História Dark Secrets (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Colegial, Drama, Imagine, Kim Taehyung, Mistério, Segredos
Visualizações 610
Palavras 2.885
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


☒ Enfim chegamos ao capítulo final... Bem, não há mesmo como eu possa agradecer a todas vocês, que mesmo com um comentário e um pequeno favorito, me presentearam com o melhor presente que eu poderia receber. Obrigada mesmo por me fazerem chegar até aqui! "3"
☒ Preparem os lencinhos de reserva, e vamos ao nosso último capítulo. Obs: I/SN é a inicial do seu nome.

Capítulo 21 - Filhos Da Lua.


Fanfic / Fanfiction Dark Secrets (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 21 - Filhos Da Lua.

❝ Um dia
Eu escrevi uma longa, longa carta para a lua
Não brilha mais do que você
Mas eu acendi uma pequena vela. ❞

É engraçado como a vida costuma nos surpreender assim, tão de cara! Quando você para pra pensar, já se vê totalmente entregue as coincidências que o destino nos proporciona. É curioso e talvez até um pouco arriscado demais dizer que as coisas são todas planejadas, e que estavam escritas para serem assim, e que segundo a vontade de um “ser maior” elas são realizadas com sucesso.

Mas já pensou se caso nós pudéssemos burlar essas regras? Não sei, talvez mudar a direção do destino para algo melhor, ou deixar que os acasos seguissem caminhos mais favoráveis. Tudo diante das nossas vontades, a favor das nossas necessidades... Seria perfeito se tivéssemos um presente deste em mãos, não é? Tudo estaria ao nosso alcance, e não teríamos motivos para passar por dificuldades e problemas sem fim. Isso seria simplesmente maravilhoso!

Mas, já se perguntou que ao mesmo tempo em que isso parece perfeito e okay, a ideia também é cheia de falhas? O que quero dizer é: Conhecer os planos do Destino e querer muda-los para favorecer a si mesmo, é algo que nunca daria certo. Por quê?

Acredito fielmente na ideia de que se soubesse de tudo o que iria passar – me apaixonar por Taehyung, conhecer Jeongguk e saber de que para sempre eu seria taxada como vagabunda pelos meus colegas de escola – eu nem mesmo teria saído de Busan para me mudar à Daegu.

Mas você ainda não deve estar compreendendo até aonde eu quero chegar com toda essa explicação sobre o destino e suas surpresas. Pois bem, isso é simples, é ainda mais simples do que as quatro operações básicas da matemática; aquela que aprendemos quando ainda somos bem novinhos e nem temos com o que nos preocupar.

Não mandamos em nosso futuro. Por mais que a ideia de poder alterar nosso destino seja realmente desafiadora, não podemos alterá-lo de maneira alguma.

Eu gostaria de poder mudar o rumo que minha vida havia se tornado depois que Jeongguk me estuprou. Todas as madrugadas, eu olhava para a lua da minha cama, e emaranhada em alguns lençóis e travesseiros fofinhos, pedia a ela que entregasse minha vida de volta. Era estúpido, eu sei disso, mas eu já nem tinha mais noção do que era ridículo, e o que era normal.

Nem mesmo sei como conseguia acordar e levantar da minha cama em todos esses dias. Como eu ainda conseguia comer, conversar e agir como uma pessoa normalmente agiria. Tudo bem que eu só voltei para a escola depois de quatro longas semanas fora... Tudo isso com as idas ao psicólogo, os choros, os acesos de pânico e as noites mal dormidas. Acredita que até hoje meus pais não sabem que fui abusada? Humpf, eu era mesmo ridícula por não querer que eles se preocupassem ainda mais comigo. Era idiota por guardar tudo isso para mim mesma – retirando o fato de que Seokjin e a doutora Ellen já sabiam do estupro.

Ela me disse que as pessoas que já sofreram com o caso do estupro, nunca mais conseguem levar uma vida normal. Ela me contou também que em alguns casos, vários anos são precisos até que o paciente se recupere do trauma, já outros, ocorrem ao suicídio para que a dor vá embora por completo. Mas o mais curioso era sobre como ela destacava o meu caso: A garota que passou por um estupro, e que continua mais forte do que nunca.

Claro que tudo nessa frase não era realmente verdade, até porque eu tive mais recaídas do que um relevo inteiro, em tão poucos dias. Mas até mesmo ela me perguntava como eu conseguia seguir com a minha vida, sem que sofresse tanto como a maioria das pessoas. Ela me perguntava da onde eu retirava tanta força, da onde a minha vontade de continuar vinha... E sempre aquela pessoa brotava na minha mente, sem me pedir permissão ou algo parecido, ele simplesmente aparecia.

