História Dark Side - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Ian Somerhalder, Nina Dobrev
Personagens Ian Somerhalder, Nina Dobrev
Tags Romance, Suspense
Exibições 12
Palavras 1.811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meninas!!
Tradução do nome do capitulo: O doce da vingança.

PRESTEM MUITA ATENÇÃO em todo o capitulo ein?
Geralmente quando tiver algo entre aspas e em itálico, será pensamentos do passado..

Temos um novo velho personagem ai..
Tenham uma boa leitura!

Capítulo 2 - The sweet of revenge


“Dizem que a vingança é doce; à abelha custa-lhe a vida.” – Carmen Sylva.

October  5, 2016.

Perfeito ...

É como eu posso descrever o vestido branco que eu estou vestindo.

Seu corpo todo bordado com pequenos brilhantes, e um aperto incansável no seu corpete que deixa minha cintura ainda mais fina, e então ele se desfaz em uma saia rodada estilo princesa, o que até me faz pensar que estou saindo de um conto de fadas.

Sonho ... É assim que eu posso afirmar que está sendo minhas ultimas semanas, desde o pedido de Ian.

Ou quem sabe, desde que ele apareceu em minha vida.

- Você está linda, Elizabeth! – virei meu rosto para Amber, me deparando com uma loira com os olhos cheios de lágrimas.

Não parecia nem ao menos de longe, a mesma garota que eu conheci em pleno natal, terminando um namoro de anos.

"- Você vai sumir da minha casa, só isso. – a voz embargada em cima de mim, me fez erguer a cabeça para a terceira janela do prédio o qual eu estava passando em frente. Um rapaz de mais ou menos 22 anos estava em pé ao lado de fora, sua mão passou pela cabeça, e então ele respirou fundo, voltando seu olhar para a garota que estava na janela – Você. Vai. Sumir. Da. Minha. Vida. Noah. – dessa vez sua voz já não era acompanhada de choro, e sim de raiva. Percebi a loira atirar roupas para fora, derrubando todas em volta do rapaz, enquanto eu o olhava admirada por tudo aquilo.

- Que papelão em senhorita Amber? – o moreno dirigiu seu olhar para a loira e depois os colocou em mim, rindo em seguida.

- Papelão? – ela gargalhou, me fazendo sair do transe de ter os olhos do rapaz em cima de mim – Vai se ferrar Noah – gritou pausadamente logo após um balde de água fria foi despejado na cabeça do garoto, o que me fez rir.

- Você é louca, Amber, louca – o mesmo gritou enquanto a olhava

- Louca? – riu novamente – Você não viu nada, espere só até eu descer ai – em segundos a menina já não estava mais na janela.

- Eu que não sou louco de a esperar – disse enquanto juntava suas roupas e saia caminhando, olhando para trás, a todo minuto.

- O show já acabou, já pode ir embora – escutei uma voz feminina vindo atrás de mim, me fazendo dar um pulo enquanto levava a mão para o meu coração.

- Eu não tinha a intenção de ver a briga, mas não podia também fechar os olhos e os ouvidos – retruquei enquanto me virava para ela.

A mesma respirou fundo enquanto passava a mão por seu rosto.

Ela parecia cansada.

- Me desculpe, a noite só não foi muito agradável – disse por fim - Me chamo Amber – estendeu sua mão para mim, e então sorrio.

- Elizabeth – segurei sua mão enquanto sorria.”

Mas se for parar para pensar, nenhum de nós, está igual há cinco anos atrás.

- Você está realmente uma manteiga derretida, querida Amber. – ri baixo enquanto voltava meu olhar para o espelho.

Foi quando meu olhar se deparou com uma garota com medo do outro lado do espelho. Ela se agarrava na sua velha boneca de pano e chorava enquanto pedia por ajuda.

“- Você pode se divertir com sua boneca, pequena Lili, e eu com você, o que acha?”

Balancei minha cabeça na tentativa falha, do pensamento se perder.

