História Dark Paradise - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Sehun, Suho
Tags Chanbaek, Darklemon, Lemon, Medo, Sexo, Yaoi
Exibições 51
Palavras 2.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha eu aqui. A maior escritora que não atuliza fics que vocês respeitam -q

Novamente eu fiquei com um bloqueio de criatividade, pois é, isso é um caralho de ruim, tenho que atualizar a My sex teacher e não consigo. Tudo por conta desse bloqueio de merda ¬¬

MAS NÃO ME ODEIEM EU VOU ATUALIZAR AQUELA BAGAÇA juro

Essa fic aqui foi um plot que eu tive a algum tempo, mas não sabia como desenvolver ela. Mas aqui estou eu, eu ja escrevi cinco capitulos dela e vou postar um por dia. :>

Boa leitura, espero que gostem ^^

Capítulo 1 - Prólogo



PRÓLOGO

"A mudança é a Lei da Vida. Aqueles que olham apenas para o Passado ou para o Presente estarão perdidos em algum Futuro"
                                                                               John F. Kennedy

 

O céu estava completamente nublado desde o momento em que o sol tentou dar seus primeiros sinais de vida, havia amanhecido desta maneira, com espessas nuvens acinzentadas cobrindo a maior parte do nosso "telhado infinito", penso até mesmo que se alguém estivesse realmente prestando atenção no clima perceberia a fina garoa quase transparente entrando em contato com o solo e embaçando o vidro das janelas das poucas casas existentes naquela parte do município, deixando o cabelo de qualquer um visivelmente úmido, no meu tão adorável caso, além de úmido também estava armado.

A temperatura era baixa, provavelmente estaria variando entre seis ou sete graus, mas já era de se esperar por algo desse tipo desde o outono, afinal, o longo inverno de Saint Paul, no estado de Minnesota sempre foi assustadoramente rigoroso, mesmo estando no começo, matava quase toda a vegetação ao redor da cidade e cobria as calçadas com neve, admito...Era uma cena bonita para os olhos, todo aquele branco junto em um mesmo local, com a neblina deslizando por entre os corpos quentes que por ali passavam despreocupadamente, porém, algo terrível de ser sentido.

Apertei mais o grosso casaco de lã contra meu corpo, não estava mais conseguindo sentir a ponta de meus dedos e muito menos a textura de meus lábios que provavelmente estariam numa tonalidade arroxeada a uma hora dessas, minha imunidade jamais foi algo de se ter inveja, quando menor lembro-me de viver doente nessa época do ano, tendo que permanecer deitada na cama até que a febre baixasse ou a tosse cessasse, não que fosse inteiramente ruim poder dormir até o momento que bem desejasse.Continuei caminhando pelas ruas praticamente vazias a passos largos, procurava sempre evitar olhar para as mesmas pessoas que passavam por mim todos os dias como se fosse completamente invisível, apenas queria chegar ao trabalho que consegui a muito custo três meses atrás.

Entrei no Bar intitulado como "Gopher" e sem pensar duas vezes joguei minha bolsa em cima do balcão. Estava quase vinte minutos atrasada, coisa que definitivamente não contaria pontos a meu favor essa semana, era quinta-feira, e essa era a segunda vez que essa situação se repetiria.Dei mais três passos antes de enxergar Junmyeon me encarando com os braços cruzados, parecia estar descontente, bem, não que ele fosse um chefe ruim, muito pelo contrário, me ajudava em tudo que podia, eu é que era uma funcionária terrível, sem meias palavras, "terrível" era aquilo que melhor me descreveria.

- Essa não é a primeira vez que chega atrasado essa semana, Baekhyun, e nem estou contando com os outros dias do mês . -  Falou com a voz firme dando enfase em sua seriedade, e talvez eu nem mesmo estivesse tendo argumentos válidos para minha defesa dessa vez, assim como não tive em nenhuma outra.Estava quase sendo demitido por motivos óbvios demais para serem citados novamente. - Qual a sua explicação?

