão. Eu vou sair com elas e pronto.

                     — Eu já disse que não vai! – Franzo a testa e dou um soco na mesa.

                     — Dá pra parar com isso? Você ta me sufocando com essa sua obsessão por segurança. Eu to cansada disso!

                     — Eu estou te sufocando? Estou cuidando do que é meu!

                     — Eu ainda estou aqui. – uma terceira voz invade a nossa discussão e nós dois olhamos para a Alice.

                      — O que aconteceu? – Emma pergunta para ela, tentando manter a calma.

                      — Obrigado por me dar atenção. – ela sorriu. – Então, Emma. O Justin não quer me dar dinheiro para que eu possa viajar com os meus amigos.

                      — Por que não quer dar dinheiro, Justin?

                     — Aquele namorado cuzão dela vai. – sento-me na poltrona, ainda exausto por ontem.

                     — Tyler? – Emma olha para Alice, que assentiu. – Só porque ele vai você não quer deixar? Eles são jovens, tem que curtir. Você parece um pai mandão e chato.

                    — Ta vendo! Ela me entende.

                    — Então nós vamos juntos.

                    — Para com isso, Justin. – Emma estava me irritando. Odeio ser contrariado e essas duas sempre fazem isso.

                 Encaro Emma que continuava parada na minha frente com os braços cruzados. Caralho! A última coisa que eu queria nesse exato momento era mais um motivo pra foder com a minha cabeça, e ela sempre fazia questão de ser esse motivo.

                      — O que quer aqui ainda? – sou curto e grosso.

                      — Quer saber? – Ela descruza os braços e os apóia na mesa. – Eu vou sair sim, e se você quiser mande a sua escolta armada atrás de mim para me impedir, porque você não vai. – Ela vira as costas e caminha até a porta.

                       Estava puto com tudo aquilo. Sinceramente, minha vontade era de bater nela, mas eu sabia que me arrependeria depois e a Emma não é o tipo de garota que perdoa qualquer coisa, ainda mais agressão. Ela seria capaz de me largar sem pensar duas vezes, e eu não suportaria essa dor. Não sei, mas acho que é isso que me atrai nela.

                        A Emma não permite que eu tenha controle sobre as suas atitudes.
 


                   POV. EMMA


                   — Vamos? – Pego minha bolsa e caminho para o jardim.

                   — Foi tão fácil assim? – Caitlin levanta do sofá e vem na minha direção, assim como Cassie.
                   — Acha mesmo que as coisas vindas do Justin são fáceis?

                   — Vocês já brigaram? – Cassie abre a porta do carro de Caitlin e entra. Repetimos o mesmo ato. Sento no banco de couro e respiro fundo.

                   — Não é novidade.

                   — A única novidade que eu estou interessada é se vou ser tia ou não. – Caitlin dá partida no carro, e eu a encaro rindo em seguida.

                   Estacionamos em frente á farmácia mais próxima. Entramos no estabelecimento, e uma garota morena e baixinha nos atendeu. Pego o teste e pressiono contra as mãos. O resultado que iria dar ali iria decidir a minha vida dali pra frente.

                    — Quer levar mais um por prevenção? – Caitlin aparece, assustando-me.

                    — Não. Vamos logo acabar com isso. – Digo, indo em direção ao banheiro.

                   
                    POV. RYAN


                     Estava pelas redondezas quando vi o carro inconfundível da Caitlin sair pelos grandes portões. Intrigado, resolvo segui-lo. Intrigado com o caminho que elas estavam seguindo, resolvo continuar até que paramos em frente á uma farmácia.

                      Estaciono o carro e vejo Emma sair primeiro, junto com Caitlin e uma garota em seguida. Talvez fosse a Cassie, a nova namorada do Nolan. Precisava estar por dentro de tudo que estava acontecendo ali dentro.

                      Observo cada passo delas, principalmente da Emma. Percebo que a atendente lhe deu uma caixa pequena e rosa. Ela ficou um tempo olhando-a e seguiu para o banheiro.

                       Não podia ser o que eu estava imaginando, ou podia. Bieber sempre foi irresponsável demais nesses quesitos, mas jamais quis um filho. E pelo jeito que eu o conheço, não vai demorar muito á fazer a Emma abortar essa criança.