É exatamente aqui que volto com a ideia de que nunca, em nenhum momento, deveríamos querer mudar o destino de nossas vidas. É difícil acreditar, mas pelo menos de uma ou duas coisas Jeongguk e Taehyung serviram em minha vida.

Força, conhece tal palavra? Força para passar pelo que passei e continuar onde estou. De qualquer forma, apesar do que passei, nunca fui tão forte quanto sou agora, graças à Jeongguk. E a segunda acredito que seja mais para Kim Taehyung, aquele garoto cheio de problemas e dificuldades para enfrentar, que dividiu tudo isso comigo no momento em que se aproximou de mim. Bem... Se soubesse de tudo o que iria acontecer, eu não teria mudado nada.

Ideia louca ou idiota demais, você não acha? Afinal, quem em sã consciência aceitaria passar por tudo o que passei mais uma vez?! Sobreviver com a ideia de que o garoto que ama apenas ficou com você por culpa de uma aposta, reviver todos os apelidos que te deram, ser humilhada em publico, e o pior, conseguir viver sabendo que foi estuprada por um nojento que mentiu o tempo inteiro para você, e que agora deve estar aí livre pelo mundo, curtindo uma praia no Havaí, ou relaxando nas mais belas paisagens de Paris.

Quem aceitaria viver tudo isso de novo, quem seria o louco?! Pois lhe respondo: eu mesma.

Reviveria cada momento, cada segundo de dor, cada verdade jogada em meu rosto sem dó alguma, e até mesmo os momentos de nojo que tive do meu próprio corpo. Eu reviveria tudo novamente, se soubesse que lá estaria ele, o meu último e único amor. Aquele que me dá a força para enfrentar tudo, aquele que levo de exemplo pelo sofrimento que passou a vida inteira e que sobreviveu a tudo com sua cabeça erguida.

Exceto pelo amor.

■ ■ ■

Era mais uma noite que acabara de ter aqueles sonhos estranhos e perturbadores. Eu acordei assustada e suava muito, quase podia sentir os lençóis molhados. Levantei-me da cama e tomei um copo da água, ao retornar abri delicadamente a janela do quarto, me sentei na cama e de lá novamente observava a lua cheia, perdida em devaneios que criava.

Foi quando o meu celular tocou, e surpresa mas ao mesmo tempo sem entender, puxei com cuidado o botão de “aceitar ligação”.

– Alô? – disse. Era perceptível o nível de incerteza e tremedeira em minha voz, mais como se eu estivesse com medo. E eu realmente estava.

– S/N? – a voz do outro lado da linha parecia tão serena quanto uma garoa leve. Era macia e tão rouca que de certo modo atraia-me de uma maneira incrível. E eu reconhecia muito bem essa voz do outro lado.

– Taehyung...?

– É, acredito que sim.

– Como está?

– Bem... Melhor.

Fiz uma breve pausa, talvez esperançosa de que ele perguntasse por mim também. Mas ele não fez nada disso.

– Que ótimo.

Eu queria poder lhe dizer algo. Falar com ele sobre o que Jeongguk fez, chorar aos prantos por poder ouvir sua voz novamente, ou até mesmo perguntar-lhe o porquê de ter sumido da minha vida depois daquele dia no parque – por mais que eu mesma já soubesse responder isso – mas não conseguia, era como se uma barreira me impedisse de reagir assim.

– Sabe onde estou agora? – indagou, esperando pela minha resposta. Ao perceber que nada eu havia dito, respondeu por si mesmo – Estou na praia, para ser mais especifico, no alto daquele andaime.

Eu não estava me sentindo bem sobre aquilo, não mesmo. Mas ainda assim, com todo um certo desespero dentro de mim, eu consegui agir com calma e certeza sobre o que estava dizendo.

– Por que está aí?

– Eu queria ver uma coisa. – silêncio total entre nós dois – É incrível, eu quase consigo ver o Atlântico daqui. 

– Depois de passar pelo Pacífico inteiro? – ele finalmente havia conseguido arrancar uma risada minha – Seria ótimo poder enxergar isso agora, do contrário apenas vejo a lua cheia da minha janela.

– Ela está bonita, não está?

– Está linda...! – meus olhos brilharam ao novamente fitar a grande e maravilhosa lua cheia de hoje, que refletia até mesmo em lugares impossíveis. Era até um pouco engraçado, eu quase podia enxergar eu e Taehyung olhando a mesma lua, sob o mesmo céu, porém em lugares bem distantes um do outro – É impressão minha ou quase consigo vê-la cheia daqueles furinhos?

– Como um queijo?

– Talvez. – ri – Seria interessante poder toca-la algum dia.

– Eu poderia te levar para lá, se algum dia me autorizasse.

– Uma viagem espacial? – nós rimos – Eu adoraria ir com você!