- Me desculpe, Junmyeon, isso não vai mais acontecer, eu prometo ao senhor. - Engoli a saliva com certa dificuldade devido ao meu nervosismo, apertei meus dedos contra o tecido do casaco até que soubesse que eles estavam avermelhados e gélidos, não poderia perder esse emprego justamente agora,era a minha única fonte de renda já que morava absolutamente sozinha e não poderia depender dos pais já que nem lembrava como eles eram ou sabia se ainda estariam vivos a minha procura, coisa que acho bem difícil.

- Realmente espero que não aconteça. Sua sorte foi o movimento ainda estar fraco por culpa do horário juntamente ao frio, poucas pessoas tendem a começar a beber Whisky importado as oito horas da manhã, apenas alguns bêbados com quem deve ter cuidado. - Seus lábios agora estavam fechados formando uma linha quase reta, aqueles olhos escuros não ousavam desviar dos meus nem por meio segundo, fazendo com que me sentisse ainda mais culpado por ser atrapalhado ao ponto de não escutar o relógio despertar, droga, meu chefe definitivamente sabia como me fazer sentir como se fosse a pior pessoa do mundo, odiava isso. - Não quero precisar procurar alguém para por no seu lugar apenas por causa dessa pequena divergência de horários, mas também espero que entenda sobre eu não poder ter prejuízos referentes a isto.

- Obrigado! Não irei decepcionar o senhor novamente, nem que seja preciso comprar um despertador de verdade e o colocar para tocar uma hora antes de eu realmente ter que acordar, farei de tudo para não perder o emprego.

Praticamente me atirei em seus braços, o abraçando de maneira apertada, Junmyeon retribuiu da mesma forma e intensidade, depositando calmamente um pequeno beijo em meu cabelo. Ele era o mais próximo que cheguei de uma figura paterna nesses dezoito anos de existência, desde os dias em que ainda morava no Orfanato "Downpour Child", pois era o Junmyeon quem abastecia os escritórios do lugar com bebidas e nas horas vagas lia algumas histórias pra mim, apenas para tentar me distrair de minha realidade...Sem família, sendo criado por completos estranhos desde pequeno, deixado de lado, atirada em frente a uma porta quanto ainda era um bebê, sem uma história anterior a essa.

Limpei mais uma das mesas após o cliente sair um pouco tonto, espero que o idiota não tente dirigir após tantas doses puras daquele tão estimado liquido transparente que algumas vezes eu tomava escondido quando não sabia mais que rumo deveria seguir. Este era basicamente o meu trabalho desde que comecei, limpar algumas mesas que precisavam ser higienizadas imediatamente e servir aquelas tantas pessoas que normalmente começavam alguma briga enorme apenas pelo prazer de se sentir o "Macho Alfa" durante alguns (poucos) minutos.

O salário não era o ponto alto da minha vida, todavia,conseguia me manter com isto e também com as gorjetas que ganhava, claro, havia sempre um ou outro cara que vinha dizendo "Não fez mais que a sua obrigação" e virava as costas, mas quase todos ajudavam , sessenta porcento dos clientes eram fixos, os via semanalmente e em alguns casos até mesmo diariamente afogando as mágoas culpadas por problemas familiares ou corações partidos.

Escutei a porta do bar abrir e quase no mesmo instante fechar, ou seja, mais um cliente havia chegado, olhei de relance para as duas garotas que trabalhavam comigo, ambas estavam ocupadas, cada uma em um canto, bufei alto em sinal de frustração, preferia mil vezes limpar as coisas ao invés de ir atender as pessoas, até porque, pelo menos os objetos eram inanimados, não reclamavam por motivos tão fúteis como por exemplo a quantia de gelo colocada dentro de um copo de Vodca ou o desanimo com que as vezes eu falava, mas poxa, não era obrigado a estar feliz vinte e quatro horas por dia.

