História Dark Secret - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Chaz Somers, Chris Beatles, Pattie Mallete, Ryan Buttler
Exibições 13
Palavras 3.349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Personagens da fanfic para relembrar.
Hugh - Mario casas
John - Dominic purcell
Claire - Danielle Campbell

Capítulo 9 - Feelings


P.o.v Justin

- Mais uma dose - Bati o copo na mesa chamando a atenção do atendente.

O horário no relógio indicava que era 2:00 A.M. Eu me encontrava em algum bar do bairro, o cheiro exalava imprudentemente nas narinas, já não fazia conta de quantos copos eu tinha bebido, eu estava assim, largado, drogado e bêbado. As pessoas se encontravam no mesmo estado que eu, alguns até piores, o lugar era sujo. Era nojento.

- Amigo, aqui - o cara empurrou o copo na minha direção - É amor? Muita gente que vem aqui e se joga nas bebidas é por problemas com mulheres. -  Perguntou.

- Não, to longe desse problema. Na verdade, no momento, esse é o menor deles. - Respondi de cabeça baixa.

A história de hoje mais cedo não saia da minha mente, eu tentava fugir dos problemas e resolvê-los da minha forma mas eles não fogem de mim. Quanto mais eu tento resolver, menos eu consigo. 

- Sabe o que acontece? - Disse olhando pro copo e contornando com o dedo a borda dele. O atendente olhou pra mim de forma atenciosa, pronto para ouvir meu desabafo. - Os acontecimentos da rotina pesa em todas as madrugadas, você tenta não recorrer a drogas ou a bebidas, mas não dá, chega uma hora que o peso fica enorme e te sufoca, e essa é a saída. - Tomei o último gole e bati o copo na mesa.

- Essa não é a saída, recorre a Deus - gargalhei descaradamente e sínico.

- Que Deus me livre dos meus pecados - Debochei. Bati mais uma vez o copo na bancada na intuição do cara me servir mais um pouco de cachaça.

- É Bieber, você atuou bem, vem fazendo teatro desde a minha partida? - Olhei para o lado e sorri sem vida o vendo sentar na cadeira ao lado.

- Demorou - Bebi todo o conteúdo que havia no copo assim que o cara acabará de botar na bancada.

- Estava me estabilizando, mas fala aí Bieber, o que eu venho perdendo nesses últimos anos - Ele chamou a atenção do atendente e pediu uma dose de bebida para ele também.

- Você que tem que me dizer, a razão pela qual você voltou não é só essa, me diz, o que te traz aqui? - Peguei o dinheiro na carteira e botei do lado do copo que se encontrava sem o líquido desejado.

- Sabe o que significa? - Ele respirou fundo tirando um papel do bolso e pondo na minha frente. Minha visão estava turva mas ainda sim pude ler.

- Águia e anjos? - perguntei desentendido - O que significa? 

- Eu venho me perguntando isso todos os dias, essas palavras vem sendo encontrada em vários códigos, pistas ou até mesmo documento mas não consigo achar nenhuma pista sobre, a única coisa que eu sei é que isso é uma contribuição.

- Contribuição? - Estava confuso.

- Sim Justin, isso só pode ser de uma pessoa - Olhou para minha cara na intuição de que eu soubesse quem. 

- John - Arregalei os olhos e ele fez um sinal com a cabeça afirmando. Filho da puta.

- O circo está fechando Bieber, eu quero assistir na platéia e ainda de camarote. Se você quiser ser o palhaço do circo, vai na fé, se não... - Não deixei ele terminar.

- Se não o que? - Bati as mãos na mesa levantando e encarando ele.

- Se não, vamos acabar de uma vez por todas com isso, eu quero vê cabeças rolarem, e não vai ser a minha, ou melhor dizendo, a nossa. - Ele deu dois tapinhas nas minhas costas, se levantou e se retirou do estabelecimento.

