História Dark Wood Circus. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Vocaloid
Personagens Gakupo Kamui, Gumi Megpoid, Kaito, Len Kagamine, Luka Megurine, Miku Hatsune, Oliver, Rin Kagamine
Exibições 22
Palavras 2.965
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Incesto, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite, meus queridos <3 Espero que gostem, eu não demorei muito para postar porque a criatividade para essa fanfic é o que não falta, não vejo a hora de começar a escrever as partes realmente interessantes que vem por aí. Xoxo.

Capítulo 3 - A dama deformada.


Fanfic / Fanfiction Dark Wood Circus. - Capítulo 3 - A dama deformada.


No dia seguinte, eu acordei exausta, tanto que não consegui levantar sozinha, minha mãe teve que me acordar. Ela achou estranho o fato de eu estar cansada, pois eu sempre estava disposta de manhã. Eu usei a desculpa de que tive um pesadelo, ela acreditou em mim. Era uma mentira descarada, mas se eu contasse a verdade ela jamais confiaria em mim de novo. Vesti minhas meias ¾ rendadas, e meu vestido vermelho, eu o usava sempre, por ser meu favorito. Minha mãe e eu fomos andando até o ponto onde ficávamos todos os dias para vender nossas massas, os moradores também saíam de suas casas para trabalhar, como todos os dias. Eu olhei de relance para onde o circo ficava, e ele ainda estava lá. Encarei o chão, pensando se realmente deveria voltar lá, ou apenas devia esquecer tudo aquilo, pois eu tinha consciência de que era errado.


– O que foi, Meiko? – Minha mãe notou minha expressão pensativa, enquanto levávamos nossas cestas e o restante para montar a banca.


– Não é nada, está tudo bem. – Falei, sorrindo. Minha mãe retribuiu, mas ainda sim parecia preocupada.


Mesmo com toda aquela culpa por sair sem permissão, eu ainda lembrava da emoção que senti ao ver aquelas pessoas que me receberam tão bem, com exceção de algumas, é claro… Talvez eu nunca mais tivesse a chance de presenciar um espetáculo desses, fora que eu havia prometido aos siameses que iria. Nunca tive uma amiga de verdade, e Rin parecia se importar comigo, talvez ela quisesse ser minha amiga, eu não posso decepcioná-la assim.

As vendas foram boas, minha mãe e eu tivemos bastante trabalho, eu estava meio desfocada, ainda pensando no circo, era quase como uma obsessão em querer voltar, eu não entendia o porquê. Fomos para casa mais cedo, por falta de mercadoria, minha mãe não podia estar mais sorridente pelas boas vendas, eu me sentia contente em vê-la sorrir dessa forma.

Chegamos em casa, meu pai não estava, pois ele trabalhava até a noite.


– Filha, pode me fazer um favor? – Assim que chegamos, minha mãe me abordou, eu me virei para ver o que era.


– Claro, mãe. Do que precisa? – Perguntei, ela se sentou numa cadeira de palha, cansada.


– As laranjas estão acabando, e precisamos de mais para preparar os bolos de amanhã… – Disse ela, eu entendi o recado. Recolhi minha cesta vazia, e fui até a porta.


– Eu volto já! – Falei, sorrindo. Minha mãe assentiu, e então eu saí de casa com a minha cesta em mãos.