Arrumei meus cabelos não muito de forma desajeitada e segui até a mesa agora ocupada, porém, no meio do caminho simplesmente estaquei com certo desentendimento, a pessoa sentada a poucos metros de mim definitivamente não fazia o tipo "correto" de caras que procuravam este lugar, e muito menos fazia o tipo ''bêbado encrenqueiro" cujo já estou acostumada, alguém pelo amor de Deus o avisa que a universidade é do outro lado da cidade.
O homem vestia um sobretudo beje claro, s

em nem mesmo um sinalzinho minusculo de estar amassado, calça jeans com lavagem escura, quase negra, parecia ser alto sem sombra de dúvidas, talvez 1,80 de altura, não sei ao certo, sou péssimo em suposições, era pálido como se não gostasse muito da ideia de sair em dias de sol, entretanto, as bochechas eram rosadas dando um sinal de saúde, seu cabelo era estipulado em um topete desorganizado, os fios eram quase cor de sangue, num vermelho que era mesclado com certa tonalidade mais escura quando se aproximava da raiz...Talvez fosse mesmo um universitário que se perdeu no caminho da Faculdade Estadual. Balancei a cabeça algumas vezes e voltei a caminhar.

- Olá! - Falei em modo automático assim que me aproximei o bastante da mesa em questão, era sempre a mesma abordagem, eu os cumprimentava e depois anotava os pedidos, ignorando algumas gracinhas que eles tendiam a fazer, apenas não queria problemas envolvendo meu nome, após anotar o pedido deles, o resto era inteiramente com o cliente que escolheria entre ficar quieto no seu canto curtindo a depressão ou socar a cara do primeiro trouxa que cruzasse em seu caminho após alguns goles. - O que vai querer?

- Eu... - Olhei diretamente para seu rosto pela primeira vez desde que ele entrou, e constatei que definitivamente ele deveria ser um universitário, entre os vinte e trinta anos, talvez estudasse medicina, todavia, não tinha cara de médico, parecia ter algo a mais. O homem me encarava com a expressão impassível, era uma tarefa impossível tentar entender o que deveria estar pensando ao me olhar, só espero não ser algo tão ruim! - Quero apenas uma cerveja, e se tiver, também quero para acompanhar, uma porção pequena de Nachos com queijo quente.

- Claro, trago em um instante. Mas...Tem certeza de que vai pedir uma porção pequena? Quero dizer, as porções pequenas são realmente bem pequenas, se é que essa frase fez algum sentido.

- As porções pequenas são realmente pequenas? - Ele sorriu abertamente ainda olhando para meu rosto, fazendo com que seus olhos completamente castanhos brilhassem intensamente, me segurei para não sorrir também, foi quase automático, parecia até um doido qualquer que se derrete por causa de um sorrisinho, esse definitivamente não era eu! - Então me traga uma porção média, suponho que ela provavelmente não deva parecer pequena na sua opinião.

Mesmo sem ser essa a minha intenção acabei deixando sim um pequeno, quase imperceptível sorriso escapar por entre meus lábios, mas logo fiz total questão de escondê-lo. Assenti com a cabeça em sinal de entendimento e fui até a cozinha buscar os nachos, eram comprados já prontos, no fim precisávamos apenas por o queijo quente por cima, era menos trabalhoso, porém, o gosto era inferior ao feito na hora, não chegava a ser ruim,mas também não era algo maravilhoso. Comestível era a palavra que melhor poderia definir aquele alimento, se bem que não se pode esperar muito de um Bar de estrada.

Peguei a cerveja no freezer e fui novamente até a mesa do provável universitário, coloquei as coisas pedidas por ele sob aquela superfície de madeira e voltei ao serviço anterior, limpando os móveis até que algum outro cliente chegasse, bom, pelo menos agora uma das outras atendentes está desocupada perto da entrada, o que significava não precisar atender clientes.

Já haviam se passado cerca de seis horas desde que ele havia chegado, e por incrível que pareça, ainda não tinha ido embora e nem dava sinais de que tinha a intenção de ir, continuava sentado no mesmo lugar de antes, sem pedir mais nada para comer ou quem sabe beber, apenas observava as pessoas que entravam e logo saiam como de costume como se este fosse um ato muito interessante.Algumas vezes seu olhar chegava a se encontrar com o meu, que o observava como quem queria entender o motivo pelo qual o garoto continuava ali, mas logo eu tratava de desviar, não gostava da sensação que tal ato me causava, como se estivesse presa a aquele momento.

