História Bloody Paradise - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Bruxas, Camila Cabello, Camren, Hereges, Híbrido, Lauren G!p, Lauren Jauregui, Lobisomem, Norminah, Vampiro, Vercy
Visualizações 404
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Volteiiiii...
Maratona até domingo. Espero que gostem. Bjs amores.
Boas leituras!

Capítulo 3 - Le Retour De Ceux Qui Ne I'ont Pas - Partie 1


Lauren Jauregui Pov

        Jackson. Mississipi
              Dias atuais...

- Durante minha vida, me deparei com muitos que ousavam falar do bem e do mal. Tais termos não significam nada. As pessoas fazem o que é melhor para elas, independente de quem machucam. É maldade conseguir o que se quer, satisfazer a fome, mesmo se ao faze-lo causará o sofrimento dos outros?
O que alguns chamam de maldade, acredito ser uma reação apropriada a um mundo cruel e injusto.

Andei pelos cômodos luxuosos da mansão e avistei uma porta vermelha. Andei até ela é abrir me deparando com o quarto principal.
O que tinha de mais nele?

Basicamente tudo. Cordas, mordaças, facas e correntes era tudo oque eu via. A cama e todo os caprichos de beleza se sobresaiam.

Parei de andar vendo telas. Pinturas que eu em particular amava....

Flashback on

     Nova Orleans. Louisiana
           13/06/1924

Afastei uma cadeira de madeira que estava no meu caminho e andei lentamente olhando para aquelas pobres bruxinhas. Eu odiava todas, mesmo que de um jeito peculiar. Eram 7 mulheres exatamente, algumas estavam apavorados, outras com ódio, e as mais velhas, sábias  como eram, sem temor.

Dei um sorriso sem monstrar os dentes e logo estava ponto minha mão esquerda em cima de um lençol que estava forrando uma das telas.
Descobrir a mesma, jogando o lençol no chão e olhando para tela. Lá avia uma pintura de um demônio ensanguentado.
Me virei para as bruxas, que por sua vez estavam estaticas.

- Henry Lee Lucas. Foi condenado pelo assassinato de 11 pessoas, com sendo a primeira vítima sua mãe, uma prostituta que o obrigou a vê-la fazer sexo com os clientes. Lucas confessou ter matado centenas de pessoas enquanto estava preso, mas essas alegações nunca foram comprovadas.- falei em um só fôlego. É sorri macabra. Talvez Lucas pintou esse demônio ensanguentado aterrorizante para representar o mal de si mesmo. Como eu.

Olhei para as Almas vivas a minha frente. Todas com caras sem entender nada. Elas iriam entender, em algum momento...
Andei até outra tela e fiz o mesmo processo da outra. Encontrando uma pintura de um rosto, um rosto sorridente e macabro. Olhei para as minhas vítimas e rir preguiçosa.

- Keith Hunter Jesperson. Foi apelidado de "Happy face" depois que ele começou a escrever cartas para os meios de comunicação que foram assinados com um rosto sorridente, quando ele estava chateado pois não estava recebendo atenção suficiente para os outros assassinatos que cometeu.- Falei me pondo a frente da pintura. Tombando minha cabeça para o lado.- Jesperson alegou na prisão ter cometido 160 assassinatos, mais esta foi, provavelmente, um outro grito por atenção.

Andei ao último quadro que ali tinha sendo que ele era maior. Puxei o lençol que avia sobre ele é as minhas convidadas tossiram pela poeira que ali tinha. Vi expressões de horror entre as bruxas e sorrir largo.

- A obsessão de Richard Ramirez com o ocultismo e muito óbvia, até mesmo nas telas que fez na prisão.-disse tentando transparecer toda calma. O que eu tinha na hora.- Apelidado de "Nigth Stalker", Ramirez invadiu casas de pessoas e as assassinou em uma variedade de formas atrozes incluindo cortar suas gargantas e concussa-los com um. Ele é famoso por sua crueldade que incluiu atos como arrancar um dos olhos da vítima e colocá-lo em uma caixa de jóias.- sorri diabólica e cheguei perto das bruxinhas e passei as unhas em uma que devia ter por volta de 15 anos.- ele nunca expressou nenhum remorso para  os 13 assassinatos que cometeu.

Ouvir os corações das bruxas baterem mais forte. O que era uma tormenta para mim, sangue estava sendo bombeado para todo o corpo. Em um ato so arranquei a cabeça de uma, e avancei em outra que estava quase correndo e quebrei o pescoço da mesma.

Outra das bruxinhas me atacou pelas costas, sorri de lado, joguei ela com tudo pra trás e ouvir perfeitamente seus ossos se quebrando. Cuidei das outras quatro e cravei meus caninos na que eu tinha quebrado os ossos.