O sol estava prestes a se pôr, eu caminhei até o local onde semanalmente colhia frutas, era perto da floresta. Ergui os pés para alcançar a árvore, e comecei a colher as laranjas que pareciam mais suculentas. Eis que ouço um barulho estranho, como um gemido, vindo da floresta, me aproximei um pouco para ver do que se tratava, eu estava longe mas pude ver as silhuetas, pelos cabelos esverdeados e as pernas compridas eu logo me dei conta de quem era, era a “mulher elástica”. Ela se encontrava nos braços de um homem alto, seus cabelos eram compridos cor de lilás, vestia um terno roxo, parecia até um duke. Eu não notei muita coisa por trás das árvores, apenas que ele segurava uma bengala com uma das mãos, e a outra entrelaçava a cintura da moça, ambos sorriam enquanto trocavam beijos. Com a minha mente infantil na época, eu pensei que eles estavam apenas se abraçando, mas era mais que isso. Sorri de canto, e me afastei, não era gentil ficar espionando os outros. Na volta, já estava ficando escuro, pensei sobre aquele homem, todos ali tinham algum talento especial, qual seria o dele? Ainda meio intrigada, entrei em casa, minha mãe estava preparando massa de bolo, ela sempre estava ocupada com algo, maioria das vezes fazendo bolos e pães, não notou que eu cheguei.


– Mãe, eu trouxe as frutas. – Falei, colocando a cesta cheia sobre a mesa. Minha mãe virou o rosto, com as mãos ainda ocupadas.


– Obrigada meu amor, você me ajudou muito hoje. Pode descansar agora. – Disse ela, reconhecendo meu esforço. Eu ainda não estava cansada, então a ajudei a terminar tudo para ela poder descansar também.


Mais tarde, meu pai chegou, o jantar era torta de amora, a preferida dele. Assim que terminei de comer, me lembrei que tinha um compromisso, e me levantei tentando disfarçar.


– Boa noite pai, boa noite mãe. – Falei, dei um beijo no rosto de cada um antes de ir, minha mãe segurou minha mão antes que eu fosse.


– Já, filha? Tem certeza que está tudo bem? – Perguntou ela, com aqueles olhos castanhos reluzente que me faziam refletir sobre minha desobediência.


– Está, eu só estou com sono. – Respondi, não sei se eles perceberam na hora, mas eu estava bem nervosa por dentro.


– Então tá… Boa noite, sonhe com os anjos. – Disse ela, meu pai abriu um sorriso para mim. Eu vi naquele momento como eu tinha uma vida boa, uma família que me amava.


Assenti, e fui dando passos rápidos até meu quarto, entrei e fechei a porta. Eu precisava me apressar se quisesse ver o espetáculo todo, peguei minha capa ainda pendurada na cabeceira da minha cama, e vesti. Coloquei meu travesseiro deitado, e puxei a coberta para cima, caso alguém entrasse no meu quarto, pensaria que eu estava ali. Abri a janela lentamente para não fazer barulho, e sai por ali mesmo, pois pela porta da frente obviamente não seria possível. Acabei caindo na terra, e sujando um pouco minha capa, apenas passei minha mão nela para que saísse um pouco, vesti minha touca, e fui andando rapidamente até o circo. As pessoas também estavam indo para lá, eu fui pela floresta para que ninguém me visse, era mais longe, mas eu não podia arriscar, passei pelo local onde “conheci” o azulado no dia anterior, mas ele não estava mais lá. Cheguei, finalmente, eufórica por ter corrido para chegar a tempo, os bancos estavam quase que totalmente ocupados, dei uma olhada em volta e encontrei uma cadeira vazia na última fileira, com um papel escrito “Meiko” com uma letra desengonçada. Eu dei um sorriso, e corri até lá, o espetáculo estava começando, eu mal acreditava que estava ali. Do lado direito de dentro do circo, haviam duas jaulas, dentro de uma delas estava o Azulado, e na outra, uma moça, com os cabelos longos azuis esverdeados, parecia tão triste, foi então que eu percebi que os olhos que me encararam naquele dia eram os dela. Eu tive dificuldade em ver direito, pois haviam muitas pessoas em volta deles, ambos deviam ser atrações especiais para estarem ali. Desviei minha atenção ao ouvir uma voz vindo do palco.


