História Dark Angel - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~drauhljelena

Postado
Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner, Ryan Butler, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Kendall Jenner, Ryan Butler, Selena Gomez
Tags Jelena, Romance
Visualizações 47
Palavras 4.298
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ei babys, desculpem a demora. Eu sei que falamos no ultimo capitulo que não damorariamos para postar só que eu fiquei de castigo DENOVO e deu ruim. Mas aqui esta outro capitulo novinho.

E sobre o rumo da fanfic, estamos tomando outro agr, se preparem!!

Capítulo 8 - Sentiu na pela garotão?


Selena Gomez POV. Dois dias depois.

Jogo o resto da minha maçã no lixo, há metros de mim. Volto a me sentar na mesa junto de Ashley, a mesma come um cereal e de vez em quando beberica sua vitamina de banana.

— Aonde Justin te levou noite retrasada? — pergunta ela, assim que me sento nos bancos da mesa.

— À praia. — sou curta, porém não fui grossa.

— Aconteceu algo lá? — não conversei com Ashley sobre o que houve na praia. Eu sequer toquei no assunto.

— Nada de mais. — minto.

— Por que você nunca quer conversar sobre isso?

— Porque não tem o que falar, fofa! — ironizo. — Vamos mudar de assunto, por favor.

— Tudo bem. — a loura suspira.— Vamos falar sobre seus sentimentos. — desloco meus olhos, de maneira sarcástica. — O que você sente pelo Justin?

— Nada. — curta e grossa, respondo. Tudo isso se torna um assunto desconfortável. — Eu não quero falar sobre isso, Ash, por favor, pare. — existe suspeita de súplica no modo como falo.

— Ele gosta de você. Sabe disso, né? — olho para ela, me interessando pelo assunto. — E você gosta dele. O que os impede de ficarem juntos?

— Ash, presta atenção nas minhas seguintes falas. — a encaro. — Eu não gosto do Justin e Justin não gosta de mim. — ironicamente, sorrio.

Ashley bufa e se levanta, caminhando em direção oposta. Ela está irritada. Podemos dizer que Ashley gosta muito de mim e se importa muito também, assim como ela gosta bastante de Justin e se importa o suficiente, conseguindo ser bem insistente quando quer.

Ignoro o fato que acabou de acontecer, e levanto-me para pegar uma vitamina, mas neste instante, observo um garoto alto vir em minha direção. Ele deve ser da clínica.

— Selena Gomez? — o homem fala, me encarando

—— Depende! Quem é você? — respondo rude o bastante, mas não me incomodo.

— Bem que me disseram que você não é muito amigável... — murmura ele, completamente debochado.

Lanço um olhar de tédio para o próprio, que percebe e se sente desconfortável.

— Enfim, tem uma garota procurando por você lá fora.

— Que ela me ache sozinha — sorrio até o canto da boca, caminhando em direção à saída. Em seguida, ele me para.

— Ela está meio perdida... Acho melhor você ir lá.

— E eu acho melhor você não me dizer o que eu devo ou não fazer. Aliás, como sabe quem sou eu?

— Digamos que eu te observo, às vezes... — deixando sua frase pelos ares, o rapaz lambe os lábios. — Você anda com o Bieber, não é?

— Sim, ele é meu amigo — dito em sinônimo a uma calmaria incomum, mas logo me arrependo.

Por que ainda estou falando com ele, afinal?

— Amigo... Sei... — o moreno diz rindo. — Meu nome é Dylan.

— Não quero saber seu nome. — saio em passos largos e agradeço mentalmente por ele não vir atrás de mim.

Caminho até o jardim e apoio-me numa arvore, observando o local, até ver uma garota, aparentemente perdida e cansada. Rio quando observo ser Kendall, também achando engraçada a situação em que ela se encontra. Cansada, perdida e ofegante.

