História Dark Paradise - Capítulo 54


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Cabello, Camila, Camren, Dark, Fifthharmony, Jauregui, Lauren, Paradise
Exibições 3.463
Palavras 2.376
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas... De madrugada sim estamos atualizando kkkkk

Bom eu sei que estamos demorando terminar a estória, mas é que esta cada vez mais dificil o tempo para escrever!
Obrigada quem ainda esta aqui firme e forte acompanhando a Fic, amamos vcs.

Comentem BASTANTE esse capítulo, queremos teorias, todo tipo de teoria hashahsh
Bom... Aproveitem e qualquer coisa fala ai!

@afffgabi @orgasmcabeyo

Capítulo 54 - Ameaças


Fanfic / Fanfiction Dark Paradise - Capítulo 54 - Ameaças

POV Camila Cabello

 

- O que vamos fazer agora, Camila?

- Eu não sei por que diabos Robert chegou até Ramón, eu não sei o que esta rolando, como... – Minha cabeça dava um nó. Em pensar que esta tarde eu estava com ele e que agora ele poderia estar em perigo. Estava visivelmente desesperada, não sabia qual o próximo passo a dar, mas eu teria que ter muita cautela.

- Mas c-como, como ele....

- Eu não sei! Eu não sei! – A cortei em um tom exaltante. Com os cotovelos apoiados sob a mesa, afundei minhas duas mãos em meus cabelos – Desgraçado, filho da puta – Eu sussurrava para mim mesma enquanto as lagrimas escorriam pelo meu rosto.

Em toda minha carreira, sempre mantive o máximo de discrição da minha vida pessoal, nunca ocorreu de um dos suspeitos envolver minha vida nesse jogo sujo. Será que ele sabe que estou de olho nele? Seria coincidência demais Ramón estar naquela pagina, mas como ele soube do pequeno?

- Camila – Halsey me chamou tocando em meu ombro – Beba – Me esticou um copo d’água. Meu olhar se alternou entre ela, o copo e Troy, o loiro alto me parecia preocupado com meu estado.

Tomei o copo de sua mão e bebi, Halsey me olhou preocupada quando me levantei de surpresa e passei a andar de um lado para outro, inquieta, vez ou outra deixava as lágrimas escaparem, minha cabeça latejava, mas mesmo assim não deixava de trabalhavar em busca de respostas. A realidade é que ficar de um lado para o outro aqui não iria resolver nada, agora eu precisava agir, as lagrimas ainda insistiam cair de meus olhos, só de imaginar algo de ruim acontecendo ao garoto já me faz mal, eu não me perdoaria se algo de ruim acontecesse à aquele ser inocente. 

- Vamos embora, amanhã será um dia longo. – Disse

- Vamos – Halsey se levantou e eu segui em direção a saída.

- Espero ter ajudado – Troy disse abrindo o portão.

- Ajudou muito, obrigada mais uma vez Troy, te vejo amanhã – Halsey disse e em seguida o abraçou.

- Obrigada! – Foi o que me limitei a dizer, estava muito abalada. Caminhei diretamente ao carro para o lado do passageiro, abri a porta e me sentei imediatamente antes que caísse ao chão, minhas pernas estavam tremulas, no momento eu só conseguia pensar na segurança de Ramon e de todos que estão próximos a mim.

- Tem certeza que eu dirijo? – Perguntou a mulher ao se sentar no banco do motorista.

- Sim, ou vou acabar cometendo um acidente – Disse limpando as lágrimas que ainda teimavam em cair. A imagem de Ramón naquele site não saia da minha cabeça. Por que tudo de repente ficou tão difícil?

Saquei meu celular do bolso e rapidamente disquei o número da Dona Maria, já era tarde da noite, provavelmente a senhora já estaria dormindo, mas eu preciso saber se está tudo bem.

.: Alô – A voz fina e infantil de Ramón surgiu em um tom rouco, provavelmente pelo sono.

