História Dark Soul, Passionate Heart - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 13
Palavras 1.757
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa tarde *---*
Espero que gostem ♥

Capítulo 12 - Eu quero você, Alexander


CAPÍTULO 12 – Eu quero você, Alexander

Alexander queria me ver louco ao me pedir aquilo. Eu era exclusivo dele, mas nunca que eu admitiria isso, mesmo que essa fosse a única saída para eu tê-lo. Então, como eu não prometeria isso, estava óbvio que, como ele disse, eu ficaria literalmente na mão.

O pior é que eu não poderia nem mesmo julgar ele, era um direito seu fazer isso, exigir isso. Mas isso não muda o fato de que me irrita – e muito – uma condição absurda dessas apenas para transar. Afinal, estar sendo exclusivo dele não garantia que deixasse de ser sexo para se ter algum sentimento sólido, algo que realmente não tinha.

No primeiro dia de aula após isso, as coisas foram um verdadeiro inferno. Alexander fez questão de me provocar em todos os instantes. Até mesmo quis voltar o assunto da aula para algo relacionado a sexo, pessoas viciadas em sexo e tudo desse tipo. E aí os alunos começaram a se soltar e as perguntas saíam cada vez mais obscenas. E o sorriso malicioso de Alexander não me ajudava nem um pouco.

Quando as aulas enfim terminaram, permaneci em minha sala corrigindo as provas da semana anterior. Ouvi o barulho das portas se trancando e vi Alexander descendo pela sala até chegar em mim.

- Já pensou na minha proposta? – Parou em pé ao meu lado.

- Sim. – Declarei.

- E qual sua resposta? – Seus olhos brilhavam.

Me virei de lado, ficando de frente para ele e o puxei para que sentasse em minhas pernas. Calei ele com um beijo caloroso, já puxando ele com uma mão pela cintura e com a outra pela nuca.

- Isso não é bem uma resposta. – Parecia um pouco desnorteado, então aproveitei para voltar a beijar aquela boca viciante e deliciosa.

- Só cala a boca e me beija, esquece o resto.

Alexander assentiu, voltando a me beijar e a morder meu lábio inferior em meio ao beijo, arrancando suspiros de mim. Ele levantou e empurrou as coisas da minha mesa para o chão. Eu sabia o quão insano e antiprofissional era fazer aquilo, mas liguei o botão do "foda-se" e deixei a excitação me guiar. Pouco me importava para o restante agora.

Alexander subiu em minha mesa, deitando de barriga para cima na mesma e eu subi por cima dele, beijando-o de uma forma nem um pouco amigável enquanto abria sua camisa e ele também abria a minha. Estávamos atrapalhados tentando nos despir, mas não tinha problema. Os toques de um para o outro eram o suficiente.

- Eu sempre quis transar com um professor e na sala do professor. – Alexander confessou, abrindo minha calça enquanto eu beijava seu pescoço.

- Agora está realizando o seu sonho, viu só? – Debochei de leve, voltando a beijá-lo.

Agarrei sua calça e a tirei fora, o despindo por completo. Ele fez o mesmo comigo. Não tínhamos muito tempo, então não demorou muito para que eu já estivesse devidamente dentro dele, me movimentando de acordo com os seus deliciosos e altos gemidos.

As pernas de Alexander se prenderam em volta de mim e me puxaram para mais perto, fazendo com que eu o adentrasse ainda mais. Beijei-o para tentar abafar seus gemidos que eram quase gritos.

Ele sussurrava coisas tão obscenas em meu ouvido que eu apenas conseguia me mover mais rápido e o apertá-lo ainda mais forte. Ele ficaria marcado, mas no momento não parecia notar.

Ele ainda conseguiu chegar ao seu ápice mais rápido que eu, mas eu cheguei logo após ele, me sentindo cansado, porém tentado a repetir.

- Nossa, realizei meus dois principais desejos... – Declarou ele após uns segundos, ofegante ainda. – Um consultório médico e a sala de professor, e ainda por cima foi com o professor e com o médico. Isso é o que eu chamo de sorte.

- Isso tudo já te respondeu, certo?

- Meio que sim, eu acho. – Parece pensar. – Mas também a única coisa que eu consigo pensar agora é que eu preciso me vestir e ir para casa, porque eu preciso muito de um banho.

- Eu só tenho uma consulta no último horário, então eu acho que nós dois poderíamos ir para a minha casa e tomar um banho juntos. O que me diz? – Propus, vendo um sorriso se iluminar naqueles lábios.

Não me impedi de grudar outro beijo naquela boca deliciosa, apenas fiz sem nem pensar. Nos vestimos e eu guardei minhas coisas, saindo dali com Alexander o mais rápido possível.

Fomos com meu carro até meu apartamento, desenrolando uma conversa agradável sobre psicologia e sobre qual área da mesma que Alexander gostaria de seguir e tudo o mais. Fiquei feliz por conversar com alguém sobre tal assunto, já que normalmente era apenas eu conversando com meus próprios pensamentos ou pessoas mais velhas que eu, que tinham muito mais experiência e se achavam melhores que eu por isso.

Mesmo tendo sete anos a mais que Alexander e estando trabalhando com psicologia a mais tempo, não me fiz de mais inteligente em nenhum momento. Pelo contrário, tirei bom proveito da conversa, porque como sempre digo: Sempre que ensinamos algo, podemos também aprender algo diferente.

Cada pessoa tem dentro de si algo para ensinar, cabe aos outros saberem aprender com isso.