— Kendall? — grito com todas as minhas forças, a garota olha para mim, caminhando na região em que me encontro. Em sequência, dá um suspiro aliviado.

— Meu Deus, Selena! Estou te procurando há horas! O esquema de visitas aqui é muito complicad... — não a deixo terminar:

— O que está fazendo aqui, Kendall?

— Nossa! — a morena pragueja. — Oi para você também... Sinto saudades. — diz, dando-me um abraço acolhedor, este não retribuído por mim. — Pelo visto, você não mudou nada! — ela ri com deboche.

— O que estava pensando, Kendall Gomez?

— Como assim? Do que você está falando?

— Estou falando da nossa mãe. Como você deixou ela ir atrás daquele cara?

— Aquele cara é o nosso pai. — eu a encaro por alguns segundos, Kendall sempre foi assim.

— Essa é a sua justificativa? Falar que ele é nosso pai? — o sarcasmo está explícito no modo como revido. — Você sabia que pai é quem cria?

— Ele precisa de ajuda, Selena.

— Kendall altera o tom de sua voz.

— E onde ele estava quando nós precisávamos dele? Quando Mane chorava por sua ausência, quando eu precisava de um pai para me dar ordens, quando Mane morreu... — lamento, mas ela me interfere.

— Será que dá para parar de falar da Mane? — diz minha irmã, falando bem mais alto, o que me faz arregalar os olhos.

— Ela morreu, Selena, já faz anos, eu sinto muito mas essa é a vida, quer queira ou não. — em sinal de nervosismo, mordo os lábios.

— E eu não quero! — respondo, no mesmo tom que ela. — Por que acha que eu tentei me suicidar diversas vezes? PORQUE EU NÃO QUERO ESSA VIDA. — berro, talvez podendo soltar meu último suspiro quando Kendall se encolhe.

— Eu não vim aqui discutir sobre como vivemos. — ela se acalma e respira fundo antes de terminar. — Eu vou para a Inglaterra. Mamãe e papai estão precisando de mim.

— Tola! — debocho bem alto para que ela ouça.

— Eu não sou tola, Selena. Eu sou uma boa pessoa ajudando nossa família.

— Eu não chamaria isso de família... —murmuro.

— Você que não vê a família boa que temos. Mas a culpa não é minha se você preferiu fechar-se para tudo e todos e viver essa sua vida de merda. — a encaro imediatamente, me irritando com suas palavras. — Estamos tentando te ajudar, Selena, apenas seja uma boa garota até tudo isso acabar, você já nos magoou muito. — Kendall joga isso na minha cara sem dó, mas não me ofende. É necessário muito mais para me causar esse tipo de sentimento.

— Se você tentou me afetar com suas palavras. Sinto muito, mas não deu certo. — ajo em sarcasmo.

— Sarcasmo deveria ser seu segundo nome. — há uma pausa entre sua ironia fajuta. — Mas enfim... Eu vou viajar em três dias, na sexta-feira. Volto em uma semana, mamãe vem comigo.

Kendall caminha até mim e repousa seus lábios em minha testa pouco suada. Consequentemente, respira com força e diz: — Fique bem, Selena, eu amo você.

A morena gira seus calcanhares e parte.

Eu não sou muito de ligar para o que as pessoas dizem, mas tudo que Kendall falou ficou rodando pela minha cabeça. E esse ato de carinho que demonstrara por mim, fez-me realmente acreditar que ela se importa comigo.

Justin Bieber POV.

Com Mike ao meu lado, caminho lentamente em direção ao corredor dos homens. Ele fala, tagarela algo que não dou atenção, pois minhas cabeça roda ao rumo em que as coisas tomarão depois que eu sair da clínica, em como será meu relacionamento com Selena.

Ela não é muito de se relacionar com pessoas, então, não quero colocar esperanças nisso, pensar que nós podemos ter um futuro juntos. Meu relacionamento com ela tomou um rumo totalmente diferente depois da noite em que a própria se entregou a mim. Diferente do que eu achei que seria, Selena não está arrependida ou me evitando, muito pelo contrário, ela está a cada dia querendo estar mais próxima.