                         Pego meu celular e tiro algumas fotos dela, dando partida no carro e saindo dali em seguida. Observo as fotos e abro um sorriso.

                     Disco o número do Lobo e contenho a alegria.

                     — Tenho novidades. – digo assim que ele atende. – Nossa loirinha está grávida do babaca do Bieber.


                     POV. EMMA


                     Entro no banheiro apertado e encosto a porta. Sem muita vontade de urinar, vejo-me obrigada a abrir a torneira e observar a água cair. Fico alguns minutos assim, até que consigo de uma vez por todas.

                      Pego o potinho e coloco o aparelho – que mais parecia um termômetro – dentro. Observo-o por alguns segundos, e a primeira listra aparece.

                       — Uma listra negativo, duas positivo. – murmuro para mim mesma.

                        Espero alguns instantes e a segunda listra aparece, confirmando o que tanto me assombrava. Eu estou grávida.

                         Uma lágrima contorna meu rosto, e eu me assusto com as batidas altas na porta. Seco-a rapidamente e subo minhas roupas, ainda observando o teste. Jogo o pote fora e guardo o teste dentro da caixa, saindo dali.

                           — E ai? – Cassie aparece na porta. Sem palavras, abraço-a e choro. – Ah, Emmy...

                           — Eu estou grávida. – murmuro por entre minha boca seca. – Onde está a Caitlin?
                           — Ta conversando com um homem. – Cassie aponta para ela, e eu arregalo os olhos no mesmo instante que o homem de costas largas e cabelos castanhos escuros vira-se.

                           — Clark. – murmuro.

                           Caminho até eles e tento passar despercebida, mas é quase impossível. Confesso que senti algo ao vê-lo, e ainda mais quando percebi que Caitlin estava se jogando pra cima dele.

                            — Emma. – Caitlin segura meu braços. – E ai?

                            — Oi Emma. – sua voz grossa ecoa pelos meus ouvidos. – Quanto tempo.

                            — Vocês se conhecem? – Cassie pergunta.

                     — Oi Clark. – escondo o teste dentro do bolso e fito seus olhos azuis como o mar. Mas eles estavam diferentes, não eram os mesmos olhos inocentes do Clark que eu conhecia. Eles estavam tomados por uma escuridão inexplicável.

                     — É uma longa história. – Diz, abrindo um sorriso divertido. – E o que vocês estão fazendo aqui?

                     — Viemos comprar algumas aspirinas. Foi uma longa noite ontem. – digo, puxando-as pelo braço. – Vamos garotas. Foi bom te ver, Clark.

                    — Também foi bom te ver, Emma. – Ele pisca para mim, e eu sorrio falso dando as costas.

                     Merda! Isso era o que eu menos precisava agora.

                     Entro no quarto correndo, afogando meu rosto nas mãos. Deslizo uma delas até a minha barriga, mas paro tudo quando Justin adentra no quarto. Já com os curativos no rosto, ele parecia estar bem melhor.

                      — Pegue uma bolsa. – disse, entrando no banheiro. – Nós vamos jantar fora.

                      — O que? Por quê? – vou até a porta do banheiro, curiosa.

                      — Porque eu quero. – deu ombros, calçando um tênis.

                      — Não posso pelo menos me arrumar?

                      — Não. Vamos. 

                Caminhava ao lado de Justin em direção á um restaurante. Confesso que prefiro um fast food, mas preferi não contrariar a fera. Justin estava calado desde ontem, mas não calado como ele é normalmente, estava calado demais e aquilo estava me incomodando.

                  — Está tudo bem? – pergunto, chamando a sua atenção.

                  — Sim. – Percebo que ele estranha a pergunta, deixando isso claro na sua expressão. – Por que está perguntando isso? – Justin puxa a porta para que eu pudesse entrar dando caminho á um lindo, simples e arrumado restaurante italiano.

                   — Nada, só queria saber mesmo. – dou ombros e tomo frente, mas sinto sua mão na minha cintura.

                   — Sr. Bieber? – Um homem bem vestido se aproxima de nós dois com um sorriso enorme estampado no rosto, e Justin nem se quer faz o favor de retribuir. – A mesa que o senhor reservou fica por aqui.