Havia começado a chover, talvez um pequeno temporal, com direito ao vento balançando violentamente as cortinas e alguns trovões barulhentos cortando o céu com uma intensidade realmente impressionante, como se uma batalha interna estivesse acontecendo nas nuvens, dei risada sozinha com este pensamento, precisava parar de assistir filmes de ficção científica ou logo enlouqueceria. Suspirei pensando no quanto voltar para casa seria uma tarefa complicada caso o clima continuasse chuvoso, teria que deixar a bolsa aqui e correr pela estrada tentando não pegar uma pneumonia.
 Ouvi uma falsa tosse vinda de trás de mim, era o garoto de cabelos cor de mel provavelmente me chamando, estreitei os olhos sem o entender, já estava até me acostumando com sua presença silenciosa naquela parte do estabelecimento, era quase parte da mobília.

- Quer pedir a conta? - Perguntei de forma um pouco óbvia demais, quer dizer, dificilmente ele decidiria armar uma barraquinha no meio do Bar e começar a morar ali dentro, é inimaginável algo deste estilo acontecer. 

- Não...Quer dizer, na verdade também quero pedir a conta. - Percebi o quanto gostava de sua voz, era grossa e arrastada, seu sotaque me lembrava os britânicos... Algo que jamais conseguiria imitar nem que tentasse durante os próximos mil anos sem interrupções. - Cheguei a pouco tempo na cidade, não conheço o lugar. Queria saber onde fica o Hotel mais próximo, pretendo ficar aqui durante tempo indeterminado.

- Hã... Talvez você devesse tentar o Crown Park Seoul que é mais no centro da cidade, fica perto de tudo o que precisar, mas também indico o Hotel Tong que é um pouco mais afastado, me hospedei lá à uns cinco meses, é um bom lugar. - Parei durante alguns segundos para pensar no motivo que traria um cara como ele a essa cidade, ou melhor ainda, o que o induziria a entrar num bar situado no meio do nada e passar horas e mais horas fazendo uma enorme parcela do tão estimado "nada" - É a sua primeira vez visitando Seoul?

- Não. Passei alguns meses aqui a anos atrás, mas já faz muito tempo, está tudo totalmente mudado, nem a ferrovia tem os mesmos destinos, me senti perdido.

- Tenho certeza de que não está tão mudado assim, quer dizer...Vivi a minha vida inteira nessa parte da capital, e poucas mudanças aconteceram, apenas algumas reformas em pontos históricos e a duplicação da rodovia. A única forma de ter mudado tanto é você ter vindo pra cá no século passado. - O olhei buscando saber mais sobre o assunto, um dos meus muitos defeitos sempre foi a enorme curiosidade. O garoto me encarava agora com certa expressão zombeteira, como se estivesse achando graça nas minhas palavras e quisesse dar risada, passou a língua por entre os lábios na intenção de os manter úmidos, movimento que não passou despercebido por mim. Abaixei a cabeça envergonhada com meu ato e o entreguei o pequeno papel onde estavam efetuados alguns cálculos. - Sua conta.

- Obrigado... Ah, e a propósito, sou Park Chanyeol, prazer em conhecê-lo - Ergueu seu braço em minha direção com a mão quase completamente aberta, exitei durante um momento, então repeti seu movimento ainda sem saber se era o correto a ser feito. Pra minha surpresa ele não apertou minha mão como qualquer um faria, depositou um pequeno beijo no local enquanto me encarava, agora está ficando um pouco esquisito demais, até pra mim. - Você é?...

- Me chamo Baekhyun... Byun Baekhyun.
 


Notas Finais


Bom, é isso ^^ espero que tenham gostado
amanha eu posto mais um cap.

bjos <3


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