Passei as mãos no cabelo repentinamente na intenção de me reconfortar, mas foi tentativa falha. Meu carro estava estacionado do lado de fora do estabelecimento, levantei da cadeira e sai do local, o avistei um pouco distante de mim e caminhei até ele. 

Abaixei a cabeça no volante e fiquei ali, o álcool já fazia efeito no meu sistema, estava exausto, puto e bêbado. Ótima combinação. Bufei.

Liguei a chave na ignição e dei partida. Já haviam se passado uns longos minutos e eu ainda me encontrava na estrada, com a velocidade que eu estava eu só chegaria em casa amanhã. Bufei. 

Virei a próxima esquina e acelerei o carro na tentativa de chegar o quanto antes em casa e não demorando muito eu havia acabado de dobrar meu portão. Entrei na garagem com tudo, estacionando o carro. Bati a porta do mesmo com força e segui para dentro de casa. Fui até meu escritório.

Sentei na cadeira passando a mão freneticamente pelo meu rosto na tentativa de me acalmar mas acabava frustrado. Pela primeira vez desde que eu entrei nesse ramo eu estou me sentindo sem saída. É matar ou matar, esse é o jogo e eu dito as regras.

Peguei o telefone na bolsa da minha jaqueta e disquei o número de Chaz. Após alguns bipes, ele atendeu.

- Justin, aconteceu alguma coisa? - Chaz atendeu afobado.

- Aconteceu, pesquisa sobre águias e anjos, quero quantas informações puder disso.

- Justin, são quatro horas da manhã - Chaz bufou.

- Eu preciso disso, porra, eu preciso - desliguei o telefone, passando as mãos em meus cabelos logo em seguida. Olhei em volta perdido e meus olhos pararam naquele saquinho em cima da mesa. 

Dei a volta na mesa e me pus sentado na cadeira novamente. Abri o saco e derramei o conteúdo que nele tinha na mesa, fazendo três carreirinhas logo após e inserindo uma por uma nas narinas. 

A adrenalina já começava a fazer efeito em minhas veias, joguei a cabeça pra trás na intuição de sentir o prazer. Inalei a última carreirinha de pó e fiquei sentindo a sensação do prazer me dominar.

[...]

O céu já começava a clarear, indicando que daqui a algumas horas o sol ia se por nele. Levantei da cadeira ainda um pouco tonto e sai do escritório, trancando a porta logo atrás de mim. Me dirigi até as escadas.

- Aí porra - Levantei meus olhos e vi Claire que estava a coçar seus olhos, dando a entender que ela ainda estava com sono. Olhou pra mim que acabará de esbarrar nela.

- Olha pra onde anda filha da puta, porra - Ela arregalou os olhos e eu passei por ela dando mais um esbarrão.

Me dirigi até meu quarto, ainda tonto e me joguei na cama.

[...] 

Acordei com o meu celular vibrando no bolso da minha calça. Cocei os olhos e levei minha mão na direção do celular o pegando. Olhei no visor e era Chaz.

- Justin, acho melhor você vir aqui pro galpão. Olhei no relógio e bufei

- Ainda é cedo - Respondi.

- O negócio é sério, os moleques já devem estar chegando. - ele disse.

- Já to indo - Bufei e desliguei na cara dele.

Fui no banheiro fazer minha higiene matinal e assim que a fiz, me despi e entrei no box. Tomei um banho rápido. Peguei a toalha enrolei na cintura e fui até o closed. Peguei uma calça preta e uma blusa preta também, pus minhas correntes e desci. 

Fui em direção ao carro e dei partida. Depois de alguns minutos parei em uma lanchonete um pouco perto do galpão e desci do carro.

- Bom dia, um café pra viagem. - chamei a atenção da atendente, que por sinal, era uma gata. Ela assentiu com a cabeça 

Depois de uns minutos razoáveis ela trouxe o que eu pedi.

- Aqui está - ela me entregou - Deseja mais alguma coisa? - Perguntou.

- No caso, eu desejo você mas to sem tempo agora, uma pena - Sai do estabelecimento sem esperar qualquer resposta vindo dela e fui até o carro.