— Justin? — a voz de Mike soa em minha cabeça, portanto, eu o olho meio perdido. — Cara, você está me ouvindo? — nego enquanto mordo os lábios.

— Desculpe, Mike. Eu estava meio distraído.

— Meio? Você estava completamente distraído. — diz com humor. — Em que estava pensando?

— Em Selena. Em como as coisas serão depois que eu sair daqui.

— Cara... Você está apaixonado. — o olho, assustado com sua afirmativa.

— Não estou, não! Eu apenas gosto da companhia dela, de estar com ela. — observo novamente o chão. — Gosto do sorriso dela, do jeito como ela ri e como é fria com as pessoas. — vou piscando meus olhos rapidamente, conforme dito as palavras. — Não gosto quando vejo um cara olhando para suas curvas enquanto ela caminha. E não gosto quando ela está triste. — Ao perceber meu desabafo, chego a uma conclusão: — Cara, eu estou apaixonado pela Selena... — admito, olhando para Mike, este que contém um sorriso no rosto.

— Ela é bonita, cara. — confesso ficar com ciúmes, mas é a verdade.

— A mais bonita... — sussurro, olhando novamente para o chão.

— Não, a mais bonita é a Amber. Selena está em segundo lugar. — minha risada alta escapa, pois sua queda por Amber ainda permanece aqui.

— Selena é a mais bonita pra mim. — insisto ao Mike, que me dá diversos tapinhas nas costas.

Gosto da minha amizade com Mike, ele foi o primeiro que falou comigo quando entrei nesta clínica. E eu confio nele para conversar sobre meus sentimentos por Selena.

Depois de ter trocado de roupa, pelo fato de que estava jogando futebol e fiquei com o corpo todo suado, fui até o quarto de Selena. Não conversei com ela hoje, tive que fazer diversas terapias para ver se realmente estou pronto para ir embora. E estou, mas não estou pronto para deixá-la...

(...)

Selena Gomez POV.

Ouço a porta do quarto sendo aberta e, posteriormente, fechada por uma batida bem forte. Olho para ver quem é, e como imaginado... Justin!

Encontro-me deitada na cama, de lado, refletindo sobre as palavras de Kendall.

E se ela estiver certa? E se meu pai tivesse tido um bom motivo para ter nos deixado? E se ele realmente tivesse precisado da gente? Eu estava sendo egoísta?

Não, não, não, não, Selena! Você está fazendo o certo se preverindo de sofrer outra vez.

— Ei, você está bem? — pergunta ele, me encarando, olhando bem fundo nos meus olhos.

— Estou. — soo curta e volto a encarar o vácuo.

— Você está com aquele olhar. — sinto seu peso se deitar no colchão macio ao meu lado.

— Qual olhar, Justin?

— Às vezes, você está com aquele olhar, como se dissesse ser a pessoa mais feliz do mundo. Mas agora, olhado em seus olhos, parece estar pedindo socorro. — o louro fala em meio de sussurros. Encaro-o por alguns segundos.

Ele realmente me observa, ele me conhece bem, não tem como mentir para ele. Bufo irritada e o respondo:

— Eu só estou meio abatida com algumas coisas, nada de mais.

— Abatida com o quê, exatamente? — agora próximos, suas mãos grossas apertam minha cintura, passando-me conforto para desabafar.

— Eu me faço de fria com todos, sou grossa e não me importo com ninguém. Mas você acreditaria se eu falasse que eu me importo? — não respondo exatamente a sua pergunta, porque não quero entrar em detalhes.