– Boa noite, senhoras e senhores! – Uma voz rouca e firme chamou a atenção de todos, era aquele homem de mais cedo que estava acompanhando Gumi. Ele estava muito bem apresentado, seus cabelos lilás sedosos estavam presos a um rabo de cavalo, com duas mechas soltas de cada lado, o homem se apoiava na bengala com a mão esquerda, enquanto a outra estava levantada, para influenciar a recepção do público. Ele sorria, seu riso era de uma certa forma, intrigante. – Sejam todos muito bem-vindos ao meu circo! Apreciem o espetáculo.


Ele era o proprietário do circo. Ouvi algumas mulheres cochichando perto de mim sobre como ele era atraente. A luz que antes focava nele, se transportou para o alto do circo, era ela, a mulher elástica sentada no trapézio, eu reparei na saída do homem do palco, a forma que ele andava, era estranha, semelhante a de um pinguim. Assim que ele saiu do palco, eu voltei minha atenção a mulher elástica, ela vestia o mesmo traje do dia anterior, mas parecia tão bonita quanto antes. Gumi olhou para toda a platéia, sorrindo, e se jogou para trás, ficando presa apenas pela parte de trás dos joelhos, algumas pessoas bateram palmas, surpresas com a ação, ela realizou todo o espetáculo que havia realizado para mim na noite passada, só que de uma forma bem melhor e mais detalhada, com mais perfeição, eu pensei que não fosse possível, mas ela tornou possível. As pessoas aplaudiam e assobiavam, impressionadas com as acrobacias, eu também aplaudi, o mais forte que pude. Eu presenciei coisas incríveis naquela noite, Luka com seu ilusionismo, os siameses com suas brincadeiras, os Sr e Sra Spider mostrando suas habilidades numa corda amarrada no teto do circo, eles a chamavam de teia, e muitas outras atrações que eu realmente não imaginei que veria. No final, o proprietário do circo o qual eu ainda não sabia o nome, apresentou-se novamente ao palco, as moças a minha volta suspiravam encantadas com o homem. Ele tossiu de leve, colocando a mão na boca para abafar, e então abriu um sorriso.


– Meus caros! É com toda honra que lhes apresento nossas atrações finais! – No momento em que ele terminou sua fala, dois senhores vinham puxando as duas jaulas, com muita dificuldade, uma de cada lado, até chegarem no meio do palco. O homem virou-se para as jaulas.


Eu pude ver que o azulado estava preso à uma camisa de força, parecia mais manso que da última vez que o vi, e a moça estava vendada, ela sorria, mas era como se estivesse sendo forçada a sorrir. A platéia ficou em silêncio. O homem se aproximou da jaula do azulado, que aparentava estar tranquilo no fundo da jaula, e bateu duas vezes na mesma com sua bengala. Ele se assustou, e deu um berro tão alto que ecoou o circo todo, a maioria das pessoas também se assustaram, não era como se fosse uma pessoa gritando, era extremamente perturbador.


– Meus convidados! Este é o azulado, a nossa besta. – No momento em que ele “apresentou” o azulado, a moça da jaula ao lado pôs-se contra a jaula, como se quisesse sair, ela esticava os braços na direção dele, ainda vendada. A platéia estranhou.


A música circense clássica começou a tocar, duas bailarinas apareceram correndo, cada uma sobre uma bola, uma delas segurava uma bandeja de prata fechada,eu fiquei chocada com a habilidade que elas tinham. Cada uma parou ao lado de uma das jaulas, o homem que antes estava no meio das duas, voltou ao centro do palco, ele parecia adorar atenção. A bailarina que segurava a bandeja ainda estava sobre a bola, assim como a outra, elas faziam aquilo parecer tão fácil. A moça dos cabelos esverdeados estava chorando, me dava angústia vê-la soluçar, ela parecia querer alcançar o outro a todo custo, mas não podia.


– Vejam, a ferocidade da besta! – Disse o homem, apontando para a jaula do azulado, a bailarina com a bandeja, prontamente, a abriu, dentro dela havia um carneiro. Eu não queria presenciar aquilo de novo, mas eu precisava.