O silêncio novamente retornou. Não que estivéssemos com ódio um do outro, ou algo parecido. Estávamos mais para dois completos desconhecidos que conversavam entre si, envergonhados demais para tentar tocar em algum outro assunto, por medo de falar algo errado e acabar estragando o clima calmo que passeava sobre nós.

Porém mesmo com todas as brincadeirinhas, aquele sentimento estranho ainda estava aqui comigo. Algo que me dizia que alguma coisa não estava tão bem quanto aparentava estar.

Eu senti sua falta. – dissemos ao mesmo tempo, como se nossas mentes estivessem ligadas e prontas para dizer isso.

– Foram todos os dias, e durante a madrugada tudo parecia piorar. – Taehyung continuou – É tarde demais para pedir novamente um perdão?

– Está tudo bem, Tae. Não há com o que se preocupar.

– Ah, isto é um alívio! – ele suspirou – S/N, não acha que a lua apareceu apenas porque estamos nos falando de volta?

– Será? – brinquei.

– Eu vou adorar conhece-la quando enfim partir.

– Partir? – indaguei.

Para outro plano, S/N.

Tudo então pareceu fazer sentindo para mim. Aquele sentimento estranho que estava sentindo dentro de mim era por culpa disso... Taehyung queria se suicidar lá de cima daquele andaime. É obvio que essa era mesmo a sua ideia, já que o mesmo certo dia me disse que seria uma ideia legal pular lá de cima.

Foi então que minha mão direita começou a tremer e as lágrimas começaram a cair dos meus olhos em silêncio total. Eu vi a lua se tornar apenas mais um borrão na minha visão, que já se via totalmente perdida por culpa das lágrimas que evitavam tal olhar. Apertei os dedos do meu pé no tapete felpudo embaixo da cama, e neles enfiei toda a minha vontade de chorar desesperadamente.

– Por que quer partir? – indaguei novamente. Tentei ao máximo não transparecer que estava mesmo chorando, mas acredito que Taehyung havia notado.

– Não quero machucar mais ninguém à minha volta. Não como o meu pai e a minha mãe costumavam fazer comigo, não mais. Eu só... – Taehyung suspirou profundamente – Preciso ir.

E me deixar? – disse. Foi então que minha voz tremula e nervosa finalmente se fez presente e então foi impossível ele não escutar o meu choro diante das reações que estava tendo.

– Eu não vou te deixar, cappuccino. – ele riu levemente – Eu vou te encontrar em alguma das minhas outras vidas, e lá quem sabe nós poderemos viver juntos, sem complicações.

– Como? Como vou saber que isso realmente vai acontecer? Você ao menos tem ideia de que vai partir e me deixar aqui sozinha?

– Você não vai estar. Eu vou ficar com você o tempo inteiro, desde o seu acordar até a sua madrugada, onde você terá a lua e eu como companhia. Talvez nós três fiquemos conversando, reclamando de coisas sem sentido e rindo quando fosse preciso também. Isso parece perfeito, não? 

– Eu tenho medo, Taehyung.

– Medo do quê?

– Medo do futuro, de algo que possa acontecer. 

– Você não deveria ter medo disso. Ter medo do futuro é mais como algo incerto, você nem mesmo sabe se vai acontecer ou não.

– Então por qual motivo você quer fazer isso? Você nem mesmo sabe se algo pode acontecer se você continuar vivo, não sabe se vai continuar machucando quem ama... É incerto, não? Então por que não fica?!

– Essa não é a questão... Eu já machuquei demais a única pessoa que me amou, e não quero mais isso. S/N eu preciso partir! Você me deixa partir?

Todos os nossos momentos foram vividos de forma que nunca mais poderiam sair da minha cabeça. Eu estava condenada a amar Kim Taehyung para o resto da minha vida, estando ele vivo, ou não.

A sensação era diferente agora, eu não me sentia arrependida por ter o conhecido naquele corredor maldito e cheio de portas que me fizeram se perder. Se voltasse no tempo, faria tudo de novo. E com certeza sentiria todas as borboletas no meu estomago flutuarem ao ver o garoto alto e de rosto angelical, tão gentil e ao mesmo tempo tão idiota.

Aquele garoto que me fez se apaixonar desde o primeiro olhar que trocamos. Era possível que isso fosse como aquele amor à primeira vista que todos falam? Eu sempre acreditei que ele não existia, mas aparentemente eu estava errada.

Se pudesse amar Kim Taehyung mais uma vez, esse seria o meu único desejo.

– Parta, mas lembre-se de que estarei lhe esperando em outra vida. E quem sabe lá nós possamos morar em algum campo bem longe de todos, longe da cidade e do ar poluído daqui. 

– E criaremos nossos filhos neste campo, a todo o momento alegres e nunca tristes. Sempre que o colocarmos para dormir, iremos deitar só nós dois sobre a grama e contaremos estrelas, assim como contaremos nossas felicidades à lua.

