História Bloody Paradise (REVISANDO) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Bruxas, Camila Cabello, Camren, Hereges, Híbrido, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Lobisomem, Norminah, Vampiro, Vercy
Visualizações 518
Palavras 2.753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey. Como estão?

Vamos lá.

Capítulo 2 - Lafayette Cemetery - Découvertes


Fanfic / Fanfiction Bloody Paradise (REVISANDO) - Capítulo 2 - Lafayette Cemetery - Découvertes

New Orleans. Luisiana.

Camila Cabello Pov


Revirei a décima caixa de grimórios que tinha no porão da mansão, não encontrando o que eu queria. Infelismente. Faziam dois dias que eu tinha recebido a carta de Lauren, e a dois dias tento encontrar o grimório certo com o feitiço certo para eu executar a droga do "trabalho" certo.

Meu objetivo maior era conseguir achar o feitiço de reviver uma pessoa. Esse feitiço era muito forte, eu sabia, com brechas e complicações intermináveis. Mas eu iria por partes. E a primeira era achar o grimório.

Andei até a escada do porão onde daria até a cozinha da casa. Passei pelos cômodos chegando a sala principal, que para não exagerar era grande, peguei tudo que tinha de pegar e sair do casarão. Nova Orleans não era de todo um lugar congelante, eu diria que... Confortável sem toda a movimentação de dia, e mortes misteriosas a noite.

Arrumei o sobretudo preto em meu corpo e passei a mão pelo cabelo, o arrumando. Andei até meu carro, entrando e logo dando partida. A dois dias eu estaria contente de fazer qualquer coisa para mexer com meu lado bruxa, mas agora, agora eu só queria um bom bourbon e um cara bom pra brincar.

Que feio Camila, concentre, você sabe que está sendo vigiada não é? Minha deusa interior repreendeu. Revirei os olhos irritada.

Pensei nos locais que eu poderia com sussesso encontrar o grimório que eu tanto procurava.

- No Quartel Frances não tem como.. Com todos aqueles vampiros idiotas. E aquela prepotente.- murmurei comigo mesma enquanto virava uma esquina.-... Mansão já vasculhei.. No Caldeirão não, aquelas bruxas não irão me ajudar.- choraminguei trocando a marcha.-... Lafayette Cemetery não...- franzi o senhor parando o carro bruscamente. Arregalei os olhos. Claro! Como eu pude me esquecer.- O Lafayette é onde eu vou encontrar esse grimório. Talvez.. Sim.- falei alegre sem exitar de transparecer o contentamento.

Um sopro em meu ouvindo me vez ficar paralisada na hora, e um risinhos rouco me fez quase olhar para o lado.

Um vento barulhento se fez auditivel e logo depois um carro explodiu de frente para o meu me fazendo abaixar, logo ouvindo o vidro do meu carro quebrar. Era ela, e ela estava me pregando percas. 

Ou querendo me ver morta mesmo. Depende do mau humor dela, não deveria ficar mencionando que você quer sexo barato e depois matar por prazer. Meu subconsciente ralha estridente. Respirei fundo tentando por minha cabeça em ordem. 

Sai com o carro negando qualquer ajuda, corri com o automóvel caro o quanto pude até o Lafayette. Entrei no cemitério mais conhecido em Nova Orleans.

Andei olhando para todos os túmulos que entrava no meu campo de visão.

Chegando numa certa tumba me deparei com um nome que me chamou muita atenção.

- Incendia!- Proferir a palavra em um tom alto. Logo, velas que estavam ali se acenderam ao meu comando.

Uhm, um nome.. De quem será Camilita? Será da Lauren?

Driaxy Deveraux. Uou, que nome de poder. Minha deusa interior murmura enquanto toca os lábios carnudos dela. Minha personificação em miniatura. Abra. Temos que saber o que tem ai.

De repente, um vento muito forte apagou todas as velas e estava a avoaçar todas as folhas que ali tinham. Incluindo bagunçar meus cachos.

Varias explosões aconteceram nos túmulos que tinham no Lafayette, eu podia ouvir cada uma. Num estalar de dedos, tudo parou. Levantei a cabeça lentamente me deparando com um grimório na minha frente. Dei um passo e simplesmente o grimório abriu-se parando numa determinada página.

    - Oque temos aqui.. - murmurei caminhando até o livro.

Andei cautelosa até o grimório, o pegando e vendo que ali tinha o feitiço de reviver pessoas e seres sobrenaturais.