Ela jogou o corpo morto do animal dentro da jaula, a besta também vendada se aproximou numa velocidade incrível, como se pudesse sentir a quilômetros o cheiro da carne. Ele abocanhou com uma determinação inigualável, fazendo sons bizarros, algumas pessoas da platéia se levantaram para ver melhor, eu permaneci sentada sem vontade de ver.


– Agora, vejamos nossa dama deformada. – O homem abandonou o olhar da besta, e passou para a moça que chorava sem parar. Ela se afastou ao ver que ele se referia a sua pessoa. Fiquei com medo do que ele faria a ela, dava vontade de entrar lá e tirar ela dali.


As pessoas pareciam hipnotizadas com o espetáculo, e o pior de tudo era que eu também estava. As duas bailarinas se posicionaram uma a cada lado da jaula, duas cordas foram jogadas pelo teto do circo, ambas com ganchos na ponta. Elas pegaram as cordas, e seguraram com firmeza, eu não fazia ideia do que elas iam fazer com aquilo, ninguém fazia. Então, elas jogaram as duas cordas para dentro da jaula, numa arremessada certeira, os dois ganchos se prenderam um em cada lado do vestido elegante da moça. O proprietário do circo se afastou para que as pessoas vissem melhor. Eu estava vidrada no palco. Ambas puxaram as cordas, o vestido foi puxado junto, revelando as pernas completamente deformadas da moça, eu coloquei as mãos no rosto, incrédula. Não tem descrição, era uma coisa horrível. As pernas dela eram inchadas, tinham uma cor de verde musgo, com uma aparência semelhante a de um casco. Ela era tão bonita da cintura para cima, eu não imaginei isso, nem na parte mais obscura da minha mente. A moça derramava lágrimas sem parar, a venda em seu rosto estava encharcada, eu não estava aguentando olhar para aquilo, tamanha era a crueldade das pessoas, que além de aplaudir, soltavam comentários horríveis sobre ela. Depois de alguns minutos exibindo a deformidade da moça, todos os artistas que haviam aparecido no espetáculo, postaram-se ao palco para agradecer. Era muita gente, muita mesmo. De todo tipo. Algumas pessoas até ficavam em cima da jaula da moça dos cabelos esverdeados por falta de espaço. O espetáculo havia chegado ao fim, as pessoas aplaudiam empolgadas, eu também aplaudi, embora aquelas duas últimas atrações tivessem me deixado com um certo medo.

Eu saí do meu lugar antes das pessoas também saírem, pois alguém podia me ver, eu fui até a porta de saída, mas ouvi alguém me chamar, de longe, me virei para ver quem era.


– Meiko! Espere! – Eram os gêmeos, estavam correndo na minha direção, ainda me causava um desconforto olhar em certas partes deles. Eu fui andando para alcançá-los, olhando em volta para garantir que ninguém estava me vendo. Assim que nos encontramos, eu abri um sorriso enorme para eles.


– Foi demais!! Eu não tenho palavras!! – Falei, Rin parecia tão feliz com o meu comentário, Len estava com a mesma expressão de sempre. Ela se aproximou um pouco, como se fosse me abraçar, mas Len a impediu, puxando o corpo para trás, fazendo com que ela também fosse puxada, ambos se encararam feio, era a primeira vez que não via a Rin sorrindo. – Tudo bem..?


– Tudo! – Ela voltou a ser a mesma. Eu não entendia muito bem o porquê de Len não gostar de mim, e querer me evitar dessa forma, gostava de pensar que era apenas o jeito dele. – Então, o que achou da nossa parte? Foi legal, né?


– Foi! Eu gostei muito do malabarismo! – Falei, as pessoas estavam começando a se espalhar pelo circo, cheguei mais perto dos siameses. – Eu acho que já vou, alguém pode me ver.


– Mas a noite nem começou! Venha, vamos para um lugar onde não te encontrem. – Disse ela, segurando minha mão. Eu deixei que ela me levasse, afinal, eu não queria mesmo ir embora.