.: Alô! Ramón?!

.: Tia Camila?

.: Sim! Sou eu meu amor. Onde está Dona Maria? – Minha voz fragilizava a cada vez que escutava a respiração pesada do menino. Lagrimas sorrateiras caiam.

.: Ela está dormindo Tia Camila, a senhora quer falar com ela? – Suas palavras saiam mais emboladas que o normal. Saber que ele está com ela fez meu corpo relaxar sob o banco do carro.

.: Não Ramon... Eu só queria saber se está tudo bem com você, já vejo que sim, certo?

.: Certo! – Concordou ele.

.: Ótimo! – Fiquei em silencio por alguns segundos tentando conter as lagrimas, não queria assustar o garoto – Hey! O que está fazendo acordado há essa hora?

.: A senhora me acordou – Bufou o garoto do outro lado da linha me arrancando uma risada desajeitada.

.: Me desculpe, Ramon... Agora ande, volte a dormir, pois já está muito tarde, certo?

.: Sim!

.: Bom... Então boa noite.

.: Boa noite Tia Camila! Não se esquece de pedir pra Tia Lauren comprar a minha rosca gigante, ela prometeu – Fechei os olhos apertando-os, meu coração acompanhou o aperto, como alguém conseguiria fazer mal a um garoto assim?

.: Pode deixar... – Disse com a voz trêmula – Que Díos te bendiga niño!

.: Bendiga a nosotros, Tia Camila – Disse ele surpreendendo-me com seu fluente espanhol.

- Como esta tudo? – Halsey perguntou dando a partida no carro.

- Está tudo bem com ele – Sussurrei enquanto ainda olhava para tela do meu celular – Me leve para casa por favor, eu não me sinto muito bem.

- Não quer que te leve ao hospital? Você está muito pálida Camila.

- Não! Fique tranquila, é só resultado de noites mal dormidas.

Halsey ficou um tempo me observando, mas logo soltou um suspiro pesado e seguiu minhas ordens. Desde que descobri que Halsey seria parceira minha em um caso tão grande como esse, resolvi deixar as diferenças de lado, descobri que além de ser uma pessoa legal e simpática também é uma grande amiga, sim eu já a considerava uma grande amiga, ainda mais por ter permanecido ao meu lado nesse momento mesmo não tendo obrigação alguma, então percebi que nunca a agradeci por tudo. 

Após Halsey me deixar em casa, a primeira coisa que fiz foi entrar em contato com Mark, pedi para ele colocar uma patrulha na casa de Ramón, ele até questionou o motivo desse pedido, ainda mais àquela hora, mas fui bem convincente com os motivos e ele prontamente me obedeceu.

 

[...]

 

Depois de uma noite de sono muito mal dormida, era meu dia de folga, nunca desejei tanto pelos dias de folga, se fosse antigamente, eu brigaria para não poder descansar, mas tudo estava tão pesado em minha vida que na verdade eu queria uma folga de mim mesma.

Arrumei todo meu apartamento e fiz o que eu mais tenho feito nesses últimos dias... Bebi. Abri uma garrafa de vodka e desfrutei de sua companhia, nem me dei o trabalho de mistura-la com algo, foi pura mesmo, sei que não é a forma mais correta para lidar com a turbulência que andava minha vida, mas quem liga? Estava pouco me fodendo se ainda eram onze da manhã. Já havia bebido além de vários copos de vodka com gelo, dois copos de Martini, iria para o terceiro, despejei a bebida em meu copo, levei até meus lábios e tomei dois grandes goles. No momento a palavra degustar não fazia mais parte do meu vocabulário.

O toque do meu celular chamou minha atenção, bufei só de imaginar ser algo do trabalho, caminhei até o objeto que estava sob a mesa de centro e o atendi sem me dar o trabalho de ver quem me atormentava novamente.