- E eu fiquei muito feliz, sabe, Vincent? Porque a minha irmã tem depressão e eu estou conseguindo ajudar ela e parte disso é graças a você que me explicou aqueles inúmeros estudos sobre depressão e distúrbios mentais. Foi você que me ensinou e é tão bom ensinando que eu consegui fazer muito bom proveito desse ensinamento. – Alexander parecia orgulhoso do seu trabalho e isso acabava me deixando orgulhoso dele também.

- Tenho que admitir, você é o aluno que mais me surpreende naquela sala e nos últimos anos em que trabalho como professor. Parece que você nunca tem sua lista de perguntas esgotadas e isso é mesmo ótimo. Eu também era assim na faculdade, todos me julgavam, mas fui um dos poucos que se formaram e viveram a carreira de psicólogo. – Empinei o nariz de brincadeira, fingindo ser superior. – Eu fico muito feliz de ver o seu esforço. Você tem talento mesmo, Alexander, e eu espero de coração que você não perca isso. É algo importante quando você estiver em um consultório.

- Acha que as pessoas confiariam em mim para contar seus segredos?

- E eu lá tenho cara de alguém amigável em quem os outros podem confiar? – Brinquei, ficando sério em seguida. – Eu não tenho, mas mesmo assim eles confiam, porque os convenço na conversa. Você é bom para se comunicar, é atencioso e preocupado. Além de ser alguém carinhoso. Você vai tirar isso de letra.

- Acha mesmo tudo isso de mim? – Escorou-se por alguns segundos em meu ombro e me peguei rindo daquilo, mas logo voltei a ficar sério, tentando dispersar aqueles pensamentos. – É uma honra, porque você é como uma inspiração para mim. Eu vim para essa universidade só por causa sua.

- O que? – Fiquei pasmo, encarando ele enquanto estava no semáforo.

- Eu não sabia como você era em aparência, não sabia mesmo, mas eu sabia sobre o seu trabalho como psicólogo e tive um primo que foi seu aluno e só te elogiava. Por esse motivo eu resolvi pedir transferência para cá e até aceitei refazer o primeiro e o segundo semestre da faculdade, porque eu seria seu aluno, Vincent. Acho que isso é obra do destino, ele está tentando nos mostrar algo.

- Claro que está, ele quer bater na minha cara com a verdade de que eu estou apaixonado por você. – Pensei, tentando novamente dispersar aqueles malditos pensamentos. – Não acho que seja isso. Mas agora estou começando a achar que você me persegue em todos os instantes. Devo temer?

- Você agiu agora como se eu fosse um assassino perigoso que está te seguindo para te matar. – Acabei rindo com aquela comparação. Mal sabia ele que o assassino era eu. – Eu só fui saber como você era quando cheguei naquele dia e eu estava atrasado porque a transferência tinha atrasado.

- Tudo bem, eu estava brincando.

- Sério, Vincent? Não sabia que você conseguia fazer brincadeiras. – Debochou ele.

- Quer ver uma brincadeira muito legal? – Ele assentiu, então, ao trocar a marcha do carro eu levei minha mão até sua coxa e subi até seu membro, o apalpando por alguns segundos. - Ah, que pena, Alexander, você está excitado e não tem como resolver isso agora. É uma pena, não é mesmo?

- Na verdade... Tenho sim. – Se aproximou e mordeu minha orelha, fazendo meu corpo se arrepiar. – Eu continuo tendo duas mãos e, acredite, tenho habilidade com as duas...

Nem preciso descrever o que aconteceu após isso, certo? Eu cheguei no meu apartamento com vontade de drogar Alexander e abusar o corpo dele só de vingança. Só que nem eu mesmo era cruel a esse ponto.

- Quer que eu resolva o seu probleminha também? – Fez uma voz inocente, levando seus braços aos meus ombros e me beijando.

- Quero ir tomar esse banho logo e vou deixar a água gelada cair no seu corpo para ver se apaga esse seu fogo. – Reclamei já indo em direção ao quarto e separando uma roupa diferente. Alexander pegou uma roupa dele que tinha ficado ali outro dia.

Acho que estamos passando muito tempo juntos...

- Está ficando tão velho assim que não consegue mais acompanhar o meu ritmo? – Sussurrou em meu ouvido, parando atrás de mim.

- Agora você vai ver quem é o velho. – Grudei seu corpo contra a parede, vendo-o rir de uma maneira muito maliciosa.

- Então mostra logo, estou louco para ver esse velhinho.

Não adianta mais negar, eu não sei mais o que está acontecendo comigo. Eu não consigo mais negar nada para Alexander. É capaz de ele me pedir em casamento e eu ainda aceitar. Isso tudo foi causado por conta da paixão que estou sentindo?

Eu estou mesmo apaixonado – perdidamente – por Alexander. Não adianta negar, não adianta tentar fugir. Eu estou mesmo apaixonado, de uma maneira devastadora. Não posso correr, fugir ou me esconder da verdade. Verdade que está bem na minha frente, mostrando-me que não posso negá-la mais.

- Quer saber? – Perguntei a ele, segurando sua cintura já debaixo da água. – Vamos jantar juntos essa noite?

- Na minha casa? – Perguntou sorrindo.

- Na minha. Aqui mesmo. Eu vou cozinhar para você essa noite.

Já que não posso fugir dessa paixão, então por qual motivo eu não iria aproveitá-la, não é mesmo?


Notas Finais


Próximo capítulo dia 03/12 *-*
Espero que tenham gostado ♥ Venham pro grupo no whats, me mandem seus números ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...