                   — Pode me chamar de Justin, Austin. – diz ele, olhando para o pequeno crachá prateado colado no seu blazer preto.

                   — Tudo bem. – Austin sorri mais ainda, e me encara. – Ah, então essa é a famosa Srta. Bieber?

                   — Meu nome é Emma. – corrijo, e Justin revira os olhos. – Justin e eu somos apenas...

                   — Que seja, vamos comer logo. – Justin atravessa o restaurante e para de frente a uma mesa coberta por um pano vermelho e com algumas velas em cima de um castiçal de bronze.

                    Austin puxa a cadeira para mim, e agradeço ao me sentar e fitar Justin, que já observava o cardápio. Eu sabia que aquilo ali não era por causa da sua fome, e sim para evitar contato visual. Ele está mentindo pra mim, eu sabia disso, e seu corpo me dava mais sinais ainda.

                   Mas tanto faz, já que eu também não contei para ele sobre a gravidez. Mentiras trocadas não deviam doer, mas eu não me sinto confortável em estar de frente pra ele e não poder contar isso.

                POV. JUSTIN


                 — Posso pegar isso? – Austin coloca as mãos nos ombros finos de Emma, e eu sentia que aquela insinuação não tinha sido para o seu casaco.

                  — Ah... – ela me olha brevemente, preocupada. – Sim. – desvia seu olhar para ele e sorri, permitindo que ele retirasse o casaco dela, liberando seu belo e decotado – até demais – vestido vermelho. – Obrigado.

                  — Não tem de quê, senhorita. – ele fica um tempo encarando ela, e aquilo estava me irritando o suficiente para quebrar a cara daquele viado.

                  — Chame o garçom, Austin. – digo ríspido, chamando a atenção dos dois.

                  — Claro, senhor Bieber. – ele sorri e se retira, deixando-nos á sós.


                   Não sei porquê inventei essa merda de jantar. Nós dois não estamos no clima pra isso. Estou preocupado com as coisas que estão começando a dar errado, e pela primeira vez, não estou tendo controle da situação.

                    Empurro o cardápio na sua direção, e ela pega, enfiando a cara no mesmo. Eu sabia que ela estava evitando contato também, e o silencio entre nós dois já estava se tornando doentio.

                     Olho ao redor, e fito alguns caras vestidos á caráter, com alguns instrumentos nas mãos. Sim, eu precisava relaxar, e música seria uma ótima opção no momento. Mas o real motivo, é que queria irritá-la um pouco.

                    — Ei. – falo alto, e ela abaixa o cardápio achando que é com ela. – Vocês ai. – aponto para os caras, que se colocam em alerta e caminham até mim com um pouco de medo. Talvez porque a minha cara não nega o que sou. – Toquem alguma coisa.

                    — O que? – Emma me encara sem entender.

                     — Quero ouvir música. – encosto as minhas costas na cadeira e abro um meio sorriso para ela.

                      — Vai fazer esses caras tocarem pra gente na frente de todo mundo? – ela debruça o corpo na mesa para murmurar. – Não faz isso, Justin.

                       — Sabia que quando você fala pra eu não fazer alguma coisa, isso me instiga mais? – me divirto com a situação. – Comecem. – ordeno, e eles começam a tocar músicas românticas, e o olhar de todos do restaurante pairaram sobre nós dois. Emma se encolhe e fica avermelhada.

                   — Isso é um dos seus joguinhos? – ela semicerra os olhos e cruza os braços.

                   — Vim aqui para ter um jantar romântico. E nada é melhor do que música ao vivo em um jantar á luz de velas, com a minha mulher. – destaco o minha.

                   — Ah, agora entendi. – ela sorri, mas aquele sorriso some quando ela me encara. – Tudo isso por causa do atendente? Olha, quando eu penso que não tem como, você consegue se superar.

                   — Você quem está dizendo isso. – dou ombros. Encaro os rapazes assim que eles param de tocar. – Por que pararam? Toque outra. – ordeno e eles começam.


                     POV. EMMA


                  
Eu definitivamente queria morrer. Justin consegue me irritar de todos os jeitos, ainda mais com os seus ciúmes idiotas.

                   Depois que fizemos os nossos pedidos, ficamos quietos apenas apreciando a música dos rapazes bem vestidos, e às vezes eu soltava algumas risadas com as merdas que Justin falava.

