História Bloody Paradise (REVISANDO) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Bruxas, Camila Cabello, Camren, Hereges, Híbrido, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Lobisomem, Norminah, Vampiro, Vercy
Visualizações 458
Palavras 1.522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello!

Maratona até domingo.

Vamos lá.

Capítulo 3 - Le Retour De Ceux Qui Ne I'ont Pas - Partie 1


Lauren Jauregui Pov

        Jackson. Mississipi

              Dias atuais...

- Durante minha vida, me deparei com muitos que ousavam falar do bem e do mal. Tais termos não significam nada. As pessoas fazem o que é melhor para elas, independente de quem machucam. É maldade conseguir o que se quer, satisfazer a fome, mesmo se ao faze-lo causará o sofrimento dos outros? O que alguns chamam de maldade, acredito ser uma reação apropriada a um mundo cruel e injusto.

Caminhei por entre os cômodos luxuosos e clássicos, avistando variedades de objetos e móveis dos séculos à fora que os museus dariam milhões para ter. Respirei fundo olhando para a porta. A porta vermelha. Baixei meu olhar sacudindo meu cílio, arrebentado a fechadura eu adentrei o quarto. 

rubrum locus

Meu pequeno abatedouro, meu canto escuro, meu estonteante e exorbitante quarta vermelho.

Tinha de tudo.

Basicamente de tudo. Cordas, mordaças, facas e correntes. Era tudo oque eu mirava. A cama e todo os caprichos de beleza não se sobressaem tanto.

Parada e fleumática estanquei no lugar, vendo as telas. Pinturas que eu em particular amava.

Flashback on

     Nova Orleans. Louisiana 

           13/06/1924

Afastei uma cadeira que estava no meu caminho e andei lentamente, impassível, olhando para aquelas pobres garotas e bruxas. Eu odiava todas, mesmo que de um jeito peculiar. Eram 7 mulheres exatamente, algumas estavam apavorados, outras com ódio, e as mais velhas, astutas como se diziam ser, sem temor.

Dei um sorriso sem os dentes e logo estava pondo minha mão esquerda em cima de um lençol que estava forrando uma das telas. Revelei a mesma, jogando o lençol no chão e olhando para tela. Lá havia uma arte comum para meus olhos. Uma pintura de um demônio ensanguentado. 

- Henry Lee Lucas. Foi condenado pelo assassinato de 11 pessoas, com sendo a primeira vítima sua mãe, uma prostituta que o obrigou a vê-la fazer sexo com os clientes. Lucas confessou ter matado centenas de pessoas enquanto estava preso, mas essas alegações nunca foram comprovadas.- falei em um só fôlego ainda impassível quanto a tudo.- Talvez Lucas pintou esse demônio ensanguentado aterrorizante para representar o mal de si mesmo. Como eu.

Revirei os olhos a minha frente. Todas com caras sem entender nada. Elas iriam entender, em algum momento.


Andei até outra tela e fiz o mesmo processo da primeira. Encontrando uma pintura de um rosto, um rosto sorridente e macabro. Sepulcral para dizer a verdade.

- Keith Hunter Jesperson. Foi apelidado de "Happy face" depois que ele começou a escrever cartas para os meios de comunicação que foram assinados com um rosto sorridente, quando ele estava chateado pois não estava recebendo atenção suficiente para os outros assassinatos que cometeu.- Falei me pondo a frente da pintura. Tombando minha cabeça para o lado.- Jesperson alegou na prisão ter cometido 160 assassinatos, mas esta foi, provavelmente, um outro grito por atenção.

Andei ao último quadro que ali tinha, sendo que ele era maior. Puxei o lençol e as minhas convidadas engasgaram pela poeira que foi expelida. Havia expressões de horror entre as bruxas, eu contrair os lábios.

- A obsessão de Richard Ramirez com o ocultismo é muito óbvia, até mesmo nas telas que fez na prisão.- murmurei obstinada.- Apelidado de "Nigth Stalker", Ramirez invadiu casas de pessoas e as assassinou em uma variedade de formas atrozes incluindo cortar suas gargantas e concussa-los com um . Ele é famoso por sua crueldade que incluiu atos como arrancar um dos olhos da vítima e colocá-lo em uma caixa de jóias.- sorri diabólica e caminhei para perto delas, passei as unhas em uma que devia ter por volta de seus trinta anos.- Ele nunca expressou nenhum remorso para  os 13 assassinatos que cometeu.

Ouvir os corações das bruxas baterem mais forte. Elas não poderiam fazer nada, sem sua magia elas não eram nada, sem seu poder e privilégios de nascença elas eram apenas pobres e indefesas humanas. Aquele bater cardíaco, era uma tormenta para mim, sangue estava sendo bombeado para todo o corpo. Em um movimento rápido e indiferente ataquei a jugular do pescoço de uma mulher, gritos estéricos e choros invadiu os meus ouvidos enquanto eu sentia o sangue quente e saboroso descer pela minha garganta. Abertei a garota nos meus braços, quebrando sua coluna e pescoço ao mesmo tempo. 