- Não..- Já era noite, e estava mais escuro por causa das velas apagadas, mas deu para ver no exato momento uma mulher jovem, um pouco mais alta que eu, branca e de preto, com cabelos longos aparentar em um ponto a minha frente. Quando seus olhos claros e intensos estavam a minha vista eu fiquei em um transe, como se eu tivesse visto aquele olhos a muito tempo atrás. Lágrimas saíram dos meus olhos sem eu mesma perceber e me deixei seder, caindo de joelhos no chão do cemitério. Mirei para ela, Lauren, que estava impassível..- Essa é sua entrada triunfal? A sua grande cartada para se mostrar para mim? Eu admito...- falei em um fio de voz, porem sarcástica e risonha. Rir dela olhando em seus olhos. - Eu esperava mais que isso.

Você é louca. Meu subconsciente murmurou sentado numa cadeira enquanto lia seu exemplar.

Ela pareceu suspirar, andou casualmente até mim, mostrando que sabia pelo ao menos ter educação. Impassível, irredutível, fria, séria, atordoante, intenso, esplêndido. Foi tudo isso que vi em seus olhos quando se apossaram dos meus.

- Não tenha magoa, tudo que eu fiz não era para magoar você apesar das respostas mal criadas que me dava, eu sempre quis que você ficasse ao meu lado, por bem ou por mal. - arrepiada pela voz rouca e gélida, eu peguei o grimório me levantando cuidadosamente, sabendo que um par de iris claras estava me observando. - Eu lhe contarei tudo.. Só preciso que me ponha em meu corpo. - Franziu o senhor dando um passo a frente com saltos pretos. Aquilo era uma deusa em forma de demônio. Céus! Minha deusa interior sacode as mãos. - Eu preciso disso agora Cabello. - eu permaneci estática, seus olhos estavam magnífica iris verde e quente, eu gostava disso. Eu iria fazer, por ela. pelo domínio.

Ela sorriu de lado, um sorriso frio e ambicioso. Suspirei nervosa.

Ela destruiu a tumba, tirando de lá um caixão empoeirado de marmore preta e reluzente.

Uma áurea sombria envolveu o caixão onde o corpo o suposto corpo físico de Lauren estava. Ela olhou para meus olhos, sempre meus olhos, e andou até um dos túmulos que ali tinha, e se sentou nele, sem nenhuma expressão aparente no rosto. Impassível novamente.

     - Faça seu Show Karla.

Ela murmurou lenta e sóbria, me instigando a continuar aquilo. Olhei rapida para o grimório e proferir as palavras na mente, o reboliço em mim foi grande, me apoiei com os braços no chão. Respirei fundo e olhei para o marmore que agora estava todo tomado pelas sombras negras. Energia mistica pura.

- Vitas fasmatis, Ex saleto, revertas fasmatis!- proferir as primeiras palavras do feitiço e sentir uma dor imensurável. Coloquei as mãos no caixão.- Ut Victas, victas fasmatis...- falei em um tom alto e logo sentir meu nariz sangrar pelo esforço que estava fazendo.-... Ex salento!

 Me apoiei em um braço e afastei-me do caixão. Tempo suficiente para ele ser completamente destruído. Depois disso eu apaguei completamente, sentindo-me mole e pressão de mil argulhas em meu corpo.

 


Camila Cabello Pov


    Flashback on. 03/03/1901

                                Nova Orleans. Luisiana


Eu corria sorridentemente pela graPorémrde e quente, eu corria com tudo o que tinha em mim, abrindo os meus pequenos braços e deslizando por entre árvores.

Era meu dia, meu aniversário, o dia que eu completava mais um ano.

- Camila!- alguém me chamou e eu logo soube que era Lily.- Camila! Vem pra cá, por favor.- exclamou ela ainda longe, com a voz fina e estridente, sorri longo enquanto a olhava vim até mim. - Oque falamos sobre sai correndo pelo campo mocinha? - Ela ralhou sentando-se ao meu lado. 

- Desculpa tia Lily. Não farei novamente, juro de dedinho mindinho. - mostrei meu dedo mindinho para a mulher e sorri travessa, ela suspirou e riu de mim. Olhei para ela é sorri largo.- sabe que dia é hoje?

Ela parou e pensou por um tempo com uma carinha que eu já conhecia. E depois estalou os dedos e olhou pra mim.

- Hoje é dia de lavar roupa! - falou com uma cara falsa de entendimento.

- Nãooooooo tia Lily.- falei batendo a palma da mão na minha testa revirando os olhos.- hoje eu faço 5 anos.- falei mostrando meus cincos dedinhos da mão.

- E como a princesa Karla Camila se sente ficando mais velha? - perguntou começando a fazer córsegas em mim.

- Eu.. Não sou velha tiaa.. Lily...- tentei dizer entre gargalhadas.- ... Para tia... Eu não quelo mais rirr...