Dei uma última olhada nas jaulas ainda no palco, a dama deformada e o azulado se olhavam dentre as grades, eu senti tanta pena por eles. Eu segui os gêmeos até a parte de trás do circo, não tinha ninguém lá, apenas algumas bailarinas fumando longe de nós.


– Rin! Len! Aqui! – Ouvimos alguém chamando pelos gêmeos pelo vão da lona do circo.


– Droga! Temos que ir, mas espere aqui, já voltamos! – Eu apenas assenti, e eles correram em direção à uma fresta estreita que permitia que se entrasse no palco. Eles provavelmente teriam algo a fazer.


Olhei em volta, procurando algo para fazer já que tinha que esperar por eles, andei um pouco por lá, e ouvi um barulho de algo arrastando, me escondi atrás de uma árvore para ver o que era, era a dama deformada. Dois homens estavam puxando sua jaula para fora, ela estava sentada, encostada nas grades, parecia cansada, suas “pernas” estavam cobertas. Eles a deixaram ali, e voltaram para dentro, provavelmente para trazer o azulado. Eu fiquei olhando para ela, que estava de costas, por um tempo, pensando se deveria falar com ela, eu tinha perguntas. Fui me aproximando lentamente, mesmo com todo cuidado para não fazer barulho, eu acabei pisando em um galho, ela nem sequer se mexeu. Continuei andando até chegar bem perto da jaula, ela era muito mais bonita de perto, a venda ainda cobria seus olhos turquesa. Dei duas batidas na grade da jaula, para que ela notasse minha presença.


– Quem está aí? – Ela levantou a cabeça assustada, olhando para todos os lados, mas não adiantava já que a venda impedia sua visão.


– Eu não vou te machucar, tudo bem. – Falei, ela parecia mais tranquila depois de ouvir minha voz. Eu me aproximei mais um pouco para tentar tirar a venda. – Eu posso tirar?


– Por favor. – Ela se aproximou também, facilitando para mim. Eu então puxei a venda, um pedaço de pano sujo, ela abriu os olhos cintilantes, e sorriu para mim. – Obrigada, menina.


– De nada… Qual é o seu nome? – Perguntei, ela esfregou os olhos, que estavam irritados por conta das lágrimas que ela derramou mais cedo. Sua expressão era tão calma, mas ao mesmo tempo tão sofrida.


– Eles me chamam de dama deformada, mas o meu nome é Miku, Hatsune Miku. E o seu? – Perguntou ela, escorada na jaula. A moça devia ter por volta dos 20 anos de idade.


– Me chamo Meiko. – Respondi, ela sorriu, e fitou o chão, parecia inconformada. Tomei coragem para perguntar. – Por que eles te deixam trancada aí dentro?


– Eu sou uma aberração, não vê? Ele fez isso comigo. – Disse ela, seus olhos voltaram a se encher de lágrimas. Eu fiquei curiosa, ele?


– Quem? – Perguntei, antes que ela pudesse me responder, os siameses apareceram, correndo na nossa direção.


Len olhou diretamente para Miku, e ela para ele, as expressões que eles fizeram foi indescritível, era como se pedissem ajuda um para o outro apenas com os olhares. Tinha algo que eu não sabia, e eu estava começando a perceber. Os gêmeos enfim chegaram até nós, Len continuava com o olhar fixo moça, ela se aproximou dele com dificuldade, com o corpo impedido pelas barras de ferro.


Notas Finais


Gente, tenho um "comunicado" importante. Essa fanfic vai acabar provavelmente por volta do capítulo dez (no máximo), e eu tô pensando em fazer outra adaptação de alguma música de Vocaloid, pois é algo que vocês parecem gostar, e eu também adoro escrever sobre. Por gentileza, se é do seu interesse, coloque nos comentários alguma música de Vocaloid que você acha que eu deveria fazer uma adaptação, eu pensei em Trick and Treat, mas ainda estou indeciso -q De qualquer forma, deixe sua sugestão <3 Obrigado!


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