Coloquei meus óculos e dei partida pro galpão, não demorando muito eu havia chego. 

Abri o portão do galpão e ele fez um barulho.

- Bom dia Bieber - Chaz veio em minha direção e me deu um abraço. 

- Fala - tirei os óculos o encarando. Já estavam todos a minha espera.

Chaz caminhou até a mesa e todos foram atrás. 

- Ontem o Drew me ligou pedindo pra mim identificar duas palavras... 

- Quais? - Chris interrompeu o que fez todo mundo olhar pra cara dele puto - Desculpa - ele levantou os braços como se estivesse se rendendo. 

- Enfim.. - Chaz olhou pra cara dele e continuou. - As palavras são "águias e anjos", eu fiquei pesquisando a madrugada toda por isso e descobri que John denominava "instruções de pedras" no campo águias e anjos, eles ensaiavam e ainda ensaiam os esquemas táticos em um terreno de terra, usando pedras pra representar a posição dos inimigos.

- Nós fazemos parte desses inimigos. - Ryan afirmou olhando pro nada.

- Exato. As propriedades, quadros, joias e as coisas valiosas que são pertencentes de John são nomeadas por "águias e anjos" e não pelo nome dele, já que ele pode ser pego.

- Como assim? - Chris perguntou de braços cruzados.

- John não usa os nomes dele em propriedades, resumindo, em coisas valiosas dele, porque poderia manchar a sua reputação, sendo assim, os quadros, os pertencentes são assinados como águias e anjos, mas muita das vezes ilegível. Se algum dia ele rodar, automaticamente ele perde esses pertencentes que não estão no nome dele, porque são pertencentes valiosos sujos e é como se o proprietário fosse invisível, por não ter um destinatário. - Chaz falou e todos ficaram calados.

- O que vamos fazer? - Perguntei, já que Chaz era a mente de todos.

- Não vamos fazer nada, você me pediu pra descobri o significado disso e eu descobri, ponto. Agora devemos focar só no roubo, apenas no roubo.

- Se John não usa seu nome pros pertencentes valiosos dele, o nome do cofre dele também não é como John? - Perguntei pra Chaz.

- Não, o nome do cofre dele ainda é John, isso não tem como mudar, porém, o sistema do John é diferente de todos os outros cofres. Os outros cofres se abrem com cartões que pertence aos proprietários e ao banco, o de John é diferente, apenas ele pode abrir, se abre com sua digital, com sensor binocular e por fim a senha. Apenas ele tem acesso ao cofre. 

- E se nós tivermos também? - Perguntei rindo.

- Justin, é arriscado, o dinheiro que vamos roubar vai ser muito grande, não podemos pensar na ganância. - Ryan disse me olhando.

- Se não rodaremos, brother - Chris completou Ryan.

- E se tentarmos? - Chaz bufou e tirou algo do bolso tacando na mesa.

"Festa beneficente de John em Atlanta, na mansão River na sexta á noite. Traga o seu par" 

- Sujo - Comecei a rir e os moleques fizeram o mesmo.

- Eu to dentro - Hugh se pronunciou pela primeira vez.

- É disso que eu tava falando papai - Ryan falou.

- Aí para, safada - Chris fez uma voz de viado olhando pro Ryan.

- Ih, to te estranhando filho da puta - Todo mundo começou a rir do oscilamento de humor do Ryan.

- Como faremos isso? - Hugh perguntou.

- Pra começar, teremos que arranjar umas putas, depois o plano é encostar em todos os lugares que John toca com luvas, pegando as digitais. O resto é mole e eu mesmo posso fazer.

- Como? - Perguntei.

- Não sei, vai pro lugar que mais tem digitais dele. - Chaz falou.

- Já sei, o escritório porra - Chris disse.

- Aí que orgulho, ele tá começando a usar a cabeça - Ryan fez voz de choro.

- Eu só uso uma cabeça, quer vê? - Chris debochou.

- Ô filho da puta, tu tá me tirando hoje né - Ryan disse puto, fazendo geral rir.