— Eu sei que você se importa. Sempre soube, você é uma garota fechada, mas eu sei que isso é apenas uma forma de proteção ao seu coração. Foi difícil conseguir sua confiança, mas eu não desisti. E sabe por quê? — nego. — Porque eu sabia que por trás de toda essa frieza, havia uma garota doce, divertida e que só precisa de amor.

— Doce? — pergunto assustada. — Não exagere, Justin — isso nos faz gargalhar.

— Estou falando sério. — ele cessa suas risadas, voltando a me encarar. — Você é doce quando quer e com quem quer. Quem te vê de longe, pensa apenas que você é uma garota bonita e fria, mas eles não sabem o que estão perdendo.

— Eu não gosto daqui, Justin. Sinto-me desconfortável e insegura. Como se eu fosse apenas uma garota que precisa de proteção. Esta não sou eu.

— Eu sei, só que isso vai mudar. Você pode não acreditar, mas eu acredito por você. O mundo é cruel e sempre vai querer te derrubar. Porém, vou estar aqui. Não para te encher de palavras, dizendo que o mundo pode ser, mas para te mostrar o quão fodido ele é e que eu estou aqui para te ajudar a enfrentar todas essas barreiras.

— Você é sempre tão perfeito assim? — questiono humorada, ele ri.

— Só você merece ver esse meu lado. — cautelosamente, lhe dou um selinho. — Vamos, se troque. — Justin ergue seu corpo com pressa, passando as mãos em suas roupas amarrotadas.

— Hã? — ele me pegou desprevinida. — Para onde vamos?

— Para a sala de jogos! — reviro os olhos sonolentamente. — Ande logo, preguiçosa.

Justin me guia até essa tal sala de jogos, a qual eu acabo de descobrir a existência.

Ela é bem simples. Uma sala mediana meio escura que possui uma mesa de sinuca, jogos de tabuleiros e alguns video-games variados. Também há um sofá no canto da sala, onde todos se encontram. Pergunto-me se todas as clínicas de reabilitação são assim.

Caminhamos sem pressa alguma até eles, e quando Ash me vê, ela sorri.

— Selena! — a loura grita me assustando, levanta-se rapidamente e se joga em meus braços. Ela me abraça apertado.

— Calma, Ashley. Nos vimos hoje no café-da-manhã. — falo com humor. A garota ri aonde encarar.

— Sim, mas nós brigamos. E fico feliz por você ter vindo, assim eu ganho a aposta.

— Mas que aposta? — olho por trás de seus ombros, encarando o grupo de adolescentes ali. Todos estão se olhando.

— O pessoal disse que você não viria, e bom, eu e Justin apostamos que sim! E olhe você aqui. — solto uma risadinha.

Aquilo é uma estupidez, não acredito que eles acham que eu sou tão antissocial assim.

— Selena, que bom que você veio, já estávamos começando o jogo. — diz Mike, vindo até mim, encarando-me com o sorriso nos lábios.

Me sento entre Justin e Ashley. Ao lado dela está sua namorada. Peter também está aqui, mas agora junto ao garoto que falou comigo no café da manhã. Acredito ser Dylan, o seu nome. Existem mais três garotas, nenhuma identificada por mim.

— Que jogo vamos jogar? — pergunto ao Mike, que sorri para mim e responde:

— Verdade ou desafio! — ele pega a garrafa que estava no chão, agora colocando-a sobre a mesa de centro. — Acredito que já tenha jogado. — por hábito, lambi meus labios e nego com a cabeça. — Bom, você irá gostar!

Nunca havia jogado, é um típico jogo de adolescentes vazios que querem se divertir com desafios bobos.

Mike gira a garrafa no meio da mesa, arrancando a atenção de todos, os deixando curiodos e ansiosos para começar o jogo.

A boca da garrafa cai em Mike, para o mesmo fazer a pergunta; o outro lado em Ashley. O rapaz lança um sorriso sacana em direção à garota, esta que revirou seus grandes olhos.

— Verdade ou desafio? — pergunta, com uma voz sedutora, tirando risada de todos ali.