- Ta bom.- murmurou me soltando e olhou nos meus olhos.- feliz aniversário Cami.- Me envolvendo em um abraço protetor ela disse. - Eu tenho uma coisa pra te dar querida. -  Lily me soltou.

- Oque? Conta, conta! - pedi pulando no lugar.

- Me espera aqui? - perguntou já de pé.

Eu apenas balancei freneticamente a cabeça. E logo ela saiu andando.

Andei um pouco e me sentei no chão. Estava tão ensolarado. Eu amava olhar o sol tanto quanto amava a lua, sentir o calor acolhedor do sol a tarde ou venerar os reflexos da lua.. Me deixava feliz.

Firmei meu olhar em um ponto onde alguma coisa teria se mexido e tombei a cabeça para o lado. Eu via uma mulher ali, com um vestido longo e justo , numa cor escura, era linda, e seus cabelos estavam em um penteado perfeito. Mas... Não foi so isso que me chamou atenção. Gostei de seus olhos, ou a cor deles.

Ela me deu um sorriso amigável. Um sorriso lindo. É eu iria retribuir, se ela não tivesse ido embora.

- Camila... - chamou Lily, já perto de mim. - Está tudo bem querida?

- Está sim tia Lily... - sorri fraco. - Eu posso pegar? - Me referir ao embrulho pequenininho que estava na sua mão.

- Ahm. Sim, pode. É seu querida. - falou sorrindo.

Abrir o embrulho lentamente,  minha espectativa não estava tão aguçada, ainda tinha aqueles olhos tão lindos na minha mente. Eles eram tão... Brilhantes. 

Terminei de desembrulhar olhando para ela, um colar?

- Um colar? - perguntei a ela. O colar era lindo, e não tão antigo, com um ar de mistério. Tinha uma meio lua e ao lado dele uma esfera com traços nele, e há baixo pendurava um pingente amarelado, como um diamante.

- Não é apenas um simples colar. Ele tem uma história.- murmurou afetada olhando para o colar encantada. Se dirigiu para mim com um sorriso tímido. - Uma história linda...

Flashback Off

Abrir os olhos rapidamente, arfante e confusa. Resfoleguei um pouco e passei a mão no rosto. Olhei ao redor, me dando conta que eu estava na mansão, especificamente, no meu quarto. Levei minhas mãos as têmporas e massagiei. Olhei para a porta e logo ela foi aberta. 

- Camila..!- Exclamou Joseph vindo na minha direção. - graças a..

Ele parou onde estava e me olhou. Fiz uma barreira onde ele não podia ultrapassar.

- Eu quero ficar sozinha Lobos. - falei ainda massageando as minhas têmporas. Olhei para Joseph que ainda estava estático a minha frente. - Eu mandei sair. Agora!

Ele olhou para mim por alguns segundos e depois saiu. Suspirei, ainda com dores na cabeça. Eu tinha meu lado vampiro que não adoece, mas a bruxa que sou ainda passa por retaliações.

Me levantei procurando meu celular, o achando no chão. Vasculhei o aparelho procurando pela data, e sim, eu perdi dois dias da minha vida dormindo, ou desmaiada. Minha deusa interior pontuou. Supirei fundo, que droga Lauren tinha feito comigo?! E por que eu não estava com raiva?! Tantas perguntas. Sem nenhuma resposta.

Duas semanas depois...


... Fechei o meu casaco e corri para pegar o celular que estava tocando estridentemente por todo o comodo.

- Alô?

- Faltam alguns meses para seu aniversário Cabello. - murmurou a voz feminina já conhecida por mim do outro lado da linha.

- Tanto faz. - bufei e caminhei até minha cama, ajeitando-o. - Não vou envelhecer mesmo Hamilton

- Mas você vai está completando mais um ano, não é mesmo? Por quê, que eu saiba você nasceu no dia três de Março. E... daqui umas dezenas de dias essa data vai chegar. - falou Normani. Rir com a embromação dela.

- Okay.. - me rendi rindo.

- Você está bem?

- Você está?

- Eu.. Eu estou indo Camila. - Sua voz saiu falha, o que me deu gás para perguntar:

- O que tem feito nesses dias..?

- Sinceramente? - tranquei a respiração quando ela riu sarcástica. - Ninguém me pergunta isso, mas.. Não é como se eles ou você não já soubesse. - Suspirei. - Sim, eu matei vampiros. Matei quarenta fodidos vampiros essa semana Camila, e eu ainda quero matar.

- Mani..

- Ok. Eu já entendi.

- Eu só queria que você não entrasse em conflito.

- Eu sei.

- Não desligue. Eu não quero perde você também.