                    Fico estagnada olhando seus olhos castanhos, e a forma que sua risada é gostosa – assim como ele. Levanto as minhas mãos até o brinco, arrumando-o e depois abaixo o braço, descansando-o na mesa, e sinto sua mão na minha, me pegando de surpresa, mas ao mesmo tempo me deixando mais á vontade.

                     Fazia tempo que não o via tão descontraído assim. Ele anda muito ocupado ultimamente, e eu sei o quanto isso afeta o seu humor, mas os nossos momentos assim são os melhores, e eu daria tudo para ter muitos momentos assim ao seu lado.

                     Passo a mão pela sua, e acaricio-a com meus dedos finos e pequenos perto dos dele. Seu toque é tão bom, poder sentir o calor da sua pele, saber que ele está ali, comigo, me faz acreditar mais ainda que nascemos um para o outro.

                      — E como foi seu dia hoje? – ele me desperta do transe, e me pega de supetão com essa pergunta.

                       — Foi ótimo. A Cassie é igual à Caitlin, então já pode imaginar o porquê demoramos no shopping. – sorrio para disfarçar, mas sinto que ele não acredita muito. Porém, para a minha sorte, o garçom chegou com os nossos pedidos, e Justin se distraiu do interrogatório. – E o seu? – disse no intervalo entre uma garfada e outra naquele macarrão maravilhoso.

                   — Como sempre. – diz, breve. – Então vocês foram ao shopping?
                  
                    Merda! Esse tom de voz dele é aquele que deixa claro a desconfiança da pessoa, e quando Justin o usava, era sinal de que ele já sabia de algo.
                   
                     — Sim. – tento manter a calma. – Cassie queria comprar uma lingerie especial para completar mais um mês com o Nolan.

                     — Ah. – começo a ficar tensa com as suas atitudes, e cruzo as pernas, abaixando o olhar para o prato. – Alice vai viajar.

                     — Você deu o dinheiro para ela? – levanto o olhar e encaro os seus olhos brilhantes.

                     — Sim. Depois de muita insistência, e também depois de eu ter mandado meus seguranças tirarem ela duas vezes do meu escritório, resolvi ceder antes que ela quebrasse tudo. – sinto seu pé roçar minha perna, mas não falo nada.

                     — Aposto que ela me usou para te chantagear.

                     — É, usou. Ela falou que seria uma pena se você soubesse da minha amante. – cruzo o cenho e o encaro, puta da vida.

                     — Seu... – controlo a boca para não xingá-lo aqui nesse estabelecimento chique. – Seu merda. – murmuro. – Quem é a vadia? Eu vou matar você!

                     — Eu não tenho amante. – ele ri, zombando da minha atitude. – Só queria te ver com um pouco de ciúmes.

                     — E se eu te dissesse que eu tenho um amante? Que outro homem me toca como você me toca, que outro homem chupa meus seios como você chupa, o que você faria? – cruzo os braços.

                      — Bom, primeiro eu iria caçar esse filho da puta e depois mandar matar. Ou quem sabe eu mesmo não o mate. Depois eu mataria você. – seu meio sorriso brota entre seus lábios rosados, ainda mais destacados por conta sua camiseta azul escuro.

                      — Digo o mesmo, Bieber. – volto a olhar para o prato.

                      Aquela conversa estava me dando nos nervos, e ele sabia disso, por isso insistia no assunto. O que me deixava com mais raiva ainda, é que ele fala com uma naturalidade tão grande como se tivesse certeza que eu não tenho um amante. Já na relação contraria, eu não tenho certeza.

                     Ainda não me sinto boa o suficiente para ele. Afinal, olha esse homem. É um pouco difícil acreditar que ele é meu, mesmo tendo outras bem melhores aos seus pés.

                      — Você é bem perigosa, Walter. – sinto seu pé roçando novamente na minha perna exposta, e eu sabia que não era sem intenção. – E esse vestido deixa tudo ainda mais excitante. – Suas palavras ecoavam pela minha mente e causavam pulsações na minha intimidade.
                     — Não vou conseguir. Preciso te fazer essa pergunta. – ele me encara fixamente, sustentando a linha tênue que nos separava. – Você já transou comigo pensando em outra?