- Eu me encarrego da luva - Chaz disse - E também das escutas. 

- Chaz, nenhum de nós poderemos ir pro escritório dele sem que ele percebesse, ele vai mandar alguém ficar na nossa cola. - Ryan falou.

- E é por isso que precisamos das putas, vou selecionar algumas hoje e por em pratica tudo, não temos tempo a perder, temos menos de 24 horas.

- Tudo bem, já acabou? - Perguntei. Já tava escuro, tínhamos passado o dia todo dentro do galpão.

- Só mais uma coisinha - Chaz falou.

- Eu e os moleques chegamos à conclusão que você e Hugh vão ter que se aturar, na primeira briga de vocês, tomaremos atitudes drásticas e não queremos nunca fazer isso, espero que colaborem - Chaz disse e os moleques concordaram. 

- Eu nunca te suportei e nem você nunca me suportou, vamos fazer isso pela equipe, apenas - Hugh disse e esticou a mão pra mim. Ignorei.

- Apenas isso por hoje, Chaz? - Perguntei e os moleques reviraram os olhos pelo que eu fiz. 

- Sim, comprem os trajes de vocês e das garotas. - Chaz disse e eu concordei saindo do galpão mas parei assim que ouvi Chris me gritando.

- Bieber, e aquela garota? - virei pra ele arqueando a sobrancelha. - Ela não é conhecida, John não sabe quem ela é, leve ela com você - Chris disse e todos concordaram.

Essa ideia seria ótima, mas na verdade, é que John a conhecia muito bem. Sai dos devaneios assim que apertei o alarme do carro, dando partida em seguida.

P.o.v Claire

- Menina Claire - Iris bateu no meu braço me tirando do transe. 

- Oi - falei saindo do transe e olhando pra ela - Desculpa, só to com pouco desligada -abaixei o olhar.

- Aconteceu alguma coisa minha menina? - Iris respirou fundo se sentando ao meu lado. Ela botou o pano de prato na pia e puxou a cadeira pra se sentar.

- Não, eu to bem - abri meu melhor sorriso e ela arqueou a sobrancelha - é sério Iris - reforcei pra ela que estava bem.

- Você tá com saudades de casa, é isso? - ela perguntou calmamente.

- Não, eu to bem, eu juro Iris - falei pra ela. 

- Eu venho vendo você muito estranha e com o pensamento distante, não precisa me dizer nada, mas quando quiser fale comigo, estarei aqui - ela se levantou e voltou a fazer o que estava fazendo. 

- Iris, aonde está Pattie? - Perguntei pra tirar aquele clima estranho que ficou.

- Ela saiu cedo e até agora não voltou, não sei o paradeiro dela. - Comecei a ri, era totalmente engraçado vê Iris falando formalmente devido ao sotaque.

- Ta rindo de quê senhora Claire? - Ela se virou me olhando.

- De você - Ela me deu língua. Comecei a me recompor.

Me pus de pé e me dirigi até a sala. Aproximei-se do sofá e sentei logo em seguida, ligando a tv.

Eu sabia porque eu estava mal, eu apenas não entendia o porque. Existe uma incompatibilidade entre minha personalidade e a de Justin, e sei que no fundo, ele também sabe disso. 

Já estava escuro e eu não havia parado de pensar nem se quer um minuto do que houve madrugada passada. Eu não havia dormido direito, o acontecimento me abalou e eu não entendo o porque de estar assim, sei que Justin deve estar com qualquer uma nesse momento e só de pensar nisso, me abala também.

Pude ouvir alguém chegando, limpei as lágrimas que acabara de brotar no meu rosto rápido, para que ninguém percebesse. Virei pra trás e era Justin, revirei os olhos e olhei pra frente. 

Justin passou direto pra cozinha e depois de alguns minutos voltou com uma bebida na mão. Aproximou-se do sofá e sentou um pouco distante de mim. O silêncio pairou no ar.

