História Dark Souls - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Ação, Amor, Aurora, Crimes, Justin, Los Angeles, Misterios, Nova York, Romance, Sexo
Visualizações 95
Palavras 1.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Nova York


1 mês depois

Minha Ferrari vermelha estacionou na frente da boate, logo atrás dela estavam os carros de América, Alfredo e Jacob. Seis range rover nos acompanhavam com nossos homens armados. A boate estava cheia, era por volta de meia noite.

Saí do carro já armada e Jacob veio até o meu lado. Entramos na boate atirando, e os outros atrás de nós. Atiramos para todos os lados, pessoas gritavam , outras fugiam. Quando menos esperávamos todos os clientes tinham ido embora, estavam ali só homens do meu inimigo.

Sebastian causou muitos estragos enquanto eu estive fora. Roubou minhas boates e atrasou vários carregamentos. Mas agora isso vai mudar, e ele vai pagar o dobro pra mim. Essa era a principal boate dele, a que da mais lucro e a que ele mais investiu. Eu vim para quebrar tudo, e deixar o meu recado.

Os homens de Sebastian atiravam em nós, mas eles estavam em menor número. Um deles veio para cima de mim, antes que ele conseguisse me acertar dei chute em seu estômago e uma porrada em sua cabeça que o fez desmaiar. Dei dois tiros na cabeça dele, e pronto, boa viagem para o inferno. Continuamos avançando, Jacob enfrentou três homens ao mesmo tempo, e os três estavam mortos segundos depois.

Todos daquela boate estavam mortos, com a exceção de um. Um homem magro, de olhos verdes e cabelo claro: o irmão de Sebastian, Mike. Ele não trabalhava com o irmão porque é bastardo, filho de uma prostituta. Ele vivia pelo dinheiro do irmão, e morria de medo de mim. Mike estava sentado em um sofá com os olhos arregalados e as mãos tremendo.

Fui até ele e me sentei do seu lado, bebi um gole do drink que estava na mesa da frente, e ele ficou mais assustado do que estava.

- Mike, é bom ver você.- eu disse, com um sorriso simpático no rosto.

- O-o que você quer?- ele perguntou, me fazendo rir.

- Vim mandar um recado para o seu irmão.- olhei para ele, agora séria.- Diga a Sebastian que a Imperatriz voltou. É melhor ele se preparar, porque eu vou tirar tudo o que ele tem.

Me levantei e fui em direção a entrada da boate.

- É melhor você se cuidar, Mike.- eu disse.

Saí da boate e mandei os homens quebrarem tudo. Entrei no meu carro e acelerei ao máximo. O rádio do carro ligou, e então eu dei as ordens:

- América, quero as outras três boates que ele tem desse lado da cidade destruídas até o amanhecer.

- Ok, deixa comigo.- e então ela pegou o caminho para a próxima boate, os meus homens foram com ela, assim como Alfredo, ficando apenas eu e Jacob.

- Vejo você em casa.- ele disse, e então desligou o rádio.

Cheguei em casa e entrei na minha garagem particular. Aquele prédio era o melhor de Nova York, e eu tinha um estacionamento privado para todos os meus bebês. Vi que o carro de Jacob não estava ali, então deduzi que ele não tinha chegado ainda. Peguei elevador, e quando as portas abriram na cobertura, Jacob Heroes estava apoiado no batente da porta do elevador me esperando. Ele entrou no elevador, e apertou o andar do saguão.

- Você demorou.- ele disse.

- Não sabia que estava me esperando.

- Nós vamos lembrar dos velhos tempos, fazer o que sempre fazíamos.- ele disse.

- E o que nós vamos fazer?

- Você vai ver.

As portas se abriram e nós estávamos no saguão. Do lado de fora, o carro de Jacob nos esperava. Entrei no banco do carona e ele no banco do motorista. Jacob acelerou com tudo e nós fomos em direção a ponte.

- Nós vamos para o...- eu dizia antes de ser interrompida.

- Brooklin, baby!

O percurso todo foi com a música nas alturas, velocidade mais alta possível e um sorriso no meu rosto que à muito tempo não aparecia.

Quando chegamos, Jacob parou em frente de um prédio abandonado que hoje era usado para festas e vendas de droga. Descemos do carro e entramos no prédio, no primeiro andar estava tendo uma festa, universitários e gangster chapados dançavam sem parar. Nós passamos pela festa e fomos até o terraço. Dava para ver a cidade todo dali.

- Você lembra?- ele perguntou.

- Não da pra esquecer, foi aqui que tudo começou.

- Brooklin.