                     — É impossível pensar em outra mulher quando se tem você nua em uma cama. – ele murmura e eu sinto minhas bochechas corarem. Sua voz estava tão aveludada que eu consegui sentir toda a sua maldade. Seus olhos estavam mais escuros, e demonstravam o desejo que ele estava sentindo por mim naquele exato momento. – Eu poderia arrancar esse vestido e te foder aqui mesmo.

                     — Não fale essas coisas aqui. – começo a me incomodar, pois o calor estava dominando meu corpo. – Está cheio de gente, e se eu ficar excitada você vai ter que resolver o problema que causou. – Ele abre um sorriso largo.

                     — Com prazer. – Mordo os lábios e ele mantém seu olhar na minha boca vermelha.

                     — Mas antes vou querer comer a sobremesa. – sorrio.

                     — Merda Emma. – percebo a decepção que causei nele. – Podemos esperar a sobremesa em um dos banheiros?

                     — Não, Justin. Você parece um maníaco por sexo.

                     — E eu sou. – Escuto sua voz rouca e grossa, e aperto a borda da mesa, me controlando para não avançar nele.

                     — Eu sei. – mordo o lábio inferior novamente.

                     O toque irritante do celular do Justin interrompe tudo, e aquilo me faz ficar novamente brava. Porra, eu sabia que era o trabalho chamando-o de volta.

                      — É o Chris. – diz ele. – Já volto. – ele arrasta a cadeira para trás e se levanta, sumindo em meio às pessoas que entravam no estabelecimento.

                POV. JUSTIN


                O vento forte bate na minha pele, e o típico frio de uma noite no Canadá aparece. Aperto o celular controlando a raiva, pois estava em um momento ótimo com a Emma.

                  — Espero que seja algo de extrema importância, Christian. – digo assim que atendo.

                  — Bro! – diz, animado. – O Lobo vai viajar pro México nesse final de semana, e nós podemos aproveitar para colocar o plano em ação e pegar o que é nosso.

                  — Como descobriu isso? – abro um sorriso largo.

                  — Ele estava mandando algumas drogas de bosta dele, e passou pela nossa fronteira. Freddie me avisou, e segurou alguns dos homens dele. Claro que eu e os caras tivemos que torturar os traficantes, o que não é tão importante agora, mas conseguimos algumas informações importantes e precisamos de você pra colocar tudo em ação.

                   — Puta que pariu! – me animo. – Vocês são fodas! Nós podemos pegar o que ele nos deve e sacanear com ele e com o babaca do Ryan.

                   — E sem ser visto!

                   — Vamos foder com esses desgraçados e ainda tirar umas férias no México.

                   — E comer umas latinas peitudas.

                   — Diga por você, Beadles. – volto a ficar sério. – Não vamos tirar o foco, nós temos que concentrar nessa missão.

                   — Você quem manda.

                   — Daqui a pouco chego ai. – desligo e volto para o restaurante.


                   Caminho até a mesa e Emma estava rindo de algumas coisas que Austin falava para ela. Sem pensar duas vezes, chego perto e dou um soco na cara dele, que cai no chão como um saco de bosta.

                    — Por que você fez isso? – ela levanta desesperada e me empurra, impedindo que eu vá pra cima dele. – Ta louco?

                     — Vamos embora daqui. – puxo-a pelo braço. – E você... – volto a olhar para ele, que agora está recebendo ajuda dos demais que estavam no local. – Não pense que vou deixar isso passar, viado. – pego o casaco dela e saio dali.

                     Caminho até o carro, e Emma falava algumas merdas no meu ouvido. Aperto a chave e abro o carro, colocando-a dentro do banco do passageiro.

                      — Por que você estraga tudo? – pergunta brava. – Estávamos bem, ai você vai lá e faz isso. Parece até um animal, que coisa mais ridícula. E agora, como vamos voltar lá?

                      — Se depender de mim, só volto para meter bala naquele babaca.

                      — Estava conversando sobre você, e ele dizia que você sempre ia comer lá com a sua mãe e com a sua irmã. Não estávamos fazendo nada demais Justin.

                      — Ele te olha de um jeito estranho. Não fique conversando com funcionários Emma, é regra dos restaurantes. Ele não poderia ficar mantendo contato direto com você. – Percebo que uma caixa cai do seu casaco, e ela levanta do banco para pegar, mas eu faço isso antes.