- Sabe aonde está Iris ou minha mãe? - Justin se direcionou até a mim. Apenas virei a cara. - Vai me responder não? - Depois de alguns minutos ele perguntou de novo e eu ignorei mais uma vez.

- Caralho garota, te fiz alguma coisa? Responde nessa merda - Ele gritou. Virei pra ele de braços cruzados.

- Não sei, me diz você - Debochei.

- Quem tem que me dizer é você, você que está estranha - Ele disse em um tom mais aceitável. 

- Eu não estaria estranha por nada, me esquece Bieber - Levantei subindo as escadas.

- Ô filha da puta, você não vira as costas pra mim não - Justin puxou meus braços.

- Eu faço o que eu quiser, você é um idiota Bieber. Você não lembra mesmo o que fez ontem? Me solta - puxei meus braços com força.

- Ah - ele começou a rir - Aquilo? Eu tava drogado - O ódio me consumiu, comecei a bater em seu peito. 

- Para porra - Ele deu um solavanco no meu braço. - Deixa de ser maluca, não foi a minha intenção.

- Sabe Justin, quando eu tinha 10 anos eu precisava ver annie o musical, minha mãe tinha morrido alguns anos passados e meu pai concordava em me levar, eu já estava pronta - Respirei fundo, deixando as lágrimas contornarem meu nariz - Eu usava um vestido azul lindo, já que eu amava essa cor. Meu pai me ligou do trabalho dizendo que não podia me levar, não foi a primeira vez que ele tinha feito isso e eu me lembro que tive a sensação que estivesse flutuando como se eu fosse um nada e então minha tia me levou, disse que se eu precisasse dela, ela estaria lá o tempo todo pra mim - Não poupei as lágrimas, deixei que elas caíssem. Mas prossegui 

- Pra você isso até pode não ser nada, mas pra mim que tinha 10 anos era tudo, eu tinha presença física das pessoas mas sabia que no fundo, eu não tinha ninguém, apenas aquilo. Eu sei Bieber, o que é não ter pra aonde recorrer e se sentir sozinho.

- O que seu pai iria querer que fizesse? - Justin perguntou.

- Eu não sei Bieber, nunca tivemos uma conversa descente, mas o que eu to querendo dizer é que existem outras formas de fugir dos problemas, se você continuar assim vai perder todo mundo que tem e olha que não é muita gente -  Disse com nojo nas palavras. Enxuguei as lágrimas. Vi o descontentamento e a raiva em seus olhos, mas eu não ligava.

Subi as escadas e dessa vez ele não me impediu. 

Bati a porta do quarto e me joguei na cama, deixando as lágrimas caírem descontroladamente. Tudo que eu sentia nesse momento era aperto no peito.

Ouvi os bipes do portão indicando que alguém acabará de sair ou entrar. Olhei pela janela do meu quarto e vi Justin saindo. As lágrimas caíam descontroladamente. Eu sabia pra aonde ele tinha ido, iria passar a noite com alguém e só de pensar nisso, meu coração disparava.

[...] 

- Claire, acorda, mandaram te entregar isso - Iris me acordou com uma caixa. 

Eu havia pego no sono, mas ainda estava escuro, parecia que eu tinha dormido horas mas só havia passado alguns minutos.

Peguei a caixa e Iris ficou me olhando atentamente e curiosa pra saber o que era.

"Sei que está chateada comigo, mas preciso que use isso amanhã às 20 P.M, como o lembrado sua cor preferida é azul, então foi o melhor que eu pude fazer, não esqueça, 20 P.M - Justin Bieber"

Abri a caixa e tirei um vestido longo azul marinho incrível, ele era lindo mas eu não podia e não queria aceitar. Justin não podia me comprar com isso, mas eu estava abobalhada e um tanto feliz.

- Eu sabia desde primeira que era isso, eu não pude enxergar ou querer aceitar. Cuidado dona Claire, Justin não é o que parece ou o que demonstra - Iris falou e fechou a porta chateada com a situação e desapontada comigo.


Notas Finais


CONTINUA...


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