— Verdade. — Ashley não demora muito a responder, talvez estivesse com medo do desafio que Mike mandaria a ela.

— É verdade que você já transou com a Pamela ano passado, antes dela ir embora? — a loura morde os labios, pensando bem na resposta.

Sua namorada a encara ansiosa, talvez com medo da resposta.

— É verdade. — ela suspira e fecha os olhos.

Todos ali ficam espatandos, menos eu, alias quem é Pamela?

Sua namorada, Emilly, é a que mais se espanta. Ela olha para a loura com uma certa fúria e raiva, como se ela fosse um nada. Porém, Emilly é sensata e não faz um showzinho, apenas suspira e murmura:

— Estou decepcionada.

— Bom... — Peter diz. — Gire a garrafa, Ashley. — e assim ela faz.

O resto do jogo estava sendo divertido. Teve lap dance, beijo, algumas verdades, algumas mentiras...

Mike roda a garrafa, parando em Peter e Justin. Peter pergunta e Justin responde.

— Verdade ou desafio?

— Desafio. — ele gala firme, pronto para o que virá.

— Desafio você a dar um beijo na Amber.

Todos sorriem ansiosos por isso. Menos eu, o semblante do meu rosto muda para um totalmente sem reação. Meu sengue ferve e meu coração bate forte. Eu não quero que ele faça isso, quero que ele recuse e passe um micão. Mas Justin não o faz, ele olha para Amber, esta que tem um sorriso safado nos lábios.

Amber é linda, não posso negar. Tem cabelos ruivos e olhos verdes, uma boca bem carnuda e um corpo escultural.

Justin se levanta e caminha até ela, pegando em sua nuca e a beijando em seguida. As mãos de Amber vão ao peitoral coberto por sua camisa regata branca do louro. Sinto o olhar de Ashley sobre mim, vendo que eu não estou nem um pouco satisfeita com a situação. E meus olhos marejam, aquelas lagrimas prestes a cair.

A garota ergue seu corpo do sofá e pega em minhas mãos.

Não digo nada, apenas deixo-a me guiar para longe dali.

Justin Bieber POV.

Assim que encerro meu beijo com Amber, a encaro. Ela sorri e abre os olhos, eles exalam luxuaria e desejo enquanto o semblante de seu rosto é contente. Eu acredito que o meu é totalmente o contrário. Eu a olho como se ela fosse um nada. Apenas mais uma. Os beijos de Amber são bons, mas não são iguais aos de Selena. Talvez eu não sinta o mesmo desejo e paixão que eu sinto quando beijo Selena.

Olho em volta à procura de Selena, mas ela não está mais aqui, e nem Ashley. Todos da sala me olham com o mesmo semblante, preocupação.

— O que foi gente? — minha expressão começa a ficar aflita, e então eu percebo.

Ela se magoou com o beijo e se retirou, deixando o maior clima.

— Oh, droga! — resmungo quando passo as mãos pelos cabelos.

— Vá atrás dela, Justin. — Peter diz. — E bom, torça para não encontrar Mike no meio do caminho. Ele está furioso.

Mike gosta da Amber. Eu magoei meu melhor amigo e a garota da qual eu estou apaixonado. Mas Selena é minha prioridade, preciso encontra-lá.

Saio às pressas da sala à procura de Selena, que, acredito eu, estar com Ashley.

Selena Gomez POV.

— Eu não acredito que estou sendo tão idiota ao ponto de estar chorando por um garoto. — digo à loura, que agora se encontra em minha frente, também assustada com o que houve. — Eu não sou assim, Ashley. — puxo meus cabelos, causando uma leve dor em meu coro cabeludo.

— Sel, fique calma, foi apenas um jogo idiota, você sabe que ele gosta mesmo é de você. — disse Ashley, dessa vez limpando minhas lágrimas que insistem em cair na intenção de me acalmar.