Era apenas Rob, me ligou pedindo para passar o dia comigo e eu não pude recusar, então se eu vou passar uma tarde inteira com ele, ao menos bêbada eu vou precisar estar e já estava.

Quando me direcionei para o sofá, pensando em relaxar um pouco, ouvi o barulho do interfone tocar e eu me praguejei mil vezes a vinda de Rob até meu apartamento, ele já estava aqui na porta. Um inferno.
Após autorizar a entrada do homem, finalmente me sentei. Conseguia sentir meu sangue querer borbulhar de ódio, as imagens de Ramón não me saiam da cabeça e a cada flash da lembrança, um gole a mais numa bebida qualquer, já não importava.

A porta se abriu e um homem elegante com um vinho nas mãos entrou.

- Tem alguém ai? – Brincou ele lançando seu sorriso encantador. Ele não perdia nunca essa mania idiota de querer conquistar.

- Ah! Oi, Rob – Disse desanimada.

- Parece que alguém já esta bebendo – O homem riu se aproximando de mim e selando nossos lábios.

- Sim, eu bebi um pouco, pretendo beber mais, então coloque esse vinho na geladeira, por favor. – Disse seca.

- Claro, o pedido de uma Delegada, é uma ordem – Achei estranho o tom que Robert havia usado, mas dei de ombros.

- Eu preciso transar – Sussurrei ao ver uma cena de “Amizade colorida” na TV. Dei mais um gole na bebida e Rob se sentou ao meu lado.

- Por que não resolvemos isso? – Perguntou ele acariciando meu rosto.

- Estou bêbada, Rob

- Quantas vezes já transou comigo bêbada? – Ele disse e meu estômago embrulhou. Só de me lembrar que deixei esse homem me tocar, me beijar, possuir meu corpo, me fazia me sentir a pessoa mais suja do mundo.

- Muitas vezes, mas não estou afim de fazer isso bêbada hoje, ok? – Disse seca afastando um pouco o homem para trás. Eu não sei por quanto tempo mais manteria esse disfarce.

- Ok, que está bebendo? – Perguntou ele.

- Eu não faço ideia.  – Murmurei. Eu já estava ficando visivelmente alterada.

- Tanto faz, eu estou bebendo uísque. – Respondeu ele – Como estão as coisas na delegacia?

Estiquei meus pés na mesa de centro e revirei os olhos. O perfume de Rob que eu tanto amei, estava embrulhando meu estomago de tal forma. Na verdade, acho que tudo relacionado a Robert me enjoava.

Que profissão mais ingrata, mais idiota e ridícula. Estou com um aliciador nojento de menores bem na minha sala de estar, sou obrigada as vezes selar nossos lábios e rir de suas piadas sem graça. Tudo em nome do dever. Estou aqui perdendo meu fucking tempo, enquanto poderia estar transando com alguém, como eu realmente necessito.

- Não vai me dizer como estão as coisas por lá?

- Como se você se importasse – Sussurrei sem medir as consequências.

- Que bobagem amor, claro que quero saber, mas vou começar contando como estão as coisas no meu negócio ok?

- Tanto faz – Disse dando de ombros e um novo gole na bebida.

- Bom, as coisas lá meio que se complicaram um pouco, um companheiro de trabalho morreu há duas semanas, então tem uma papelada toda fora do lugar que eu tenho que arrumar. – Olhei para o vagabundo. Ele teria coragem de me contar mesmo essas coisas?

- Eu sinto muito – Disse irônica tomando mais um pouco da minha bebida.