Eu nunca me cansaria desse joguinho...

Flashback off

Rir com a lembrança. Bons tempos. Não, eu não era instripadora. Pois eu tinha todo controle do meu demônio pessoal. Saí do quarto e fui até a sala principal. Onde eu tinha minha convidada de honra amordaçada com cordas de verbena.

- Ora, ora. Ela voltou. - falou a morena com a voz cortada, mais ainda fria. -..  Estava nos seus 'flashback memorial' novamente? - perguntou sarcástica.

- Não me teste Hansen. Você pra mim e um frasco descartável.- disse despreoculpa alcançando até ela. Que tentou se afastar. Rir em sarcasmo. Tirei meu celular do bolso e procurei o número que queria.- Vamos falar com sua salva-vidas. Ou devo dizer, salva-humanidade? - rir debochada me virando para a porta.

Estava mais que na hora de falar com minha Herege favorita...

                      (....)

Camila Cabello Pov

Ler. Ler. Ler. E ler novamente. Aquela era minha rotina a um dia e meio com minhas novas 'amigas'.
Peguei mais um pouco de café e bebi, se eu tinha que ler eu tinha que ficar acordada, e pra ficar acordada eu precisava de cafeína.

- Achei um feitiço localizador da família... - Disse Mary Louise. Ela estava a horas lendo e relendo vários grimórios antigos. Nora sedeu e acabou dormindo ao seu lado. Onde Mary fazia um carinho no seu cabelo. Me enclinei um pouco para frente. Olhou para mim e sorriu feito criança.

- Fala logo qual família é!- falei um pouco impaciente e ansiosa.

- Família Bennet. - falou em uma lufada de ar. Eu abrir a boca num 'O' perfeito.

A família Bennet era prestigiada e achar um feitiço de sua família era uma coisa rara. Além do mais elas eram de Salem, qual a bruxa que não sonhava em ir pra Salem??? 

- Eu sei. Também tô surpresa. - falou ela rindo. Logo ficando com uma expressão séria. - O feitiço e simples. Mais precisa de grande esforço...

- Muita magia.. - acabei deduzindo.

- Huhu. Além do mais precisamos do sangue da Nora. - falou ela com os olhos no grimório.

Fiz uma expressão de quem não entende nada, o que não passou despercebido por Mary Louise que me deu o livro de feitiços.
Li o necessário e logo olhei para a loira a minha frente.

- O feitiço e simples mesmo. Precisaremos de duas para isso... - falei de um jeito preguiçoso.

- Nós vemos isso depois. Agora você precisa tomar sangue não? - falou um tanto preocupada. O que me surpreendeu

- É...- disse um pouco aeria.  Era a primeira vez em uma semana que teriam me lembrado disso.

- Vai la. Amanhã nos terminamos isso. Afinal já sabermos o feitiço.- falou Mary ja fechando o grimório.

- Okay... - falei e me levantei indo até a escada. - Boa noite.

Ouvi um 'Bom apetite' vindo da sala e rir baixo. Fui até meu quarto e do meu estoque de bolsas de sangue peguei uma a tomando. As duas hereges estavam de passagem pela cidade então preferir convida-las para ficarem na mansão, já que ela era enorme.

Eu iria para a segunda bolsa de sangue, quando meu celular tocou. Em velocidade de vampiro cheguei até meu criado mudo pegando o celular. Nem olhando o visor do mesmo atendi a ligação.

- Alô?

- Olá bruxinha. - Ouvi a voz rouca tanto conhecida e estremeci dos pés  a cabeça.

- O que você quer Michelle? - perguntei andando até a janela me certificando que ela nao estaria pregando uma perça em mim.

- Não é o que eu quero com você Karla. - falou ela num tom frio. Talvez por eu ter insinuado que ela só estaria a me ligar por querer algo. Ela riu debochada, como se estivesse vendo um desenho animado.- É o que você vai querer de mim.- Paralisei quando no fundo da ligação uma voz bem conhecida falou.

- Qual é seu preço? - falei rapidamente.

- Eu não me boto preço Cabello.- riu e voltou a falar.- Você tem 5 horas até ela morrer. - falou por fim.

Joguei o celular na parede com raiva. Se eu não achasse Dinah em 5 horas ela iria morrer. Morrer por minha causa. Pois o joguinho que Lauren estava jogando era comigo.  Adquirir minha forma mais demoníaca e sair pela porta, determinada para passar por cima de tudo que fosse, so para ter Dinah a salvo. Mesmo que para isso eu teria que passar por Lauren Jauregui...

   


Notas Finais


Byeee
Até amanhã.


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