– Essa me parece a melhor ideia que já tivemos em nossas cabeças ocas. – rimos ao mesmo tempo – Sentirei sua falta, idiota.

– Vou estar do seu lado sempre que pensar em mim, cappuccino.

– Você promete?

– Nunca tive tanta certeza! – um barulho estranho se fez do outro lado da linha, como se tivesse arrastado alguma coisa – S/N, obrigado por ter me ensinado como é amar e ser amado por alguém.

– Taehyung...

Eu te amo.

O barulho da maré foi a última coisa que meus ouvidos puderam ouvir como resposta de algo que não me viria mais. Uma rápida brisa gelada rodeou meu corpo, e imediatamente meus pés gelaram como uma pedra de gelo no meio de uma nevoada. Eu quase pude recriar a cena daquele pulo, o que parecia horrível demais até para imaginar.

Olhei para a lua novamente, e dela uma luz pequena piscou, ofuscando-se à medida que meus olhos iam se fechando para que as lágrimas novamente escorressem por aqui e acolá. Suspirei de olhos fechados ao mundo, e então soluços falaram por mim.

Eu te amo também, idiota.

■ ■ ■

Já se passou um ano, e ainda assim ele se faz tão presente quanto às flores roxas que estão à minha volta neste momento. É confortante em todas as vezes que venho para cá.

Eu sempre acabo arrancando uma das flores e começo a conversar sobre o meu dia-a-dia com ele – mais precisamente com a lua também. Sinto seus braços grandes me envolverem por trás enquanto ele apoia sua cabeça sobre o meu ombro, e nele repousa ao me ouvir reclamar do novo emprego que conseguira, assim como os problemas que estava tendo na faculdade. Nós riamos ao contar-lhe que algum dos garotos tentou me paquerar, e que mais uma vez, eu havia negado por responder-lhes que já era comprometida com alguém. Essa era sempre a melhor parte do meu dia quando podia visita-lo, independentemente do que houvera me acontecido. Sua promessa de estar comigo e de me proteger estava sempre de pé. Eu nunca mais ousaria quebrar nossas promessas, assim como ele também não.

Levantei-me da grama que levava consigo as flores já acinzentadas. Caminhei até o mar e novamente agradeci a lua que logo mais estaria se fazendo presente, porém desta vez, coloquei delicadamente a carta já velha dentro da garrafa que havia lhe feito antes de chegar à praia, e desta deixei que o mar levasse consigo, e que o entregasse para Taehyung, quem sabe em sua próxima vida.

É provável que você não me perdoe; e sei que há grandes chances disso acontecer. Mas quero que saiba de uma coisa, cappuccino: Eu não irei desistir tão cedo.

Sei que ainda vou poder festejar por ter conseguido o seu perdão.

T.

Virando a folha desgastada, lá estava a minha escrita em estranhas letras cursivas.

Hoje eu tive um sonho, e pela primeira vez desde o ano passado, não foi mais um de meus pesadelos com Jeongguk ou sobre você ter pulado do andaime.

Eu vi nossos filhos, três crianças pequenas que mais se parecem três anjinhos, ou até mesmo travessos demais para três anjinhos. Nisso há de concordar que puxaram o pai.

Estávamos nós cinco sobre a grama verdinha, brincando uns com os outros enquanto nos molhávamos por culpa da chuva refrescante que caia das nuvens pesadas, formando um lindo arco-íris reluzente no céu.

Foi a primeira boa noite que tive. A primeira em que pude dormir sossegada sem ser acordada por gritos e lágrimas saindo dos meus olhos.

Sabe Kim Taehyung, você já pode festejar pelo meu perdão, mas e quanto a mim? É mesmo bem a sua cara me fazer esperar por algo que quero tanto, como o que vi em meu melhor sonho desde muito tempo.

Mas quero que saiba de uma coisa, idiota: Eu não irei desistir tão cedo.

Sei que ainda irei festejar por ter conseguido realizar nosso sonho à lua.

I/SN.


Notas Finais


☒ Atualização – Segunda temporada: https://spiritfanfics.com/historia/dark-past--segunda-temporada-10052002
☒ Fanfic Hentai com o TaeHyung: https://spiritfanfics.com/historia/dont-you-love-me-noona-9724850
☒ Música tema do capítulo final: https://www.youtube.com/watch?v=kH8-LxuUCqQ

☒ Chegamos ao nosso tão esperado (ou nem tanto) final! Então, o que acharam?
☒ Ahmmm obrigada por terem me ajudado e me motivado tanto! Eu juro que todas estarão sempre marcadas no meu kokoro, em um lugar bem quentinho aqui dentro. ❦
☒ Com amor e dedicação, ℋ.


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