- Sente? – Perguntou – Eu não sinto tanto – Soltou um riso nasal tomando minha atenção – Ele era um covarde, iria acabar me ferrando uma hora ou outra – Engoli seco com suas palavras frias e sinceras. Robert se levantou e se serviu de mais uma boa quantia de Uísque, eu observava cada ato seu até ele se virar para mim – É horrível não né? Não poder confiar em alguém – Robert voltou a se sentar ao meu lado, ajeitando sua postura e cruzando a perna de forma confortável, um sorriso leve mostravam seus dentes brilhantes. Aonde ele queria chegar com isso? – Dizem que confiança é a base de um relacionamento – Robert tirou os olhos de seu copo e olhou para mim soltando um riso irônico – Para mim era só uma boa transa toda noite – O nervosismo começou a tomar conta de mim, meu coração passou a bater rápido e minhas mãos a suar – Mas me enganei, minha namorada é uma policial vadia!! – Disse ele rindo.

Larguei a bebida em cima da mesa e em um solavanco me levantei.

- O que você disse?! – O sangue junto ao álcool e a raiva que sentia de Robert se uniram já me preparando para lhe acerta um belo de um tapa na cara, mas Robert foi mais rápido me impedindo e segurando em meu pulso – ME SOLTA ROBERT! – Gritei assim que senti minhas costas baterem contra a parede e todo meu corpo ser esmagado pelo do homem mais velho, me impedindo de me mover.

- CALA A PORRA DA BOCA!!! – Gritou Robert soltando meu pulso, mas logo agarrando meu queixo forte o apertando sem piedade – Não é engraçado amor? Da pra acreditar que a minha namorada é uma puta de quinta? – O homem sussurrava por entre os dentes com sua boca próxima ao meu rosto, eu podia sentir seu hálito quente batendo contra meu rosto, seu olhar me fez tremer.

- MAS QUE PORRA ESTA ACONTECENDO?!

- NÃO SE FAÇA DE SONSA!! – Robert berrou apertando mais meu queixo e pressionando meu rosto com mais força contra a parede, mas logo o soltou e grudou em meu cabelo e o puxou me arrastando novamente até o sofá, minhas pernas não se mantinham em pé, a dor só se aliviou depois que fui arremessada no sofá – Você acha que sou burro Camila? – Robert se aproximou novamente de mim – VOCÊ ACHA MESMO QUE SOU CEGO? ACHOU MESMO QUE EU IRIA CAIR NAQUELE SEU PAPINHO FAJUTO DE NOIVINHA ARREPENDIDA? – Berrou contra meu rosto, me encolhi no sofá sem reação, Robert ficou me olhando por alguns segundos como se estivesse aguardando minha resposta, mas se afastou, enquanto ele passava as mãos em seu cabelo em busca de controle, aproveitei para me levantar e partir para cima dele no intuito de tentar o imobiliza-lo de alguma forma, mas Robert parecia ser incontáveis vezes mais forte que eu ou talvez fosse o álcool. O homem me jogou novamente no sofá e subiu em cima de mim, me deixando completamente presa com o peso do seu corpo. Suas mãos grandes e grossas foram parar em meu pescoço o apertando com certa força – Você achou que eu já não sabia disso? Achou que eu já não sabia que eu estava sendo investigado? Achou mesmo sua vagabunda? – O homem apertava cada vez mais minha garganta, o ar já me faltava muito.

- M-e solt-a seu desgr-açad-o – Já estava me sentindo frágil, minhas pernas se debatiam. Eu já havia derrubado minha mesa de centro e tudo a minha volta. Minha arma infelizmente estava muito longe.

- Achou que ia brincar de família feliz com a Lauren? Eu te vi com ela e aquele moleque, por falar nisso, gostou do presentinho do site? Ele esta em promoção. – Eu estava com tanta raiva e me sentindo impotente. O peso do Rob sob meu corpo não me dava mobilidade nenhuma. Apenas agonizava e tentava puxar o ar o máximo que eu conseguia – Fica longe da minha vida Camila, ou eu posso acabar com a sua vida e a de todas pessoas que você ama, gostaria disso? – Foi o que ouvi por ultimo antes de ver tudo escurecer.


Notas Finais


Eita eita eitaaaaaa... o q será que Rob fez com a Camila? aiai


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...