- Lembro como se fosse hoje. Meus pais sempre amaram aquele restaurante, eles amavam culinária iitaliana, eu cresci naquele lugar. Quando eu tinha 15 anos eu e Alfredo descobrimos que o restaurante estava cheio de dívidas, e provavelmente nós perderiamos ele. Então Alfredo descobriu um jeito de conseguir dinheiro rápido para ajudar com as dívidas do restaurante.

- Tráfico de drogas.- ele disse.- Lembro como se fosse hoje, me mudei para a casa no final da rua de vocês. Meu pai nunca estava em casa, sempre estava bêbado em algum lugar, e eu precisava de dinheiro para comprar os remédios da minha mãe. Sua família me acolheu como um filho e eu comecei a trabalhar no restaurante. Quando Alfredo disse que ele poderia fechar, não pensei duas vezes em ir ajudá-lo.

- Nós três começamos aqui, vendendo drogas para estudantes desesperados e gangsters de bairro. E nunca paramos.

- Você insistiu para ajudar, mesmo sabendo que era perigoso.

- Se não fosse por mim vocês estariam mortos.- eu disse e nós dois rimos.

- Eu sou apaixonado por você desde os 12 anos, lembra? Eu roubava as flores do jardim dos Collin toda sexta-feira. Você adorava.

Ficamos em silêncio por um tempo, observando a cidade que nunca dorme. Aquele cidade era minha, aquelas ruas eram minhas. Lembrar de tudo fez meu coração suspirar, Jacob estava comigo durante toda a minha vida. Ele e Alfredo sempre foram melhores amigos.

- Eu tenho medo de tocar em você, e descobrir que tudo não passa de um sonho.- eu disse. Jacob se aproximou e acariciou o meu rosto.

- Eu nunca mais vou te deixar. Eu e você pertencemos um ao outro, lembra?- Assenti.- Você voltou pra mim, e ninguém vai mudar isso. Estamos juntos de novo, como deveria ser.

- Como deveria ser.- repeti.


 Alfredo's P.O.V

Eu procurei ela por todo lugar, mas no fundo, eu sabia que ela estaria aqui. Parei o carro enfrente à aquele beco, e como eu já imaginava, lá estava América. Lutando com um homem duas vezes maior que ela, sua raiva era evidente.

- Você achou que ia encostar em mim com essas mãos nojentas?- ela gritou.- Seu filho da puta, eu vou matar você!

E ela tirou uma faca de dentro da calça. Sem nem pensar, peguei a minha arma e dei três tiros pro alto. Os dois se assustaram, o homem quando percebeu quem eu era, estremeceu.

- Vai.- eu disse, e ele saiu correndo.

 América estava ofegante, encostada na parede.

- Porque você deixou ele ir?- ela gritava.- Ele queria me machucar!

- América, ele queria te assaltar. Você está em um beco escuro, as três da madrugada. Ele queria te assaltar, não te machucar.- falei com a maior calma possível enquanto me aproximava devagar.

- Não! Ele queria me estuprar, ele queria me machucar. Eu sei que queria!- ela ainda gritava, mas agora estava desnorteada.

Puxei ela para perto e a abracei. Suas lágrimas caiam na minha jaqueta. Desde que ela foi abusada a alguns anos atrás, ela vem superando isso. Mas quando Ary sumiu, todo o seu medo voltou. E então ela continuava voltando para esse mesmo lugar, e qualquer homem que se aproxime se torna o homem que a estuprou. Eu tentava, mas não sabia o que fazer para ajudá-la.

- Você está segura agora. Eu vou cuidar de você, sempre cuidei de você.- eu disse.

- Ele queria me machucar.- ela disse, agora em sussurro fraco.

- Eu estou aqui, ok? Vamos, vamos voltar para casa

Peguei sua mão e a acompanhei até o carro. O percurso até em casa foi calmo. Quando chegamos na garagem, pegamos o elevador e encontramos Drake no saguão subindo para seu apartamento. Ary queria Lola por perto, e como Drake era seu melhor amigo, eles moram no andar abaixo do nosso, em apartamentos vizinhos.

- Alfredo.- ele disse.- Grande noite.

Drake tinha chegado a tão pouco tempo, mas já fazia parte da equipe.

- Você foi muito bem hoje. Manda um oi pra Lola por mim.- eu disse, e ele assentiu, saindo do elevador em seguida.

Chegamos em casa e fomos para o terceiro andar, onde ficava o meu quarto. Levei América até a cama e a ajudei a se despir. Coloquei ela debaixo dos cobertores e fiquei ali, observando ela dormindo.


Notas Finais


Sem revisão no capítulo amores, desculpe.
Então, o que acharam?
América tem um trauma, tadinha.


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