— Sabe, bem lá no fundo eu realmente achei que alguma parte dele gostava de mim, mas eu estava errada. — digo com dor na voz. Decepcionada. — Como sempre. — murmuro.

— Ele gosta de você. — ela fala com certa razão na voz, tentando me convencer disso. — Ele está apaixonado por você, Selena.

— Não gosta, Ash. Você viu como ele a beijou? Se ele realmente gostasse de mim, não geria feito aquilo.

— Ele só beijou ela por causa do jogo.

— Pare de defendê-lo! — falo alto, um pouco irritada.

— Não estou o defendendo. Apenas... — automaticamente, não deixo-a terminar.

— Apenas nada! Fique quieta. Eu não estou a fim de ouvir seus conselhos. — da mesma maneira alta, respondo, o que foi suficiente para assustar a fruta. Ela se encolhe.

Erosivo fundo, tentando me acalmar, sei que Ash está apenas tentando me ajudar.

— Eu também não posso culpá-lo, Amber é linda, muito melhor do que eu, nenhum garoto a recusaria. — meu tom é baixo. Dessa vez encostando a cabeça na parede de cor clara, atrás de mim.

— Selena, pare! Ela não é melhor que você. Você é linda e ele sabe disso. Justin não seria burro de te trocar por qualquer outra garota. Ainda mais por ela.

— Eu e ele não temos nada... E nunca vamos ter. — libero as lagrimas que estavam querendo cair.

— Mas vocês se gostam. — ela cima cuidado com suas palavras. Mas, por impulso, rio sarcástica.

Isso é apenas para que eu me sinta melhor.

— Eu só quero sair daqui... — mordo os lábios. — O mais rápido possível.

Somos interrompidas pela porta, que acaba sendo aberta por quem eu menos queria ver nesse momento... Justin.

Fico encarando-o por longos segundos, o que gera um clima intenso, logo trazendo desconforto entre nós.

— É... Eu vou volta la para dentro, tenho que fala com a Emilly... — Ashley inventa uma desculpa para me deixar sozinha com ele.

Ela se retira fechando a porta, deixando eu e Justin a sós.

— Ei, o que houve? Por que saiu de lá? — questiona o louro, se aproximando de mim, me fazendo dar alguns passos para trás.

— Por que você saiu? — dou ênfase no "você", indicando a gravidade dos atos, talvez. — Amber deve estar te esperando — finalizo, completamente irônica. No entanto, viro-me para sair, mas Justin segura meu braço me impedindo de tal ato — Justin, me solte. — por costumo, rosno.

— O que você ta falando? Foi só um beijo em um jogo idiota. — ele parece ignorar meu pedido.

— Justin, eu não vou repetir. Me solta AGORA. — meu tom de voz se eleva.

— Não fique assim comigo, por favor! — dessa vez, o garoto diz manhoso, deixa meu coração mole, mas não me rendo.

— Assim como? Estou completamente normal. — ele está capacitado em saber que eu não gostei do beijo.

— Chateada, fria... — murmura.

— Não estou chateada, você mesmo disse: é apenas um jogo idiota. — meu sorriso é sarcástico. — E ser fria faz parte de mim. — concluo.

— Não comigo. — argumenta o louro, olhando bem fundo nos meus olhos, o que ele sempre faz, pois sabe que eu me rendo fácil desse modo. — Ouça... Isso que você viu.. Eu e a Amber não temos nada e nunca vamos ter.

— E por que você está me falando isso? Não quero saber de vocês.

— Porque você esta com ciúmes

— Não estou, não! — novamente minha voz se sobressai em um grito arriscado.

Não estou com ciúmes. Ciúmes é uma coisa que eu não tenho e que nunca vou ter de ninguém. E não será ele quem vai mudar isso.

— Está sim, mas não precisa ter, você sabe que é de você que eu gosto

— E por que eu estaria? Nós não temos nada, Justin. Nada! E nunca vamos ter. — soo fria e grossa, da forma como eu sempre fui.