- Eu não vou.

Fechei os olhos ouvindo passos na minha varanda, o toque da campainha soou.

- Atende sua porta Cabello. Só não se esqueça, cuidado quem deixa entrar. - murmurou ela risonha e desligou.

Fiz um rabo de cavalo no cabelo e sai do quarto,  indo abrir a porta. Me surpreendi ao ver duas mulheres. Uma era loira e um pouco pálida, a outra um pouco mais morena com cabelo escuro.

- Posso ajudar? - perguntei quando elas notaram minha presença

- Sim. - falou a morena. - precisamos falar com Camila Cabello.

- Como eu posso ajudar vocês? É como sabem meu nome? - perguntei intrigada.

- Precisamos que nos escute. - falou a loira esperançosa.

Eu respirei fundo e deixei elas entrarem. 


~•~


- E então? - perguntei após tomar um gole do café.

- Meu nome é Mary Louise.. - falou a loira e apontou para a morena ao seu lado. - E essa é Nora .. - Mediu seu olhar em mim. -.. Hansen...

Quase cuspi o gole de café que tinha tomado. Olhei para as duas e arregalei bem os olhos. Mas como é? Surpreende ouvir esse sobrenome depois de tanto tempo.

- Desculpe-me. - Sorri amarelo passando a mão no pescoço. - Eu tenho.. Tinha.. Uma amiga com esse sobrenome. - Apertei os olhos.

- Dinah Hansen? - Pergunta Nora.

- Oh, sim. - Franzi. - Como sabe?

- Eu, bem. - Olha para Louise mordendo os lábios. Volta suas iris pra mim. - Ela é minha mãe.

- E como eu posso confirmar isso? - Pergunto alerta.

- Olha, ela sabe disso, é tudo que nós precisamos saber e ponto final. Sem mais. - Louise ralhou. Respirei fundo.

- Tudo o que pesso uma confirmação. - Minha voz era a mais calma e irredutível possível. - Mil pessoas poderiam aparecer aqui falando a mesma coisa, que era a filha ou filho perdido de Dinah Jane Hansen. - Arqueei as sombrancelhas. - Eu só quero uma confirmação

- Apenas confie em nossa palavra.

- Que não é nada para mim se não estiverem falando a verdade. - olhei nos olhos delas e suspirei. - O que querem aqui? Que tipo de ajuda posso fornecer a vocês?

- Simples. Quero achar a minha mãe. - Falou Nora.

Engoli em seco e me endireitei no sofá. Eu estava desconfortável para aquele tipo de conversa.

- Vocês querem achar uma estripadora que está com as emoções desligadas?! É isso?! - Perguntei.

- Ela não é assim. Ela deve está bem. Ela passou por cima disso! - falou Nora, se alterando.

- Por acaso ela te disse isso? Você viu ela ativando as emoções por acaso? Você sabe por que ela desligou a humanidade? 


- Você.. -Nora arfou e me olhou com uma esperança que me fez estremecer. -.. Você conheceu ela. Não apenas viveu com ela, mais foi amiga.

- Vocês são bruxas. - afirmei.


- Só veio perceber isso agora? - perguntou Mary Louise debochada. - Não somos apenas bruxas. Somos Hereges.

- Como a mim.. - Murmurei.

- Sim. Somos bruxas e ao mesmo tempo vampira.. Como você.- falou Louise.

-  Vai nos ajudar? - perguntou Nora.

- Tem chances de nós acharmos ela. Porem pouca de ligar a humanidade da Dinah. Mas se for pra tenta.. - suspirei. - vamos nessa.... - as duas deram sorrisos fracos para mim e eu retribui.

Depois de mais um tempo falando com as hereges. Descobrir que eram namoradas e que pretendiam se casar. Não falaram muito. Mas me disseram que iriam trazer grimórios com feitiços de localização poderosos.

Um tempo depois que foram embora eu subi para o meu quarto e peguei em uma caixa onde havia fotos antigas. 

Folheando algumas, encontrei a que que queria.

Quando eu ainda tinha doze anos conheci a Dinah. Ela era professora de matemática onde eu estudava. Era 1908 e eu nao sabia como ela conseguia se controlar tão bem numa sala de aula, cheia de alunos incrivelmente horríveis.

Eu e ela ficamos amigas. Mesmo sendo uma professora de 19 anos e vampira com uma aluna mais nova. Na foto eu estava em cima das costas de Dinah, estavamos alegres e sorrindo. Aquela foi uma foto improvisada. Tão natural. Nem sabíamos o que viria alguns anos mais tarde...

- Eu estou indo Dj. - Murmurei sorrindo fraco.


   



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