                      Fito a caixa rosa, e percebo ser um teste de gravidez. Eu sabia que ela havia mentido pra mim. Continuo estagnado olhando para a caixa com medo de enfrentar a verdade.

                      — Por que você não me contou? – ergo a caixa e ela fica calada. – EM PORRA! – grito. – POR QUE VOCÊ NÃO ME CONTOU?

                      — Eu sabia que você iria reagir assim. – ela se encolhe. – Eu ia te contar.

                      — Aé? Quando? Quando você já estivesse com a barriga enorme igual á um balão? – debocho, sem deixar de lado a irritação. – Você sabe a merda que fez? Você tem noção disso?
                       — Justin... – Ela abaixa o olhar e começa a chorar.

                        — Você acha que eu não tenho o direito de saber disso? Você sai pra fazer um teste de gravidez e não me conta porra nenhuma? – Entro no carro e fito o volante. – Isso não pode ser verdade. – Debruço-me contra o volante, socando-o em seguida. – Não tem um espaço pra uma criança nas nossas vidas agora.

                         — O que? – Ela me fita. – Não tem um espaço? – repete com desprezo. – Como você fala uma coisa ridícula dessas? Você precisa reservar um espaço na sua agenda pra ter um filho? Essa criança não tem culpa de nada, Justin.

                         — Você não vê o duro que dou o tempo todo pra te manter segura? Imagina ter que fazer isso por uma criança, Emma. – Levo as mãos aos meus cabelos e respiro fundo.

                          — A nossa criança, Justin. Tem um pedaço meu e seu aqui. – Ela acaricia a barriga com ternura. Como poderia amar alguém que nunca viu ou sentiu?

                     Olho para a sua barriga e imagino um menino de olhos castanhos e cabelos louros. Sinto algo percorrer pelo meu corpo e parar no meu coração. Ela tem razão. Tem um pedaço meu ali também. Mas filhos são um grande ponto fraco na vida que eu levo, até mais do que uma esposa.

                     Estava ficando cheio de pontos fracos, e viver sem eles era o motivo de eu ser o mais forte de todos. Mas o meu lado humano, o lado que a Emma despertou em mim não permitiria que eu tirasse essa criança das nossas vidas.

                       Dou partida no carro e saio do estacionamento do restaurante.

                        — Nós vamos para o México. – quebro o silencio.

                        — Fazer o que? – Ela me encara com os olhos vermelhos por conta das lágrimas que escorriam pelos seus olhos.

                        — Tenho coisas pra resolver lá.

                        — E por que eu tenho que ir junto?

                        — Não posso deixar a minha mulher e o meu filho aqui, desprotegidos. – Desvio o olhar da pista e olho para ela. Sua feição triste some, e em questão de segundos um sorriso lindo aparece em seu rosto. Um sorriso que só ela sabe dar.

                         Esse moleque terá sorte se puxar o sorriso dela.

 


Notas Finais


CONFIRMADÍSSIMO! JB JÚNIOR Á BORDO!

Vocês acham que é menina ou menino? Pois é, confirmei algumas coisas e deixei esse grande mistério no ar. Gente, em algumas fanfics que eu li, o Justin ficava muito puto á ponto de bater na mina ao descobrir que ela estava grávida. Quero deixar claro que eu não apoio violencia contra a mulher, seja xingamento ou agressão, e também quero destacar que ele (O meu personagem) ama muito a Emma, e jamais faria qualquer coisa desse porte com ela.

Pode ser uma fanfic criminal, mas não é necessário colocar essas coisas mais pesadas, até porque eu não gosto. Agora se você gosta, desculpe mas não irá encontrar isso por aqui.

Ah, o número de favs está cada dia maior e isso me motiva muito á continuar. Amo cada um de vocês, e agradeço pelo apoio e pelos comentários positivos.

GOSTA DE SERIAL KILLER? ASSASSINATOS, OU INVESTIGAÇÃO? ENTÃO VOCÊ IRÁ GOSTAR DA MINHA OUTRA FANFIC!

LINK: https://spiritfanfics.com/historia/crime-scene-6988428


XOXO DA TIA JU.


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