— Não é isso que você demonstra m quando estamos juntos.

– Ah, é? E o que eu demonstro? É melhor não se iludir comigo, Bieber, eu sou fria e na minha, se você acha que de alguma forma eu "me entreguei" para você, caia na real.

Sei que minto, pois desde o começo me entreguei a ele de corpo e alma. Simplesmente fechei meus olhos e fui com tudo. Eu acho que o amo, mas nunca admitiria isso em voz alta, claro.

— Não! — ele diz calmo, como sempre. E me pergunto se algum dia verei Justin se irritar de alguma forma. — Eu sei que você sente algo por mim, Selena, não precisa mentir. Nós daremos um jeito nisso, não precisa se esconder.

— Não vamos falar sobre isso, Justin. Apenas me deixe em paz. — viro-me para sair dali.

— Eu sei que você gosta, mas está com medo, Selena. — ele fala alto. — Mas você não precisa ter medo, você só precisa de alguém que te entenda. — imediatamente, eu o olho. — Não precisa ficar assim por uma coisa idiota daquelas.

— E você esperava o quê? Você me trouxe até aqui para eu poder assistir seu lindo show com a Amber?

— Eu ja disse que foi apenas um jogo! Eu não podia recusar.

— Claro que podia! É apenas um jogo bobo, você não recusou porque queria.

— Sel, isso não é verdade. — sua voz sussurra, especialmente ao me ver irritada.

— Cale a boca, Justin! Eu não sou idiota. Eu vi como você ficou feliz quando te deram esse desafio, o que nem era um desafio, né,? Afinal, ela estava te comendo com os olhos desde que você entrou.

— Foi um desafio pra mim! Eu não queria beijá-la, nunca quis.

— Ah, Justin, por favor... — outra vez, sou sarcástica.

— É verdade! — ele eleva o tom de voz, espantando-me. — Amber é linda, isso eu confesso, e é uma garota legal. Mas ela não é você.

— Ouviu isso de qual filme? Vou anotar depois na minha lista-de-filmes-que-nunca-vou-ver. — devido à maneira esnobe como comento, ele acaba perdendo um pouco da paciência que há em si.

— Porra, Selena! Pare de ser sarcástica uma vez na vida, e acredite em mim. Eu e Amber somos só amigos.

Quando penso em respondê-lo, somos m interrompidos pela porta sendo aberta mais uma vez. Imagino ser Ashley, mas vejo Dylan.

— Ei, está tudo bem por aqui? — com seu corpo parado no batente da porta, ele questiona. — Estão todos esperando vocês para voltarmos a jogar.

Volto minha atenção ao Justin, ignorando o moreno de forma total.

Enquanto Dylan falava, uma pergunta me veio e mente: como Justin se sentiria se eu beijasse outro garoto?

— Então, isso é para você e para ela. — digo, o que faz sua expressar ficar confusa.

Logo me viro para Dylan, o mesmo espera por uma resposta.

Caminho depressa em sua direção. E ao finalizar tamanho espaço que existia entre nossos corpos, beijo seus lábios pronto para os meus. Contudo, o rapaz fica imóvel por alguns segundos, mas acaba dando passagem, correspondendo o beijo e colocando seus braços em volta da minha cintura, puxando-me para mais perto.

Até que ele não é tão ruim assim.

No final, não quis saber como ele estava se sentindo. Apenas olhei para trás e vi Justin lá, parado, com um semblante triste. Seus olhos marejavam devido ao que acabara de ver.

No entanto, cruzei meus braços à altura do peito e sussurrei:

— Sentiu na pele, garotão?


Notas Finais


Obrigado por chegaram ate aqui.
Queremos agradecer a Tore, por estar editando nossos capitulos. Amo você.

Comentem oque acharam, é importante para nós.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...