- Eliza, seu celular. – chamou Amber. A olhei e ela me estendeu o mesmo que tocava.

O atendi.

- Como está a noiva mais linda desse mundo? – do outro lado da linha havia um noivo animado, o que fez de mediato a garotinha assombrada sair da minha frente, me causando alivio.

Ian, tinha esse dom, ele afastava os demônios de mim.

- Está de branco. – respondi irônica enquanto ria.

- Ah! Como eu queria te ver assim, agora. – disse baixo. Posso afirmar que ele estava me imaginando.

- Da azar ver a noiva com seu vestido, antes do dia, lembra? – repeti a frase da vó de Ian. O que fez ele rir.

Fechei meus olhos e pude ver ele rindo em minha frente, o que me fez sorrir.

Como era gostoso o som de sua risada.

- Amiga, temos a degustação dos docinhos, agora. Lembra? – perguntou Amber, me fazendo abrir os olhos novamente. Assenti para ela, que sorrio.

- Amor, se vemos na degustação? – perguntei ao Ian.

- Liguei para isso – respondeu animado – Amo docinhos – sua voz era de animação total, o que me fez rir e assenti, eu sabia que ele gostava – Até logo, amor. – disse

- Até logo, amor. – repeti, desligando em seguida.

(...)

- Por mim, terá todos na nossa festa de casamento – comentou Ian, assim que terminamos a prova de doces. Ri de seu comentário.

- Eu também gostei de todos – sorri para a moça que nos olhava com atenção – Mas temos que escolher no máximo cinco sabores, amor – o olhei, e então ele levou os dedos para seu queixo, e bateu de leve, como se estivesse prestes a decidir algo de muita importância em sua vida.

- Quero trufas – disse. A moça então assentiu enquanto anotava.

- Acho legal ter o mousse, achei delicioso – falei, Ian assentiu concordando e a moça novamente anotou.

- Posso me intrometer? – Amber nos olhou enquanto ria.

- Lógico – pausei – Você é nossa dama de honra – sorri para ela

- O casadinho é uma ótima opção – disse ela, assentimos.

- Escolhe os outros amor – olhei para Ian.

- Brownie – pausou – Mini charlottes – sorrio por fim, terminando sua escolha. – Concorda? – segurou em minha mão.

- Ótima escolha – selei nosso lábios rapidamente.

(...)

P.O.V Luke Buzolic.

O alarme tocou, indicando que estava na hora do “banho de sol”. Levantei-me daquilo que eles chamavam de cama e caminhei até a grade, escutando em seguida o clique que indicava que ela estava abrindo, policiais se colocavam no corredor para nos levar até o pátio.

Caminhei calmamente pelo imenso corredor ao lado de mais dois detentos.

Percebi Maike se aproximar de mim ao fim do corredor e me entregar um celular, sem que os guardas percebessem o peguei.

A luz ao fim do corredor indicava que tínhamos chegado ao pátio, segui para o meu canto de sempre, e digitei a mensagem:

12:56 AM – Mensagem enviada: “Tudo pronto para hoje?”

12:57 AM – Mensagem recebida: “O carro vai está te esperando no portão dos fundos. A roupa que pediu ta na lavanderia, não esqueça de pegar a escuta com o detento 590.”

12:58 AM – Mensagem enviada: “Tenho quanto tempo?”

12:59 AM – Mensagem recebida: “Meia hora, contando agora.”

Rodei o celular nas mãos e o guardei no bolso, enquanto chamava Maike.

- Preciso que distraia o policial da porta nove. – pedi com a voz baixa – Vou precisar passar por lá, para conseguir chegar na lavanderia – contei, ele assentiu, já se colocando para sair e fazer seu serviço. Mas segurei seu braço o impedindo – Detendo 590? – perguntei

- Ao lado da porta nove – apontou com a cabeça, assenti.

Eles já haviam pensado em tudo, e isso fazia eu me sentir orgulhoso deles.