Eu não deixava atacarem, eu não deixava revidarem, eu não deixava elas sequer pensarem. Eu asprendia e as subjugava. Na minha própria teia de assombração.

Flashback off

Estalei com a lembrança. Bons tempos. Não, não, não, eu não sou uma estripadora. Eu tenho todo controle do meu demônio pessoal, na maior parte do tempo. Saí do quarto, levando as lembranças lembradas para o esquecimento. Fui até a sala principal. Onde eu tinha minha convidada de honra amordaçada com cordas de verbena.

- Ora, ora. Ela voltou. - murmurou a voz fraca.- Estava onde? ligando para a Camila de novo? Ou, ou nos seus flashback memorialista? - perguntou sarcástica.

- Eu não tenho que te dizer nada amor, mas se estamos aqui e a única que vai me responder é você, eu acho que devo abrir uma exceção. - contrair os lábios, os olhos pegando fogo. - Agora.. Sobre sua querida ex-amiga. Falaremos disso. Assim que eu ligar para ela.

Seu olhar foi obstinado. Sorri firme.

                      ~•~

Camila Cabello Pov


Ler. Ler. Ler. E ler novamente. Aquela era minha rotina à um dia e meio, procurando o que não queria ser encontrado. Lendo feitiço após feitiço, precisando achar o e alcançar uma coisa que eu nunca tentei. Até agora.


Peguei mais um pouco de café e bebi, se eu tinha que ler eu tinha que ficar acordada, e pra ficar acordada eu precisava de cafeína. Não que eu sentisse vontade de dormir, poderia ficar dias sem, mas.. Meus hábitos de humana nunca se foram realmente.

- Achei um feitiço localizador de uma família bem conhecida.- murmurou Mary Louise. Ela estava a horas lendo e relendo vários grimórios antigos. 

Nora sedeu e acabou dormindo ao seu lado. Me enclinei um pouco para frente. Olhou para mim e sorriu feito criança.

- Qual? 

- Família Bennet. - falou em uma lufada de ar, levantei as sombrancelhas supresa.

A família Bennet era um clã de bruxas e bruxos que pelas gerações fizeram história e se tornaram poderosos pelo trabalho contra as trevas. Que era.. Bem, nós vampiros. E achar um feitiço de sua família era uma coisa rara. Além do mais, eles eram de Salem, qual a bruxa que não sonhava em ir pra Salem?

- Eu sei. Também estive surpresa. - falou ela rindo. Logo ficando com uma expressão séria. - O feitiço e simples. Mais precisa de grande esforço.

- Magia.

- Sim. Além do mais, precisamos do sangue da Nora. - falou ela com os olhos no grimório. - Nós vemos isso depois.

Me olhou torto.

- Já comeu hoje? - balancei a cabeça. - Deveria.

- É...- disse pouco séria.  

- Bem. Amanhã nós terminamos isso. Afinal já sabermos o feitiço.- falou Mary já fechando o grimório.

- Okay. - falei e me levantei indo até a escada. - Boa noite.

Ouvi um 'Bom apetite' vindo da sala e rir baixo. Respirei fundo indo tomar uma chuveirada antes de tomar as duas bolsas de sangue.

 As duas hereges estavam de passagem pela cidade então preferir convida-las para ficarem na mansão, já que ela era enorme.

Eu iria para a segunda bolsa de sangue, quando meu celular tocou. Em velocidade de vampiro cheguei até meu criado mudo pegando o celular. Nem olhando o visor do mesmo, atendi a ligação.

- Pois não?

- Oi amor.- Ouvi a voz rouca tanto conhecida e estremeci dos pés  a cabeça.

- Uhm, oque você quer?! - perguntei andando até a janela, como um já estinto.

- Não é o que eu quero com você Camila. - falou ela num tom calmo.- Como está você? - perguntou.

Franzi com aquelas palavras. Ela queria saber como eu estava? Eu iria dizer como eu estava.

- O que você quer que eu diga? - Perguntei sarcástica. 

- Eu quero que você me responda se está bem ou não. - seu tom não poderia ser tão mais firme. - Responda.

Algo em mim me acionou. Mas que porra.

- Eu estou bem, ok? - quase gritei, quase surtei. Que força era aquela?!

- Bom. - seu tom não poderia ser mais satisfeito.

Oque você quer?

-Pare de perguntar a mesma coisa. - repreendeu. 

- Por que me ligou então?

- Eu tenho uma coisa que vocês querem.

Franzi, vocês? Arregalei os olhos.

- Você oque?

- Estou retribuindo Karla Camila. - Seu fôlego parecia ter ido passear, suas palavras agora pareciam música pra mim. Sua voz. Apertei os olhos.

Você vai ganhar muito com isso..

- Você não..

- Eu sim. - eu conseguir ouvir seu sorriso. Apertei o tecido de seda da minha camisola. 

- Qual é seu preço? - eu não perdi tempo. - Nada com você é de gentileza.

- Eu concordo com você. Eu sempre vou. - ronronou.- Mas eu tenho que dizer, eu sempre abro exceções. Não vou deixar fácil. Mas por hora... Eu te dou o benéfico da dúvida. Você tem cinco horas até ela virar cinzas.

   



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