- Você não quer mesmo ir comigo? – olhei o novamente.

- Eu saio do meu jeito, Luke, fique tranquilo – concordei com o que ele havia dito, e então deixei o ir, o qual seguiu para perto do policial que estava na porta que eu precisava passar.

Maike percorreu seu olhar pelo pátio, e então deu mais uns passos até outro presidiário, em questão de segundos os dois já distribuíam soco um no outro. A roda foi feita em volta dos que brigavam, e mais brigas foram formadas, dificultando os policiais.

Caminhei para a porta nove, encontrando o detento 590, o olhei e o mesmo me entregou a escuta, sem eu precisar dizer nada. Coloquei a escuta enquanto entrava no corredor. Olhei para todos os lados, checando que não havia nenhum policial me seguindo.

Olhei para o visor do celular, vendo que já marcava 13:10 PM, eu tinha apenas 20 minutos para estar do lado de fora.

Corri até a lavanderia, entrando em seguida e procurando a roupa que eu precisaria para sair.

- Onde está as roupas? – perguntei para Dean, que comandava tudo do lado de fora.

- Maquina de lavar 10 – respondeu, assenti mesmo sabendo que ele não veria, e corri até a maquina, retirando a roupa de policial. A vesti rapidamente, deixando as roupas que eu vestia dentro de um cesto.

- 15 minutos, Luke – avisou Dean, não o respondi, apenas sai de dentro da lavanderia. – Tem um policial na porta 5 – contou – Você vai chegar por trás dele, chegue calmo que você o nocauteia – completou.

- Não tem outra saída? – perguntei enquanto corria pelo corredor.

- Os tubos de ar, mas você precisaria de algo para subir – respondeu.

Continuei a correr até chegar na porta 5, o policial estava de costas para mim, cheguei devagar o segurando pelo pescoço e então em seguida usando a arma que Dean havia arrumado para mim, bati em sua cabeça e corri antes que o mesmo acordasse.

- Passei – disse para Dean – Esta limpo o resto? – perguntei

- Sim – pausou – Os burros, estão no café, e não deixam guardas nessas horas – respondeu  rindo em seguida – 5 minutos - avisou

Assenti e então corri para a parte dos fundos.

- Você vai encontrar um porteiro ai – contou – Se apresente como Rick Lincoln, diz que seu turno já acabou, você tem um crachá para passar na catraca. – completou – 3 minutos.

Caminhei até o porteiro o dando bom dia, o mesmo me respondeu sorridente, seria mais fácil do que eu pensava..

- Policial novo? – perguntou

- Fui transferido – respondi seco – Tenha um bom dia. – falei rapidamente enquanto colocava o cracha na catraca para passar. Acenei com a cabeça e caminhei para fora do presidio, encontrando Dean encostado em seu carro.

- Fico feliz em te ver de novo cara – se aproximou de mim

- Você fez falta, irmão – o cumprimentei – Como é bom me sentir livre novamente – disse enquanto olhava para o céu – Ah irmão como é bom – falei um pouco mais alto

- Mas precisamos ir Luke, você não quer chamar atenção né – levou sua mão para meu ombro, fazendo eu o olhar. Assenti, afinal ele estava certo.

- Não quero – caminhei juntamente com ele até o carro – Afinal, eu tenho uma vingança pronta para realizar – sorri de lado enquanto adentrava no carro, fechando a porta em seguida.

- Viajaremos ao anoitecer – contou, dando partida no carro.

- Ahh Dean – disse enquanto olhava para a estrada – Vai ser tão doce a vingança, eu já posso sentir o gosto, espero que a querida Lili, tenha aproveitado o meu tempo fora. – sorri para ele, o qual sorrio em retribuição.

Doce...

Doce vai ser o sabor da vingança quando eu tiver seu sangue em minhas mãos, querida Elizabeth.


Notas Finais


O Luke é o Chris Wood, ou como preferirem, nosso Kai de TVD hahaha
Espero que tenham gostado <3


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